terça-feira, 24 de setembro de 2019
BR Malls, Aliansce, Iguatemi e Multiplan: BTG recomenda encher a sacola de todas
BR Malls, Aliansce, Iguatemi e Multiplan: BTG recomenda encher a sacola de todas
Valter Outeiro da Silveira - 24/09/2019 -

O BTG Pactual está otimista com o setor de shopping centers diante do crescimento de 5,7 nas vendas de mesmas lojas (unidades abertas há pelo menos um ano) durante o segundo trimestre de 2019, apesar da “fraca base de comparação” devido a greve dos caminhoneiros. A despeito do fator sazonal, o ritmo de expansão é o mais alto desde o quarto trimestre de 2014.

“Estamos com viés positivo no setor de shoppings centers”, avaliam os analistas Elvis Credendio e Gustavo Cambauva, ao destacarem a trajetória contínua de alta nas vendas de mesmas lojas, com posterior desaceleração em agosto.
O otimismo é pautado por dois principais motivos: maior expectativa de valorização acionária das ações em relação ao crescimento do lucro líquido, ou seja, as ações devem subir em ritmo superior à expansão das cifras operacionais; e recuperação das vendas dos shoppings durante o segundo semestre, pelas contribuições oriundas da liberação do FGTS.
Recomendações
Todas os papeis do setor dentro do universo de cobertura, especificamente BR Malls (BRML3), Aliansce (ALCS3), Iguatemi (IGTA3) e Multiplan (MULT3), detêm recomendação de compra pelo banco.
Os preços-alvo estimados para as ações de BR Malls e Aliansce são de R$ 15 e R$ 22, respectivamente, o que equivale a expecativa de alta de 3,8% para os papeis da primeira e projeção de queda de 20,7% para os da segunda – conforme o último fechamento.
Já as ações de Iguatemi e Multiplan possuem preços-alvo respectivos de R$ 46 e R$ 27, equivalentes a downsides (expectativa de desvalorização) de 3,8% e 5,9% – na mesma ordem. As estimativas são para doze meses.
Fonte: MONEY TIMES
Pedras Preciosas no Brasil
Pedras Preciosas no Brasil
O Brasil é um país muito rico em pedras preciosas. As mais presentes nessa região são o diamante, opala, água-marinha, esmeralda, alexandrita, ametista, ágata, citrino, topázio e turmalina.
Os garimpos são muito conhecidos e numerosos por aqui, o que faz de nosso país um dos maiores produtores de pedras preciosas do mundo, em se tratando de quantidade, variedade e qualidade.
O que faz com que nossas regiões sejam ricas dessas gemas é o fato do território brasileiro ser repleto de superfícies de rochas pré-cambrianas, com vários cortes de pegmatitos e rochas metamórficas.
Durante 141 anos, o Brasil liderou a produção mundial de diamantes. Atualmente, encontra-se em 5º lugar no ranking de produção mundial de diamante bruto, segundo pesquisa do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral).
A opala é bastante encontrada no Piauí, principalmente na região da Serra dos Matões. A água-marinha pode ser encontrada em diversas regiões, fazendo com que o Brasil seja o maior produtor mundial dessa espécie de gema.
A esmeralda, desde a década de 80, também tem sido bastante encontrada, o que fez com que o Brasil se tornasse, desde essa época, um dos maiores fornecedores dessa pedra. A maior região de garimpo da esmeralda está no município de Carnaíba, na Bahia.
A alexandrita, uma das pedras preciosas mais valiosas, foi descoberta em Minas Gerais, no município de Malacacheta. A partir dos anos 70, o Brasil se tornou um dos maiores produtores dessa gema.
A ametista, bastante encontrada na região sul do país, também faz com que o Brasil leve o título de maior produtor da espécie de gema. Uma cidade do Rio Grande do Sul, Ametista do Sul, foi até batizada com o nome da pedra.A ágata foi descoberta em jazidas na Bahia, Rio Grande do Sul, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Paraíba e Minas Gerais. O citrino, topázio e a turmalina também são gemas encontradas em em bastante quantidade no Brasil.
Fonte: CPRM
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
Bolsonaro torna Bolsa brasileira “defensiva”, indica Goldman Sachs
Bolsonaro torna Bolsa brasileira “defensiva”, indica Goldman Sachs
Gustavo Kahil - 23/09/2019 -
Este é o momento de comprar ações no Brasil para ainda aproveitar o rali criado pelo ambiente de cortes de juros, argumenta o Goldman Sachs em um relatório enviado a clientes nesta segunda-feira (23) e obtido pelo Money Times.
Os analistas Ron Gray e Caesar Maasry explicam que há nos emergentes uma tendência de alta, mas ainda existe espaço para uma alta adicional. Além disso, algumas apostas podem trazer proteção contra a tensão comercial entre os EUA e a China.
“Uma tendência que esperamos continuar é o ciclo de corte de juros em andamento nos mercados emergentes e, para capturá-lo, iniciamos uma recomendação de longo prazo para o MSCI Brasil, MSCI Rússia e MSCI México e de curto prazo para o MSCI Chile e MSCI África do Sul“, indicam.
Os índices MSCI (Morgan Stanley Capital International) são bastante acompanhados por investidores internacionais.
Gray e Maasry calculam que as ações no Brasil, México e Rússia têm fortes correlações negativas com os movimentos nas taxas, sugerindo um cenário de proteção, pois espera-se que esses ciclos de cortes continuem até 2020 na Rússia e no México e até o final de 2019 no Brasil.
A bolsa brasileira deve ganhar com a expectativa de melhora nos resultados das empresas e do crescimento do País.

Perfil defensivo
O Goldman Sachs observa que, recentemente, se tornou mais positivo em relação ao Brasil devido ao seu perfil mais defensivo na comparação com os demais emergentes. A visão foi justificada pela eleição de Jair Bolsonaro no ano passado.
Este cenário mais positivo só mudaria com notícias negativas na frente fiscal, o que poderia levar a um desempenho inferior.
“As próximas eleições na Argentina apresentam riscos adicionais às perspectivas para o Brasil, mas esperamos que elas sejam secundárias aos desenvolvimentos domésticos”, revela o documento.
México e Chile
As manchetes políticas negativas são o principal risco de queda das ações mexicanas, argumenta o banco.
“No entanto, a desvalorização generalizada dos ativos mexicanos após as eleições de 2018 provavelmente forneceria alguma proteção. A exposição a ações russas invariavelmente envolve alguma sensibilidade ao petróleo e o risco de sanções adicionais dos EUA ou da Europa”, indicam.
Eles recomendam uma exposição de peso igual para os índices MSCI da Rússia, Brasil e México, alocação contrária na África do Sul.
O posicionamento no Chile é visto como o melhor para se beneficiar dos cortes generalizados de juros e também para proteção contra uma escalada na guerra comercial.
Fonte: MONEY TIMES
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