terça-feira, 21 de abril de 2020

Após disparada de 31%, urânio é commodity que mais sobe no ano

Após disparada de 31%, urânio é commodity que mais sobe no ano


Contratos futuros de urânio negociados em Nova York avançaram cerca de 36% desde meados de março para US$ 32,50 por libra-peso
    urânio uranium energia nuclear
    (Getty Images)
    (Bloomberg) — Enquanto o coronavírus massacra os preços da maioria das commodities, o urânio saiu em disparada.
    O metal radioativo usado como combustível nuclear subiu 31% este ano, tornando-se a commodity com melhor desempenho no mundo. Os ganhos foram estimulados por paralisações em minas que eliminaram mais de um terço da produção global anual, em um momento em que a demanda vinda das usinas permaneceu relativamente estável.
    “É um movimento duplo em favor do urânio”, disse Nick Piquard, gerente de carteiras da Horizons ETFs. “Provavelmente a Covid-19 não afetou tanto a demanda por energia nuclear, mas certamente está impactando a oferta.”
    Embora a demanda por energia, incluindo a nuclear, seja prejudicada pela pandemia, a expectativa é que muitas usinas atômicas sigam operando. Isso ocorre em parte porque é mais fácil ligar e desligar usinas movidas a carvão e gás do que que as instalações nucleares. Por isso, vale a pena mantê-las funcionando, mesmo que a demanda por eletricidade diminua um pouco, explicou Piquard.
    A indústria de urânio está em crise desde o desastre de Fukushima, em 2011, que levou ao fechamento da maioria dos reatores nucleares do Japão e a uma reavaliação da energia nuclear no mundo inteiro. A mudança fez com que o metal se acumulasse, derrubando os preços em até 75% em relação aos picos alcançados em 2011.
    Diante dos preços baixos, duas gigantes do setor — Kazatomprom e Cameco — reduziram a produção de urânio nos últimos três anos para diminuir o excesso global do produto.
    A crise da Covid-19 acelerou bruscamente esse processo. A líder Kazatomprom anunciou em abril a redução das atividades operacionais nas minas de urânio no Cazaquistão por cerca de três meses.
    Já a Cameco diminuiu ainda mais a produção no mês passado ao paralisar as atividades em Cigar Lake, a mina que mais produz no mundo, localizada no Canadá. A suspensão depois foi estendida por tempo “indeterminado” em 13 de abril.
    Ao todo, as paralisações durante três semanas eliminaram cerca de 46 milhões de libras-peso, ou cerca de 35% da produção global anual de urânio, de acordo com Mike Kozak, analista da Cantor Fitzgerald.

    Fonte:  Bloomberg Brasil

    As 9 pedras preciosas mais raras que diamante

    O diamante é conhecido como a joia mais cara do mundo por conta de sua durabilidade. Mas o que muita gente não sabe, é que o diamante é uma pedra bastante comum de se encontrar. Mas existem pedras em nosso planeta que são mais difíceis de se achar do que o diamante. Confira a coleção das gemas mais preciosas e raras do mundo:

    9 – Painita

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    É um dos minerais mais raros do mundo. Em 2005, o Livro dos Recordes reconheceu a painita como a pedra preciosa mais rara do mundo, pois até este ano existiam menos de 25 cristais de Painita descobertos no planeta. Após 2005, novos cristais de Painita foram encontradas na região de Myanmar. Atualmente esta joia é considerada uma das mais raras do planeta.

    8 – Alexandrita

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    Esta joia é famosa por suas propriedades ópticas que a fazem mudar radicalmente de cor de acordo com o tipo de luz que incide sobre ela. Sob a luz natural, ela é geralmente verde-oliva, mas sob a luz incadescente, ela se torna vermelha. E o mais impressionante é que essa mudança de cor independe do ângulo de visão do observador.
    A Alexandrita pertence a família das esmeraldas, sendo umas das pedras mais caras do mundo. Ela pode ser encontrada nos Montes Urais na Rússia e no município de Antônio Dias em Minas Gerais.

    7 – Tanzanita

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    Trata-se de uma gema popular e valiosa, principalmente por sua coloração e raridade (10.000 vezes mais raro que o Diamante). A tanzanita, assim como a Alexrandrita, pode variar de cor de acordo com a luz, passando de um azul, para um roxo ou um vermelho. É  encontrada quase que exclusivamente no sopé do Monte Kilimanjaro, e foi muito difundida nos EUA, pela grande empresa de jóias Tiffany & Co.

    6 – Benitoíte

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    De um azul impressionante, sua cor torna-se incandescente sob a luz UV. Foi encontrada perto das águas do rio San Benito em San Benito County, na Califórnia.

    5 – Grandidierite

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    Grandidierite é um mineral e uma gema extremamente raro que foi descoberto no ano de 1902 no Sul de Madagascar. Assim como a alexandrita e a tanzinita, o grandidierite também muda de cor de acordo com a luz, e pode transmitir as cores azul, verde e branca.

    4 – Diamantes vermelhos

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    Os diamantes são comuns, mas não de todas as cores. Eles podem apresentar diferentes tons, e, por ordem de raridade, temos: amarelo, marrom, incolor, azul, verde, preto, rosa, laranja, roxo e vermelho.
    Os diamantes vermelhos são muito difíceis de encontrar. Para se ter uma ideia, o maior diamante vermelho encontrado foi o Moussaieff Vermelho, que pesa cerca de 1 grama.

    3 – Musgravite

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    Este mineral foi descoberto pela primeira vez em 1967 no sul da Austrália,
    É uma das mais raras gemas na terra. Desde 2005, apenas oito espécimes desse mineral foram encontradas, e dessas, somente duas gemas foram lapidadas.

    2 – Jeremejevite

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    Foi encontrada pela primeira vez em 1883, na Sibéria, e é dificilmente de se encontrar em qualidade de gema (grandes e claros o suficiente para serem cortados). Na foto o maior Jemerejevite lapidado atualmente.

    1 – Berilo vermelho

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    Essa pedra também é conhecida como “bixbite”, “esmeralda vermelha” ou “esmeralda escarlate”. O Berilo verde é a conhecida esmeralda. Mas, a esmeralda vermelha, é uma gema extremamente difícil de se minerar de forma economicamente viável, por isso seu valor de mercado é muito elevado, custando cerca de 30 mil reais o quilate (0,2 gramas) de Berilo vermelho cortado.

    Fonte: Minilua

    Bolsas nos EUA caem forte com derrocada do petróleo piorando crise do coronavírus

    Bolsas nos EUA caem forte com derrocada do petróleo piorando crise do coronavírus



    Por Reuters
    21/04/2020 - 18:02
    Mercados - Wall Street
    Todos os 11 índices do S&P 500 caíram 1,6% ou mais, com energia recuando pela sétima vez em oito sessões após o contrato do WTI cair abaixo de zero (Imagem: REUTERS/Carlo Allegri)
    Os principais índices de ações de Wall Street caíram pelo segundo dia seguido na terça-feira, com o colapso dos preços do petróleo nos EUA e as previsões sombrias das empresas piorando os temores de uma profunda crise econômica.
    O índice Dow Jones caiu 2,67%, a 23.018,88 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 3,07% para 2.736,57 pontos. O Nasdaq Composite caiu 3,48%, para 8.263,23.
    Todos os 11 índices do S&P 500 caíram 1,6% ou mais, com energia recuando pela sétima vez em oito sessões após o contrato do WTI cair abaixo de zero.
    Com o colapso dos futuros de junho, investidores de ações tornaram-se cautelosos com a extensão da danos causados ​​por medidas de bloqueio abrangentes que interromperam os negócios e provocaram milhões de demissões.
    O índice de referência S&P 500 subiu mais de 20% em relação a sua baixa de março, alimentado por trilhões de dólares em estímulo, mas segue quase 20% abaixo do recorde de fevereiro devido a temores de danos econômicos devastadores causados ​​pelo coronavírus.
    “O que estamos vendo é gente saindo de ações que têm performado bem e embolsando lucros enquanto pode”, disse Quincy Krosby, estrategista de mercado da Prudential Financial.
    Coca-Cola Co deu evidências mais recentes do danos causados ​​pela crise global, dizendo que os resultados do trimestre atual sofreriam um forte golpe devido à baixa demanda por seus refrigerantes. Suas ações caíram 2,5%.

    Fonte: MONEY  TIMES

    Petróleo continua em queda e já vale 'menos do que uma pizza'

    Petróleo continua em queda e já vale 'menos do que uma pizza'



    Valor da mercadoria desabou pela falta de demanda provocada pelo novo coronavírus

    21/04/20 - 16h18
    bolsa de valores queda coronavírus
    Cotação do petróleo despencou nos mercados internacionais
    Foto: pixabay
    A agitação no mercado petroleiro, que despencou pela falta de demanda decorrente da pandemia de coronavírus, persistiu nesta terça-feira (21), depois que, nos Estados Unidos, os produtores tiveram de pagar para vender.
    Este quadro arrastou as bolsas europeias nesta terça. Assim, Frankfurt perdia 3,99%; Paris, 3,77%; Londres, 2,96%; Milão, 3,59%; Madri, 2,88%.
    "Ontem, alguns achavam que (a queda dos preços do petróleo) poderia afetar apenas o contrato de maio", ou seja, as entregas de cru confirmadas para este mês.
    Isso parecia apontar para "fatores técnicos", para "liquidar rapidamente reservas acumuladas", explicou à AFP o analista Alexandre Baradez, da IG France.
    "Desde o início do contrato de junho (que começou a ser cotado nesta terça), porém, observamos movimentos (de queda) igualmente importantes", acrescentou o especialista.
    Às 13h (horário de Brasília), o barril de Brent do mar do Norte para entrega em junho perdia 25,58%, a 19,02 dólares em Londres, após ter chegado a 18,10 dólares durante a sessão. Foi seu valor mais baixo desde dezembro de 2001.
    Já o West Texas Intermediate (WTI) americano para entrega em maio (último dia de cotação) estava a 4,39 dólares o barril, depois de passar a maior parte da sessão no negativo. Chegou a cair em torno de -10 dólares. Na segunda-feira, fechou a -37,63 dólares.
    "Nunca pensei que seria possível que o petróleo americano chegasse a valer menos do que uma pizza, ou uma fatia de pizza", disse Jameel Ahmad, chefe de estratégia de divisas e pesquisa de mercado na FXTM.
    "Era impensável, mas se tornou realidade para os operadores que o preço do cru americano fosse negativo pela primeira vez na história", completou Ahmad.
    O próximo contrato de WTI, para entrega em junho, e que será o ponto de referência a partir de quarta, retrocedia 38,82%, a 12,50 dólares. Começava a se recuperar, após cair até um mínimo de 11,60 dólares.
    O mercado vem caindo há várias semanas.
    Os preços negativos fazem os operadores terem de pagar para encontrar compradores que fiquem com o petróleo fisicamente. Esta é uma tarefa complicada no momento em que quase não há capacidade de armazenamento pela queda da demanda.
    Nesta terça-feira, 21, vários países-membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) se reuniram por videoconferência, para analisar a "situação dramática" do mercado de cru.
    Durante esta conferência "informal", os participantes "reiteraram seus compromissos para ajustar a produção de petróleo", segundo os termos do acordo firmado em 12 de abril passado - ainda insuficiente.
    Nesta terça-feira, 21, a Arábia Saudita declarou que acompanha de perto a evolução do mercado de petróleo e que está pronta para adotar "qualquer medida adicional".
    Trump quer plano para setor do petróleo
    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitou nesta terça que seu gabinete elabore um plano de emergência para ajudar a indústria do petróleo e de gás.
    "Nunca deixaremos quebrar o nosso grande setor americano de petróleo e gás", prometeu o presidente em um tuíte. 
    Na publicação, Trump anunciou que os departamentos de Energia e o Tesouro americano têm a missão de "colocar fundos à disposição para que essas empresas muito importantes e os empregos (gerados por elas) sejam mantidos no futuro".
    O petróleo é vítima da queda do consumo por causa das medidas que reduziram a mobilidade em todo o mundo, como forma de combater o novo coronavírus. No entanto, sua produção está mantida, em um mercado que antes mesmo da crise já estava sobrecarregado.

    Fonte: O TEMPO

    Ações europeias caem com crash do petróleo e preocupação com pandemia

    Ações europeias caem com crash do petróleo e preocupação com pandemia



    Economia13 minutos atrás (21.04.2020 14:45)

    © Reuters. .© Reuters. .
    Por Sagarika Jaisinghani e Susan Mathew
    (Reuters) - As ações europeias caíram nesta terça-feira, com o golpe duplo da queda histórica nos preços do petróleo e balanços trimestrais sem brilho assustando investidores já preocupados com os danos causados ​​à economia global pela pandemia do coronavírus.
        O índice pan-europeu STOXX 600 quebrou umsérie de três sessões de altas e teve queda de 3,4%.    Ações de empresas de commodities foram as maiores perdedoras, caindo quase 6%. A maior mineradora listada do mundo, BHP, deslizou após aviso de queda acentuada da produção global de aço, excluindo China, devido ao Covid-19.
    Todos os principais índices europeus caíram, um dia depois de os contratos futuros de petróleo dos EUA caírem abaixo de zero pela primeira vez na história com o esgotamento da capacidade de armazenamento levando investidores a fugir de contratos que lhes entregariam barris de petróleo em maio.    
    O contrato do West Texas Intermediate se recuperou para acima de 1 dólar nesta terça, mas seu colapso se espalhou para os contratos futuros de junho enquanto investidores se preocupam com uma profunda recessão global com a quase interrupção da atividade comercial esmagando tanto as cadeias de suprimentos.     BP, Shell e Total perderam entre 2,5% e 3,8%, levando o índice de energia a cair 4,3%.
    A temporada de balanços do primeiro trimestre também começou mal, com um grupo de multinacionais eliminando dividendos e retirando previsões para lidar com as consequências da pandemia.
    O lucro do primeiro trimestre da finlandesa Wartsila caiu 45%, enquanto a Associated British Foods (LON:ABF), dona da Primark, caiu após suspender dividendo.
    Mas nem todos os balanços foram ruins. A empresa de pagamentos online Adyen reportou crescimento na receita e no lucro principal do primeiro trimestre.
    O índice FTSEurofirst 300 caiu 3,41%, a 1.272 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 3,39%, a 324 pontos.
    Em LONDRES, o índice Financial Times caiu 2,96%, a 5.641 pontos.
    Em FRANKFURT, o índice DAX recuou 3,99%, a 10.249 pontos.
    Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 3,77%, a 4.357 pontos.
    Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve perda de 3,59%, a 16.450 pontos.
    Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou queda de 2,88%, a 6.634 pontos.
    Em LISBOA, o índice PSI20 caiu 2,27%, a 4.035 pontos.

    Fonte: Reuters