quarta-feira, 23 de outubro de 2019
Como são lapidados os diamantes?
O processo – que, além de aperfeiçoar o formato do diamante, serve para poli-lo – é feito de maneira artesanal. A qualidade da lapidação não apenas é fundamental para determinar o valor de uma jóia, como dá brilho e beleza à pedra.
Como o diamante é o material mais duro que se conhece na natureza, lapidá-lo não é moleza – sem contar o alto risco de estragar a caríssima pedra. “Quase sempre os lapidários a quem se confiam pedras maiores têm mais de 50 anos de idade. Isso porque leva muito tempo para aprender todos os macetes do processo”, afirma o lapidário Renato Santos, presidente da Brasil Comércio de Diamantes.
Há duas formas de cortar o diamante bruto: na clivagem, o método mais comum, o diamante é partido com um rápido golpe. Em algumas pedras, porém, essa técnica não funciona. Usa-se, então, a serragem, processo longo e tedioso, feito com uma serra elétrica rotatória ou, mais recentemente, com raios laser.
Depois do corte, vem a etapa do bloqueamento, em que o diamante é raspado em outro até que se aproxime do formato desejado. As facetas (como são chamadas as várias pequenas faces de um diamante) são feitas na etapa seguinte, chamada de abrilhantamento. A pedra é encaixada na ponta de uma vareta chamada dop e pressionada contra um disco giratório forrado de pó de diamante. O processo lembra um pouco o de uma agulha riscando um disco de vinil na vitrola
Em geral, os brilhantes pequenos são lapidados em um único dia. Já nas pedras grandes (acima de 20 gramas) esse trabalho pode levar até mais de um ano!
Fonte: Mundo Estranho
Conheça as 10 pedras preciosas mais valiosas do mundo
As pedras preciosas desempenharam um papel fundamental na história humana. Usadas como tesouro por reis e rainhas ao longo dos tempos, como amuletos místicos ou simplesmente como joias, as gemas sempre fascinaram as pessoas e por isso carregam em si grandes valores.
Existem uma grande variedade de pedras preciosas no mundo, e seu valor varia por diversos fatores, como tamanho, qualidade, raridade, demanda no mercado e até mesmo pela sua história.
Conheça agora as 10 das pedras preciosas mais valiosas conhecidas pela humanidade.
10. Virgin Rainbow Opal - Opala

Valor: Avaliado em 1 milhão do dólares (3,2 milhões de reais)
Descoberto na Austrália em 2003, esse opala incrivelmente raro é capaz de brilhar no escuro. Ele exibe um arco-íris de cores que o torna verdadeiramente único, e por isso, extremamente valioso.
9. Hope Spinel - Espinela

Valor: 1,4 milhão de dólares (4,5 milhões de reais)
Com 50.13 quilates, o Hope Spinel é uma joia de cor rara que estabeleceu um recorde mundial em 2015, quando foi vendido por 1,47 milhão de dólares. Essa pedra faz parte da Coleção Hope assim como o famoso diamante Hope, um diamante azul de 45,5 quilates, e acredita-se que ela tenha vindo do Tajiquistão.
8. Esmeralda Rockefeller - Esmeralda

Valor: 5,5 milhões de dólares (17,9 milhões de reais)
Vendida por 5,5 milhões de dólares, esta esmeralda de 18,04 quilates é atualmente a esmeralda mais cara por quilate. Inicialmente, John D. Rockefeller comprou essa esmeralda colombiana, ainda não tratada, para sua esposa na década de 1930. Em junho de 2017, Harry Winston comprou a joia verde.
7. Moussaieff - Diamante vermelho

Valor: Aproximadamente 8 milhões de dólares (26 milhões de reais)
Com 5.11 quilates, o Moussaieff é o maior diamante vermelho classificado pelo GIA (Instituto Gemológico da América). Os diamantes vermelhos são notoriamente raros, e alguns gemólogos alegam que existam apenas cerca de 20 ou mais diamantes vermelhos "verdadeiros" já descobertos.
O Moussaieff foi originalmente cortado de uma pedra bruta de 13,9 quilates, encontrada no Brasil, e foi vendido por cerca de 8 milhões de dólares no início dos anos 2000.
6. Graff Vivid Yellow - Diamante amarelo

Valor: 16.3 milhões de dólares (53,1 milhões de reais)
Esse grande diamante amarelo de cerca de 100 quilates foi vendido por mais de 16 milhões de dólares em 2014. Com essa venda, o Graff Vivid Yellow marcou um novo recorde mundial de diamante amarelo mais caro vendido em leilão.
Essa pedra preciosa foi originalmente cortada de um diamante bruto de 190 quilates, em Nova York.
5. Blue Belle da Asia - Safira

Valor: 17,3 milhões de dólares (56,3 milhões de reais)
Com 392,52 quilates, a safira Blue Belle da Asia foi vendida por 17,3 milhões de dólares em Genebra, em 2014. Essa joia, que foi descoberta no Sri Lanka em 1926, atualmente é a safira mais cara do mundo.
4. Sunrise Ruby - Rubi

Valor: 30,42 milhões de dólares (99,1 milhões de reais)
Pesando 25.59 quilates, o rubi birmanês Sunrise Ruby estabeleceu um novo recorde mundial em 2015, quando foi vendido por 30,42 milhões de dólares. O rubi mais caro do mundo é uma criação da Cartier e é conhecido pela seu tom de vermelho “pigeon blood”, ou sangue de pombo.
3. Orange - Diamante laranja

Valor: 35,5 milhões de dólares (115.6 milhões de reais)
Acredita-se que esse é o maior e mais caro diamante laranja do mundo, com 14.82 quilates. Esse diamante laranja em forma de pera foi vendido por mais de 30 milhões de dólares em 2013.
Diamantes puramente laranjas como o Orange são extremamente raros, pois a maioria dos diamantes laranjas também exibem uma cor secundária.
2. Oppenheimer - Diamante azul

Valor: 57,5 milhões de dólares (187.3 milhões de reais)
Com 14.62 quilates, o Oppenheimer é o maior diamante azul já vendido em leilão. Este diamante com corte de esmeralda foi nomeado em homenagem ao seu proprietário anterior, Philip Oppenheimer, cuja família controlou a lendária empresa DeBeers.
1. Pink Star - Diamante rosa

Valor: 71,2 milhões de dólares (231.9 milhões de reais)
Este diamante rosa de 59,60 quilates foi vendido em 2017 por 71,2 milhões de dólares em Hong Kong. Minerado na África do Sul em 1999, esta pedra é o maior diamante rosa já registrado.
O Pink Star estabeleceu um novo recorde para um diamante vendido em leilão e é a pedra preciosa mais cara já vendida no mundo.
Fonte: HIPERCULTURA
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Gafisa fecha em alta de 7,89% com desinvestimento de R$ 100 milhões na Alphaville Urbanismo
Gafisa fecha em alta de 7,89% com desinvestimento de R$ 100 milhões na Alphaville Urbanismo
Investing.com Brasil - 22/10/2019 - 17:30
As ações da Gafisa (GFSA3) fecharam em forte valorização, com o mercado reagindo de forma positiva a notícia de assinatura de acordo para desinvestimento na Alphaville Urbanismo, com o Private Equity AE Investimentos e Participações e afiliadas da PEAE.
Assim, os papéis da companhia subiram 7,89% a R$ 6,15.
Atualmente, a Gafisa é detentora de 21,20% das ações da Alphaville. O valor total da operação equivale a R$ 100 milhões, a ser pago por meio de compensação de créditos e entrega de ativo.
O fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes usuais, incluindo uma reorganização societária de determinados ativos da Alphaville, a obtenção de anuências de terceiros e aprovações societárias.
De acordo com a companhia, a transação está alinhada à otimização de seu portfólio e à melhoria de alocação do capital, visando a geração de valor para os acionistas.
De acordo com o Valor Econômico, há atualmente cerca de R$ 1,6 bilhão de debêntures de Alphaville subscritas pelo Pátria que podem ser convertidas em ações.
A publicação lembra que o Pátria e Blackstone compraram o controle de Alphaville em 2013. Na época, pagaram R$ 1,4 bilhão por 70% da loteadora, o que indicou avaliação de R$ 2,1 bilhão por 100%.
Em abril deste ano, Blackstone deixou Alphaville.
Balanço
A construtora deverá divulgar seu balanço do terceiro trimestre do ano no dia 7 de novembro, com o mercado projetando um prejuízo líquido por ação de R$ 0,57, melhorando em relação ao R$ 0,86 de um ano atrás e o de R$ 0,69 do período de abril a junho. Já a receita deve ir a R$ 157,26 milhões, abaixo dos R$ 252 milhões do mesmo período de 2018, mas acima dos R$ 94,5 milhões do segundo trimestre.
Fonte: Investing.com
Ibovespa sobe mais de 1% e fecha aos 107 mil pontos
Ibovespa sobe mais de 1% e fecha aos 107 mil pontos
Reuters - 22/10/2019 - 17:48
O Ibovespa fechou em alta de mais de 1% nesta terça-feira, renovando marca histórica acima de 107 mil pontos, favorecido pela expectativa de aprovação final da reforma da Previdência no Congresso e com as ações de bancos e da Petrobras entre os principais suportes positivos.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,28%, a 107.381,11 pontos, perto da máxima da sessão, de 107.420,73 pontos. O volume financeiro somava 16,67 bilhões de reais.
A perspectiva de aprovação no Congresso da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que muda as regras de acesso às aposentadorias respaldou a trajetória de alta do Ibovespa, com agentes de mercado chamando a atenção para o potencial transformacional à economia.
A XP Investimentos ainda destacou que, superada esta etapa, o foco passará a outras pautas tão ou mais importantes que a previdência, como reformas tributária e administrativa, além de pautas microeconômicas e setoriais, como a agenda de privatizações, o leilão da cessão onerosa, entre outros.
O viés otimista para as ações brasileiras ainda encontrou de pano de fundo o IPCA-15 nesta terça-feira, que reforçou o prognóstico de novos cortes nos juros no Brasil, embora acima do esperado, o que motivou ajustes nos contratos de DI.
Investidores também estão na expectativa da temporada de resultados de terceiro trimestre das empresas brasileiras, com a agenda desta semana contemplando os números das gigantes Petrobras e Vale, entre outros nomes com relevante peso no Ibovespa.
O diretor da corretora Mirae Asset, Pablo Spyer, também acrescentou que, apesar de superar os 107 mil pontos pela primeira vez, “o Ibovespa ainda está distante das máximas em dólar, o que o torna atrativo aos estrangeiros, que ainda estão afastados da bolsa paulista”.

O recorde intradia do Ibovespa em dólar é de 45.150,49 pontos, registrada em maio de 2008. Na máxima desta sessão, o Ibovespa chegou a 26.417,27 pontos. No fechamento, a pontuação em dólares foi de 26.331,16.
Spyer afirmou ver o Ibovespa buscando 124 mil pontos no fim deste ano e alcançando 150 mil pontos na metade de 2020, conforme a pauta econômica do governo avançar e o estrangeiro voltar. Até o último dia 18, o saldo de estrangeiros no segmento secundário estava negativo em 32 bilhões de reais em 2019.
Lisa Shalett, da área de gestão de fortunas do Morgan Stanley, elencou em nota publicada no Twitter fatores que podem beneficiar ações de fora dos EUA, entre eles perspectivas de um acordo comercial EUA-China e mais alívio monetário pelo Fed, catalisadores especialmente a emergentes.
No exterior, o norte-americano S&P 500 fechou com variação negativa de 0,36%, mas manteve-se próximo da máxima histórica de 3.027,98 pontos do final de julho, com resultados corporativos nos Estados Unidos ajudando a aliviar preocupações sobre os efeitos da guerra comercial Washington-Pequim.
O ânimo em Wall Street arrefeceu depois que parlamentares britânicos rejeitaram o cronograma de ratificação do acordo do Brexit, na sequência de votação favorável à segunda leitura do acordo do processo de saída do Reino Unido da União Europeia. Na máxima, o S&P 500 chegou a 3.014,57 pontos.
Destaques
– Itau Unibanco (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) avançaram 3,1% e 2,85%, respectivamente, acelerando os ganhos no final do pregão contaminados pelo clima positivo no pregão como um todo. Banco do Brasil (BBAS3) e Santander Brasil (SANB11) valorizaram-se 2,1% e 3,6%, respectivamente.
– Petrobras (PETR4) subiu 2,9% e Petrobras (PETR3) avançou 3%, encontrando respaldo na alta dos preços do petróleo no exterior, além de expectativas para o resultado da companhia, previsto para a quinta-feira. Analistas do Credit Suisse citaram que a companhia tinha tudo para apresentar um terceiro trimestre fantástico, mas o forte aumento de produção tende a ser compensado pela queda nos preços médios do petróleo Brent no período. Eles também esperam alguns efeitos não recorrentes, mas ressaltaram que a desalavancagem deve ser um dos principais pontos positivos, conforme relatório a clientes nesta terça-feira.
– Yduqs (YDUQ3), fechou com elevação de 5,1%, ainda embalada pelo anúncio da véspera, de aquisição do grupo de ensino superior privado Adtalem Brasil, dono do Ibmec, que analistas consideraram ‘transformacional’.
– Gol (GOLL4) avançou 6%, apoiada por queda forte do dólar ante o real. A Eleven Financial estima que, no terceiro trimestre, a aérea deve apresentar rentabilidade com maiores preços de passagens nas rotas antigamente operadas pela Avianca. “A tendência de aumento na tarifa média poderá ser mantida no curto prazo, dado que empresas ‘low cost’ estão operando rotas internacionais”, publicou a casa de análise no Twitter. Azul (AZUL4) subiu 3,2%.
– Vale (VALE3) fechou com oscilação positiva de 0,2%, um dia após anunciar que suspendeu temporariamente operações na barragem de rejeitos de Itabiruçu, localizada no Complexo de Itabira (MG), enquanto conduz avaliações sobre a estrutura. A mineradora ainda ajustou o intervalo do guidance de vendas. Analistas do Itaú BBA consideraram os anúncios neutros do ponto de vista de volumes, mas ligeiramente positivo para preços – visão endossada pela alta nos futuros de minério de ferro na China nesta sessão.
– Braskem (BRKM5) caiu 2,2%, destaque na ponta negativa. A petroquímica anunciou nesta terça-feira oferta em dinheiro por 2 bilhões de dólares em títulos com vencimentos entre 2021 e 2023. Analista do Safra também reiterou recomendação ‘neutra’ para as ações, citando principalmente os níveis contínuos de spread de petroquímicos atualmente nas mínimas do ciclo, além de fatores negativos enfrentados pela empresa. O preço-alvo para o final de 2020 foi ajustado a 34,5 reais, de 36,9 reais para o final de 2019.
Fonte: MONEY TIMES
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