quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Maior topázio azul do mundo, achado na Amazônia, será exibido em Londres






Extra

O maior topázio azul do mundo será colocado em exibição no Museu Nacional de História, em Londres, na Inglaterra, após ter sido guardado por seus donos por 30 anos. A pedra preciosa, que pesa 2 quilos e tem 9,381 quilates, foi encontrada em meados dos anos 1980, na Floresta Amazônica, pelo aventureiro britânico Max Ostro. Desde então, havia sido protegida em um cofre. As informações são do jornal "The Sun".
Segundo especialistas, o topázio é tão valioso que seu peço seria inestimável, passando de milhões de libras. Foi o filantropo Maurice Ostro, filho de Max, que morreu aos 84 anos em 2010, que decidiu colocar a pedra preciosa em exibição para ajudar a família em seus trabalhos de caridade. A partir do dia 19 de outubro, curiosos poderão ver de perto o topázio no Museu Nacional de História.

Topázio azul será exibido em museu londrino
Topázio azul será exibido em museu londrino Foto: PETER NICHOLLS / REUTERS

"Meu pai levou uma vida verdadeiramente extraordinária e era um homem de grande coragem e determinação. Acreditamos que compartilhando seu legado com os outros fazemos uma homenagem ao seu espírito indomável de aventura", disse Maurice.
O diretor do museu agradeceu a oportunidade de exibir o topázio: "Estamos muito satisfeitos em exibir esta pedra de topázio azul requintado ao lado de alguns dos melhores exemplos de minerais da natureza nesta galeria. Nossos agradecimentos vão para Maurice Ostro pela oportunidade de mostrar essa pedra maravilhosa para milhões de pessoas", disse.

Fonte: EXTRA

Seis perguntas que todo mundo faz sobre diamantes




Que os diamantes são pedras sempre muito desejadas todos sabem. Mas será que você conhece os fatores que determinam seu brilho intenso e valor único? Raridade, cor, tamanho, peso, lapidação… Cada característica tem uma importância na valorização do diamantes, o que gera muitas curiosidades. Veja a seguir as 6 perguntas mais comuns relacionadas a esta pedra preciosa:

1. Por que um diamante pequeno pode custar mais do que um grande?
Já ouviu falar dos 4 C’s dos diamantes? Para se avaliar um diamante, quatro itens são levados em conta: a cor, a pureza, a lapidação e o peso (em inglês, respectivamente, color, clarity, cut, carat – quilate). Há graduações e escalas de padrões internacionais para esses quatro itens.  Cruzando-os, os especialistas chegam ao valor de cada uma das pedras colocadas à venda. Assim, um diamante pequeno excepcionalmente incolor (branco) pode custar mais que um diamante grande, de tom marrom.



2. Por que o tamanho de um diamante é dado em quilates ou em pontos? Qual a diferença?
Um quilate equivale a 200 miligramas, o que na prática significa uma pedra grande, difícil de ser encontrada na natureza. Para facilitar, foi criado um sistema de medição em pontos, que subdivide o quilate. Um ponto equivale a 0,01 quilate. Assim, dá para medir pedras menores. O problema é que as pessoas misturam os dois termos e você ouve, com freqüência, alguém dizer que ganhou um anel de noivado de 5 quilates, em vez de dizer “cinco pontos de quilate”. É uma diferença e tanto, claro, pois um diamante de cinco quilates equivale a uma pedra de mais ou menos 11 milímetros de diâmetro, um diamantão. Enquanto um anel de cinco pontos de quilate equivalem a 1,5 milímetro.

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Diamantes negros e brancos cravejados sobre o Ouro Nobre. Anéis da coleção Gravity by HStern

3. Um diamante rosa é mais caro do que um diamante branco?
Depende. Depende dos quatro itens mencionados acima: cor, pureza, lapidação e peso.  Como os diamantes cor-de-rosa são bem mais raros do que os brancos, é provável que eles sejam mais caros, mas isso não é regra. Rosa, amarelo, azul, verde, vermelho e violeta são cores raras entre os diamantes.

4. Um diamante é para sempre?
O diamante é a pedra mais dura que conhecemos. Só pode ser riscada por um outro diamante. Mas isso não significa que não possam se quebrar. Diamantes quebram, sim. Tome cuidado com o seu!

5. Como saber se um diamante é falso ou verdadeiro?
A resposta só pode ser dada por um laboratório. Hoje em dia, diamantes artificiais, feitos pelo homem, são tão perfeitos que é impossível perceber a diferença a olho nu. Por isso, só compre diamantes em joalherias de confiança, que trabalham com garantia de autenticidade.

6. O correto é dizer brilhante ou diamante?
As duas formas estão corretas, o significado é que é diferente. Diamante é a pedra. Brilhante é um tipo de lapidação, em formato redondo, com 57 facetas, do diamante. É a lapidação mais conhecida e a que produz melhor efeito luminoso, graças aos diversos ângulos.

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Anel Stern Noble – lapidação brilhante em todos os diamantes.




Fonte: HStern

Água-marinha


                          

               Água-marinha 

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISTO OU AQUILO?


             ISTO OU AQUILO?

PF combate garimpo de diamantes em terra indígena e diz haver índios Suruís envolvidos no crime

 




da Redação

PF combate garimpo de diamantes em terra indígena e diz haver índios Suruís envolvidos no crime
Uma operação para combater a extração ilegal de diamantes na terra indígena 7 de Setembro, área localizada na divisa entre os estado de Rondônia e Mato Grosso, foi realizada na última semana. A informação foi divulgada pela Polícia Federal (PF) no fim na noite desta quinta-feira que destacou haver participação de índios no garimpo ilegal.

Segundo a PF, a operação foi realizada por policiais federais da Delegacia de Ji-Paraná em conjunto com analistas ambientais do Ibama de Cuiabá, policiais militares da Polícia Ambiental de Ji-Paraná e militares do 54º Batalhão de Infantaria de Selva de Humaitá. O comboio partiu do município de Cacoal e para terra indígena pela Aldeia Betel, da etnia Suruí.

O garimpo ilegal é uma das atividades que mais prejudicam o meio-ambiente, causando a destruição de toda a vegetação em grandes áreas, destaca a PF. Os garimpeiros usam máquinas escavadeiras pesadas, conhecidas como PCs, para fazer buracos profundos e movimentar grandes volumes de terra. Após essa movimentação, são utilizados motores e bombas para levar a lama até as “resumidoras”, onde a terra e água são separadas das pedras preciosas encontradas.

As máquinas e materiais de maiores portes usados na prática criminosa pelos garimpeiros encontrados durante a operação foram destruídos no próprio local, pois não seria possível transportá-los com os recursos disponíveis, alegou a PF
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PF combate garimpo de diamantes em terra indígena e diz haver índios Suruís envolvidos no crime
Foram destruídas uma máquina PC, três motores com bombas d’água, uma resumidora de grande porte, uma carreta, canos e outros materiais e equipamentos usados pelos garimpeiros.
Responsável pela operação, o delegado de Polícia Federal Everton Manso, disse que o prejuízo causado aos infratores com a destruição dos equipamentos é de aproximadamente R$ 1 milhão. Além dos equipamentos inutilizados, foram apreendidos documentos e instrumentos usados pelos garimpeiros, como balanças de precisão e lupas.

Ainda conforme a PF, as investigações, tanto da polícia quanto do Ibama, indicam que há participação de indígenas da etnia Suruí na prática dos crimes, além de pessoas não índias que atuariam no financiamento do garimpo e como operadores das máquinas pesadas.

Segundo o delegado, será instaurado um inquérito policial para identificar os autores do ilícito para dar continuidade às investigações. Foram praticados os crimes de integrar organização criminosa, usurpação de bens da União, degradação de floresta em terras
públicas e extração de recursos minerais sem autorização do órgão competente, cujas penas somadas podem chegar a 18 anos de prisão.

Participaram da operação, 12 policiais federais, dois analistas do Ibama, nove policiais ambientais e 57 militares do Exército. O Exército foi o responsável pela logística da operação e foram utilizados um trator e oito veículos do Exército no transporte de pessoas e equipamentos, sendo cinco caminhões para transporte de tropas, uma viatura ambulância, uma viatura marruá e um caminhão prancha para transporte do trator.
DIAMANTES 

PF combate garimpo de diamantes em terra indígena e diz haver índios Suruís envolvidos no crime
PF combate garimpo de diamantes em terra indígena e diz haver índios Suruís envolvidos no crime

Fonte: Rondoniagora