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No geral, o analistas gostaram dos números do quarto trimestre, divulgados pelo Magazine Luiza (SA:MGLU3). Entre os destaques, foram citados o crescimento das vendas, o aumento do ebitda e a continuidade dos investimentos no e-commerce.
O problema, contudo, é que tudo isso deve ajudar pouco na valorização das ações.
Em um rápido comentário, a Guide Investimentos classificou os resultados da varejista como “robustos”, a ponto de compensar o ebitda ligeiramente abaixo das expectativas, devido à consolidação da compra da Netshoes (NYSE:NETS).
Ao reiterar sua visão “positiva” para a empresa em 2020, a Guide enfatiza os investimentos que o Magazine Luiza deve realizar para se transformar numa plataforma de serviços, conjugando as lojas físicas com o comércio online.
Muita calma
A XP Investimentos também elogia o desempenho do empresa, e observa que o lucro líquido foi surpreendente. Com R$ 4,7 bilhões em caixa em dezembro, a companhia tem pernas para continuar seu investimento na integração de plataformas, segundo a gestora.
“Vemos espaço para potenciais surpresas positivas em relação à estratégia de alocação de capital da companhia”, afirma a XP, em relatório aos clientes assinado por Pedro Fagundes.
Tudo isso é muito bom, mas não deve repercutir por muito tempo no preço dos papéis, já que a empresa já é negociada a múltiplos elevados, de acordo com o analista da XP. “Temos dificuldade em justificar um potencial de alta significativo nos níveis atuais”, diz.
Por isso, a gestora mantém sua recomendação neutra para as ações, com preço-alvo de R$ 58 para o fim de 2020.
Conheça as 10 pedras preciosas mais valiosas do mundo
As pedras preciosas desempenharam um papel fundamental na história humana. Usadas como tesouro por reis e rainhas ao longo dos tempos, como amuletos místicos ou simplesmente como joias, as gemas sempre fascinaram as pessoas e por isso carregam em si grandes valores.
Existem uma grande variedade de pedras preciosas no mundo, e seu valor varia por diversos fatores, como tamanho, qualidade, raridade, demanda no mercado e até mesmo pela sua história.
Conheça agora as 10 das pedras preciosas mais valiosas conhecidas pela humanidade.
10. Virgin Rainbow Opal - Opala
Valor: Avaliado em 1 milhão do dólares (3,2 milhões de reais)
Descoberto na Austrália em 2003, esse opala incrivelmente raro é capaz de brilhar no escuro. Ele exibe um arco-íris de cores que o torna verdadeiramente único, e por isso, extremamente valioso.
9. Hope Spinel - Espinela
Foto: Bonhams
Valor: 1,4 milhão de dólares (4,5 milhões de reais)
Com 50.13 quilates, o Hope Spinel é uma joia de cor rara que estabeleceu um recorde mundial em 2015, quando foi vendido por 1,47 milhão de dólares. Essa pedra faz parte da Coleção Hope assim como o famoso diamante Hope, um diamante azul de 45,5 quilates, e acredita-se que ela tenha vindo do Tajiquistão.
8. Esmeralda Rockefeller - Esmeralda
Valor: 5,5 milhões de dólares (17,9 milhões de reais)
Vendida por 5,5 milhões de dólares, esta esmeralda de 18,04 quilates é atualmente a esmeralda mais cara por quilate. Inicialmente, John D. Rockefeller comprou essa esmeralda colombiana, ainda não tratada, para sua esposa na década de 1930. Em junho de 2017, Harry Winston comprou a joia verde.
7. Moussaieff - Diamante vermelho
Valor: Aproximadamente 8 milhões de dólares (26 milhões de reais)
Com 5.11 quilates, o Moussaieff é o maior diamante vermelho classificado pelo GIA (Instituto Gemológico da América). Os diamantes vermelhos são notoriamente raros, e alguns gemólogos alegam que existam apenas cerca de 20 ou mais diamantes vermelhos "verdadeiros" já descobertos.
O Moussaieff foi originalmente cortado de uma pedra bruta de 13,9 quilates, encontrada no Brasil, e foi vendido por cerca de 8 milhões de dólares no início dos anos 2000.
6. Graff Vivid Yellow - Diamante amarelo
Foto: Andrew Cowie
Valor: 16.3 milhões de dólares (53,1 milhões de reais)
Esse grande diamante amarelo de cerca de 100 quilates foi vendido por mais de 16 milhões de dólares em 2014. Com essa venda, o Graff Vivid Yellow marcou um novo recorde mundial de diamante amarelo mais caro vendido em leilão.
Essa pedra preciosa foi originalmente cortada de um diamante bruto de 190 quilates, em Nova York.
5. Blue Belle da Asia - Safira
Créditos: Denis Balibouse / Reuters
Valor: 17,3 milhões de dólares (56,3 milhões de reais)
Com 392,52 quilates, a safira Blue Belle da Asia foi vendida por 17,3 milhões de dólares em Genebra, em 2014. Essa joia, que foi descoberta no Sri Lanka em 1926, atualmente é a safira mais cara do mundo.
4. Sunrise Ruby - Rubi
Foto: Justin Tallis
Valor: 30,42 milhões de dólares (99,1 milhões de reais)
Pesando 25.59 quilates, o rubi birmanês Sunrise Ruby estabeleceu um novo recorde mundial em 2015, quando foi vendido por 30,42 milhões de dólares. O rubi mais caro do mundo é uma criação da Cartier e é conhecido pela seu tom de vermelho “pigeon blood”, ou sangue de pombo.
3. Orange - Diamante laranja
Foto: Fabrice Coffrini
Valor: 35,5 milhões de dólares (115.6 milhões de reais)
Acredita-se que esse é o maior e mais caro diamante laranja do mundo, com 14.82 quilates. Esse diamante laranja em forma de pera foi vendido por mais de 30 milhões de dólares em 2013.
Diamantes puramente laranjas como o Orange são extremamente raros, pois a maioria dos diamantes laranjas também exibem uma cor secundária.
2. Oppenheimer - Diamante azul
Valor: 57,5 milhões de dólares (187.3 milhões de reais)
Com 14.62 quilates, o Oppenheimer é o maior diamante azul já vendido em leilão. Este diamante com corte de esmeralda foi nomeado em homenagem ao seu proprietário anterior, Philip Oppenheimer, cuja família controlou a lendária empresa DeBeers.
1. Pink Star - Diamante rosa
Valor: 71,2 milhões de dólares (231.9 milhões de reais)
Este diamante rosa de 59,60 quilates foi vendido em 2017 por 71,2 milhões de dólares em Hong Kong. Minerado na África do Sul em 1999, esta pedra é o maior diamante rosa já registrado.
O Pink Star estabeleceu um novo recorde para um diamante vendido em leilão e é a pedra preciosa mais cara já vendida no mundo. Fonte: HIPER CULTURA
Ex-assessor da AL e mais um são presos em MT com 470 pedras de diamante extraídas de terra indígena
Eles não explicaram no depoimento a origem das pedras e também não apresentaram nenhum documento de posse delas.
Por Denise Soares e Bárbara Taques, G1 MT
Ex-assessor da ALMT e mais um foram presos com 470 pedras de diamante extraídas de terra indígena — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação
supostamente de uma terra indígena, e foram presos em Comodoro, a 677 km de Cuiabá.
Um dos presos é Almir Ribeiro de Carvalho Júnior, de 43 anos. Ele é ex-assessor da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Almir foi exonerado do cargo de assessor adjunto do gabinete da ALMT em outubro de 2018.
O outro preso é Alison Celsa da Silveira, de 48 anos. Ele era o passageiro do veículo. O G1 não localizou ainda os advogados deles.
De acordo com a Polícia Civil, a denúncia apontou que as duas pessoas estariam em um determinado veículo passando pela BR-364, rumo à capital mato-grossense.
Polícia recebeu denúncia e prendeu 2 pessoas com 470 pedras de diamante em Comodoro — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação
Os policiais localizaram o carro e abordaram a dupla. Alison estava com 290 pedras de diamante em dois sacos. Já Almir estava com 180 pedras preciosas, além de um brinco e um pingente cravejado em diamante.
Os dois também estavam como R$ 2,8 mil em dinheiro.
Conforme informações da polícia, os homens não explicaram no depoimento a origem das pedras e também não apresentaram nenhum documento de posse delas.
A suspeita é que os diamantes tenham sido extraídos da Reserva Indígena Roosevelt, que fica em Rondônia. O caso foi repassado para a Justiça Federal de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, para ser investigado. Fonte: G1
Dólar fecha em alta e colado em R$4,33 com incertezas sobre protesto de caminhoneiros
Moedas1 hora atrás (17.02.2020 17:54)
Por José de Castro
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar começou a semana em alta ante o real, devolvendo quase toda a queda da sessão anterior e retomando nível perto de 4,33 reais, em dia sem a referência dos mercados norte-americanos, sem injeção de liquidez pelo Banco Central e com receios em torno de manifestação de caminhoneiros em Santos (SP).
"O mercado deve continuar à mercê das rápidas mudanças do humor no exterior, enquanto as atenções se voltam a Santos", disse a Guide Investimentos em nota.
Caminhoneiros realizam nesta segunda-feira uma manifestação de 24 horas na entrada do porto de Santos, o maior do Brasil. A assessoria de imprensa do porto afirmou que o movimento dos caminhoneiros afetou a descarga de produtos nas esteiras de granéis minerais, que usualmente transportam fertilizantes importados, na área do cais público.
O mercado ainda tem na memória a greve dos caminhoneiros de 2018. A paralisação de mais de dez dias só terminou após o governo atender a uma série de demandas, inclusive redução no preço do combustível, gerando elevado custo fiscal e impactando visivelmente a economia.
O dólar à vista fechou em alta 0,66%, a 4,3295 reais na venda. Na sexta, a moeda havia recuado 0,79%.
Na B3, o dólar futuro de maior liquidez tinha alta de 0,69%, a 4,3300 reais.
O real tinha o pior desempenho entre as principais moedas globais nesta sessão, em sessão na qual o Banco Central fez apenas a rolagem de 13 mil contratos de swap cambial.
Nos dois pregões anteriores, a moeda brasileira esteve na ponta positiva após o BC vender 2 bilhões de dólares em contratos de swap cambial tradicional. A oferta líquida desses ativos --que, na prática, funcionam como injeção de liquidez no mercado-- não ocorria desde agosto de 2018.
A alta do dólar ocorreu ainda com menor liquidez de investidores estrangeiros, mais à parte do mercado numa segunda-feira sem negócios em Wall Street pelo feriado do Dia dos Presidentes.
Sem Wall St, Ibovespa sobe com cena corporativa em foco; Carrefour Brasil sobe 5%
Ações2 horas atrás (17.02.2020 11:17)
Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa avançava nesta segunda-feira, tendo a cena corporativa sob os holofotes, com Carrefour Brasil subindo 5% após anunciar a aquisição de lojas da rede Makro, e Magazine Luiza valorizando-se quase 3% depois de resultado trimestral.
A sessão também é marcada pelo vencimento dos contratos de opções sobre ações na primeira etapa, o que tende a melhorar o volume negociado, em pregão de menor liquidez, sem a referência de Wall Street por feriado nos Estados Unidos.
Às 11:45, o Ibovespa subia 0,76 %, a 115.253,28 pontos. O volume financeiro somava 3,7 bilhões de reais.
Do exterior, repercutia positivamente decisão do banco central da China de cortar juros sobre seus empréstimos de médio prazo, o que deve abrir caminho para uma redução na taxa primária de empréstimo (LPR), na quinta-feira.
A medida busca reduzir os custos e aliviar os apertos financeiros sobre empresas afetadas pela epidemia de um novo coronavírus no país, o que ajuda a aliviar preocupações com os efeitos do vírus na economia chinesa e seus reflexos globais.
"Após duas sessões de queda, o principal índice da bolsa brasileira é beneficiado pelo exterior", destacou a equipe da Elite Investimentos, atribuindo a melhora do humor no primeiro pregão da semana ao anúncio de estímulos pela China.
DESTAQUES
- CARREFOUR BRASIL ON (SA:CRFB3) avançava 5,08%, após anunciar no domingo a compra no Brasil de 30 lojas e 14 postos de combustíveis operados pelo Makro por um total máximo de 1,953 bilhão de reais. O Goldman Sachs considerou a aquisição estrategicamente positiva, citando entre outros fatores que permitirá ao Carrefour Brasil acelerar ainda mais o desenvolvimento de suas rede de atacarejo no Rio de Janeiro e Nordeste.
- MAGAZINE LUIZA ON (SA:MGLU3) subia 2,93%, uma vez que o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização, um indicador do desempenho operacional da empresa, também conhecido como Ebitda, aumentou 41,2% no quarto trimestre ano a ano, para 499,1 milhões de reais. Analistas, em média, previam, Ebitda de 466 milhões de reais no período, conforme dados da Refinitiv. O lucro líquido ajustado somou 185,3 milhões de reais, queda de 0,5% ano a ano.
- VALE ON (SA:VALE3) tinha alta de 2,14%, apoiada na alta dos preços do minério de ferro na China e tendo no radar que a mineradora Rio Tinto (LON:RIO) reduziu sua previsão de embarques de minério de ferro da região de Pilbara, na Austrália, como resultado da passagem do ciclone tropical Damien, que atingiu a costa oeste do país. No setor de mineração e siderurgia, CSN ON (SA:CSNA3) subia 1,18%.
- COSAN ON (SA:CSAN3) caía 3,26%, no primeiro pregão após reportar resultado trimestral, com forte queda no lucro ajustado, para 392 milhões de reais entre outubro e dezembro de 2019, ante 730,3 milhões de reais no mesmo período de 2018. O Ebitda ajustado somou 1,373 bilhão de reais, ante 1,485 bilhão de reais no quarto trimestre de 2018.
- PETROBRAS PN (SA:PETR4) tinha acréscimo de 0,07%, em sessão de fraqueza dos preços do petróleo no mercado externo. PETROBRAS ON (SA:PETR3) tinha variação positiva de 0,25%.
- BRADESCO PN (SA:BBDC4) cedia 0,18% e ITAÚ UNIBANCO PN caía 0,06%, em sessão de pequenas oscilações das ações de bancos listadas no Ibovespa, com SANTANDER BRASIL UNIT (SA:SANB11) mostrando acréscimo de 0,37%, BANCO DO BRASIL ON (SA:BBAS3) tinha variação negativa de 0,06% e BTG PACTUAL (SA:BPAC11) UNIT trabalhava quase estável.
- GPA PN (SA:PCAR4) avançava 2,14%, após a B3 aprovar a admissão da empresa em sua categoria Novo Mercado. "A migração para o Novo Mercado reforça o compromisso do GPA com elevados padrões de governança corporativa, além de poder permitir ao GPA ampliar sua base de potenciais investidores", disse a empresa no comunicado na sexta-feira à noite.