segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

O que fazer para aumentar a Testosterona

Para aumentar a testosterona de forma natural deve-se fazer uma alimentação rica em zinco. O aumento deste hormônio estimula a líbido e a fertilidade, além de promover o crescimento de pelos e tornar os ossos mais fortes, tendo benefícios em homens e em mulheres respeitando os valores valores corretos para cada sexo, que se pode descobrir através de um exame de sangue. 
Geralmente, a testosterona deve ser aumentada quando seus valores são inferiores a 300 ng por dL, porém o tratamento só deve ser iniciado por indicação do endocrinologista e em alguns casos, pode ser necessário usar suplementos, como Provacyl ou aplicar injeções, géis ou adesivos.
Outras atitudes que ajudam a produzir quantidades hormonais normais é ter uma boa noite de sono e controlar o estresse. 
A testosterona leva à diminuição da gordura do corpo e promove o aumento da massa muscular, tornando o corpo forte e definido.

Como aumentar a testosterona naturalmente

1. Fazer uma alimentação rica em zinco, vitamina A e D

Alimentos que aumentam a testosterona 
Alimentos que aumentam a testosterona
Para aumentar a testosterona, os homens devem:
  • Ingerir alimentos ricos em zinco, como ostras, fígado, feijão, castanha ou sementes de girassol, por exemplo;
  • Ingerir alimentos ricos em vitamina D, como salmão, sardinhas ou ovo. Além disso, também é importante se expor ao sol diariamente, antes das 11h e depois das 16h, durante pelo menos 1 hora;
  • Comer alimentos ricos em vitamina A, como manga, espinafres, tomate ou óleo de peixe.
Também se deve diminuir o consumo de alimentos com açúcar e soja porque podem levar à redução da quantidade de testosterona.
No entanto, para fazer uma dieta adequada deve-se ir no nutricionista para fazer um cardápio de acordo com as necessidades do homem.

2. Realizar exercício com pesos na academia

Ir na academia 
Ir na academia
Os exercícios de musculação realizados na academia com pesos promovem a produção de testosterona e, por isso, o homem deve realizar diariamente atividade física intensa durante pelo menos 30 minutos usando halteres, barras e elásticos. Além disso, este tipo de exercício facilita a queima de gordura e leva ao aumento da massa magra.
Se ir na academia é um sacrifício veja como encontrar prazer na academia e não desistir.

3. Dormir bem todos os dias

Uma boa noite de sono, dormindo mais de 5 horas seguidas, aumenta a produção de testosterona e diminui os níveis de cortisol, que é o hormônio do estresse, que quando está elevado leva ao aumento de peso que também é um fator para a diminuição da testosterona.
Além disso, deve-se dedicar 2 horas por dia para relaxar e realizar atividades de lazer, como ler, ver televisão ou passear.

4. Manter o peso adequado

Para evitar níveis de testosterona baixos, deve-se manter o peso corporal adequado, apresentando IMC inferior a 29 e, para não desenvolver obesidade deve-se fazer uma dieta equilibrada e ser ativo.

Fonte: Tua Saúde

Preços do petróleo sobem em meio a troca de ameaças entre EUA e Irã

Preços do petróleo sobem em meio a troca de ameaças entre EUA e Irã



Por Reuters
06/01/2020 - 17:22
Irã Morte de Qassem Soleimani Protestos
A região é responsável por quase metade da produção mundial de petróleo (Imagem: REUTERS/Khaled Abdullah)
Os preços do petróleo avançaram nesta segunda-feira, com o Brent tocando a marca de 70 dólares por barril, em meio a uma escalada retórica entre Estados UnidosIrã e Iraque, que aguçou as tensões no Oriente Médio após um ataque aéreo dos EUA matar um importante comandante militar iraniano.
Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em alta de 0,31 dólar, ou 0,45%, a 68,91 dólares por barril. Mais cedo, o valor de referência internacional chegou a tocar uma máxima de 70,74 dólares.
Já o petróleo dos EUA avançou 0,22 dólar, ou 0,35%, a 63,27 dólares por barril. O WTI atingiu máxima de 64,72 dólares no dia, o mais alto valor desde abril.
Após uma forte alta no início da sessão, o petróleo devolveu parte dos ganhos ao longo do dia, diante de crescentes dúvidas sobre a possibilidade de o Irã contra-atacar de uma maneira que afete as ofertas globais da commodity.
“Parece haver o avanço de um diálogo no sentido de que não é do interesse dos iranianos atacar a infraestrutura de petróleo”, disse Bob Yawger, diretor de futuros da Mizuho. “Porque qualquer ataque à infraestrutura de petróleo provavelmente desencadearia um rali no barril e isso, por sua vez, possivelmente interromperia as exportações iranianas.”
Os preços haviam saltado mais de 3% na sexta-feira, depois que um ataque aéreo dos EUA no Iraque matou o comandante militar iraniano Qassem Soleimani, aumentando as preocupações sobre uma escalada nos conflitos no Oriente Médio e o possível impacto das tensões sobre o fornecimento de petróleo.
A região é responsável por quase metade da produção mundial de petróleo, enquanto um quinto dos embarques mundiais da commodity passa pelo Estreito de Ormuz.
No domingo, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor sanções ao Iraque, o segundo maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), caso as tropas dos EUA sejam forçadas a se retirar do país.
Antes disso, o governo do Iraque havia pedido aos EUA e a outras tropas estrangeiras que deixassem o país.
Trump também disse que os EUA vão retaliar o Irã caso Teerã contra-ataque em resposta à morte de Soleimani.
“A situação traz muita incerteza e exige uma leitura geopolítica das reações. Embora o fechamento do Estreito de Ormuz siga um evento bastante improvável, a deterioração (da situação) no Iraque representa riscos à oferta”, disse o chefe da área econômica do banco suíço Julius Baer, Norbert Rucker.

Fonte: MONEY  TIMES

Commodities nesta semana: ajuda da Rússia ao Irã pode afetar o petróleo e o ouro

Commodities nesta semana: ajuda da Rússia ao Irã pode afetar o petróleo e o ouro




Por Barani Krishnan, da Investing.com
06/01/2020 - 14:47
O mercado de commodities opera com tensão entre EUA e Irã (Imagem: REUTERS/Jessica Lutz)
Além da ameaça de “enriquecimento nuclear total” e “dura vingança” contra os Estados Unidos, feita pelo aiatolá Ali Khamenei, os investidores de commodities também devem ficar de olho na resposta de Vladimir Putin à tensão entre EUA e Irã, uma vez que o presidente norte-americano, Donald Trump, prometeu retaliar qualquer ação iraniana, atingindo 52 alvos localizados no país persa.
Isso porque, ao descontar as emoções tanto do líder supremo do Irã quanto do mandatário norte-americano, é possível ter uma visão mais clara dos objetivos do presidente russo e de como o segundo maior país produtor mundial de petróleo e superpotência militar reagirá à mais recente crise geopolítica.

A Rússia irá ajudar o Irã?

A reação de Putin será ainda mais relevante para os investidores com visão macro, se levarem em consideração a possibilidade de a Rússia auxiliar o Irã em um eventual embate contra os Estados Unidos.
Ou a possibilidade de Moscou deixar o acordo de corte de produção com a Opep, o que poderia pesar sobre os preços da commodity e testar o orçamento da Arábia Saudita, maior produtora petrolífera do Oriente Médio e grande aliada dos EUA.
“Não surpreendeu o fato de Moscou ter reagido mal ao anúncio da morte do general Qasem Soleimani, comandante da brigada iraniana al-Quds, ocorrida em Bagdá após o ataque de um drone dos EUA”, afirmou Mark Katz, professor da Faculdade de Política e Governo da Universidade George Mason, em um comentário ao Atlantic Council.
“Mas, embora Moscou tenha proferido críticas ao governo Trump por assassinar Soleimani, até agora a Rússia permaneceu em silêncio em relação ao que irá fazer sobre o assunto”, ressaltou Katz.
O professor concordou com um artigo de opinião do Moscow Times, dizendo que “não seria uma surpresa se a Rússia decidisse dar um passo além do simples apoio diplomático ao Irã, no intuito de proteger seus interesses no Oriente Médio, inclusive oferecendo assistência militar”.

Auxílio da Rússia ao Irã pode provocar uma disparada no petróleo e no ouro

Qualquer envolvimento da Rússia pode acirrar ainda mais o conflito entre EUA e Irã, impulsionando o preço do barril de Brent, que já atingiu a marca de US$ 70, bem como os futuros do ouro, que giram em torno dos US$ 1.580 por onça.
Ouro Semanal
Ouro Semanal
Gaurav Sharma, analista de óleo e gás da Forbes, levantou a questão da saída da Rússia do pacto de corte de produção firmado no âmbito da aliança Opep+.
A Rússia, maior produtora petrolífera entre os dez principais membros da aliança não pertencentes ao cartel, afirmou, no dia 6 de dezembro, que realizará cortes na ordem de 70.000 barris por dia (bpd) para contribuir com os objetivos da Opep+ no primeiro trimestre de 2020.
Isso aconteceu depois que Riad ofereceu um corte por conta própria de 167.000 bpd, para atingir o objetivo de redução total da aliança de 2,1 milhões de bpd, ou 2,1% da oferta mundial.
Petróleo Brent Semanal
Petróleo Brent Semanal

Por quanto tempo mais a Rússia permanecerá na Opep+?

O curioso é que, logo após renovar seu compromisso com a Opep+, no final do ano passado, sob o argumento de evitar uma “turbulência no mercado petrolífero em 2020”, a Rússia passou cogitar sua saída do pacto.
“Os cortes de produção de petróleo não podem ser eternos. Precisamos tomar a decisão de ir saindo aos poucos”, declarou o ministro de energia da Rússia, Alexander Novak, em uma entrevista ao canal de televisão estatal Rossiya24, no dia 27 de dezembro, exatamente três semanas depois de ter se sentado ao lado do ministro do petróleo saudita, Abdulaziz bin Salman, em Viena, para anunciar a renovação dos cortes da Opep+.
Como explica Sharma, a questão é problemática tanto para Novak quanto para cada um dos seus colegas ministros na Opep+. “Onde ficam suas prioridades: defender o preço do petróleo ou sua participação de mercado?”, indagou o analista da Forbes, que apontou que as ações da Opep+ para sustentar os preços também beneficiam os produtores de shale oil nos EUA, “que ganham vantagem, ao poder continuar extraindo sem restrições”.

Recorde nas exportações de petróleo dos EUA

Quem acompanhou os números das exportações de petróleo divulgados no relatório semanal da Agência de Informações Energéticas dos EUA (EIA, na sigla em inglês), na sexta-feira, dirá que Novak tem razão em se preocupar.
O dado sobre a remessa de 4,5 milhões de bpd, citado pela EIA para a semana encerrada em 27 de dezembro, foi o maior desde que os EUA retomaram as exportações de petróleo em 2016. Até então, as remessas petrolíferas dos EUA haviam permanecido abaixo de 4 milhões de bpd por semana.
Além do recorde nas exportações de petróleo em 2019, a produção norte-americana também atingiu a máxima histórica de 12,9 milhões de bpd. No entanto, a produção de shale oil, que responde por mais da metade da produção norte-americana, enfrentou algumas restrições no ano passado.
De forma geral, os produtores petrolíferos americanos reduziram o número de sondas em operação no país para 677 no ano passado, uma queda 24% em relação aos níveis de 2018.
Petróleo
A produção norte-americana atingiu a máxima histórica de 12,9 milhões de bpd (Imagem: REUTERS/Nick Oxford)
Contudo, como assinala Sharma, sem contribuir com um barril sequer para os cortes da Opep+, os EUA, ao contrário, aumentaram suas exportações petrolíferas, em meio aos esforços da aliança para elevar os preços, que fizeram com que o barril do West Texas Intermediate (WTI) saísse das mínimas ao redor de US$ 26, em 2016, para quase US$ 65 atualmente.
Petróleo WTI Semanal
Petróleo WTI Semanal

Barril de petróleo pode se desvalorizar US$ 5 se a Rússia sair da Opep+

Apesar das tensões geopolíticas provocadas pela crise EUA-Irã, a saída da Rússia da Opep+ pode facilmente provocar uma queda de US$ 5 tanto na cotação do barril de WTI quanto de Brent.
Por quê? Porque a saída da Rússia forçará a Arábia Saudita a aprofundar ainda mais os cortes, a fim de cumprir o compromisso de redução de 2,1 milhões de bpd atualmente em vigor.

Fonte: MONEY  TIMES

Top 5 mais lindas pedras preciosas

1O lindo maravilhoso do diamante

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2Maravilhosamente apresento a esmeralda

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3Lindo e perfeito esse é o quartzo

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4Especialmente aqui está a ametista

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5E por último a tão conhecida peróla

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Fonte: Portal do Geólogo

NÃO SE ESQUEÇA TODOS OS DIAS...

                    

                                 



                                Fonte: Seleções