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Yduqs, ex-Estácio, está subvalorizada na Bolsa, aponta Itaú BBA
Gustavo Kahil
Segundo os cálculos do BBA, a empresa já conta com 3,8 mil estudantes de medicina e 1.011 vagas disponíveis por ano (Imagem: Money Times)
As ações da Yduqs (YDUQ3), ex-Estácio, estão subvalorizadas na Bolsa, aponta o Itaú BBA em um relatório enviado a clientes nesta quarta-feira (28).
A analista Susana Salaru colocou em sua conta o potencial dos cursos de medicina da empresa em uma análise feita após o MEC aprovar mais dois campi. Cada um dará o direito ao ingresso de 50 alunos por ano.
Segundo os cálculos do BBA, a empresa já conta com 3,8 mil estudantes de medicina e 1.011 vagas disponíveis por ano.
“O crescimento projetado para o número de vagas de medicina até 2024 pode aumentar a disponibilidade anual para 1.411, enquanto a base de alunos deverá atingir 8,4 mil no mesmo período”, explica Salaru, que vê o preço atual da ação em um nível “subvalorizado”.
A recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado), o mesmo que compra, foi reiterada. O preço-alvo para o final de 2019 é de R$ 40.
O plano envolve a companhia e sua controlada Siciliano, afirmou a empresa por meio de fato relevante (Imagem: Renan Dantas/Equipe Money Times)
A Saraiva (SLED4) anunciou nesta quinta-feira que seu plano de recuperação judicial foi aprovado e será levado para homologação da Justiça.
O plano envolve a companhia e sua controlada Siciliano, afirmou a empresa por meio de fato relevante.
Maior rede de livrarias do país, a Saraiva pediu recuperação judicial em novembro passado, após não conseguir acordo com fornecedores para renegociação de dívidas. A empresa listou no pedido débitos de 675 milhões de reais.
Natalie Pavan, 31, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, conta que, além da vontade de empreender, abriu seu próprio negócio, a My Cookies, por dois propósitos. Primeiro, provar para seu marido que era capaz de fazer cookies tão saborosos como os que ele comia num shopping e, segundo, ajudar um amigo da família que passava por dificuldades financeiras. "A receita dos cookies veio de um desafio que meu marido me fez. Toda vez que almoçávamos no shopping, ele queria comer cookies, de três para cima, de uma loja que havia lá, mas eram bem caros. Eu disse, então, que faria em casa, e ele disse que nunca ficariam iguais. Foi quando resolvi fazer e todo mundo adorou. Também havia esse amigo que queria muito trabalhar e estava sem perspectiva alguma, sem família nem casa e com quase 50 anos", explica Natalie.... - Começo com muito improviso Na época, Natalie ainda trabalhava como gerente administrativa em uma empresa de TV por assinatura via satélite e, para ajudar o amigo, preparava os cookies e os levava para ele vender nas portas de escolas, assim que chegava em casa depois do serviço. No mês seguinte à iniciativa, ela percebeu que o negócio tinha potencial e que se os cookies fossem vendidos assados na hora, a cada 20 minutos, poderia expandir. Foi quando resolveu procurar um local com bastante fluxo de gente e que permitisse a ela pagar o primeiro aluguel depois de 30 dias. "Eu estava sem grana alguma, nem mesmo tinha caixa ou linha de crédito. Comecei apenas com a vontade de dar certo... - e com um amigo que queria muito trabalhar. Também era muito difícil encontrar um ponto de venda que não me cobrasse o primeiro aluguel adiantado. Arranjei então um espaço para o negócio dentro de um grande supermercado", relembra. Na sequência, Natalie diz que criou o nome da marca, que foi uma sugestão de família, uma logo em um site que disponibiliza modelos pré-prontos e procurou um marceneiro para fazer um balcão, que ela parcelou em cheque, sem nenhuma entrada. Também comprou um freezer usado que envelopou de adesivo preto e um forninho residencial com capacidade para assar apenas oito cookies por vez. Apesar do improviso, já no primeiro mês, o faturamento do negócio foi sufi... -o faturamento do negócio foi suficiente para pagar o aluguel, as parcelas do balcão e um salário para o amigo. O sucesso e a demanda exigiram que a marca crescesse junto com as vendas e encomendas. Testar e se diferenciar para crescer Embora o começo da My Cookies tenha sido promissor, a empresa também teve de enfrentar desafios. Natalie relembra, por exemplo, que foi preciso criar em sua cidade a cultura de consumo de cookies, que são muito populares nos Estados Unidos e em outros países do Hemisfério Norte. No cardápio, ela então incluiu, além de sabores tradicionais, à base de chocolate, ingredientes conhecidos dos brasileiros, a exemplo de doce de leite, brigadeiro. - leite em pó e prestígio, para citar alguns. Também desenvolveu opções de sanduíches de cookies com recheios variados e disponibilizou bebidas diversas como acompanhamentos. Além de querer oferecer produtos gostosos e com preço acessível, Natalie também se preocupou em agregar valor ao negócio. Segundo ela, se o empreendedor decide trabalhar preço, qualidade e identidade visual isoladamente, dificilmente seu produto agradará. O desenvolvimento conjunto das etapas, somado ao esforço de várias iniciativas de marketing, permitiu a ela não só conquistar clientes pelo paladar, como pela atenção e pelo carinho. "Hoje, entregamos, além de cookies, embalagens com recadinhos escritos à mão... - E isso virou uma febre. As pessoas postam nossas mensagens, como: sorte do dia, My Cookies guru. É lindo de ver. Personalizamos o atendimento e chamamos nossos clientes pelo nome", afirma, acrescentando que para empreender é necessário estar aberto para testar o tempo todo. Não só expandir, como querer ajudar São produzidos, por mês, mais de 300 mil cookies Imagem: Divulgação Se em 2016 a My Cookies começou com um forninho caseiro, hoje sua produção chega a 300 mil biscoitos ao mês. Natalie largou o emprego que tinha e atualmente se mantém focada em expandir seu ganha-pão, que engloba nove lojas próprias, uma fábrica, onde são produzidos os cookies, e uma franqueadora, que inicio... - que iniciou como projeto em 2018 e conta atualmente com 20 franquias, em seis estados. Até o fim de 2019, a rede pretende inaugurar mais 15 unidades. "Toco o negócio sozinha, mas lógico que tenho pessoas excepcionais ao meu lado, como meu marido, que hoje me ajuda bastante, e um time que veste a camisa e ama o que faz. Com muito orgulho, gero emprego para mais de 80 famílias, com 80% de mulheres, e tenho expectativa de faturar R$ 10 milhões ou até mais ainda este ano", revela Natalie.... - http://snip.ly/k9yrh2 Fonte: UOL
B2W, Magazine Luiza ou Via Varejo: Qual é a favorita da XP Investimentos?
Valter Outeiro da Silveira - 29/08/2019 -
Analista está otimista com setor de e-commerce (Arquivo/Agência Brasil)
A XP Investimentos está feliz com as empresas de e-commerce, segundo evento promovido pela corretora.
“O tom, no geral, foi otimista e confirmou nossa visão positiva para o e-commerce”, avalia a analista Mariana Vergueiro.
Neste panorama, a corretora elevou a recomendação para as ações da Via Varejo (VVAR3), de neutro para compra, “seguindo uma melhor visibilidade no potencial de melhora da operação”.
“Vemos o momento atual como uma boa oportunidade de entrada em uma empresa que, na nossa visão, está virando uma página e terá uma história de recuperação em 2020”, diz a XP Investimentos, projetando preço-alvo de R$ 8,60 para a ação – upside (potencial de valorização) de 22,9% em relação ao último fechamento.
Compra
Para a B2W (BTOW3), a recomendação de compra foi mantida para os papeis, com base nos seguintes fatores: incorporação dos resultados do segundo trimestre, menor custo de capital e aumento de capital da companhia.
“Acreditamos que a empresa está bem posicionada”, afirma Vergueiro, ressaltando ainda a melhora, “ainda que gradual, no ambiente macroeconômico e crescimento online”. “Vemos a B2W como uma história que envolve a combinação de aceleração do crescimento de vendas com expansão de margem e melhora na dinâmica de geração de caixa”, afirma a corretora, listando preço-alvo de R$ 58,00 por ação – upside de 30,6% segundo a cotação da última quarta-feira (28).
Neutro
Já em relação ao Magazine Luiza (MGLU3), a recomendação neutra foi mantida para os papeis, porém o preço-alvo foi elevado, de R$ 26,00 para R$ 39,00 – upside de 11,7%.
“Reconhecemos que as métricas de performance (KPIs) são animadoras e temos confiança que os pilares estratégicos do Magazine Luiza permitirão que a empresa saia como um das vencedoras do segmento online”, afirma a XP Investimentos.
Por outro lado, apesar da visão construtivista, “não vemos um potencial de alta significativo nas ações nos patamares atuais, o que justifica a manutenção da nossa recomendação neutra”.