terça-feira, 4 de março de 2014

Australianas vendem mais minério de ferro e Vale perde participação no mercado mundial

Australianas vendem mais minério de ferro e Vale perde participação no mercado mundial
A Vale que ainda é a maior exportadora individual de minério de ferro do mundo, vem vendo a sua liderança diminuir a cada ano. Ela tinha 32% do mercado de minério de ferro em 2007 e, agora, essa fatia foi reduzida para 25%. Os principais competidores que são as mineradoras australianas BHP Billiton e Rio Tinto, conseguiram, nesses anos, baixar custos e se tornar mais competitivas, deslocando o minério, considerado imbatível, da Vale.
A megamineradora vem enfrentando sérios problemas financeiros que, obviamente, nada ajudam no processo competitivo. Esses problemas fizeram os lucros da Vale desaparecerem em 2013, o que a distancia, mais ainda, das competidoras como a BHP, que teve um lucro 83% maior no último trimestre.
O ano de 2013 foi terrível para a Vale, pois, apesar das imensas margens de lucro, ela não conseguiu consolidar o lucro esperado por todos.
Em busca de uma virada de mesa a mineradora brasileira já vendeu ativos e, em 2014, deverá vender muito mais. Será o caso da planta da CSA onde a Vale tem 26,9% e investiu 2 bilhões de dólares. A planta se tornou rapidamente antieconômica e a sócia Thyssenkrupp já está pulando fora do barco. Para sair deste projeto a Vale tentará vender a sua participação, o que não parece ser nada fácil.
Mas, nem tudo é má notícia no lado da Vale. Em breve ela deverá iniciar a produção da superjazida de minério de ferro da Serra Sul que custará US$20 bilhões e adicionará 90 milhões de toneladas por ano às exportações da empresa ocasionando uma cirurgia radical nas finanças da empresa.
É uma pena que a Vale continuará exportando produtos de pouco ou nenhum valor agregado como o minério de ferro fino que irá retornar ao Brasil industrializado e caro. Se a empresa perdesse essa característica terceiro-mundista de só exportar produto bruto, os acionistas e o Brasil teriam, aí sim, um retorno adequado.

Em 5 anos, Pará deve ser líder em mineração

Em 5 anos, Pará deve ser líder em mineração


Em cinco anos, o Pará será a nova Minas Gerais brasileira. É quando o Estado deve assumir a liderança da produção nacional de minérios.
Atualmente, Minas Gerais produz 40% dos minerais extraídos no país, e o Pará, 20%. Mas o fluxo de investimentos previstos para os próximos quatro anos deve dar novo impulso à produção no Estado, proporcionando escala sem precedentes à sua indústria mineral, como mostra a reportagem de Agnaldo Brito.FOLHA DE SÃO PAULO
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Dados do Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração) indicam que só o Pará vai receber US$ 41 bilhões em novos recursos até 2016.
Desse total, US$ 24 bilhões serão aplicados apenas na exploração mineral, do ferro ao cobre, do níquel ao ouro, da bauxita à cassiterita.
O jornalista viajou para Paragominas (PA), município de 47 anos que surgiu às margens da rodovia Belém-Brasília. Vista como um "faroeste", a cidade converteu-se em "município verde" --um exemplo que virou modelo replicado pelo Estado do Pará.
 http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/1086045-em-5-anos-para-deve-ser-lider-em-mineracao-veja.shtml

Em “Serra Pelada”, o documentário, a história de um sonho

Em “Serra Pelada”, o documentário, a história de um sonho que virou realidade e deu em nada


A sessão do cinema só ia começar em meia hora, por isso resolvi entrar na livraria que tem ali, na antessala. Procurei com os olhos, como a gente faz quando tem à disposição tantos títulos, e foquei em “A condição humana”, ensaio que Hannah Arendt publicou em 1954, uma das obras mais completas que já li. A pensadora alemã, sobre quem também há um filme que recentemente esteve em cartaz naquele mesmo cinema, pesquisou intensamente sobre as várias facetas humanas, sobretudo ligadas ao mundo do trabalho.
Abro na página 165, assim sem querer, e leio:
“E, afinal, o que é esse ideal da sociedade moderna senão o sonho muito antigo dos pobres e despossuídos, que pode ser encantador como sonho, mas que se transforma em uma felicidade ilusória logo que realizado”.
Fecho o livro, olho mais alguns títulos, compro um saco de pipocas e entro na sala. Decidi assistir ao documentário “Serra Pelada, a Lenda da Montanha de Ouro”, dirigido por Victor Lopes, antes de assistir à ficção sobre a mesma história (dirigida por Heitor Dhalila). Gosto mais de documentários e esse tema me deixa especialmente curiosa. A imagem daqueles homens com a pele encardida, sem camisa, com um balde nas costas subindo feito formigas aquela montanha imensa é impactante. A possibilidade de eles, depois de terem passado horrores – inclusive nas mãos do Major Curió quando assumiu o espaço e transformou-os praticamente em escravos – e saírem dali ricos também alimenta muito a minha imaginação.
Não me arrependi da escolha que fiz naquele momento (ainda vou assistir à ficção, há boas recomendações). É que não se joga fora nem um dos 110 minutos do documentário de Victor Lopes. Ao que parece, o diretor preferiu, em vez de transformar a obra numa crítica ou denúncia, perscrutar justamente a condição humana.
Lopes oferece ao espectador, por exemplo, a história do garimpeiro caboclo, de pele escura e dentes brancos como sói, que tendo ganhado muito dinheiro decidiu fazer um agrado à mulher e levá-la a conhecer o Rio de Janeiro. Com sua melhor roupa, o casal foi ao aeroporto e precisou enfrentar uma fila para comprar a passagem. Em determinada hora, porém, o garimpeiro achou que a atendente estava olhando enviesado para ele, possivelmente pelo fato de não estar usando terno e gravata como a maioria dos outros passageiros. Não teve dúvidas: tirou o dinheiro do bolso, mandou fretar um avião, e fez o percurso Belém – Rio de Janeiro com sua mulher, ocupando apenas duas das mais de 400 poltronas do Boeing 747.
Aqui no Rio ele passeou pela praia de Copacabana, ficou hospedado num belo hotel. Depois voltou para o mesmo casebre onde morava em Marabá, e onde mora até hoje com a mesma mulher. Nada mudou na vida do garimpeiro que pôde gastar 45 milhões de cruzeiros (moeda da época) para fazer uma simples viagem.
“Do jeito que o garimpo deu, ele tomou”, vaticina o homem, um dos personagens que mais fala no documentário.  No quintal de terra de sua casa, ao lado da mulher que o acompanhou na aventura ao Rio, de um jeito simples mas sem hesitação, próprio de homens que já viram de tudo na vida, ele mostra que o garimpo de Serra Pelada, hoje nas mãos da empresa canadense Colossus Minerals, ainda tem muita riqueza para dar:
“Tem um aluvião de ouro aqui embaixo, entre a bananeira e o pé de laranja”, diz.
Sob a ótica humana, o garimpo de Serra Pelada pode servir também para mostrar a potência de homens sem rédeas. Tudo começou quando o finado Genésio, dono da Fazenda Três Barras, encontrou uma pepita de ouro em suas terras. A história se alastrou, muita gente correu. Até o pároco saiu de Marabá, vestiu calção, bota, e foi tentar a sorte. Tinha diamante, esmeralda, platina, ouro branco, ouro amarelo. Em pouco tempo eram três mil homens subindo e descendo, peneirando, vendendo o resultado na cidade.
Tudo ia andando, não havia conflito, a riqueza era de todos, ou melhor, de quem tivesse força física para enfrentar o calor dos diabos, a falta de água, condições insalubres. Um único interesse movia todos, para que brigar? Como nas sociedades antigas, os mais fortes passaram a coordenar, surgiu a necessidade de se organizar o trabalho: uns peneiravam, outros carregavam os sacos de terra, outros ainda somente levavam o produto e traziam o dinheiro. Para todos havia recompensa, mas não havia um só governante.
“Se nosso país fosse igual Serra Pelada, tinha igualdade social”, fala um garimpeiro.
Diz Hannah Arendt:  “O governo de ninguém não é necessariamente um não-governo; pode, de fato, em certas circunstâncias, vir a ser uma das suas mais cruéis e tirânicas versões… Ao invés de ação, a sociedade espera de cada um dos seus membros certo tipo de comportamento, impondo inúmeras e variadas regras”.
Até que… surge a lei, sob a figura de um único homem. O Major Curió, conhecido e famoso, acusado de ter cometido atrocidades sob as ordens do regime militar. Curió tem espaço para falar muito no documentário de Lopes. Afinal, não é ali que ele será julgado pelos crimes contra a humanidade. Na película, Curió serve à história. Aparece sendo ovacionado pelo povo quando, microfone nas mãos, eleva a voz, impõe a ordem e diz que está ali para organizar o trabalho.
Proibiu mulheres em Serra Pelada; o homem que fosse apanhado bêbado, sofreria as piores torturas. Organizou a “bagunça” e, é claro, cobrou seu quinhão:
“Era um campo de concentração tropical. Quem entrava não saía, quem saísse não poderia entrar novamente”, conta um ex-empresário, um dos coordenadores do garimpo quando ainda era um mutirão popular e que hoje só pensa numa coisa: mudar-se de Serra Pelada. “Não gosto mais daqui, isso é um grande cassino, e o tempo pode te vencer”, diz ele.
O ouro jorrou ainda durante muito tempo, Curió foi afastado, o regime militar terminou, as mulheres e a bebida voltaram ao garimpo. Mas o território não recebeu, em momento algum, um olhar cuidadoso de quem sorvia da terra tanta riqueza. Escola, hospital, saneamento, casas arrumadas, nada disso entrou na conta de quem gastava o dinheiro. Ainda hoje Serra Pelada é um lugar pobre, sem melhoramentos, que priva de confortos básicos os moradores.
“Como pode morrer de fome em cima de uma mina de ouro?”, pergunta-se hoje um garimpeiro.
A condição humana, de novo. Recorro à Hannah Arendt: “O tempo excedente do animal laborans (o indivíduo que trabalha e consome, na visão da autora) jamais é empregado em algo que não seja o consumo, e quanto maior é o tempo de que ele dispõe, mais ávidos e ardentes são os seus apetites”.
O filme termina em 2012. Sorridentes representantes da Colossus Minerals falam sobre estratégia, ferramentas, metas. Daqui a pouco falarão também sobre responsabilidade social, sustentabilidade. Caberá a eles, talvez, o papel de organizar o território seguindo seus próprios conceitos.
A turba, essa fica nos retratos tirados por Sebastião Salgado, nas histórias contadas pelas biroscas do local. Nas muitas cenas que morreram com tantos homens sob a terra que, ali mesmo, lhes serviu de última morada. E na certeza – vai saber? – de que o lago que se formou depois de tantas escavações ainda guarda muita riqueza:
“Tenho certeza de que nós não tiramos nem um terço do ouro que tem aqui”, diz um dos muitos garimpeiros que ainda orbitam por lá. Afinal, reza a lenda, garimpeiro de verdade nunca abandona seu garimpo. É mais forte do que ele, é humano, demasiado humano.

Principais áreas produtoras de minério no Brasil


Principais áreas produtoras de minério no Brasil

Os principais minérios extraídos no Brasil são: ferro, bauxita, manganês e nióbio.

 

Extração de minério na Serra dos Carajás, estado do Pará.
O território brasileiro é rico em minérios, sendo um dos maiores exploradores do mundo, junto à Rússia, Estados Unidos, Canadá, China e Austrália. Isso foi possível em razão de investimentos que propiciaram o crescimento dessa atividade nas últimas décadas.

Grande parte das empresas mineradoras não é genuinamente brasileira, tendo em vista que muitas são associadas a outras empresas estrangeiras, oriundas principalmente dos Estados Unidos, Canadá, Japão e Europa. As empresas estrangeiras inseriram tecnologias na extração de minérios e promoveram um significativo aumento na produção.
Para consolidar os projetos de mineração foram necessários imensos investimentos por parte das empresas mineradoras e também pelo governo brasileiro, o qual criou infraestrutura para sustentar tal empreendimento, como construção de hidrelétricas, ferrovias e portos. Tudo isso para facilitar a extração e o fluxo da produção.
As empresas estrangeiras de mineração instalaram-se no Brasil atraídas por incentivos oferecidos pelo governo, como recursos minerais abundantes, incentivos fiscais, financiamentos bancários, descontos em pagamentos de energia e impostos.


Serra dos Carajás
Os esforços empregados pelo governo brasileiro não têm trazido retorno satisfatório para o país, isso porque grande parte da produção é destinada ao mercado externo, comercializada a preços baixos. Incluindo ainda que os lucros obtidos pelas empresas estrangeiras não permanecem no Brasil, pelo contrário, são enviados para os países de origem.

Atualmente, os principais minérios extraídos no Brasil são: ferro, bauxita (alumínio), manganês e nióbio. O Brasil é o segundo maior produtor de ferro do mundo, com cerca de 235 milhões de toneladas. Ele é extraído em jazidas localizadas no Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais; na Serra dos Carajás, no Pará; e no Maciço do Urucum, no Mato Grosso do Sul. O ferro é o principal componente na fabricação do aço.

Na produção de bauxita, o Brasil é o terceiro em nível mundial, com uma produção de aproximadamente 17,4 milhões de toneladas. Sua extração acontece, exclusivamente, na Serra do Oriximiná, no estado do Pará. Esse minério é usado na fabricação do alumínio, importante matéria-prima na produção de eletrodomésticos, material elétrico, entre muitos outros.
O país é o terceiro produtor mundial de manganês, com uma produção aproximada de 1,3 milhão de toneladas ao ano. Sua extração ocorre, especialmente, em jazidas situadas na Serra dos Carajás, Quadrilátero Ferrífero e Maciço do Urucum. Grande parte da produção tem como destino o mercado externo, sendo absorvida principalmente pelos Estados Unidos, Europa e Japão. O manganês tem seu uso vinculado à fabricação do aço e de diversos produtos químicos.
O território brasileiro também é rico em nióbio, com uma produção anual de 38 mil toneladas, volume que coloca o país em primeiro lugar no mundo na extração desse minério. As reservas de nióbio encontram-se basicamente em Minas Gerais e Goiás. Esse minério é muito importante, sendo usado na fabricação de turbinas de aviões, aparelhos de ressonância magnética e supercomputadores.

O mapa da mina:

O mapa da mina:

    Se por acaso o "Gold-Bug" morde você um dia e você gostaria de sair a extração de ouro, este mapa vai lhe dar todas as informações que você precisa para encontrar o ouro em mais nenhuma área. Você pode sair e comprar um monte de livros, mas, em geral, tudo se resume a essas oito áreas críticas que você deve pan primeiro. Depois de bater pay-sujeira, então mova lentamente a montante, até encontrar a Mãe-Load, então você pode me enviar um cheque para 20% do que você encontrar (Just kidding)

Lembre-se: AREIA PRETA (tem muito ferro no mesmo), é pesado e vai afundar mais baixa e menor para a corrente como o ouro, uma vez que você encontrar AREIA PRETA (Pode ser sob a areia Blond), há uma boa chance de que você está muito perto do ouro que você está procurando.

Divirta-se Efeito panning

Walt Tofel

Gold Map
Where to pan for GOLD in a river, stream, or even a "dry-gulch", where an old steam was in the past.
Below is a GOLD MAP that I created for my grandchildren. If by chance the "Gold-Bug" bites you someday and you would like to go out panning for gold, this map will give you all the information that you will need to find gold in most any area. You can go out and purchase a ton of books, but in general it all comes down to these eight critical areas that you should pan first. Once you hit pay-dirt, then slowly move up-stream, until you find the Mother-Load, then you can send me a check for 20% of what you find (Just kidding)
Remember: BLACK SAND (It has lot of Iron in it), it is heavy and will sink down lower & lower into the stream like GOLD, so once you find BLACK SAND (It might be under the Blond Sand), there is a good chance that you are very close to the GOLD that you are seeking.   
Have Fun Panning
Walt Tofel
See additional pictures below
 
                                                                  
 O ouro se deposita no rio , como o motociclista entra em uma curva ; Sempre pelo miolo. ( por dentro ) .



 Veja outras fotos abaixo

Q # 1 O que é "Black Sand", e por que é tão importante?

A. Quando a extração de ouro, é bom estar à procura de "Black Sand", muitas vezes, o ouro é encontrado nessas areias mais escuras. Preto da areia é geralmente composto de ferro, bem como a platina e paládio, são os metais pesados, como o ouro, assim, devido ao seu peso, todos eles têm uma tendência de afundar inferior num leito bem como agrupamento. Da mesma forma, se você está encontrando Areia Preta, você pode encontrar ouro nesta área.

Q # 2 Por que está à procura de quartzo é tão importante?

A. O ouro é encontrado frequentemente com e ou em pedras de quartzo, pode ser panning um córrego ou escavação em ravina seca, se você está vindo em cima de pedras e rochas de quartzo, ter tempo para olhar cuidadosamente para esta quartzo. Muitas vezes você vai ver flocos finos e veias de ouro ou, eventualmente, um nice grande pepita encaixada nesta rochas. Encontrar Quartz é uma boa indicação de possíveis ouro para ser encontrado nesta área.

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Abaixo estão fotos adicionais, de modo a compreender melhor onde você pode encontrar ouro quando se olha para o rio seco ou ravina de uma perceptiva diferente.


Q #1 What is "Black Sand" and why is it so important?
A. When panning for gold, it good to be looking for "Black Sand", often gold is found in these darker sands. Black Sand is usually composed of Iron, as well as Platinum and Palladium, these metals are heavy like gold, thus because of their weight they all have a tendency of sinking down lower in a stream bed as well as grouping together. Likewise if you are finding Black Sand, you may find gold in this area.
Q #2 Why is looking for Quartz so important?
A. Gold is often found with and or in Quartz stones, you may be panning a stream or digging in dry gulch, if you are coming upon quartz stones and rocks, take the time to look carefully at this quartz. Quite often you will see fine flakes and veins of gold or possibly a nice large nugget incased in this rocks. Finding Quartz is a good indication of possible gold to be found in this area.
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Below are additional pictures, so as to better understand where you can find gold when looking at the river or dry gulch from a different perceptive.
  
  
  
Se, em um rio ou riacho, é uma boa maneira de manter a calma em um dia quente, com ouro de US $ 1.200 por onça troy, você pode fazer alguns milhares de dólares, enquanto se diverte. 

If in a river or stream, it is a good way to stay cool on a hot day, and with gold over $1200 per troy ounce, you might make a few thousand dollars while having fun.