domingo, 22 de setembro de 2019

COMO VIVEM AS BRASILEIRAS QUE SE PROSTITUEM NAS ÁREAS DE EXPLORAÇÃO DA GUIANA FRANCESA


COMO VIVEM AS BRASILEIRAS QUE SE PROSTITUEM NAS ÁREAS DE EXPLORAÇÃO DA GUIANA FRANCESA


Uma delas orgulha-se de ter acumulado 1,5 quilo de ouro, o equivalente a R$ 300 mil; mas perdeu quase tudo em apreensões e desilusões

O governo local estima que existam 10 mil garimpeiros ilegais em atividade, mais de 90% deles brasileiros. As mulheres acompanham esse fluxo como cozinheiras e prostitutas. Foto: Fred Marie / Hans Lucas
O governo local estima que existam 10 mil garimpeiros ilegais em atividade, mais de 90% deles brasileiros. As mulheres acompanham esse fluxo como cozinheiras e prostitutas. Foto: Fred Marie / Hans Luca
era palpável no loteamento clandestino do “PK 6”, refúgio de garimpeiros brasileiros localizado na Estrada de Saint-Élie, a 6 quilômetros de Kourou, na costa da Guiana Francesa. As mochilas carregadas e as “quentinhas” de arroz e frango ainda mornas foram deixadas de lado. De tocaia e com os celulares na mão, os brasileiros acompanhavam em tempo real uma nova operação das forças de ordem na região. A expedição pela floresta teve de ser adiada, ao menos naquele momento.
No quintal de seu barraco, Rosana, de 48 anos, lamentou mais uma tentativa frustrada. Ao lado de suas vizinhas, um grupo de “mulheres do ouro”, lembrou histórias dos tempos áureos do garimpo na Guiana Francesa: “Verdadeiras cidades funcionavam às cegas no coração da floresta”, disse. Nascida em Santarém, no Pará, há 14 anos tornou-se “cozinheira” — termo usado para designar as mulheres que se ocupam da alimentação e de quem se espera satisfação sexual dos homens do garimpo. Rosana orgulha-se de ter acumulado 1,5 quilo de ouro, o equivalente a R$ 300 mil. Perdeu quase tudo em apreensões e desilusões.
Desde 2008, o governo francês tem endurecido o controle na região. Diariamente, cerca de 500 homens da Gendarmaria Nacional (polícia militar francesa), das Forças Armadas e das autoridades de fronteira são mobilizados no combate ao garimpo ilegal pela Operação Harpie. De acordo com o Office National des Forêts (ONF), órgão público de controle florestal, no ano passado, 765 áreas de exploração clandestinas, 215 poços e 51 galerias de extração foram destruídos, mas apenas 5 quilos de ouro foram apreendidos.

Rosana (à esquerda, de blusa preta) contou que na selva uma garrafa de cachaça chega a custar o equivalente a R$ 1.000. Foto: Roberta Namour / Agência O Globo
Rosana (à esquerda, de blusa preta) contou que na selva uma garrafa de cachaça chega a custar o equivalente a R$ 1.000. Foto: Roberta Namour / Agência O Globo

A força-tarefa dificulta, mas não desencoraja o fluxo de imigrantes que continuam a cruzar ilegalmente a fronteira na esperança de enriquecer com a extração do minério. A ONF estima em 10 mil o número de garimpeiros ilegais em atividade no território, mais de 90% deles brasileiros — que, seduzidos pelo pagamento em euro, assumem o risco de se sujeitar à lei estrangeira. Também são atraídos pelas garantias de educação e saúde dadas pelo Estado francês. Na Guiana, o Estado oferece ajuda financeira, escola e atendimento básico de saúde mesmo às famílias em situação irregular. Na região da floresta, o atendimento por ONGs e associações como a Cruz Vermelha e a local ADER, de combate à aids, é gratuito e não faz distinção entre a população nativa e os que não possuem nacionalidade francesa.
Contudo, dentro do garimpo, a vida é de quase escravidão, relatou Rosana: “A vida no garimpo é cruel. Quem entra nesse esquema já começa devendo e trabalha dia e noite para sobreviver”. Ela explicou que, do lucro total do que é extraído, 70% vai para o dono do maquinário e o restante é dividido entre os garimpeiros e a cozinheira do acampamento. “Só dá para comer”, garantiu ela, que chegou a ficar 13 anos seguidos sem deixar a floresta. “Muitas pessoas deram a vida pelo garimpo e acabaram com o corpo jogado no leito do rio, sem nada.” Ainda assim, Rosana se disse pronta para driblar novamente o controle de fronteira e voltar para a mata, “atrás da pepita que vai mudar o destino” de sua vida.
“‘JÁ PERDI MUITO, MAS TENHO ORGULHO EM DIZER QUE É COM O DINHEIRO DE MEU TRABALHO QUE PAGO A FACULDADE DE MEUS DOIS FILHOS NO BRASIL. UM ESTUDA MEDICINA E O OUTRO ENGENHARIA AMBIENTAL’, CONTOU A AMAPAENSE NEIDE”
­
­
As adversidades da Amazônia da Guiana Francesa e o isolamento só fazem aumentar a dificuldade e a dívida dos que ali trabalham. O preço de um par de botas pode chegar a 30 gramas de ouro — o equivalente a quase R$ 6 mil. Uma garrafa de cachaça 51, que nos supermercados vale menos de R$ 10, no meio da floresta é comercializada por até 5 gramas do minério, aproximadamente R$ 1.000. Já um maço de cigarros vale 3 gramas — ou R$ 600.
A prostituição, também a preço de ouro, foi o que atraiu Marli ao meio da mata. Aos 12 anos de idade, ela deixou a cidade de Itaituba, no Pará, por uma aventura em Oiapoque, no Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa. Atuou em bares da região até ser chamada para trabalhar como prostituta em uma zona de garimpo. “Um programa custa 4 gramas de ouro. Às vezes você pode fazer três seguidos na mesma noite. É um salário que jamais ganharia no Brasil”, contou. Deportada três vezes, Marli lembrou os riscos que enfrentou para voltar à floresta: “Só não fui presa porque estava grávida e eles não conseguiram encontrar a pedra que escondi na vagina”, contou. Ela se viu forçada a mudar de vida após tomar um tiro no pé — de um fuzil calibre 12 — ao se recusar a manter relações com um garimpeiro “apaixonado”. Com as marcas no corpo e hoje casada com um marceneiro, Marli, que vive num vilarejo próximo a uma zona de garimpo, teme não conseguir sustentar os seis filhos e ter de voltar para a vida de outrora.

Neide é “casada” com dois homens do garimpo. Cuida do transporte, comida e conforto de ambos na floresta. Foto: Roberta Namour / Agência O Globo
Neide é “casada” com dois homens do garimpo. Cuida do transporte, comida e conforto de ambos na floresta. Foto: Roberta Namour / Agência O Globo

A resiliência de mulheres como Marli chamou a atenção do subtenente da Legião Estrangeira Fernando V. (em razão de regras internas, ele não pode ter seu sobrenome revelado). A serviço da tropa militar há mais de 20 anos, o brasileiro atuou em missões de apreensão em Sophie, a 30 quilômetros da comuna de Saül. “A ordem é queimar tudo que se encontra na floresta para acabar com a atividade ilegal e resgatar as pessoas desse regime de dominação. Mas elas se recusam a deixar o local, dispostas a passar às vezes dias sem comer, na esperança de que os militares não achem as reservas escondidas na mata”, disse o subtenente. “A cada final de missão, assim que os helicópteros decolam, os acampamentos logo são reconstruídos e as atividades voltam ao normal. Um trabalho sem fim para os homens da Operação Harpie”, reconheceu. Em janeiro de 2019, um mapeamento aéreo da ONF identificou 132 áreas de garimpo — dez a mais que o estudo precedente, de outubro de 2018, trazia.
A amapaense Neide, de 40 anos, é uma das pessoas que não se sentem desmotivadas a recomeçar mesmo depois de os militares queimarem os garimpos ilegais. “Já perdi muita coisa, sofri violência, fui presa duas vezes, mas mesmo assim voltei. Tenho orgulho em dizer que é com o dinheiro de meu trabalho que pago a faculdade de meus dois filhos no Brasil. Um estuda medicina e o outro engenharia ambiental”, contou. “Casada” com dois homens do garimpo, Neide cuida do transporte de mantimentos e presta serviços sexuais aos parceiros em troca de ouro. “Existe muita rivalidade e ameaças nesse meio. A jornada é muito desgastante. Eles chegam a peneirar mais de 12 horas seguidas sem achar nada”, disse.
Desde 2003, mais de 29 mil hectares de floresta foram destruídos na Guiana Francesa em decorrência do garimpo, legal e ilegal, de acordo com o órgão ambiental local — o equivalente à área de Belo Horizonte, Minas Gerais. Desde 2009, mais de 20 autorizações para a exploração legal de minérios na floresta foram concedidas pelo governo francês, e 15 novos pedidos estão em curso, agora na gestão de Emmanuel Macron. O presidente francês, um dos principais críticos da política ambiental do governo Bolsonaro, tem sido criticado por organismos ambientais em seu país por fazer a defesa da Amazônia brasileira sem mencionar os problemas enfrentados pela Guiana Francesa.
A atividade clandestina, que usa mercúrio para formar amálgamas e assim identificar melhor os pequenos grãos de ouro, contaminou mais de 3.300 quilômetros de rios, provocando a asfixia de plantas e peixes e doenças. “É como deparar com um lixão no meio da mata”, disse o legionário Fernando. Em volta dos acampamentos, a quantidade de detritos acumulados contrasta com a pureza da selva virgem. Nas áreas de garimpo, verdadeiras crateras de lama contaminada por carburantes impedem a regeneração da floresta. É nesse ambiente de putrefação que as brasileiras da Guiana Francesa veem um futuro de ouro.
Fonte: ÉPOCA

Compre a ação que os donos do Itaú possuem e não do seu banco

Compre a ação que os donos do Itaú possuem e não do seu banco



Gustavo Kahil - 22/09/2019 - 18:23

A Itaúsa possui uma participação de 35% no Itaú Unibanco

As ações da Itaúsa (ITSA4) estão com um desconto “um tanto amplo” sobre os papeis do Itaú Unibanco (ITUB4), apontam os analistas do Bradesco BBI em um relatório de início de cobertura da holding que faz parte do bloco de controle do maior banco privado do país.
A companhia, explicam Victor Schabbel e Maria Clara Negrão, tem trabalhado para diversificar gradualmente seus investimentos e a ação tem sido negociada a um desconto grande em relação ao valor econômico encontrado pela soma das partes, com base nas estimativas para o Itaú, Duratex (DTEX3) e Alpargatas (ALPA4).
AtivosNúmero de ações (mi)Part. (%)Preço-alvoR$ mi
Itaú Unibanco974337,50%36131.531
Duratex69036,70%184.554
Alpargatas57927,60%253.988
Nova Transportadora do Sudeste1.053
Outros ativos e passivos-747
Soma das partes140.379
(-) Desconto da Holding (15%)-21.057
Valor Justo Itaúsa119.322

Duratex Deca
A fatia da Itaúsa na Duratex chega a 36,7% (Imagem: Money Times)

“Nessas circunstâncias (disposição de se expor ao risco do Itaú), preferimos fazê-lo adquirindo as ações da Itaúsa que poderão estreitar, no longo prazo, o desconto existente na holding, sabendo que a empresa é um dos veículos de investimentos dos controladores do banco e que poderá se tornar mais diversificada no futuro”, concluem Schabbel e Negrão.
O Bradesco BBI indica um preço-alvo de R$ 14 e uma recomendação neutra.
Fonte: MONEY  TIMES

Terra Investimentos recomenda compra para ações da Fleury

Terra Investimentos recomenda compra para ações da Fleury





Diana Cheng - 20/09/2019 - 
O stop loss precificado para a ação da companhia é de R$ 22,99 (imagem: Facebook oficial Fleury)
A Terra Investimentos divulgou nesta sexta-feira (20) sua recomendação de compra para as ações da Fleury (FLRY3), com preço de entrada entre R$ 24,50 e R$ 24,60 e de saída em R$ 27,50. O stop loss (ordem de venda de ação para reduzir perdas) precificado é de R$ 22,99.

Destaque setorial

A Necton também recomendou as ações da companhia em sua última carteira recomendada semanal, acumulada em 108,8% ante os 47,8% do Ibovespa.
A corretora estipulou um preço de entrada para a ação da Fleury próximo ao da Terra, de R$ 24,61. O preço-alvo está em R$ 26,60.
A SulAmérica (SULA11) é outro ativo presente na composição da Necton, com preço de entrada a R$ 46,21 e preço-alvo a R$ 50,40.

Fonte: MONEY  TIMES

Paraíba Turmalina

Paraíba Turmalina



Paraíba Tourmaline é o nome que foi originalmente dado a um pequeno achado de cuprian elbaite , um tipo de turmalina , que foi descoberto perto de Paraíba, Brasil, em 1989. Alguns turmalinas Paraíba são considerados por aficionados gem para estar entre os mais requintados turmalinas ainda found - e a melhor turmalina da Paraíba pode ser vendida por mais de US $ 10.000 por quilate.
Paraíba Turmalina
Paraíba Turmalina
Segundo a história, o caçador de pedras preciosas Heitor Dimas Barbosa estava convencido de que algo significativo seria encontrado sob o "Morro da Paraíba". Após vários anos de escavação sem sucesso, as turmalinas com cores mais intensas ainda encontradas foram desenterradas - ironicamente, pois Heitor estava tirando uma folga por uma doença. As pedras foram vendidas antes mesmo que ele as visse. A descoberta causou uma "corrida turmalina" no monte Paraíba e diz-se que foi arrasada em alguns lugares, mas não adiantou - não foram encontradas mais "turmalinas da Paraíba" lá. [1]
A notável qualidade da turmalina da Paraíba, que a diferencia de pedras menores, é a sua cor. Carregada com até 2% de cobre, que no momento da descoberta não havia sido encontrado em outras variedades de turmalina, a turmalina da Paraíba era um verde azulado elétrico; uma cor neon quase natural. Também constatou-se que as turmalinas da paraíba contêm manganês.
Os preços da turmalina paraíba variam imensamente - e pode-se usar observações disso para obter uma visão real da loucura que é o mercado de pedras preciosas. No extremo superior do mercado - o Pariba Tourmaline com corte certificado pelo GIA (Instituto Gemológico da América) pode ser visto com preços entre US $ 300 e US $ 10.000 por quilate; talvez mais para pedras perfeitas da melhor cor e corte. Todas as turmalinas da Paraíba deste calibre variam de cor entre o espectro de cores azul-turquesa-verde - como seria de esperar de um mineral contendo cobre - e têm uma qualidade notável "neon de gelo elétrico". Para se ter uma idéia do espectro "necessário" de cores nesse extremo do mercado, a maneira mais rápida é ir ao ebay, digitando a paraiba turmalinae depois Classificar por: preço + frete, mais alto primeiro. Aí está. Você pode ver por que foi chamado de "néon".
Agora, inverta os resultados - observe as "pedras de um dólar": classifique por 'preço + frete mais baixo primeiro'. Lá estão elas, "turmalinas naturais da paraíba sem aquecimento". Classe mundial ... custa menos de um dólar por quilate. Você já está confuso? Oque esta acontecendo aqui?
Independentemente das reivindicações dos vendedores - você vê como a gama "aceitável" de cores nas "turmalinas da paraíba" baratas é muito maior do que nas pedras caras. Não tendo examinado essas pedras pessoalmente, terei que deixar que você tire conclusões - embora tenha sido imediatamente óbvio para mim que o termo "paraíba" agora está sendo aplicado a várias turmalinas azuis ou verdes, não necessariamente da Paraíba - e até turmalinas de outras cores brilhantes: estou vendo "turmalina rosa da paraíba" na lista. Eu me pergunto qual é a química dessa pedra.
Pesquisando ainda mais esse assunto, verifica-se que o Comitê de Harmonização Manual do Laboratório (LMHC), um grupo de sete laboratórios gemológicos de todo o mundo, decidiu atribuir o nome de turmalina Paraiba como um nome comercial à elbaita cupriana, independentemente da localização da a origem da pedra. [2] Foi evidentemente uma decisão muito controversa - com alguns dizendo que, como a Paraíba é um nome de lugar, somente pedras da Paraíba devem ser rotuladas como pedras da Paraíba. No entanto, outros afirmam que, como a palavra Paraíba, tornou-se linguagem comum como descritor de cores, quando aplicada a turmalinas. E há argumentos para saber se as paraibas de Moçambique têm uma cor igual à das paraibas da Paraíba ...
De acordo com o gemologista Richard Wise, o LMHC definiu uma Paraíba Turmalina como "uma turmalina elbaita azul elétrica azul, azul neon, azul violeta) ou verde elbaita de saturação média a alta. Que as gemas têm a química adequada, sejam cobre e magnésio não é suficiente. As gemas violeta, roxo-avermelhada e verde amarelada são excluídas por definição. " [3]
Caso encerrado por "turmalina paraíba rosa". Turmalinas de elbaita verde-azuladas com cobre foram encontradas em vários outros locais: Rio Grande do Norte (Brasil), Mavuco (Moçambique) - desde 2005 e a Mina de Edoukou (Nigéria) - desde 2001. [2] [4]
Diz-se que todas as minas nas quais turmalinas paraíba foram encontradas são pequenas e as veias finas. Daí a raridade e o preço correspondente da verdadeira turmalina paraíba. Sabe-se que algumas turmalinas que não são paraíba são aprimoradas em cores, porém a cor não rivaliza com a "coisa real" e os preços devem ser muito mais baixos. [4]
Observe que muitas "turmalinas da paraíba" agora são criadas artificialmente em laboratórios e estão prontamente disponíveis a preços muito baixos.

Imagens de Paraíba Tourmaline

Paraíba Turmalina
sem cortes Paraíba turmalina
da Paraíba, Brasil. Tamanho 1,4 x 0,9 x 0,7 cm.
Foto de Rob Lavinsky, iRocks.com - lic. sob CC-BY-SA-3.0
Paraíba Turmalina
Turmalina Paraíba
Da mina de Batalha, Paraíba, Brasil. Tamanho 11,5 x 6,5 x 4,8 cm (cristal de 5,5 cm).
Foto de Rob Lavinsky, iRocks.com - lic. sob CC-BY-SA-3.0




Paraíba Turmalina - Fonte: CPRM

Alexandrite

Alexandrita

Curso de Gemologia para ganhar muito dinheiro



Alexandrita é uma variedade de crisoberilO , um mineral com a fórmula química de BeAl 2 O 4 . A alexandrita é uma das pedras mais caras do mundo e uma jóia de 1 quilate da melhor cor da melhor qualidade pode chegar a surpreendentes US $ 100.000.
Alexandrite
Alexandrita de 26,75 quilates
Foto de David Weinberg - lançada sob o GNU
Alexandrita recebeu o nome do czar Alexandre II da Rússia, e a lenda diz que a pedra foi descoberta em 17 de abril de 1834 - o 16º aniversário de Alexandre, que se tornaria o futuro czar. Esta história é no entanto controversa. [1]

Propriedades de Alexandrita

Esta pedra preciosa é famosa por suas propriedades fascinantes de mudança de cor sob diferentes formas de luz. Alexandrita que vem das montanhas dos Urais, na Rússia, mostra-se verde à luz do dia e vermelha à luz incandescente ou à luz de velas. [1] Outras variedades de alexandrita podem ser amareladas ou rosadas à luz do dia e tons de vermelho sob luz incandescente; mas apenas os croberilos que exibem uma genuína mudança de cor podem ser chamados alexandritos. [2]
Alexandrita é muito dura (8,5 na escala de Mohs) e resistente, o que significa que é altamente adequada para ser usada em jóias. Diz-se que os alexandritos de melhor qualidade são originários das montanhas Urais da Rússia, onde as maiores pedras cortadas podem ter até 30 quilates. No entanto, a alexandrita agora é extraída em vários outros locais ao redor do mundo, incluindo Sri Lanka (onde foram encontradas pedras de até 65 quilates), Índia, Tanzânia, Madagascar, vários locais no Brasil, Mianmar (aka Birmânia), Sri Lanka, Colorado EUA e Zimbábue.
Qualquer alexandrita com mais de 5 quilates é muito rara [1] , e as pedras com o efeito de mudança de cor mais pronunciado são consideradas as mais valiosas. [2]
Muitas pessoas ainda acreditam que muitas pedras preciosas têm qualidades mágicas - e a alexandrita também possui associações mágicas: diz-se que o uso de alexandrita permitirá que o usuário sinta o perigo iminente. [3] Talvez esta ideia foi inspirada pela "mudança de cor para vermelho", com o perigo simbolizando vermelho. Considera-se também que a pedra inspira imaginação, intuição e criatividade, o que tornaria uma ótima pedra para ter em sua casa como detalhes de ambiente, se fosse mais acessível.
É interessante notar que a alexandrita sintética foi desenvolvida - em 1973. A alexandrita sintética ainda possui as qualidades de mudança de cor; no entanto, é dito que as pedras terão inclusões, dependendo do método usado para cultivá-las - e elas podem ser identificadas por um especialista. [3] Como normalmente ocorre com pedras preciosas de alto preço, houve uma variedade de métodos empregados na tentativa de imitar a alexandrita: Corindo sintéticos, com oligoelementos adicionados (como vanádio) para imitar o efeito de mudança de cor [4] , ou mesmo os espinélio de mudança de cor são conhecidos por terem sido vendidos como alexandrita no mercado de pedras preciosas.
Anel de Alexandrita
Alexandrite Ring
Photo de Christina Rutz - liberada sob licença CCA 2.0

Alexandrita - Fonte: CPRM