quarta-feira, 4 de março de 2020

Ibovespa avança com exterior favorável; IRB Brasil despenca

Ibovespa avança com exterior favorável; IRB Brasil despenca



Ações36 minutos atrás (04.03.2020 12:25)

© Reuters.  Ibovespa avança com exterior favorável; IRB Brasil despenca© Reuters. Ibovespa avança com exterior favorável; IRB Brasil despenca
Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - O tom positivo prevalecia na bolsa paulista, com Petrobras e Vale entre os principais suportes do Ibovespa e apostas de atuação de bancos centrais para proteger as economias dos efeitos do surto de coronavírus, enquanto IRB Brasil (SA:IRBR3) desabava após a Berkshire Hathaway negar ser acionista.
Às 12:13, o Ibovespa subia 1,3%, a 106.906,07 pontos. Na máxima, mais cedo, chegou a 107.808,91. O volume financeiro somava 7 bilhões de reais.
Após o Federal Reserve reduzir os juros nos Estados Unidos na véspera em razão do coronavírus, o banco central da China deixou inalterados os custos de empréstimo de curto prazo. Fontes ouvidas pela Reuters, por sua vez, citaram reunião emergencial do Banco Central Europeu.
Nos mercados, a aposta é de que autoridades continuarão a agir para reduzir os custos de financiamentos para empresas e adotarão fortes medidas para impulsionar a economia, que tem sido afetada pelo surto do vírus.
Para analistas da Terra Investimentos, o Ibovespa deverá continuar bastante volátil, acompanhando indicadores econômicos e desdobramentos relacionados ao Covid-19, principalmente os reflexos nas economias, conforme relatório distribuído a clientes mais cedo nesta quarta-feira.
Ainda no exterior, a equipe da Elite Investimentos também citou entre os componentes favoráveis para a sessão a consolidação de Joe Biden, após eleições primárias nos EUA, como principal candidato do Partido Democrata para disputar a presidência norte-americana.
Nos EUA, as bolsas mostravam alta com investidores comemorando a liderança surpresa de Biden nas primárias democratas.
Em meio a preocupações sobre os reflexos na economia brasileira, também estão no radar expectativas de que o Banco Central comandado por Roberto Campos Neto reduzirá a taxa Selic, atualmente em 4,25%. Na véspera, o BC disse que as próximas duas semanas permitirão uma avaliação mais precisa.
"As apostas para um novo corte na taxa básica de juros, vêm ganhando força, principalmente depois do Fed reduzir os juros e após o comunicado do BC brasileiro", afirmaram Régis Chinchila e Sandra Peres, da Terra.
A sessão ainda contou com números sobre o PIB brasileiro, mostrando que a economia registrou em 2019 o desempenho mais fraco em três anos ao crescer 1,1%, terminando o ano com fortes perdas de investimento e dúvidas sobre a atividade em 2020 em meio a potenciais danos provocados pelo coronavírus.
DESTAQUES
- IRB BRASIL RE ON despencava 31%, após a Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, dizer que não é acionista da resseguradora brasileira, negando informações que circularam na mídia nos últimos dias, e afirmando que não tem interesse em ser. O IRB disse que fará análise criteriosa de notícias sobre a base acionária.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) tinha alta de 2,3%, enquanto PETROBRAS ON (SA:PETR3) subia 2%, em movimento alinhado ao aumento dos preços do petróleo no exterior. A petrolífera também divulgou que suas exportações de petróleo superaram 690 mil barris por dia, destacando os "patamares elevados" apesar do "período desafiador para a economia global".
- VALE ON (SA:VALE3) avançava 2,6%, na esteira da alta dos preços de minério de ferro na China, em meio a expectativas de estímulos para reavivar aquela economia. No setor, CSN ON (SA:CSNA3) subia 0,7%, tendo ainda no radar resultado trimestral após o fechamento do pregão. Analistas esperam, em média, lucro líquido de 677,5 milhões de reais, segundo dados da Refinitv.
- FLEURY ON (SA:FLRY3) avançava 4,3%, entre as maiores altas, conforme segue apoiada em expectativa de aumento de volumes em razão do surto global do novo coronavírus, que também já chegou ao Brasil. Na outra ponta, QUALICORP ON (SA:QUAL3) caía 2,2%.
- CYRELA REALTY ON mostrava valorização de 4,1%, tendo de pano de fundo a forte queda nas taxas futuras de juros no Brasil. O índice do setor imobiliário da B3 avançava 2,1%.
- BRADESCO PN (SA:BBDC4) cedia 0,2% e ITAÚ UNIBANCO PN mostrava estabilidade, também atenuando a alta do Ibovespa, dado o peso relevante que ambos detêm na composição do índice. BANCO DO BRASIL ON (SA:BBAS3) caía 0,7% e SANTANDER BRASIL UNIT (SA:SANB11) perdia 0,85%. Na contramão, BTG PACTUAL (SA:BPAC11) UNIT valorizava-se 2,3%.

Fonte: Reuters

A BELEZA E O MISTICISMO DAS PEDRAS PRECIOSAS


Dólar tem 10ª alta consecutiva e crava novo recorde histórico acima de R$4,51 com exterior arisco após Fed

Dólar tem 10ª alta consecutiva e crava novo recorde histórico acima de R$4,51 com exterior arisco após Fed



Moedas12 horas atrás (03.03.2020 17:50)

Por José de Castro
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subiu pela décima sessão consecutiva ante o real nesta terça-feira, fechando acima de 4,50 reais pela primeira vez e batendo o nono recorde nominal seguido, num dia de grande volatilidade nos mercados globais após um corte surpresa de juros nos Estados Unidos gerar temores de que o impacto do coronavírus nas economias norte-americana e global pode ser maior que o temido.
O dólar à vista fechou em alta de 0,54%, a 4,5109 reais na venda, com folga deixando para trás a máxima recorde para um encerramento de 4,4868 reais alcançada na véspera. Pelo menos desde março de 2002 o dólar não sobe por dez sessões consecutivas. Na série atual, a moeda acumula ganho de 4,88%.
Durante os negócios desta terça, a cotação bateu 4,5190 reais na venda, novo pico recorde intradiário. Na mínima do dia, atingida depois de o Fed cortar os juros, desceu a 4,4531 reais (-0,75%).
Na B3, o dólar futuro de maior liquidez tinha valorização de 0,75%, a 4,5160 reais, após bater 4,5260 reais na máxima.
A volatilidade deu a tônica da sessão. A moeda começou o dia em queda, mas passou a subir gradualmente. Às 12h, a cotação ganhava 0,4%, a 4,5048 reais, mas abruptamente virou para queda de 0,75%, a 4,4531 reais depois de o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) anunciar um corte surpresa nos juros.
Em tese, juros mais baixos nos EUA melhoram as condições de liquidez e estimulam migração de capital para mercados emergentes, como o Brasil, o que tende a aumentar a oferta de dólar e baixar o preço da moeda.
Porém, cerca de uma hora depois do corte de juros, a moeda começou a retomar fôlego, acompanhando o aumento da aversão a risco nas praças externas conforme investidores interpretaram o alívio monetário não programado como sinal de que as economias norte-americana e global podem estar mais vulneráveis e ser mais impactadas pelo coronavírus do que o imaginado inicialmente.
Para Ilan Arbetman, da Ativa Investimentos, há duas formas de se ver o corte de juros nos EUA: "positivamente", com expectativa de que a medida contenha os efeitos do vírus, e de forma mais cautelosa.
"O corte (de juros) pode significar que há algo maior na matriz de riscos e que, mesmo com o movimento, é possível observar maiores movimentos de desaceleração global, procura por mecanismos de hedge e efeito-contágio nos preços dos ativos globais, o que promoveria suas quedas", disse Arbetman em nota.
"O Fomc (comitê de política monetária do Fed) acendeu a luz vermelha, passando muito abruptamente pela amarela e, novamente, tal gap na comunicação pode acabar sendo mais prejudicial que positivo ao mercado", completou.
Tal pano de fundo reforça temores de que o Brasil --já afetado por várias revisões de baixa para a economia-- cresça ainda menos que o esperado neste ano, o que potencialmente levaria a juros mais baixos e prejudicaria mais o apelo do real.
O Goldman Sachs se juntou a outras instituições financeiras e diminuiu nesta terça o prognóstico de expansão para o PIB brasileiro a 1,5% neste ano, de 2,2% da previsão anterior. Com isso, o banco reduziu para 3,75% a Selic esperada para o fim deste ano, ante taxa atual de 4,25%.
Pesquisa Reuters feita antes do corte de juros nos EUA já havia mostrado uma queda de 2,4% na mediana das estimativas para a taxa de câmbio brasileira contra o dólar dentro de um ano, justamente por frustrações do lado da economia e pelos temores adicionais gerados pelo coronavírus.
O aumento das preocupações sobre o crescimento brasileiro se deu na véspera de o IBGE reportar os números oficiais do PIB do quarto trimestre de 2019.
No acumulado de 2020, o dólar salta 12,41% em termos nominais ante o real, que tem o pior desempenho no período entre 33 rivais da moeda norte-americana.


Fonte: Reuters

O que é mais caro, o ouro branco ou o ouro amarelo

O que é mais caro, o ouro branco ou o ouro amarelo





O que é mais caro, o ouro branco ou o ouro amarelo

Apesar de a maioria das pessoas conhecer o ouro amarelo, talvez nem todos nós saibamos o que é o ouro branco e de onde vem. Pois bem, o ouro branco não é um novo metal, trata-se de uma liga de metais preciosos que permite fazer combinações com outros metais e pedras preciosas. Se também quer saber qual destes dois tipos de ouro é o mais caro, neste artigo de umComo explicamos-lhe o que custa mais, o ouro branco ou o amarelo.
Passos a seguir:
1
ouro em estado puro tem 24 quilates, mas é demasiado frágil e macio para ser trabalhado em joalheria.
2
É por isso que se costuma utilizar o de 18 quilates (conhecido como ouro de primeira lei) que contém 75% de ouro puro e 25% de outros metais.
3
ouro branco é uma junção de ouro puro com outros metais brancos como a prata, a platina, o paládio ou o níquel. Por sua vez, costuma ser revestido por ródio de alto brilho para se obter um acabamento espelhado.
4
O fato de utilizar metais como o paládio ou platina, que são mais caros que o ouro puro, supõe que uma peça de ouro branco seja mais cara que uma semelhante em ouro amarelo.
5
Quanto à relação de custo pode ser desde uns 5% a uns 50% superior ao do ouro amarelo, em função do processo utilizado na sua fabricação.


Fonte: DNPM

Descobertas dezenas de pedras preciosas numa antiga casa paroquial em França


Descobertas dezenas de pedras preciosas numa antiga casa paroquial em França



Um pedreiro descobriu dezenas de pedras preciosas enquanto levava a cabo trabalhos de restauração numa antiga casa paroquial em França.
O jornal francês Le Figaro, que avançou a notícia na semana passada, precisa que esta casa se localiza em Saint-Tropez, na Riviera Francesa.
O trabalhador encontrou num canto da lareira várias caixas de charutos que continham, no total, sessenta pedras preciosas, incluindo safiras, esmeraldas, rubis e diamantes.
É ainda desconhecida a origem das jóias.
De acordo com o Código Civil que vigora em França, a propriedade de um tesouro escondido pertence à pessoa que o encontra na sua própria terra. Contudo, se a descoberta ocorrer numa propriedade de terceiros – como acontece no caso desta casa paroquial, a pessoa que a encontra fica apenas com metade do valor.
Entre 1928 e 2017, a casa paroquial abrigava padres, tendo depois sendo vendida a uma empresa de imobiliário belga. Neste sentido, explica ainda o jornal francês, o tesouro vai sr distribuído em duas partes iguais pelo trabalhador e pelo novo proprietário.


Fonte: ZAP