quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Ibovespa: Ações fecham o pregão em alta e o índice avança 2%

Ibovespa: Ações fecham o pregão em alta e o índice avança 2%



Investing.com Brasil - 21/08/2019 - 18:56
As ações em alta superaram os papéis com resultados negativos na Bolsa de valores de BM&FBovespa com uma diferença de 385 a 186, enquanto 27 terminaram sem alterações (Imagem: REUTERS/Leonardo Benassatto)
Por Investing.com
As ações fecharam em alta no pregão de quarta-feira, com ganhos nos setores de ImobiliárioUtilidade pública e Energia elétrica, levando as ações a uma alta.
No encerramento em São Paulo, o Índice Ibovespa ganhou 2,00%.
O melhor desempenho da sessão no índice veio das ações da Eletrobras ON (ELET3), que subiram 12,59%, o que corresponde a 5,04 pontos, sendo negociadas a 45,08 no fechamento do pregão. Enquanto isso, as ações da Eletrobras Centrais Eletricas Brasileiras PNB (ELET6) adicionaram 10,83%, ou 4,36 pontos, terminando o dia em 44,61, e as da Cyrela Brazil Realty (CYRE3), que avançaram 8,07%, ou 1,88 pontos, no final das operações com 25,18.
O pior desempenho da sessão foi das ações da Companhia Siderurgica Nacional (CSNA3), que caiu 2,16% ou 0,31 pontos, com os papéis sendo negociados a 14,06 em seu fechamento. Suzano Papel e Celulose (SUZB3) recuou 1,93%, ou 0,60 pontos, terminando em 30,55, e Ambev (ABEV3) diminuiu 0,74%, ou 0,14 pontos, para 18,80.
As ações em alta superaram os papéis com resultados negativos na Bolsa de valores de BM&FBovespa com uma diferença de 385 a 186, enquanto 27 terminaram sem alterações.
As ações da Eletrobras avançaram, alcançando seu máximo histórico; subindo 12,59%, ou 5,04, para 45,08. As ações da Eletrobras Centrais avançaram, alcançando seu máximo histórico; aumentando 10,83%, ou 4,36, para 44,61.
CBOE Brazil Etf Volatility, que mede a volatilidade implícita das opções do índice Bovespa, devolveu 2,93%, para 33.13.
Os contratos futuros de ouro para entrega em dezembro, caíram 0,22%, ou 3,35, para $1.512,35 por onça troy. Em outras commodities, petróleo para entrega em outubro, recuou 0,34%, ou 0,19, para atingir $55,94 por barril, enquanto os futuros de café contrato C para entrega em dezembro, avançaram 1,24%, ou 1,18, negociados a $96,43 .
O par USD/BRL retrocedeu 0,55% para 4,0305, enquanto o par EUR/BRL recuou 0,70%, para 4,4668.
O Índice Dólar Futuros, por sua vez, diminuiu 0,13% em 98,192.

Fonte: Investing.com


quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Feira Internacional de Pedras Preciosas- Teófilo Otoni. MG

Tim, Claro ou Vivo: Quem leva a Oi? Credit Suisse responde e diz “ação pode disparar”

Tim, Claro ou Vivo: Quem leva a Oi? Credit Suisse responde e diz “ação pode disparar”





Valter Outeiro da Silveira - 21/08/2019 - 11:52
OI
Analistas reduzem preço-alvo para as ações, porém projetam forte alta em caso de venda (Imagem: Bloomberg)
Credit Suisse avalia a Oi (OIBR3) com certo ceticismo. “Alguns catalisadores positivos no radar, mas os fundamentos permanecem sem atratividade”, afirmam os analistas Daniel Federle, Felipe Cheng e Juan Pablo Alba.
Por outro lado, no cenário mais otimista, com a venda das operações móveis dentro do múltiplo EV/Ebitda (valor de mercado da empresa sobre geração operacional de caixa) de 8 vezes (ou cerca de R$ 16 bilhões), o valor justo para as ações seria de R$ 1,55 – diferença positiva de 112% em relação ao último fechamento.
“Vemos a Tim Participações (TIMP3) como a compradora mais provável da operadora a medida que questões de market share e concentração de mercado podem tornar a compra mais complexa para Telefônica Brasil S.A (VIVT4) e para a Claro.

Unitel em foco

Para o banco suíço, a queda rápida na posição líquida de caixa da companhia no segundo trimestre levantou questionamentos em relação à capacidade da companhia se manter saudável financeiramente.
Neste contexto e, “incorporando o resultado do segundo trimestre”, a instituição cortou o preço-alvo das ações, de R$ 1,00 para R$ 0,70. A recomendação dos papeis é underperform (performance abaixo da média do mercado).
“Enquanto sempre ficou claro que a venda de ativos não principais poderá ser equalizador para as necessidades contábeis da Oi, o segundo trimestre sugere que o timing está certo e não existe espaço parta erros na execução do plano estratégico”, avalia o Credit Suisse.
Os analistas destacam a possível venda da Unitel, o que poderá levantar aproximadamente US$ 1 bilhão. “Vemos o acordo como catalisador positivo para as ações”, diz o banco, porém destacando que a “Oi possui menor poder de barganha de precificação nas negociações sob as condições atuais”.


Fonte: MONEY  TIMES

Eletrobras dispara mais de 8% com Maia vendo consenso para votar ressarcimento

Eletrobras dispara mais de 8% com Maia vendo consenso para votar ressarcimento



Investing.com Brasil - 21/08/2019 - 12:33
A Eletrobras assumiu bilhões de reais em dívidas de suas deficitárias distribuidoras de energia que operavam no Norte e Nordeste para viabilizar a privatização das empresas (Imagem: REUTERS/Pilar Olivares)
Por Investing.com – No começo da tarde desta quarta-feira na bolsa paulista, as ações da Eletrobras (ELET6) aceleraram a tendência de valorização e eram negociadas com ganhos de 8,55% a R$ 43,69, com a sinalização do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) de que há consenso na Casa para aprovar o projeto de lei que ressarce a estatal em R$ 3,5 bilhões.
Ontem, o plenário da Câmara rejeitou, após acordo entre partidos, a medida provisória 879, que autorizava o Tesouro a realizar pagamento de R$ 3,5 bilhões à Eletrobras (ELET3) até 2021 e aprovava outros créditos para a empresa de energia.
A intenção do governo é reenviar as propostas que constavam da MP para nova apreciação dos deputados por meio de um projeto de lei, de acordo com informação da Agência Câmara Notícias.
A MP 879 havia sido editada para permitir que a Eletrobras (ELET3) fosse ressarcida por gastos com combustíveis utilizados para fornecimento de energia na Região Norte que não foram reembolsados anteriormente à companhia devido ao descumprimento de regras de eficiência.
A Eletrobras (ELET3) assumiu bilhões de reais em dívidas de suas deficitárias distribuidoras de energia que operavam no Norte e Nordeste para viabilizar a privatização das empresas, realizada em leilões ao longo de 2018.
Em contrapartida, porém, a estatal assumiu créditos dessas empresas junto ao governo e fundos do setor elétrico, passando então a buscar por meio de negociações e até na Justiça o recebimento dos valores.
Parte dos créditos era questionada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), mas a edição da MP visava justamente garantir base legal para que a estatal recebesse os valores sem questionamentos do regulador.

Privatização

O Minas e Energia, Bento de Albuquerque disse que a capitalização da estatal deve ser definida até o final deste ano. A declaração foi dada em reunião com cerca de 30 executivos ligados à bancos de investimentos. As informações são do site Canal Energia.
De acordo com o ministro, o processo para a venda da companhia envolve sete etapas atreladas fundamentalmente à aprovação junto ao Congresso Nacional, que deverá se debruçar sobre o tema já a partir dos próximos dias. Ele revelou ainda que, algumas das fases estipuladas no cronograma, já estão em andamento.
Aos executivos, Albuquerque explicou que será necessário a autorização legislativa para reincluir a Eletrobras (ELET3) no Plano Nacional de Desestatização (PND). Além disso, caberá ao Congresso deliberar sobre a separação de Itaipu Binacional e da Eletronuclear do processo de privatização da holding. Ainda de acordo com o ministro, cabe também ao Congresso decidir sobre a migração a empresa para o mercado de produção independente de energia.
O ministro informou que o texto que vai pautar o Congresso está sendo elaborado pelas equipes do MME, Ministério da Economia, Eletrobras (ELET3), Advocacia Geral da União e outros órgãos do executivo.

Fonte: Investing.com

Ações da Oi caem 26% e vão abaixo de R$ 1, acendendo alerta da B3

Ações da Oi caem 26% e vão abaixo de R$ 1, acendendo alerta da B3





Por Danielle Fonseca
São Paulo – As ações da Oi têm mais um dia de fortes quedas depois que um acionista pediu a saída do presidente da empresa e passaram a ser negociadas abaixo de R$ 1,00, o que faz com que fiquem no radar da B3, que não permite que uma ação seja negociada abaixo de R$ 1,00 por mais
de 30 dias seguidos.

De acordo com uma regra de 2015 da B3, se uma ação for negociada abaixo deste valor por 30 pregões consecutivos, a empresa recebe uma notificação para tomar medidas cabíveis para enquadrar a cotação, o que deve ser feito em um prazo de até seis meses ou até a data da primeira assembleia geral depois do envio da notificação.
Se passado esse prazo a empresa não tiver tomado medidas suficientes para que a ação volte a ser negociada acima de R$ 1,00, a B3 suspende as negociações dos papéis, em um processo que pode levar até a deslistagem da companhia. Normalmente, as empresas optam pelo agrupamento de ações depois que são notificadas, o que permite diminuir os papéis em circulação e aumentar o seu preço.
Às 16h09 (horário de Brasília), as
ações ordinárias da Oi (OIBR3), que têm maior liquidez, caíam 26%, a R$ 0,74, enquanto as preferenciais (OIBR4), recuavam 12,80%, a R$ 1,09. Se encerrarem em baixa hoje e neste patamar, as ações ordinárias totalizarão oito pregões consecutivos de quedas, com uma perda de 53,16%.
A queda dos papéis se acentuou no último dia 15, depois da divulgação do balanço da companhia, que teve prejuízo líquido de R$ 1,5 bilhão no segundo trimestre, e em meio a rumores de que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) poderia intervir na operadora. Também teria aumentado a pressão para a saída do presidente da companhia, Eurico Teles, depois que a gestora GoldenTree Asset Management, uma das maiores acionistas da Oi, teria pedido ao conselho de administração a nomeação de um novo presidente.
Para o sócio da RJI Gestão e Investimentos, Rafael Weber, a combinação de uma alta alavancagem, com problemas de gestão e um preço baixo do papel, é “um prato cheio para movimentos especulativos”, o que potencializa a queda das ações da Oi. “O valor muito baixo de uma ação gera uma situação ruim para os investidores, chama mais especulação, por isso, a B3 evita que isso aconteça e a Oi pode ter que fazer um agrupamento de ações”, afirmou.
O analista da Necton Corretora, Márcio Gomes, destaca que o principal gatilho para que os papéis possam deixar de serem negociados abaixo de R$ 1,00 é o Projeto de Lei Complementar (PLC) 79-2016, que cria um novo modelo para o setor de telecomunicações no Brasil, que pode permitir o destravamento de investimentos ao desobrigar as operadoras de algumas metas como manutenção de orelhões. O PLC está parado há meses em uma comissão do Senado.



Fonte: ADVFN