quarta-feira, 21 de agosto de 2019

“Indústria” da pedra ametista movimenta mais de R$ 30 milhões

“Indústria” da pedra ametista movimenta mais de R$ 30 milhões







Valores são referentes às exportações em 2018. Extração mineral é responsável por 70% da economia do município
Ametista do Sul - Destaques - Região
Publicado em 20/08/2019, última alteração em: 20/08/2019 14:50.
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Conhecida como a capital mundial da pedra ametista, Ametista do Sul é uma cidade do Norte do Estado que se destaca por um mercado peculiar, o das pedras preciosas. O setor representa mais de 70% da economia do município, que tem cerca de 7,4 mil habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O brilho das ametistas está espalhado por toda a cidade, principalmente nos pontos turísticos, que vão desde a Igreja São Gabriel, revestida na sua parte interna com mais de 40 toneladas de pedras; o Ametista Parque Museu, que abriga a pedra ametista “mais valiosa do mundo”; além das vinícolas, a pirâmide esotérica, o Shopping das Pedras, hotéis, tirolesa, e estabelecimentos comerciais subterrâneos, que recebem, mensalmente, milhares de turistas.
De acordo com um levantamento realizado pelo Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a exportação de pedras tem registrado um crescimento de quase 95% nos últimos três anos, em Ametista do Sul. Segundo os dados, em 2016, o município teve uma movimentação de US$ 4,51 milhões (cerca de R$ 15,3 milhões, convertendo o valor em reais pelo preço médio do dólar no ano); já em 2017, o aumento foi de 56,5% com relação ao ano anterior, gerando movimentações de US$ 7,06 milhões (em torno de R$ 21,8 milhões). Não obstante, em 2018, o volume de negócios do setor cresceu ainda mais 23,9%, movimentando US$ 8,75 milhões (aproximadamente R$ 31,5 milhões). Se compararmos o ano de 2016 com o de 2018, o crescimento das exportações chega a 94%.

Fonte: CPRM

Análise - IBOV, WINV19, WDOU19, PETR4, VALE3, CRFB3, CCRO3 e CSNA3 | 20....

terça-feira, 20 de agosto de 2019

CSN, Usiminas ou Gerdau? Veja a favorita do Credit Suisse

CSN, Usiminas ou Gerdau? Veja a favorita do Credit Suisse





Valter Outeiro da Silveira - 20/08/2019 - 
Aço
Analistas listam preferência pelas ações da Gerdau (Imagem: Reuters)
Credit Suisse analisou o setor siderúrgico com base nos dados de julho do IAB (Instituto Aço Brasil), no qual mostra que a produção de aços planos superou a dos longos.
De acordo com os analistas Caio Ribeiro e Rafael Cunha, as vendas domésticas caíram 4% na base anual e 2% na relação anual, com a produção de aço final relatando alta de 0,1% e 4% nos comparativos ano a ano e mês a mês, respectivamente.
“A luz da performance abaixo da média da demanda doméstica por aço desde o início deste ano, recentemente revisamos para baixo nossas estimativas para 2019”, dizem os analistas, projetando estabilidade tanto na produção siderúrgica quanto na demanda do setor para os tipos longos e planos.
Neste contexto, o Credit Suisse reitera preferência por exposição a aços longos, “na esteira de maior capacidade ociosa tanto do lado da demanda quanto da oferta”.
Além disso, os analistas destacam a expectativa “de recuperação nos gastos da construção civil e de infraestrutura em 2020”.

Gerdau é preferida

“Mantemos nossa preferência relativa pelas ações da Gerdau (GGBR4) no setor, que oferecem um valuation mais barato, de 5,4 vezes pelo múltiplo EV/Ebitda (valor de mercado da empresa sobre geração operacional de caixa)”, conclui o Credit Suisse.
A recomendação para os papeis da Gerdau (GGBR4) é de outperform (desempenho acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 20,50 – upside (potencial de valorização) de 68% diante do último fechamento.
Em contrapartida, tanto as ações da CSN (CSNA3) quanto os papeis da Usiminas (USIM5) detêm recomendação neutra, com preços-alvo respectivos de R$ 17,00 e R$ 9,00 – equivalentes a upsides de 23,4% e 27,2%, na mesma ordem.

Fonte: MONEY  TIMES

Como ganhar na Bolsa com a retomada do consumo? Veja as 5 ações para ter agora

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Gustavo Kahil - 20/08/2019 - 22:01
Shoppings
“Apesar de um 2º trimestre relativamente morno, continuamos a ver direcionadores setoriais favorecendo o Brasil”, apontam os analistas (Imagem: Pixabay)
Após a avaliação dos resultados das varejistas no segundo trimestre de 2019, o time de análise do Bradesco BBI revisitou as projeções para as ações das empresas do setor e identificou 5 delas com maior potencial.
“Apesar de um 2º trimestre relativamente morno, continuamos a ver direcionadores setoriais favorecendo o Brasil com capacidade ociosa significativa (desemprego alto), taxas de juros baixas, inflação menor e um ciclo de crescimento potencialmente longo”, apontam Richard Cathcart e Flávia Meireles.
Eles destacam que as empresas parecem mais preparadas para este novo ciclo de crescimento, já que fizeram ajustes nas bases de custos e avançaram na transformação digital. “Estamos, portanto, otimistas quanto ao potencial de alavancagem operacional em todo o setor”, explicam.
cvc
(Imagem: Roberto Tamer)
CVC (CVCB3)
Para o Bradesco, a CVC se destaca pelo valuation ainda atraente. Eles explicam que a operadora de turismo está bem posicionada para o ambiente de melhora da confiança dos consumidores e das empresas. A ação negocia hoje a um múltiplo de 19 vezes o preço sobre o lucro (P/L), sendo que o nível de 22 vezes é considerado “mais justo”.
Magazine Luiza
(Imagem: Divulgação)
Magazine Luiza (MGLU3)
A varejista é inserida no grupo de “alto crescimento”, principalmente pelo avanço no comércio eletrônico. A taxa de crescimento médio ponderado no período de 2019 a 2022 de 25% do GMV (Venda bruta de mercadorias, incluindo impostos) sustenta esta recomendação.
(Imagem: Renan Dantas/Equipe Money Times)
Burger King (BKBR3) e Centauro (CNTO3)
As duas empresas foram escolhidas para o tema “expansão”. Ambas têm uma projeção para uma taxa de crescimento médio ponderado da receita líquida no período entre 2019 e 2022 de 16% a 17%.
Renner
(Imagem: Money Times)
Lojas Renner (LREN3)
A aposta na Renner vem pela consistência e expectativa de taxa de crescimento médio ponderado no período de 3 anos do lucro líquido de 20%.

Fonte: MONEY  TIMES

Ibovespa toca mínima de dois meses, mas reduz perdas e fecha quase estável

Ibovespa toca mínima de dois meses, mas reduz perdas e fecha quase estável



Ações5 horas atrás (20.08.2019 17:44)

SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da B3 fechou esta terça-feira perto da estabilidade, após cair mais de 1% e tocar mínima de dois meses, em meio aos temores sobre o ritmo da economia global.
Ibovespa caiu 0,25%, a 99.222,25 pontos. Na mínima, chegou a 98.002,03 pontos, piso intradia desde 18 de junho. O giro financeiro da sessão somou 15,5 bilhões de reais.
Mercados internacionais seguiram atentos à possibilidade de uma recessão global, também de olho nos desdobramentos da guerra comercial entre EUA e China.
O presidente Donald Trump disse que Pequim ainda quer chegar a um acordo comercial. Também falou que seu governo gostaria de cortar impostos, mas ressalvou que não estava falando sobre fazer algo agora.
Para analistas da Levante Investimentos, o ambiente global tenso faz investidores internacionais enxergarem mais riscos em mercados emergentes, motivando uma fuga de recursos do país.
Números sobre as negociações dos estrangeiros na bolsa paulista mostram saldo negativo de 20 bilhões de reais em 2019 no mercado secundário, maior saída líquida em 23 anos. Apenas em agosto, a saída supera a entrada em 9,6 bilhões.
Segundo a Coinvalores, o mercado segue monitorando a atuação dos bancos centrais para conter os riscos relacionados à desaceleração econômica global. Esse pano de fundo com medidas no radar favorece expectativas de fluxo para emergentes.
Nesse sentido, destacou na pauta da semana atas de reuniões de política monetária dos BCs dos EUA (quarta) e da zona do euro (quinta), além do simpósio do Federal Reserve em Jackson Hole a partir de sexta, com autoridades de vários países.
"Investidores esperam sinais mais claros sobre a atuação dos BCs nos próximos meses", afirmou em nota a clientes.
DESTAQUES
- B2W saltou 3,08%, revertendo fraqueza do começo da sessão, após anúncio de aumento de capital de 2,5 bilhões de reais para melhorar a estrutura de capital para seguir investindo na plataforma digital. A controladora LOJAS AMERICANAS PN, que se comprometeu a participar da operação, perdeu 0,68%.
- VIA VAREJO subiu 4,9%, recuperando fôlego após quatro dias de baixa. MAGAZINE LUIZA perdeu 3,44%.
- B3 ON ganhou 0,57%, mantendo a tendência de alta em 2019, com avanço superior a 70%.
- BRASKEM PNA cedeu 2,59%, após divulgar na noite da véspera que tomou conhecimento de ação do Ministério Público Federal ligada a afundamento e rachaduras no solo em Maceió, que inclui pedido de tutela de urgência para apresentação de garantias no valor de 20,5 bilhões de reais, além da suspensão de financiamentos e incentivos governamentais.
- VALE subiu 0,44%, mesmo com queda dos preços do minério de ferro na China, em sessão positiva para papéis de mineração e siderurgia. CSN avançou 3,6%, USIMINAS PNA ganhou 2,97% e GERDAU PN subiu 0,41%.
- PETROBRAS PN perdeu 0,04% e PETROBRAS ON recuou 0,93%, em sessão de tendência mista nos preços do petróleo no mercado externo.
- GPA avançou 1,87%, tendo no radar elevação da oferta por suas ações detidas pela colombiana Almacenes Éxito, de 109 para 113 reais.
- ITAÚ UNIBANCO PN perdeu 1,11% e BRADESCO PN cedeu 0,98%.
(Por Peter Frontini)

Fonte: Reuters