sábado, 4 de janeiro de 2020

“Bola Gigante” de Ouro Pode Mudar Preço do Bitcoin

Um asteroide gigante de ouro pode mudar de vez a vida do Bitcoin. Não somente da criptomoeda, mas também a economia mundial. É que a pedra com o metal precioso é avaliada em nada mais nada menos que dez mil quadrilhões de dólares.


A quantidade impressionante de valor que o asteroide tem é capaz de mudar a economia mundial para sempre. Alguns apostam até que o ouro sofreria uma enorme desvalorização. Em contrapartida, quem deve ganhar com essa história é o preço do Bitcoin.

Bitcoin e o asteroide gigante de ouro

Um asteroide gigante de ouro pode impactar para sempre o preço do Bitcoin. A pedra é estudada pela NASA que prepara uma missão para identificar se a presença do metal precioso é verdadeira.


O valor do asteroide impressiona qualquer mercado de ativos existente. A título de comparação com o Bitcoin, atualmente a capitalização da criptomoeda é de US$ 133 bilhões, uma quantia bem menor que dez mil quadrilhões.
E não pense que é somente o Bitcoin que teria sua capitalização completamente ultrapassada. Todo o ouro que existe no mercado também não é páreo para este asteroide com 210 quilômetros de diâmetro. Atualmente a capitalização do ouro é por volta de US$ 8 trilhões.
Prepare to be amazed! @NASAPsyche Inspired intern Noah Keime designed this masterpiece w/ @Procreate! Noah says: “Join the Psyche spacecraft on its journey through space. Marvel as you enter the asteroid belt on your way to your final destination: Psyche!” http://psyche.asu.edu/get-involved/psyche-inspired/ 
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Preço da criptomoeda sobe e do metal desce

A NASA enfrentará uma missão espacial para pesquisar o conteúdo do asteroide de ouro. O objeto está entre os planetas Marte e Júpiter, no que é conhecido como um local com alta densidade de asteroides, conforme mostra o Metro.
Os estudos indicam que além de ouro, níquel e ferro devem ser encontrados na “bola gigante” do metal precioso. No entanto, essa descoberta pode colapsar a economia mundial.

Em um cenário de uma oferta inimaginável de ouro, o ativo pode sofrer uma dura queda nos preços. Por mais que essa riqueza continue concentrada nas mãos de poucos, a oferta do metal precioso será modificada arrastando o preço para uma enorme desvalorização.
É aí que o Bitcoin ganha ao ver seu maior “rival” ter sua oferta ampliada no mercado. Basicamente, quanto mais ouro existir menor é seu preço. Por consequência, o ouro mais “comum” e barato é capaz de fortalecer criptomoedas como o Bitcoin.
O Bitcoin faz parte de uma escala de ativos sem chances de sofrer uma ampliação de oferta. Ou seja, investidores do ouro podem encontrar mais segurança na moeda digital que possui uma emissão limitada em 17 milhões de unidades.
A lei de oferta neste caso faria todo sentido para o Bitcoin em tempos de “asteroide de ouro”. Com o metal precioso perdendo mercado, automaticamente o Bitcoin seria beneficiado, já que a moeda digital é o ativo com maior rentabilidade na última década.
A nova missão da NASA acontecerá por volta de 2030. Em dez anos o mercado para o Bitcoin deve sofrer grandes alterações. Enquanto a criptomoeda reduzirá sua emissão (halving), o ouro é capaz de sofrer um efeito contrário, agradando ao preço do Bitcoin.
Qual é o impacto que você acha que o Bitcoin pode sofrer após a descoberta de um enorme asteroide de ouro? 

Guia do Bitcoin

Socopa divulga as 10 ações recomendadas para janeiro; confira a composição

Socopa divulga as 10 ações recomendadas para janeiro; confira a composição



Por Diana Cheng

Em dezembro, a carteira valorizou 7,46% contra o rendimento de 6,85% do Ibovespa
Socopa apresentou nesta quinta-feira (2) a nova composição da carteira recomendada para janeiro, com ativos de peso igualitário de 10%.
O portfólio do mês é formado por IRB Brasil (IRBR3), B3 (B3SA3), CVC Brasil (CVCB3), Vale (VALE3), Metalúrgica Gerdau (GOAU4), EDP (ENBR3), Pão de Açúcar (PCAR4), Bradesco (BBDC4), Petrobras (PETR4) e CPFL Energia (CPFE3).
Em dezembro, a carteira valorizou 7,46% contra o rendimento de 6,85% do Ibovespa. Já no desempenho anual, houve rentabilidade de 48,56% ante os 31,58% do índice.

Fonte: MONEY  TIMES

DIAMANTE

Introdução

Os diamantes são a substância mais dura da natureza. Eles são considerados pedras preciosas por sua beleza, mas têm muitas outras utilidades.

Como e onde se formam os diamantes 

Os diamantes são cristais de carbono que passaram por um processo de grande pressão e calor. Os cientistas acham que isso aconteceu milhões de anos atrás, debaixo da superfície terrestre. Com o tempo, os diamantes vieram para a superfície junto com o magma. Conforme o magma endureceu, formou vários tipos de rochas. O tipo mais comum de rocha que contém diamantes é chamado de kimberlito. Ele é normalmente encontrado em formações que parecem cones, conhecidas como chaminés. Alguns kimberlitos são desgastados pelo tempo. Quando isso acontece, os diamantes muitas vezes são levados para longe pela correnteza e depois são encontrados em depósitos de areia ou cascalho, nos leitos de rios ou em praias.
Os diamantes são encontrados no mundo todo, menos na Antártica e na Europa. Vários países africanos, entre eles Botsuana e a África do Sul, assim como a Rússia e a Austrália, são os maiores produtores de diamantes do mundo. Na metade do século XX, os cientistas descobriram como criar diamantes artificiais, ou sintéticos, em laboratório.

Características 

Os diamantes variam de transparentes a pretos. Os transparentes são feitos de carbono puro. Os coloridos contêm outros elementos misturados ao carbono. Aqueles usados como pedras preciosas geralmente são transparentes e praticamente incolores. Os diamantes são tão duros que não podem ser arranhados nem quebrados por nenhuma outra substância.

Usos 

Os diamantes são mais conhecidos como pedras preciosas, pois são usados em anéis, brincos, colares e outras joias. Esses diamantes são lapidados, ou cortados, de maneira a ter vários lados. Por causa disso, eles brilham quando a luz bate neles. Mas, na verdade, a maioria dos diamantes do mundo é usada na indústria. Por serem tão duros, eles são usados em furadeiras e em outras ferramentas utilizadas para cortar materiais sólidos e resistentes. Também são transformados em pó e utilizados para polir vários tipos de superfície.

COBRE

O cobre foi o primeiro metal que os seres humanos utilizaram para fazer ferramentas. Ele é um elemento químico algumas vezes encontrado em estado puro na natureza. Assim, desde tempos muito antigos foi possível extraí-lo e utilizá-lo. Isso provavelmente começou há cerca de 10 mil anos. Os cientistas usam símbolos para referir-se aos elementos químicos, e o do cobre é Cu.
Por volta de 6500 a.C., o ser humano aprendeu a moldar o cobre e, em aproximadamente 3500 a.C., aprendeu a derretê-lo e misturá-lo com estanho para produzir bronze. A descoberta acabou dando nome a um importante período, conhecido como Idade do Bronze.

Onde é encontrado o cobre 

O cobre geralmente se combina com outros elementos, formando compostos. As rochas que contêm esses compostos são chamadas de minérios de cobre.
Calcocita, calcopirita, bornita, cuprita e malaquita são os minérios de cobre mais comuns. Para obter cobre puro, os cientistas devem separá-lo dos demais elementos.
O maior depósito conhecido de cobre está situado no Chile, na cordilheira dos Andes. Há grandes depósitos nos Estados Unidos, na Indonésia, no Peru, na Austrália e na Rússia. O cobre também é encontrado nas algas marinhas, em muitos corais, no fígado humano e em certos moluscos e artrópodes.

Propriedades 

O cobre é fácil de moldar. Pode ser transformado em folhas bem finas ou em fios muito longos e também finos. Ele não sofre a ação da atmosfera nem da água do mar. Isso quer dizer que não enferruja e não é corroído. No entanto, quando fica exposto ao ar por longos períodos, cria-se uma camada protetora de cor esverdeada sobre ele.
O cobre é um bom condutor de calor e eletricidade. Também se combina sem dificuldade com praticamente todos os metais. Da liga metálica com o zinco surge o latão. Do cobre com o estanho se obtém o bronze. Há também ligas de cobre e níquel e de cobre e alumínio.

Usos 

Por ser bom condutor de eletricidade e calor, o cobre costuma ser usado em instalações elétricas, aparelhos elétricos e eletrônicos, radiadores de motores para veículos e aparelhos de ar-condicionado. Tubulações de água e outras partes do sistema hidráulico de uma casa também podem ser feitas de cobre, pois ele é bastante resistente.

NÍQUEL

O elemento químico chamado níquel é um metal que se adiciona ao aço para reforçá-lo. Os cientistas utilizam símbolos para representar os elementos químicos, e o do níquel é Ni.
Em geral, o níquel não é encontrado isoladamente na natureza. Costuma estar combinado com arsênico, antimônio ou enxofre. Quando aparece combinado com enxofre, é conhecido como sulfeto de níquel. Também é encontrado combinado com ferro, em meteoros. Os cientistas podem separar o níquel desses outros elementos para obter uma forma pura do metal. A Rússia, o Canadá, a Austrália e a Indonésia são importantes produtores de níquel.
O níquel puro é prateado e muito duro. Ele é bom condutor de calor e eletricidade, além de ser maleável, o que significa que pode ser moldado em lâminas finas. O níquel também resiste à corrosão — ou seja, não se desgasta facilmente pelo efeito do ar, da água ou de outras forças.
A maior parte do níquel é usada para reforçar o aço. Engrenagens, eixos e peças dos motores de veículos são frequentemente feitos de aço reforçado com níquel. O níquel é um dos principais elementos usados na produção de aço inoxidável, além de ser um dos principais elementos de muitas baterias. O cuproníquel é uma liga, ou combinação, de cobre e níquel, usada nas peças de maquinário químico. Devido à capacidade de resistir à corrosão, o níquel também é útil para produzir peças expostas à água marinha. A liga de níquel e cobre também é empregada na fabricação de moedas.

Fonte: Brasil Mineral