domingo, 19 de janeiro de 2020

Trisul vende 79% mais em 2019, mas ritmo cai no quarto trimestre. E agora?


Trisul
Clareou ou escureceu? Mercado dirá se prévia da Trisul é boa ou ruim (Imagem: Divulgação/Youtube/Trisul)

construtora e incorporadora Trisul (TRISS3) apresentou números ambíguos em sua prévia operacional do quarto trimestre. Para os pessimistas, o fim do ano foi mais fraco que o terceiro trimestre. Para os otimistas, o resultado geral de 2019 foi de encher os olhos.
As vendas líquidas, por exemplo, subiram 79% no acumulado de 2019, quando se considera apenas a participação da Trisul nos empreendimentos, e alcançaram R$ 1,035 bilhão. Os lançamentos, medidos em Valor Geral de Vendas (VGV), avançaram 74%, para R$ 1,152 bilhão.
O desempenho em número de unidades foi menor, mas não desprezível, com crescimento de 20% nos lançamentos e de 27% nas vendas.

Por outro lado…

O problema, como sempre, é saber o que será mais importante para os analistas. Isto porque, outra comparação mostra uma desaceleração no ritmo da empresa. Em relação ao terceiro trimestre, as vendas líquidas recuaram 14%, embora o número de unidades vendidas tenha crescido 31%. Isso mostra que, na média, a empresa ofereceu os imóveis por um preço menor.

trisul
Ritmo: porcentagem de vendas, sobre o valor geral em estoque, caiu (Imagem: Dviulgação/Facebook/Trisul)

Já o VGV lançado no quarto trimestre foi 15% inferior ao dos meses de julho a setembro, caindo de R$ 338 milhões para R$ 288 milhões. Outro indicador que costuma pautar relatórios de analistas é a velocidade com que os imóveis são negociados, ou Venda sobre Oferta (VSO).
O VSO reforça a sensação de que a Trisul desacelerou no fim de ano. Em número de unidades vendidas, o ritmo foi o mesmo (20% no terceiro e no quarto trimestres). Mas, quando medido em faturamento, o VSO do último quartil do ano foi de 26%, ante 28% no terceiro trimestre.
Agora, cabe aos analistas dizer para que parte dos números preferem olhar. Os relatórios que serão divulgados nos próximos dias sobre os números e, principalmente, a reação das ações da Trisul na B3 (B3SA3) responderão a dúvida.


Fonte: MONEY  TIMES

Esmeralda gigante de 360 quilos é achada no norte da Bahia

sábado, 18 de janeiro de 2020

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MINERAL RUBI

MINERAL RUBI



RUBI



Óxido de alumínio. (Al2O3). Os coríndons são formas cristalizadas raras de alumina. A coloração variada dá em púrpura o rubi. Em azul a safira. A tonalidade pode variar do vermelho, desde o rosado ao púrpuro, ou vermelho amarronzado, dependendo do conteúdo de cromo e ferro da pedra. As inclusões são muito frequentes, mas não significam uma diminuição da qualidade: ao contrário: são provas da legitimidade dos rubis naturais, em contraposição às gemas sintéticas. Sistema cristalino: hexagonal, romboédricos, bipiramidal e trigonal (prismas de seis faces). Dureza: 9 (abaixo apenas do diamante). Densidade: 4,1. Brilho: vítreo, adamantino. Traço: branco. Fratura: concóide, irregular. Clivagem: não clivavel. Cor: a substância corante é o cromo. Diafaneidade: transparente, translúcido e opaco. Origem: rochas magmáticas e metamórficas, ou como seixos rolados em depósitos aluviais. Fluorescência: forte, vermelho carmim. Fusibilidade: infusível. Solubilidade: insolúvel em ácidos. São encontrados em Myanmar, Sri Lanka, Tailândia e Vietnã. No Brasil ocorrem em Granja e Itapipoca CE, Parelhas RN, Patos PB, Floresta PE, Petrópolis RJ, São Roque SP, e Conceição do Mato Dentro MG, sempre impuro. Há rubi no rio Paraguaçu BA, e safira nos rios Coxim, Jauru e Coxipó MT. Amostra bruta do Sri Lanka. 






Fonte: CPRM

EXTRA- BAMBURRO EM MINA DE TURMALINA VERDE