sexta-feira, 29 de novembro de 2019
quinta-feira, 28 de novembro de 2019
Brasil precisa dar garantias jurídicas a investidor externo, defende Bolsonaro
Brasil precisa dar garantias jurídicas a investidor externo, defende Bolsonaro
Reuters - 28/11/2019 - 11:09

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira que tem visto em suas viagens internacionais um interesse maior no Brasil, e que é preciso dar garantias jurídicas a quem pretende investir no país.
“Nessas nossas viagens pelo mundo, o mundo tem acreditado no Brasil. Temos que dar uma garantia jurídica em quem quer investir em nós”, disse.
Ao participar da abertura de um seminário sobre medidas de controle na administração pública organizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o presidente ainda elogiou o órgão e disse que é preciso parceria da corte com o Executivo, já que a administração pública é muito difícil.
Bolsonaro admitiu que tem “dificuldades seríssimas” em “tomar pé” de todas as regras e reclamou que há mudanças constantes.
“Os problemas aparecem mesmo quando a gente não quer e não sabe, muitas vezes somos surpreendidos”, disse.
Fonte: Reuters
Os diamantes negros
Os diamantes negros se destingem por seu singular composição, diferenciado se pelo misterioso do seu tono escuro, coloração obtida mediante a inclusão do oxido de ferro nas pedras; formando se a traves de diferentes tipos de carbono. Este diamante vai da tonalidade negra escura, a uma gama de ligeiros grises afumados; assim mesmo, possui uma consistência muito dura; os mais escuros reflitam uma cor de chocolate e os negros intensos se assemelham arroubo; apresentando pouco brilho.
Um diamante negro não tem a mesma qualidade de brilho que os diamantes incolores; sem embargo, o reflexo misterioso emanado por ele, o caracteriza como uma pedra incomparável, apesar de poroso, com uma talhadura mais difícil que os diamantes brancos e de diferentes cores, são extraídos de rocas vulcânicas; em cambio, os diamantes negros são encontrados em depósitos aluviais de Brasil e África Central.
Em o século XVIII, os portugueses catalogaram os diamantes negros com o nome de carbonados, pensando que eram umas pedras com baixo valor. As peças mais perfeitas se utilizam na joalheria para a fabricação de joias e incrustações na ornamentação de estas esquisitas joias.
Existe uma controvérsia com referencia à origem dos diamantes negros que, apesar dos anos, cobra força; está argumentada que não nasceram baixo o manto da terra como os outros diamantes, E que provêm do espaço exterior, formados em uma super nova. Isso e vaziado na formação dos diamantes comuns, que começaram a instaurar face já mais de 3000 milhões de anos nas profundidades do planeta; entanto os diamantes negros nasceram face 100 milhões de anos.
Assim mesmo, a maioria dos geólogos não dá uma explicação categórica acerca o porquê essas entranhas prendas se encontram tão separados dos lugares de procedência com os outros diamantes. E uma incógnita, que lhes agrega atrativo e os coloca com maior valor desde finais dos anos noventa, quando inovaram o mercado da joalheria, impondo uma tendência impressionante.
Desde esse momento, podem se apreciar em inúmeros modelos, ornamentando as criações de grandes e famosos desenha dores, a um preço mais accessível que os diamantes tradicionais. Igualmente, para responder a tanta demanda estas enigmáticas pedras são talhadas de maneira especial, com tratamentos intensivos; isso com o propósito de melhorar sua aparência. No canal de “You Tube” “Gatinhitoluz”, Le falaram sobre a originalidade do diamante negro.
Um diamante negro famoso e o “korloffnoir”, que no passado pertencia a uma milionária família de origem russa, sendo na atualidade propriedade do famoso joalheiro parisiense “Daniel paillasseur”. Por outro lado, a “estrela negra de África” e um esplendido diamante negro de proporções e perfeições extraordinárias; que desafortunadamente foi roubado no ano 1971, enquanto era exposto em uma galeria na cidade de Tókio.
A cor negra nos diamantes proporciona um ar de mistério que a você lhe encantará. Exibir uma esplêndida joia, com esta enigmática gema, e símbolo de luxo, elegância e categoria, ressaltando de maneira delicada seu gosto particular.
Fonte: Joya Life
quarta-feira, 27 de novembro de 2019
Diamante de 183 quilates está à venda em leilão angolano
Diamante de 183 quilates está à venda em leilão angolano
(dr) Alrosa PJSC

A Sodiam, empresa pública de comercialização de diamantes angolana, lançou na quarta-feira o segundo leilão para venda de diamantes brutos, que inclui uma pedra de 183 quilates, e no qual estão já registadas mais de cem empresas.
“Temos cinco lotes, sendo quatro da mina do Catoca e uma pedra da Sociedade Mineira do Cuango, com 183 quilates”, indicou o presidente da Sodiam, Eugénio Bravo da Rosa, à margem da 1.ª Conferência e Exposição angolana sobre minas, que decorre entre quarta e esta quinta-feira em Talatona, Luanda, noticiou a agência Lusa.
O responsável da empresa disse que “a qualidade dos diamantes angolanos é por demais conhecida”. “E esta pedra, não só pelo seu peso, mas pela cor e pela claridade, que são algumas das características que são referidas para avaliação dos diamantes, constitui uma peça de interesse para quem quiser comprar”.
Eugénio Bravo da Rosa não quis adiantar quais as receitas perspetivadas para este leilão, “para não influenciar as pessoas que vão participar e que têm de fazer ofertas de preço”, considerando que os valores para as pedras especiais são diferentes.
“Depende muito daquilo que cada comprador avaliar e considerar como o valor correto e que varia de avaliador para avaliador, depois de vistos aspetos técnicos como o tamanho, a quilatagem, a cor e a claridade das pedras. Mas existe sempre um fator subjetivo”, explicou Eugénio Bravo da Rosa.
No primeiro leilão realizado pela Sodiam, em fevereiro, foram arrecadados cerca de 17 milhões de dólares (15,3 milhões de euros)
As 105 empresas já registadas (da Índia, Dubai, Bélgica, Israel e África do Sul) poderão licitar entre quarta-feira e 06 de dezembro, altura em que serão analisados e apurados os resultados, que vão ser divulgados publicamente no dia seguinte.
A Sodiam assinou também na quarta-feira acordos para duas novas fábricas de lapidação de diamantes no polo diamantífero de Saurimo, num investimento próximo dos dez milhões de dólares (nove milhões de euros), segundo Eugénio Bravo da Rosa.
As fábricas serão construídas ao abrigo de acordos com a Blue Glacier e de uma parceria da Endiama (concessionária angolana de diamantes) com a Tosyali. As obras do polo, um investimento de 77 milhões de dólares (70 milhões de euros), deverão estar concluídas no final do próximo ano e as fábricas deverão criar entre 250 e 500 postos de trabalho.
No arranque, as fábricas podem lapidar cerca de dois milhões de diamantes por mês, um volume que vai aumentando e poderá chegar aos dez milhões por mês, acrescentou Eugénio Bravo da Rosa.
Em declarações, o ministro dos Recursos Naturais e Petróleos, Diamantino Pedro de Azevedo, salientou que o polo de Saurimo é uma iniciativa com que o executivo pretende cumprir os objetivos da nova política de comercialização de diamantes em Angola, nomeadamente alcançar cerca de 20% da lapidação de diamantes produzidos no país.
“Para esse efeito, estamos a criar condições para que mais investidores venham para o nosso país e possam abrir fábricas neste polo na província da Lunda Sul, onde estamos a criar as infraestruturas necessárias para o efeito”, salientou.
Ainda no setor mineiro, a Endiama assinou também um acordo de prospeção de diamantes com a Alrosa.
Foram também assinados acordos de investimento com a AngloAmerican, um conglomerado britânico da mineração, e para o desenvolvimento do projeto mineiro de Kassinga, na província da Huíla, que inclui a criação de uma siderurgia e que vai ser desenvolvido pela empresa de origem turca Tosyali Iron & Steel Angola.]
Fonte: ZAP
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