sábado, 28 de dezembro de 2013

Bahia tem a maior mina de diamantes do Brasil

Bahia tem a maior mina de diamantes do Brasil


Bahia tem a maior mina de diamantes do Brasil
Bahia tem a maior mina de diamantes do Brasil
A maior mina de diamantes do Brasil foi encontrada no último dia 19 de abril no pequeno Município de Nordestina, na Bahia. A Agência CNM conversou na manhã desta terça-feira, 23, com o prefeito Wilson Araújo Matos, que fala das expectativas de crescimento local após essa recente descoberta.
Desde 2008, a empresa Lipari Mineração (de origem canadense) iniciou pesquisas em Nordestina, mais especificamente na mina nomeada de Braúna. “Com a descoberta, a produção de diamantes no Brasil vai aumentar 495%.”, conta o prefeito. Só no primeiro, dos 22 lotes, a Lipari vai investir R$ 100 milhões para produzir 225 mil quilates por ano.
A mina Braúna fica em terras particulares e a empresa pagará pela exploração. A previsão é de sete anos de trabalhos na mina. Isso fará de Nordestina o maior produtor de diamantes brutos da América do Sul. A produção deve começar em 2015.
Licença, arrecadação e investimentos
Nordestina se localiza no semiárido da Bahia, a 359 Km da capital, Salvador. A população local é de 12,5 mil habitantes. De acordo com o prefeito, os recursos naturais não devem ser prejudicados. “Eles têm licença. Não vão agredir o meio ambiente e nem usar produtos químicos, só água. E eles já fizeram uma tubulação”, explica Wilson.
Por causa dos diamantes, Nordestina deve arrecadar R$ 5 milhões por ano de royalties mineral. “Ainda serão criados no mínimo 500 empregos diretos. Fora a arrecadação do Imposto Sobre Serviços, entre outros”, diz o gestor.
Além do aumento de receita, Nordestina deve ganhar em infraestrutura. “A empresa prometeu melhorar as estradas vicinais. E os empresários se prontificaram a melhorar o local”. Para o transporte da nova riqueza, a Lipari Mineração deve construir um aeroporto na cidade.
Os investimentos em infraestrutura são importantes, porque a descoberta deve atrair novos moradores. “Não tenho dúvida de que vai inflacionar tudo.” Wilson Araújo Matos conta que, com os novos recursos, vai potencializar a Educação, a Saúde e o Saneamento em Nordestina, que também produz ouro.
A economia local era baseada na agricultura, agora é na mineração.

As minas que você não vai querer trabalhar

As minas que você não vai querer trabalhar
Não há nada tão assustador como as estatísticas de acidentes das minas de carvão chinesas. A cada ano milhares de mineiros morrem em minas de carvão. Em 2003 os acidentes em minas de carvão da China corresponderam a 80% de todos os acidentes em minas do mundo. Somente em 2006 morreram, oficialmente, 4.749 mineiros de carvão, uma estatística que , segundo alguns, é abaixo do número real.
Os principais motivos são desabamentos, ventilação inadequada, explosões, incêndios e inundações.
Em geral as dezenas de milhares de minas de carvão da China pecam por falta de segurança, métodos obsoletos, desrespeito ao Homem e ao meio ambiente.
Não é a toa que são as minas mais mortíferas do mundo matando, ano após ano milhares de mineiros.
Desde 1997 o Governo Chinês vem fechando as minas que não se enquadram nos novos padrões. No entanto os acidentes continuam.
Que tal, você toparia trabalhar neste ambiente?

Aquífero gigante descoberto na Groenlândia

Aquífero gigante descoberto na Groenlândia Os geólogos e glaciólogos, em 2011, quando sondavam a camada de gelo da Groenlândia em busca de informações atingiram água somente 10 metros abaixo da superfície. A surpresa foi grande pois ninguém esperava encontrar um aquífero nesta região.
Era o início de uma descoberta surpreendente: um aquífero de proporções continentais com a área superior a 70.000 quilômetros quadrados, maior do que a do Estado da Paraíba coberto por uma camada de gelo.
Os próximos passos foram dados com o uso de radar de penetração que mapeou o imenso aquífero, juntamente com o apoio das imagens de satélite e de fotografias aéreas.
Os resultados do mapeamento são surpreendentes. O aquífero tem um volume de 150 trilhões de toneladas de água, o suficiente para elevar o nível do mar em 0,4 milímetros.
No momento pouco se sabe sobre os movimentos e a velocidade da água subterrânea e sobre a existência de fraturas interconectadas que podem estar drenando essa água para o mar. Alguns geólogos levantam a hipótese de uma catástrofe gigantesca se essa água for subitamente liberada, causando um tsunami épico.

Mais magra e mais forte a Vale entra em 2014 com o foco no crescimento

Mais magra e mais forte a Vale entra em 2014 com o foco no crescimento
Depois de ser desbancada pela Rio Tinto como a segunda maior mineradora do mundo a Vale revisou a sua estratégia e acelerou um programa de cortes e otimizações.
A ideia era focar no seu core business, minério de ferro de alta qualidade, vendendo e reestruturando os ativos de baixa performance ou que não mais faziam parte dos planos futuros da empresa ao mesmo tempo em que liquidava dívidas e cortava os custos. A venda de ativos foi um grande sucesso. A mineradora levantou 5,2 bilhões de dólares com a venda de cinco negócios não prioritários. Entre 2012 e 2013 a Vale arrecadou o total de 6,7 bilhões de dólares.
Neste ano a Vale negociou a sua dívida com a Receita o que passa a ser história, não assombrando a empresa como no passado, saiu do buraco sem fim que era o projeto Rio Colorado na Argentina e reduziu a sua exposição em Simandou um possível Calcanhar de Aquiles.
Ao mesmo tempo em que vendia ativos, a mineradora ampliou o seu foco no S11D, o megaprojeto da Serra Sul que irá produzir 90 milhões de toneladas de minério quando em produção, acelerando o projeto de ferrovia.
2013 foi um bom ano para a Vale, não necessariamente do ponto de vista dos lucros, mas da reestruturação maciça e de um foco mais apurado que permitirá aumentar a produção de minério de ferro de alta qualidade e baixo custo enquanto volta a crescer e a conquistar posições no mercado. 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Recursos do projeto de ouro Volta Grande passam de 7,5 Mi de onças

Recursos do projeto de ouro Volta Grande passam de 7,5 Mi de onças




A campanha de sondagem da Belo Sun Mining no projeto de ouro Volta Grande levou ao aumento dos recursos medidos e indicados em 10%. A mineradora tem, agora, 5,1 milhões de onças de ouro, em recursos medidos e indicados; e 2,5 milhões de onças de ouro, em recursos inferidos.
O novo resultado se baseia nos resultados de 94 furos adicionais que somam 22.595 metros de sondagem.

Acampamento do projeto Volta Grande, no ParáOs recursos minerais medidos e indicado restringidos a cava são de 5,1 milhões de onças de ouro, com teor médio de 1,68 gramas por tonelada de ouro (g/t Au). Esse resultado representa um aumento de aproximadamente 10% nessas categorias. O valor anterior, anunciado em abril, era de ou de 4,7 milhões de onças..

Os recursos minerais inferidos restringidos a cava foram de 2,4 milhões de onças de ouro, com teor médio de 1,69g/t Au.

Os recursos subterrâneos de 14.000 onças de ouro apresentam um teor médio de 3,01g/t Au, na categoria indicada. Na categoria inferida, foram 184.000 onças, com teor médio de 3,33g/t Au.

Em resposta aos resultados do estudo de preliminar de viabilidade, dois grandes domínios foram modelados com base na interpretação geológica e na continuidade do teor. As zonas de alto teor podem ser traçadas por 540 metros, ao longo da direção do corpo mineral, a partir da superfície até uma profundidade de 300 metros.

Essa abordagem restringe a influência espacial do maior teor da mineralização de ouro, resultando num modelo de recursos ligeiramente mais conservador e mitigando os riscos associados com o impacto local dos intervalos de alto teor.

As duas zonas de alto teor contêm aproximadamente 424.000 onças de ouro, com teor de 3,09g/t de ouro, nas categorias medidas e indicadas, e 1.400 onças de ouro, com teor de 2,52g/t de ouro, na categoria inferida.

“Esses novos resultados do recurso mineral representam um aumento nas categorias medidas e indicada de 1 milhão de onças de ouro, quando comparado com os dados dos recursos minerais de dezembro de 2012, que foram usados como base para o estudo de viabilidade de maio deste ano. A equipe da Belo Sun usa hoje os dados atuais para o modelamento e sequenciamento de mina que está sendo feito para o estudo definitivo de viabilidade,” disse Mark Eaton, presidente e CEO da Belo Sun.

Os resultados foram auditados pela SRK Consulting, do Canadá, e representam um aumento importante nas categorias medidas e indicadas dos recursos minerais estimados Belo Sun. Essa declaração de recursos minerais vai apoiar o estudo definitivo de viabilidade para o desenvolvimento do projeto.