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A fluorita ou fluorite é um mineral comum, cujo nome provém do latim fluere devido a sua fácil fusão; é composto basicamente de fluoreto de cálcio (CaF2) usualmente encontrada em cristais cúbicos (sendo frequente também o hábito octaédrico), transparentes a translúcidos, de cor muito variável, com clivagem perfeita. Apresenta brilho vítreo, densidade relativa 3.18. É o quarto termo da Escala de Mohs de dureza. São frequentes maclas de interpenetração.
Este mineral não reage com HCl,ou seja, não ocorre efervescência.
Tipos de ocorrência
Pode ocorrer em veios hidrotermais juntamente com minerais metálicos, como a esfalerita, galena, barita, quartzo e calcita. Pode estar presente em granitos e calcários.
As jazidas mais importantes situam-se na Alemanha, Suíça, Inglaterra, Noruega, México, Canadá e Estados Unidos.
Usos e aplicações
Utilizada em siderurgia como fundente, na obtenção do ácido fluorídrico de onde se tira flúor e ítrio, bem como na indústria de vidros, esmalte, instrumentos ópticos e cerâmica. A fluorita é relativamente pouco tóxica, quando comparada a outros compostos fluoretados sendo, inclusive, usada em ornamentos como colares, cristais captadores de energia dentre outros.
Quartzo fumado (no Brasil, quartzo fumé ou quartzo enfumaçado) é uma variedade de quartzo de cor castanho claro a negro. Estas cores devem-se a radiações emitidas por minerais radioactivos ou ainda à presença de matéria orgânica. Quando aquecido pode converter-se em citrino. Na Antiguidade, julgou-se que esta variedade de quartzo continha fumaça no seu interior daí o seu nome.
Durante séculos foi uma das pedras preciosas mais talhadas e procuradas, mas hoje em dia é uma gema modesta.
O maior produtor mundial desta gema é a Suíça, destacando-se também Brasil, Madagascar, Rússia, Escócia e Ucrânia.
Carteira Money Times: As ações dos sonhos de 23 analistas
Márcio Juliboni -
A carteira de outubro conta com 14 companhias (uma a mais em relação a setembro)
Em meio às dezenas de carteiras de ações recomendadas para outubro, alguns papéis se destacam nas preferências dos analistas, entre blue chips, small caps e aquelas que rendem bons dividendos. Mas qual seria a carteira dos sonhos do mercado para este mês? E qual o peso de cada ação nela? Para chegar à resposta, elaboramos a Carteira Money Times, que considera apenas os papéis mais indicados por 23 instituições, entre bancos, gestoras, corretoras e analistas independentes.
A carteira de outubro conta com 14 companhias (uma a mais em relação a setembro). Destas, 12 são provenientes das recomendações de carteiras mensais; uma vem das carteiras de dividendos; e outra é o destaque entre as indicações de small caps. No total, essas empresas foram citadas 124 vezes nos relatórios de recomendações deste mês.
A campeã de recomendações é a Petrobras (PETR3; PETR4), com 17 indicações, o que a coloca com 13,7% de peso na Carteira Money Times de outubro. Quando se consideram os setores mais recomendados, contudo, a liderança é dividida entre os varejistas e o mercado financeiro, cada um representado por quatro companhias. Na distribuição dos pesos, contudo, as representantes do setor financeiro (Bradesco – BBDC4, IRB – IRBR3, B3 – B3SA3 e Itaú Unibanco – ITUB4) somam 28,2% da carteira. Os varejistas (Pão de Açúcar – PCAR4, Lojas Renner – LREN3, Magazine Luiza – MGLU3 e Via Varejo – VVAR3) ficam com 20,9%.
Alterações
Em relação a setembro, o número de companhias da carteira subiu de 13 para 14. Além disso, houve mudanças na sua composição. O frigorífico JBS (JBSS3) e a incorporadora Tenda (TEND3) saíram da carteira. Em seu lugar, chegaram a B3, o Pão de Açúcar e o Magazine Luiza.
Outro movimento foi a mudança de peso de alguns papéis. O Itaú Unibanco, por exemplo, caiu de 9 para 6 indicações, reduzindo seu peso de 8,9% para 4,8%. A Lojas Renner perdeu apenas uma recomendação, mas sua participação na carteira baixou de 7,8% para 5,6%.
Em outubro, a Rumo foi citada em nove relatórios ante os seis do mês anterior, tornando-se o destaque positivo do mês
Na outra ponta, a Rumo (RAIL3) foi o destaque positivo. Em outubro, a operadora de logística foi citada em nove relatórios ante os seis do mês anterior. Com isso, sua representação na carteira evoluiu de 5,9% para 7,2%.
Composição e evolução
A Carteira Money Times de outubro é baseada em: 22 relatórios de carteiras mensais, que envolveram 80 empresas e somaram 242 recomendações; 13 carteiras de small caps, totalizando 52 companhias e 92 indicações; e 16 carteiras de dividendos, que totalizaram 40 empresas e 109 recomendações.
Entre a última publicação, em 03 de setembro, e esta segunda-feira (14), a Carteira Money Times apresentou variação de 5,42%, ante os 4,63% do Ibovespa.
* Disclaimer
A Carteira Money Times é um apanhado de informações extraída das carteiras recomendadas e sugeridas de corretoras, casas de análise e publicadoras de conteúdos financeiros. Ou seja, trata-se de dados públicos. Selecionamos as 10 ações mais indicadas no mês. Em caso de empate, todas as ações são incluídas e o peso é dividido. Isso elimina qualquer tipo de seleção por parte da nossa redação.
A equipe da Money Times, apesar do foco na qualidade de suas informações, não se responsabiliza por quaisquer perdas, danos, custos e lucros cessantes. De igual forma, não fazemos qualquer tipo de recomendação e ou sugestão de investimentos. Aliás, sugerimos expressamente que, antes da tomada de qualquer decisão, consulte um profissional habilitado e de sua confiança.
América Móvil está aberta a discutir acordo com Oi
Reuters - 16/10/2019 - 13:41
(Imagem: REUTERS/Edgard Garrido)
A América Móvil está aberta a discutir um acordo com a operadora brasileira de telefonia em recuperação judicial Oi (OIBR3), afirmou um executivo do grupo mexicano de telecomunicações durante teleconferência sobre resultados trimestrais.
“Claro que estamos interessados em fazer algo com a Oi no Brasil”, disse um dos executivos da América Móvil durante a teleconferência.
Na semana passada, a América Móvil afirmou que não está negociando com a espanhola Telefónica e com a Telecom Italia sobre uma oferta conjunta pelos ativos da Oi.
O jornal espanhol Expansión publicou no início do mês, citando fontes, que negociações entre as companhias estavam em curso sobre aquisição de ativos da Oi.