segunda-feira, 22 de junho de 2020

Começou a semana do “ou-vai-ou-racha” do Ibovespa: alta de 5% ou tombo de 12%?

Começou a semana do “ou-vai-ou-racha” do Ibovespa: alta de 5% ou tombo de 12%?



Por Márcio Juliboni
22/06/2020 
B3 Mercados B3SA3 Ibovespa
Decisiva: semana pode ditar os rumos do Ibovespa por um bom tempo (Imagem: B3/Youtube)
Esta é uma semana para os investidores acompanharem com atenção, pois pode ser decisiva para consolidar a tendência de alta do Ibovespa ou ver o principal índice da Bolsa brasileira esgotar sua força, inverter o sentido e iniciar um mergulho. A avaliação é da Ágora Investimentos.
Segundo o analista gráfico da gestora, Maurício Camargo, para firmar a tendência de alta, o Ibovespa precisa romper a barreira de 97.500 pontos.
ágora ibovespa 22 jun 2020
Se isso ocorrer, terá condições de pegar uma corrente ascendente até os 101.600 pontos – equivalente a uma alta de 5% sobre os 96.572 pontos com que fechou o pregão de sexta-feira (19).
Mas, se não alcançar esse patamar, e começar a escorregar, o marco em que a queda se transformará em tombo são os 95.200 pontos, de acordo com a Ágora. Se passar daí, a queda pode bater em 88 mil ou 85 mil, conforme o humor do mercado.

Rali da Bolsa brasileira está perto do fim, alerta Santander

Rali da Bolsa brasileira está perto do fim, alerta Santander



Por Gustavo Kahil
22/06/2020 - 18:17
Mercados
O Brasil oferece menor potencial de valorização após o recente rali, diz o Santander (Imagem: Pixabay/AhmadArdity)
O rali de quase 30% do Ibovespa (IBOV) desde o início de abril parece estar perto do final, mostra um estudo realizado pelo Santander levando em consideração o múltiplo de preço sobre o valor patrimonial por ação (P/VPA).
O analista Daniel Gewehr calculou que o índice MSCI Latam, que inclui os principais mercados de ações da América Latina, negocia a um desconto de 24% em relação à média histórica.
Isso, explica Gewehr, sugere uma assimetria positiva para a região em um cenário em que os mercados convergem para suas médias.
“Refizemos o estudo de P/VPA para verificar o novo nível de valuation dos índices da América Latina após a recente recuperação nos preços (recuperação de 39% desde março) e descobrimos que, para a maioria dos países, os índices atuais foram vistos apenas algumas vezes nos últimos 15 anos”, escreveu Gewehr em um relatório enviado a clientes nesta segunda-feira (22).
Os resultados revelaram que o Chile, a Colômbia e o México só negociaram em um patamar parecido em apenas 2%, 2% e 0,6% do tempo desde 2005, respectivamente.
“O Brasil oferece menor potencial de valorização após o recente rali (+6% em média), enquanto a Argentina é o país menos atraente do estudo”, conclui.

Controladores e diretoria do Magalu venderam R$ 120 mi em ações em maio

Controladores e diretoria do Magalu venderam R$ 120 mi em ações em maio



Ações2 horas atrás (22.06.2020 11:47)

© Reuters.  © Reuters.
Por Gabriel Codas
 Durante o mês passado, os controladores e a diretoria do Magazine Luiza (SA:MGLU3) realizaram venda de ações no total de R$ 120 milhões. De acordo com o Coluna do Broadcast, do jornal O Estado de S.Paulo, o movimento chamou a atenção do mercado e tem um motivo considerado nobre. Os recursos arrecadados vão bancar as doações feitas pela família Trajano para o combate à covid-19.
Por volta das 11h45, os papéis tinham ganhos de 0,70% a R$ 71,90. O Ibovespa registrava baixa de 0,32% a 96.264 pontos.
De acordo com a publicação, a maior parte do montante de ações vendidas foi de titularidade da diretoria, sendo que seis desses integrantes têm parte da remuneração atrelada aos papéis. Dois deles são da família Trajano, Frederico, o presidente, e Fabrício Bittar Garcia, vice-presidente comercial e de operações.
O jornal lembra que no mês de abril os controladores já haviam vendido ações na bolsa. O momento é considerado bom para oferecer os ativos da varejista, uma vez que parece que irá passar bem pela crise. As ações registram valorização de 46%.
No fim do ano passado, a rede de lojas fez uma oferta de ações, uma emissão subsequente, de quase R$ 5 bilhões, sendo que R$ 400 milhões foram vendidas pela família Trajano. Na oferta, quando o mundo vivia outro contexto e as perspectivas para o Brasil eram de crescimento, a ação foi precificada em R$ 43. Hoje, está em mais de R$ 67.
A diretoria já havia doado R$ 10 milhões no começo da pandemia para a compra de  respiradores artificiais para leitos de UTI, equipamentos cardíacos, colchões e travesseiros para equipar abrigos para moradores de rua, e na ajuda financeira a hospitais públicos e ONGs

Fonte: Investing.com