sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Ibovespa sobe 0,61%; mesmo com recuperação semanal, fecha agosto no vermelho

Ibovespa sobe 0,61%; mesmo com recuperação semanal, fecha agosto no vermelho





Reuters - 30/08/2019 - 
A bolsa paulista emendou a quarta sessão no azul nesta sexta-feira (Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker)
A bolsa paulista emendou a quarta sessão no azul nesta sexta-feira, em meio a uma melhora nas expectativas para as negociações comerciais entre EUA e China e novos indicadores positivos da economia brasileira.
Ibovespa subiu 0,61%, a 101.134,61 pontos. O giro financeiro da sessão somou 21,8 bilhões de reais.
Na semana o índice avançou 3,55%. Mas isso não foi suficiente para manter o fôlego. Após quatro meses no azul, refletindo o otimismo com o avanço da reforma da Previdência no país e de um ambiente externo com grande liquidez, o mercado passou por uma correção, refletindo a crise argentina, o impasse EUA-China, que estressaram o câmbio, e até a repercussão global negativa aos incêndios na Amazônia.
Mesmo com uma sequência positiva na reta final do mês, o Ibovespa fechou agosto com baixa de 0,67%.
No dia, a notícia de que equipes de negociadores comerciais de China e Estados Unidos estão tendo comunicação eficaz, deu novo fôlego aos mercados. Em Wall Street, o S&P 500 fechou praticamente estável.
No Brasil, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que a consolidação do cenário benigno para a inflação deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo monetário.
No plano econômico, o IBGE anunciou que a taxa de desemprego no Brasil caiu ao piso do ano no trimestre encerrado em julho, a 11,8%, em nível abaixo do esperado pelo mercado, que na véspera já havia tido uma surpresa igualmente positiva com o PIB do país no segundo trimestre.
“O final do mês foi mais positivo para as bolsas, com a retórica menos beligerante de autoridades americanas e chinesas”, afirmou a Coinvalores, ressalvando que tarifas de parte a parte estão marcadas para entrar em vigor no domingo.

Fonte: MONEY  TIMES

Maior esmeralda do mundo é exibida na Colômbia


Maior esmeralda do mundo é exibida na Colômbia





Aquela que, segundo os proprietários é a maior esmeralda do mundo, está em exposição em Bogotá pela primeira vez desde que foi extraída, há 12 anos, das profundezas de Muzo, na região esmeraldífera da Colômbia. A pedra, ainda em estado bruto, tem quase dois quilos e meio e 11.000 quilates.
“Seu valor é incalculável”, diz Santiago Soto, porta-voz da feira Minergemas, realizada em Bogotá e que apresenta a gema de propriedade da empresa Coexminas. De um verde opaco intenso, a pedra foi encontrada em uma das minas da cidade de Muzo, departamento (província) de Boyacá (centro-leste), há doze anos, mas é a primeira vez que é exibida publicamente.
“Fura”, como foi batizada em homenagem a uma bela indígena que, segundo uma lenda histórica morou nessa região, está exposta dentro de uma urna de vidro sob severas medidas de segurança.
Fica sozinha em um pequeno salão ao qual têm acesso, paulatinamente, grupos de não mais de quinze pessoas, que a podem observar por alguns minutos a metros de distância e sob o olhar atento de cinco guardas à paisana. Cerca de 4.000 pessoas a visitaram até este sábado, quando termina a feira, disse Soto.
Muzo, junto com as localidades vizinhas de Chivor, Coscuez e Santa Bárbara (em Boyacá), integram a zona esmeraldífera da Colômbia, de onde brotam as mais belas gemas do mundo. A Colômbia fornece 55% do mercado mundial de esmeraldas, com exportações da ordem de 200 milhões de dólares anuais.
(Com agência France-Presse)

Fonte: Veja

Raro diamante azul de 20 quilates é encontrado em país africano


  • REDAÇÃO GALILEU


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Okavango Diamond Company (Foto: Um diamante raro e azulado foi descoberto em Botswana )

A Okavango Diamond Company (ODC), companhia governamental de Botswana (país localizado na região sul da África), revelou a descoberta de um diamante arredondado que pesa 20,46 quilates: uma das pedras mais raras do mundo, o diamante conta com uma coloração azul e surgiu há 3 bilhões de anos devido a atividades vulcânicas. Ele foi batizado de “The Okavango Blue”, em homenagem ao Delta do Okavango, reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO.
“Todos que viram o diamante ficaram maravilhados com sua coloração única, que vai além de qualquer outra pedra preciosa azul que se tenha visto antes. É incrivelmente incomum que uma pedra dessa cor e natureza venha de Botswana, é um achado único na vida, que é tão raro como uma estrela na Via Láctea”, afirmou um porta-voz da ODC, em comunicado. De acordo com ele, o diamante será vendido no ano que vem após passar por uma exibição. 
Os diamantes azuis, tais como o “The Okavango Blue”, são tão raros que, de acordo com especialistas, eles compõem apenas 0,02% do número de diamantes encontrados. Os diamantes azulados são formados por traços do elemento químico boro que substituem os átomos de carbono na composição da pedra. Quanto mais boro, mais vibrante é a tonalidade de azul.
Outras cores aparecem nos diamantes quando, além do carbono, há presença de outros elementos na composição da pedra ou quando há partículas de material mineral não pertencentes originalmente a esse tipo de pedra preciosa. Quando não há nenhuma impureza, os diamantes não apresentam coloração: são transparentes. 
Atualmente o diamante mais famoso do mundo é o Hope Diamond, que possui 45,52 quilates e está exposto no Museu Nacional de História Natural de Washington, DC, nos Estados Unidos.

Fonte:  GALILEU

Índice avança com foco no exterior; Lojas Americanas sobe

Índice avança com foco no exterior; Lojas Americanas sobe





Ações21 minutos atrás (30.08.2019 11:26)
Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista mantinha a alta nesta sexta-feira, favorecida pelo viés externo positivo, diante de sinais de que EUA e China irão retomar as negociações comerciais, com Lojas Americanas entre as maiores altas do Ibovespa após anúncio de que discute parceria com a BR Distribuidora (SA:BRDT3) para lojas de conveniência.
Às 11:22, o Ibovespa subia 0,56 %, a 101.088,51 pontos. O volume financeiro somava 3,97 bilhões de reais. Tal desempenho ajudava a confirmar uma performance positiva na semana, mas agosto ainda caminhava para um resultado fraco.
No exterior, repercutia positivamente que equipes de negociadores comerciais de China e Estados Unidos estão mantendo uma comunicação eficaz, conforme declaração do Ministério das Relações Exteriores chinês, com ambos os países em um embate tarifário de centenas de bilhões de dólares.
Em Wall Street, o S&P 500 subia 0,25%.
"O finalzinho do mês foi mais positivo para as bolsas internacionais com a retórica menos beligerante de autoridades americanas e chinesas", destacou a Coinvalores, ponderando que, apesar de discursos mais amenos, tarifas de parte a parte estão marcadas para passar a valer no primeiro dia de setembro.
Para a equipe da Coinvalores, o mercado continua acompanhando o desenrolar das negociações, que deve seguir sendo o principal direcionador das bolsas no curto e médio prazos, conforme nota distribuída a clientes.
DESTAQUES
- LOJAS AMERICANAS PN (SA:LAME4) subia 2,89%, após assinar com a BR DISTRIBUIDORA memorando de entendimentos não vinculante para guiar estudos sobre a viabilidade de uma possível parceria estratégica no segmento de lojas de conveniência da BR, conforme comunicados divulgados pelas companhias. BR DISTRIBUIDORA ON cedia 0,14%.
- VALE ON (SA:VALE3) tinha alta de 2,17%, na esteira da recuperação dos preços do minério de ferro na China, onde os contratos futuros da commodity subiram mais de 4% nesta sexta-feira, impulsionados por um movimento de reconstrução de estoques da matéria-prima siderúrgica. Na esteira, CSN ON (SA:CSNA3) subia 1,69%.
- JBS ON (SA:JBSS3) valorizava-se 2,99%, reforçando a alta do Ibovespa, conforme permanecem expectativas positivas para a demanda externa em razão da peste suína africana.
- BRF ON (SA:BRFS3) caía 2,88%, tendo de pano de fundo comunicado da véspera de que Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (SA:BBAS3) (Previ) reduziu fatia na companhia para 9,98%, bem como declaração da empresa nesta sexta-feira de que avalia emissão de bônus no exterior entre alternativas de captação de recursos.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) tinha decréscimo de 0,35%, tendo de pano de fundo queda do petróleo no exterior.
- BRADESCO PN (SA:BBDC4) subia 1,33%, ajudando na alta, mas ITAÚ UNIBANCO PN mostrava variação negativa de 0,06%.
- CYRELA valorizava-se 3,32%, em sessão positiva para o setor imobiliário. Em relatório recente, o Morgan Stanley (NYSE:MS) afirmou ver evidência de 'momentum' para o segmento residencial de média e alta rendas, avaliando que Cyrela (SA:CYRE3) era o melhor meio para aproveitar o cenário.


Fonte: Reuters

Dólar volta a subir e fica a 0,58% de recorde histórico de fechamento

Dólar volta a subir e fica a 0,58% de recorde histórico de fechamento



Economia

Por José de Castro
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar voltou a subir ante o real nesta quinta-feira, alcançando o maior patamar de fechamento desde setembro do ano passado, na esteira de novo dia turbulento na vizinha Argentina e com o mercado ainda digerindo a estratégia de atuação do Banco Central no câmbio.
O dólar à vista teve alta de 0,34%, a 4,1717 reais na venda.
É o maior nível para um encerramento desde 13 de setembro de 2018, data em que a cotação terminou em 4,1957 reais, máxima recorde do Plano Real.
Na B3, o dólar futuro operava perto da estabilidade, a 4,1695 reais.
O dólar sobe 1,15% na semana, a caminho de contabilizar a sétima semana consecutiva de valorização, mais longa série do tipo desde as mesmas sete semanas de alta registradas entre o começo de novembro e meados de dezembro de 2018.
"O grande destaque negativo do dia foi a notícia ontem pós-fechamento do mercado de que a Argentina postergaria o pagamento" de dívidas, disse a corretora Renascença em nota.
Analistas têm afirmado que a performance mais fraca do real nos últimos dias tem relação direta com a crise no país vizinho, terceiro maior parceiro comercial do Brasil.
O que ajudou a limitar a alta do dólar nesta sessão foi o otimismo quanto às negociações comerciais entre China e Estados Unidos, com autoridades de ambos os países mostrando disposição a uma nova rodada de conversas.
A quinta-feira foi marcada ainda pelo último dia de intervenções do Banco Central no mercado spot para trocar 3,8 bilhões de dólares em swaps cambiais por moeda à vista. O BC já anunciou operações semelhantes para setembro.
Nesta semana, o BC retomou a venda "pura" de dólar à vista no mercado pela primeira vez em uma década. A atuação do BC e a já longa série de altas do dólar indicam ao mercado que a moeda pode no curto prazo dar uma pausa na valorização.
O índice de força relativa (IFR) de 14 dias --que mede quão rápido um ativo se movimentou em relação a seu padrão-- saltou para 74,79 nesta sessão, em torno de máximas em um ano. O índice vai de zero a 100. Patamares acima de 70 sugerem que um ativo está excessivamente valorizado, o que é interpretado como um sinal de correção de baixa à vista.

Fonte: Reuters