terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Setor de mineração do ouro brasileiro caminha para um novo ciclo sustentável e com responsabilidade social

O setor de mineração de ouro no Brasil, junto com a agricultura, é hoje um dos motores que mantém a economia do país em movimento. “O país é uma potência mineral em diversos segmentos, como mármore e granito, nióbio, minério de ferro, bauxita, ouro e pedras preciosas” afirma Écio Morais, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM), uma entidade nacional, de direito privado e sem fins lucrativos, que representa, mobiliza e desenvolve todos os segmentos da sua cadeia produtiva, harmonizando os interesses e promovendo a transferência de conhecimento e a apreciação de seus produtos pelos consumidores.
O setor, que gera 200 mil empregos, responde por 4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e exporta U$ 50 bilhões por ano, valor correspondente a 25% da pauta de exportação do país.
Para Écio Morais, apesar de grande parte do setor primário do ouro ser regularizado, o grande desafio do setor hoje é “a regularização da produção garimpeira proveniente de milhares de trabalhadores autônomos, dispersos geograficamente, operando em precárias condições de organização, utilizando-se de técnicas rudimentares, com baixa produtividade e, usualmente, comprometendo o meio ambiente”.
Com o intuito de encontrar soluções para a melhora do setor, as autoridades devem, segundo o diretor executivo do IBGM, buscar a informatização e modernização dos procedimentos fiscais de aquisição de ouro nos garimpos, a adequação tributária do ouro destinado à indústria, o aperfeiçoamento e agilização de concessão de lavra e, uma das ações mais importantes, buscar uma comunicação efetiva com o setor privado.
A iniciativa de mudanças no setor se mostra como uma oportunidade de renovar o ciclo do ouro de maneira responsável e “estimular o desenvolvimento de indústria joalheira que, a exemplo da Índia, poderá gerar bilhões de dólares de divisas internacionais, renda, emprego e prosperidade para todos” afirma Écio Morais.
Informações adicionais podem ser encontradas no site http://ibgm.com.br/ ou nas redes sociais @ibgmbrasil.


Estas são as Pedras Preciosas Mais Caras do Mundo!

O diamante e suas histórias

O diamante e suas histórias






Os diamantes encantam homens e mulheres há séculos; são objeto de desejo e sinônimo de sofisticação. Por estar presente na Terra há tanto tempo, essa gema preciosa tem muita história para contar!
diamante
Você sabia que o mais duro dos minerais foi nomeado a partir da palavra grega arcaica “adamas”, que significa inconquistável? Isso já indica toda a imponente fama que o diamante recebeu.
Compostos pelo elemento carbono, os diamantes foram formados há bilhões de anos, quando a temperatura da Terra atingiu 3815 ºC, associada a uma forte pressão. Isso fez com que os átomos de carbono que se encontravam aprisionados na lava vulcânica presente no interior do planeta cristalizassem, dando origem a essas cobiçadas pedras.
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Anéis Stern Princess
Ao longo de sua trajetória, o diamante foi cercado de misticismo e crenças. Ele tem a reputação, por exemplo, de ser um poderoso talismã, protegendo o seu usuário e tornando-o invulnerável.
Braceletes-hstern-diamante
Braceletes H.Stern com diamantes: Arvorecer (ouro amarelo), Sutra (ouro branco) e Íris (ouro rosé)
Os hindus acreditavam que ao oferecer esse mineral ao deus Krishna, estavam “garantindo a vida eterna no céu mais elevado”. Já os budistas usavam o diamante como símbolo de equilíbrio espiritual, paz de espírito, clareza de raciocínio e percepção ilimitada.
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De cima para baixo, em sentido horário: brincos Giverny e Zephyr, anel Hera e brincos Celtic Dunes
Os árabes, persas e egípcios modernos dizem que essa gema possui um extraordinário poder de trazer boa sorte. E todos nós concordamos que presentear alguém querido com diamantes é uma prova de amor infalível, não acham?


Fonte: Seleções

Cena externa abre espaço para realização de lucros na bolsa apesar de PIB melhor

Cena externa abre espaço para realização de lucros na bolsa apesar de PIB melhor



Ações2 horas atrás (03.12.2019 12:45)

Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista perdia força nesta terça-feira, contaminada pelo viés mais negativo no cenário externo, após novos movimentos do presidente Donald Trump relacionados ao comércio global, enquanto o crescimento acima do esperado da economia brasileira no terceiro trimestre agradava agentes financeiros.
Às 11:37, o Ibovespa caía 0,23 por cento, a 108.675,51 pontos. O volume financeiro somava 3,47 bilhões de reais. Mais cedo, na máxima do dia até o momento, o Ibovespa chegou a 109.197,77 pontos.
Na cena internacional, repercutia declaração de Trump de que um acordo comercial com a China pode ter que esperar até depois da eleição presidencial norte-americana em novembro de 2020. O comentário reduziu esperanças para um fim da disputa iniciada por Washignton e que tem pesado sobre a economia mundial.
O índice norte-americano S&P 500 perdia 0,9%, mesma direção já adotada pelos principais pregões europeus.
Para a equipe da Tullet Prebon Brasil, o comportamento dos mercados no exterior favorece movimentos de realização de lucros na bolsa brasileira. Vale notar que o Ibovespa acumulava até a véspera elevação de 24% em 2019.
No Brasil, o Produto Interno Bruto (PIB) acelerou a expansão para 0,6% no terceiro trimestre em relação ao segundo, informou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - acima da expectativa em pesquisa da Reuters de avanços de 0,4% na base trimestral.
Em nota a clientes mais cedo, o estrategista Dan Kawa, sócio na TAG Investimentos, destacou que dados recentes no Brasil confiram que o país em um estágio inicial do ciclo econômico, o que deverá ficar mais evidente ao longo de 2020.
DESTAQUES
- VALE ON (SA:VALE3) caía 1,6%, acompanhando o movimento de outras ações de mineradoras e siderúrgicas no exterior em meio ao noticiário mais negativo sobre o comércio global, com CSN (SA:CSNA3) recuando 2,4%, GERDAU PN (SA:GGBR4) perdendo 2,2% e USIMINAS PNA (SA:USIM5) cedendo 1,4%, após ganhos na véspera.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) e PETROBRAS ON (SA:PETR3) cediam 0,5% e 1%, respectivamente, alinhadas à fraqueza dos preços do petróleo no mercado global.
- SMILES ON (SA:SMLS3) desabava 9%, com as cotações tocando mínimas desde 2018, após a administradora de programa de fidelidade estimar na véspera desaceleração de receitas e queda de margens em 2020. O "pesadelo está se tornando realidade", disse o Bradesco BBI em relatório a clientes. A Smiles realiza encontro anual com investidores nesta terça-feira. GOL (SA:GOLL4) PN, controladora da Smiles, subia 1,1%.
- BANCO DO BRASIL ON (SA:BBAS3) subia 2,1%, maior alta do Ibovespa. Agentes financeiros citavam notícia do jornal O Globo de que a equipe econômica se prepara para começar um processo que pode levar à prvatização do BB. Autoridades do governo e o próprio presidente-executivo do banco já sinalizaram tal propósito, porém, ressalvaram as dificuldades para os planos avançarem. BB SEGURIDADE, contralada pelo BB, avançava 2,4%.
- BRADESCO PN (SA:BBDC4) e ITAÚ UNIBANCO PN avançavam 0,6% e 0,5%, respectivamente, contribuindo do lado positivo, enquanto SANTANDER BRASIL UNIT (SA:SANB11) cedia 0,45% e BTG PACTUAL (SA:BPAC11) UNIT recuava 1,1%.
- BRASKEM PNA (SA:BRKM5) avançava 1%, tendo de pano de fundo notícias envolvendo empresa, entre elas, que a Odebrecht, controladora da petroquímica, está propondo a bancos credores manter o recebimento da maior parte dos dividendos pagos pela Braskem e que os bancos esperem um período mais longo antes de tentar vender as ações do conglomerado na empresa, conforme afirmaram à Reuters fontes a par do assunto.
(Edição Alberto Alerigi Jr.)


Fonte: Reuters