quinta-feira, 16 de julho de 2020

Diamante “grávido” de outro diamante encontrado na Rússia

Diamante “grávido” de outro diamante encontrado na Rússia



(dr) Alrosa PJSC
Dois diamantes num só. O diamante encontrado é a primeira pedra preciosa deste tipo na história da extração de diamantes e não tem análogos no mundo.
O diamante, “grávido” de outro diamante, foi encontrado em Iacútia, no Extremo Oriente da Rússia. A gema é composta por dois diamantes: um de maior dimensão, com uma cavidade interna onde uma pedra mais pequena se desenvolveu de forma completamente autónoma.
Segundo a Bloomberg, é possível que o diamante mais pequeno se esteja a mover no interior da outra pedra preciosa. No entanto, só é possível observar o movimento ao microscópio, uma vez que o diamante maior mede menos de cinco milímetros, enquanto que o mais pequeno não chega a dois milímetros.
A descoberta foi registada pela empresa estatal de mineralogia Alrosa PJSC, que batizou o diamante duplo de Matrioska, em referência às tradicionais bonecas russas.
A idade de pedra está estimada em cerca de 800 milhões de anos. Pesa 0,124 gramas e tem o tamanho de 4,8×4,9×2,8 milímetros. No entanto, os especialistas ainda não sabem quanto pode valer esta preciosidade.
(dr) Alrosa PJSC
“O mais interessante é entender como se formou uma bolha de ar entre os dois diamantes”, disse o diretor adjunto da Alrosa PJSC, Oleg Kovalchuk, ao jornal russo Komsomolskaya Pravda.
O especialista adiantou duas hipóteses: “durante o crescimento, o diamante pode ter sido capturado pelo mineral do manto, que mais tarde foi dissolvido na superfície terrestre”, ou, de acordo com a segunda hipótese, “devido ao crescimento ultrarrápido dentro do diamante, formou-se uma camada de substância diamantífera policristalina porosa, que foi posteriormente dissolvida por outros processos mais agressivos do manto”.
O diamante duplo é, na avaliação do especialista, “uma criação única da natureza“.

Fonte: ZAP

GARIMPEIRO ENCONTRA MUITO OURO NA RÚSSIA


Cenário externo negativo abre espaço para realização de lucros no Ibovespa

Cenário externo negativo abre espaço para realização de lucros no Ibovespa



Ações3 horas atrás (16.07.2020 11:25)

© Reuters. .© Reuters. .
Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa recuava nesta quinta-feira, após renovar máxima em mais de quatro meses na véspera, com dados chineses de varejo abrindo espaço para alguma realização de lucros, em movimento alinhado a outros mercados no exterior.
Às 11:07, o Ibovespa caía 1,11%, a 100.655,61 pontos. O volume financeiro somava 4,8 bilhões de reais.
Na China, números sobre o PIB no segundo trimestre e a produção industrial em junho ficaram ligeiramente acima das previsões, mas um declínio inesperado nas vendas no varejo trouxe preocupações sobre o consumo naquele país.
A queda de 1,8%, ante expectativas de alta de 0,3%, "exacerbou preocupações com a retomada da atividade", pontuou a equipe da XP Investimentos, em nota a clientes.
Em Wall Street, o tom negativo prevalecia, mesmo após alta acima do previsto para as vendas no varejo, assim como os resultados de Bank of America e Morgan Stanley (NYSE:MS), que tiveram lucro melhor do que as previsões.
Do lado negativo, o ressurgimento de novas infecções por Covid-19, bem como o alto nível de desemprego, com 1,30 milhão de pessoas tendo pedido auxílio-desemprego durante a semana encerrada em 11 de julho.
No Brasil, a equipe do BTG Pactual (SA:BPAC11) também ressalta que na próxima semana começa a divulgação de balanços do segundo trimestre, que pode levar a revisões de previsões, potencialmente impactando as ações.
DESTAQUES
- GOL (SA:GOLL4) PN e AZUL ON cediam 2,87% e 1,67%, respectivamente, após valorização significativa na véspera, conforme prevalecem nesta sessão receios sobre a evolução de casos de Covid-19. CVC (SA:CVCB3) BRASIL ON perdia 0,32%, também afetada pelo ambiente menos otimista quanto ao fim da pandemia.
- VALE ON (SA:VALE3) mostrava declínio de 1,7%, em sessão de queda dos futuros do minério de ferro e do aço na China, impactados por preocupações com o impacto do clima sobre a demanda, e após a cotação ter atingido máxima histórica nesta semana.
- IGUATEMI ON (SA:IGTA3) caía 1,96%, com ações de shopping centers como um todo em baixa, dadas as incertezas ainda sobre o efeito da pandemia no fluxo de clientes nos empreendimentos. BRMALLS ON recuava 2,17% e MULTIPLAN ON (SA:MULT3) cedia 1,58%.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) recuava 1,89%, na esteira da queda dos preços do petróleo no mercado internacional. PETROBRAS ON (SA:PETR3) perdia 2,02%.
- BTG PACTUAL UNIT avançava 3,31%, descolada de outras ações de bancos, que sofriam com o viés negativo vindo do exterior. ITAÚ UNIBANCO PN caía 1,68% e BRADESCO PN (SA:BBDC4) recuava 1,45%.
- MARFRIG ON (SA:MRFG3) subia 2,78%, respaldada por relatório do Credit Suisse, que reiterou recomendação 'outperform' e elevou o preço-alvo de 16 para 20 reais. "Há coisas na vida que nos deixam de boca aberta, e os resultados do segundo trimestre de 2020 da Marfrig provavelmente serão um deles", afirmaram os analistas Victor Saragiotto e Felipe Vieira, estimando alta de 44% na receita líquida e de 194% no Ebitda.
- TIM ON (SA:TIMP3) valorizava-se 2,37%, entre os destaques positivos. Na véspera, o conselho da sua controladora Telecom Italia autorizou o presidente-executivo a examinar e aprovar os termos finais de oferta vinculante para a aquisição de ativos da Oi (SA:OIBR3). Analistas do Bradesco liderados por Fred Mendes citaram que se trata de mais um passo positivo no sentido de uma oferta formal de aquisição para as operações móveis da Oi que, eles veem ocorrendo até o final do mês. Para eles, um movimento da TIM no sentido de adquirir os ativos da Oi seria um gatilho de curto prazo para o preço de suas ações.
- BRASKEM PNA (SA:BRKM5) perdia 1,37%. A petroquímica concluiu discussões com autoridades estaduais e federais para ampliação do número de imóveis abrangidos por programa de ressarcimento e realocação de famílias atingidas por fenômeno de afundamento de solo em Maceió.


Fonte: Reuters

Por que você deveria evitar Cogna, Via Varejo e outras 7 ações, segundo a análise da taxa de desconto implícita

Por que você deveria evitar Cogna, Via Varejo e outras 7 ações, segundo a análise da taxa de desconto implícita





15/07/2020 - 23:16
Meia volta
O Credit Suisse identificou as companhias que estão com níveis de avaliação que deveriam sugerir cautela aos investidores (Imagem: unsplash/@wilsonjim)
O mercado de ações brasileiro parece estar tão animado com a esperada recuperação da economia após a pandemia do coronavírus que está deixando passar alguns sinais que mostram um exagero na avaliação de algumas empresas na Bolsa.
Em um exercício que levou em consideração a taxa de desconto implícita pelo mercado para as ações nos mercados emergentes, o Credit Suisse identificou as companhias que estão com níveis de avaliação que deveriam sugerir cautela aos investidores.
As taxas de desconto são utilizadas na avaliação das empresas para incluir riscos associados à economia de um país, do setor, e da própria empresa, além das taxas de juros e crescimento esperadas.
“Nas últimas semanas, o efeito combinado de recuperação das avaliações e revisões negativas de lucro por ação pressionaram as taxas de desconto implícitas para baixo nos mercados emergentes, especialmente no Brasil, Índia e Taiwan”, escreveu o analista Pablo Cossaro em um relatório enviado a clientes nesta quarta-feira (15).
Segundo ele, nesses 3 mercados, as taxas de desconto implícitas (reais) estão agora, ou se aproximando rapidamente, do menor nível dos últimos 15 anos.
“A lista revelada é uma tela de risco destinada a investidores cautelosos que desejam evitar empresas com sede no Brasil, Índia e Taiwan exibindo taxas de desconto implícitas baixas e pouco atraentes e em um pior momento de lucro por ação do que seus pares”, destaca.
A tabela abaixo lista apenas os papéis brasileiros:
EmpresaCódigoValor de mercado (US$ bi)
Magazine LuizaMGLU323
PagSeguroPAGS11,51
JBSJBSS311,14
HapvidaHAPV38,23
SabespSBSP37,3
NotreDameGNDI37
Via VarejoVVAR34,31
KlabinKLBN113,97
CognaCOGN32,67

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Pescador guarda pérola de 100 milhões de dólares debaixo da cama durante 10 anos

Ao mergulhar, percebeu que era uma ostra gigante.
Dentro dela, uma pérola imensa pesando nada menos que 34 kg.
Sem saber que a pérola podia ser tão valiosa, ele a guardou embaixo da sua cama como um… amuleto da sorte. E lá a pérola ficou por, pasmem, dez anos.
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Foi assim até este ano, quando um incêndio atingiu a casa do pescador e destruiu tudo.
Bem, quase tudo: a pérola sobreviveu e foi aí que o pescador decidiu confiar seu “amuleto” a uma funcionária da Secretaria de Turismo de Puerto Princesa, a cidade onde o pescador vive.
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A ilha de Palawan, nas Filipinas, onde a pérola gigante foi encontrada
Agora, imagine a surpresa do pescador ao descobrir que, em uma avaliação preliminar, a pérola vale “apenas” cem milhões de dólares, ou seja- R$500 milhões de reais.
(Eu é que não estou acreditando que o pescador não desconfiou disso!)
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A maior pérola já encontrada até então, com o nome de Pérola de Alá, pesa seis vezes menos do que esta, encontrada pelo filipino. A pérola (que detém o novo recorde mundial) tem quase 70 centímetros de comprimento por 30 centímetros de largura.
Agora, a incrível pérola está sendo exibida em um prédio do governo, para alegria dos turistas, que adoram tirar fotos com ela.
Especialistas em pedras preciosas estão terminando uma análise sobre a peça e é possível que ela valha ainda mais do que a avaliação preliminar.
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Será que, depois de tudo isso, o pescador vai se tornar um milionário?




Fonte: brightside.me.