terça-feira, 18 de maio de 2021

Pedras com fagulhas de ouro, vistas no garimpo ilegal de Aripuanã, impressionam

 



O motivo da grande movimentação de aventureiros no garimpo ilegal de Aripuanã (a 1,2 mil km de Cuiabá) é que se espalhou a notícia de que tem ouro raso, visível a olho nu, sendo extraído na área a 11 km da zona urbana.
 

O cinegrafista Márcio Pallharini, que é paranaense mas mora na cidade, viu com os próprios olhos pedras com fagulhas de ouro sendo recolhidas e fotografou. Nesta terça (30), esteve no local de escavação e confirma que são milhares de pessoas transitando por ali.


Palharini ressalta que a economia de Aripuanã, além da exploração de madeireira e pecuária, é movimentada historicamente pela extração mineral e que já houve muitos garimpos na região. "Sempre teve garimpagem aqui, agora é que estourou este mais forte", comenta.
 

Palharini trabalha com informática, mas faz imagens nas horas vagas, para festas e afins. Está registrando o "formigueiro" humano que se formou.
 

O repórter da TV Record, Claudiomar de Oliveira, nesta quarta (31), conseguiu chegar a 6 km da área explorada, que fica dentro da fazenda Dardanellos. Foi pela MT-208, mas quando entrou na pista vicinal que leva ao garimpo não tinha mais como passar de carro, que não fosse bem alto ou moto. "Choveu muito e tinha lamaçal", relata. "Falei com vários que chegavam por ali, a maioria da região mesmo, mas tem muita gente de fora também".
 

Entre os aventureiros, o jornalista diz que a grande maioria é homem, mas viu algumas mulheres. "Crianças não", afirma. Viu também que já tem gente vendendo água e alimento, tanto na estrada quanto mais próximo do acampamento. "Pinga também tem para comprar".
 

Não há informações sobre casos de criminalidade já associados aos garimpeiros.



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Fonte: Popular Online



Geólogo faz análise sobre mineração em terras indígenas

 


A mineração nas áreas do rio Urariocoera e Mucajaí foi tema de entrevista no Agenda da Semana (Foto: Divulgação)

A mineração nas áreas do rio Urariocoera e Mucajaí foi tema de entrevista no Agenda da Semana. A prática ilegal é comum e acontece na maioria das vezes dentro de territórios indígenas.

“A mineração em terra indígena não é proibida, a constituição permite assim que os processos e requerimentos de exploração sejam encaminhados a Agencia Nacional de Mineração, e essa por sua vez, encaminha para o Congresso Nacional que autoriza ou não. O que a lei pede é regulamentação da participação do royalte para os indíos de onde essa terra está sendo explorada, e essa situação existe há muito tempo, são quase cinco mil pedidos de pesquisa de minérios que estão tramitando na agência” explicou o geólogo Salomão Cruz.



“O governo Bolsonaro quer regulamentar a lei do Garimpo, mas existe um fato concreto, tem ouro na região Yanomami, se não tivesse não haveria a exploração, mas não é garimpo, é uma colocação equivocada, o garimpo é uma atividade feita de forma rudimentar, o que existe na área Yanomami é lavra clandestina. “ disse

O pesquisador ressalta a preocupação com mais de 20 mil garimpeiros que não terão condições de entrarem no mercado de trabalho.

 “É um quantitativo de pessoas que é muito abrangente em estado de Roraima, essa mão de obra não será absorvida pelo mercado, mesmo para atuar na produção e na operação de máquinas. Falar que precisa acabar com o garimpo de forma simples é complicado, por que pode causar a falta de renda de milhares de pessoas. Uma cozinheira que atua na área de garimpo chega a ganhar cerca de 70 mil ao ano, um garimpeiro pode ganhar cerca de 100 mil, onde essas pessoas poderão se empregar para ter esse retorno financeiro?” questiona.



Fonte: FOLHA BV


segunda-feira, 17 de maio de 2021

OPALA NEGRA BRUTA


                                   OPALA NEGRA BRUTA

Garnet Azul

 

Garnet blue
A Garnet Azul, pedra valiosíssima que pode ser encontrada em diversas cores, no entanto, a mais rara de todas seria a azul, que foi descoberta em Madagascar, o seu preço médio de venda é de U$1.5 milhão o quilate. A pedra ficou conhecida após a venda de uma jóia de 4,2 quilates por U$6,8 milhões de dólares.

 

Fonte: Geologo.com
 


Gemas do Brasil, OPALA NOBRE LAPIDADA