terça-feira, 24 de março de 2015

Interessado em diamantes? Que tal 77,77 quilates de pura beleza?

Interessado em diamantes? Que tal 77,77 quilates de pura beleza?




Enquanto a indústria tenta entender se o momento do diamante é bom como se esperava, contabilizando as vendas do Natal, do feriado chinês e do St Valentine, em outro cenário, o mundo verá mais um leilão espetacular calcado exatamente na venda de uma única pedra.

Em abril a Sotheby´s vai leiloar um diamante raro. Uma pedra perfeita de cor amarela vívida com 77,77 quilates: o Pricey.

A pedra, pela sua qualidade, transparência, pureza e cor extraordinária é considerada muito rara e deverá ser vendida por mais de US$8 milhões.

Será que existirão compradores para essa raridade?

Com certeza sim! O dinheiro existe e pedras dessa qualidade são grandes investimentos de elevada liquidez.

Interessado?

STJ mantém proibição de mineração em área dos índios Cinta Larga

STJ mantém proibição de mineração em área dos índios Cinta Larga




O Superior Tribunal de Justiça (STJ) ordenou o DNPM cancelar as concessões de lavra e/ou pesquisa mineral e indeferir todos os requerimentos em terras dos Cinta Larga.

A proibição abrange áreas das reservas do Roosevelt, Aripuanã, Parque Aripuanã e Serra Morena .

O assunto vem tramitando há bastante tempo e, em 2014, o procurador-geral da República Rodrigo Janot já havia ajuizado ação cautelar para que as operações de mineração e pesquisa fossem canceladas nas terras indígenas dos Cinta Larga.

O DNPM havia registrado um recurso contra a decisão do TRF1, tentando defender a pesquisa nas terras dos índios e, agora, é derrotado, mais uma vez.

Os conflitos entre os índios e os garimpeiros começaram no momento em que os diamantes do Roosevelt foram descobertos, em 1999, pela mineradora De Beers.

Desde então, com a invasão das terras indígenas por garimpeiros, os conflitos se intensificaram, até 2004, quando houve o massacre de 29 garimpeiros pelos Cinta Larga.

Geólogos acreditam na extração econômica de ouro e metais preciosos nos esgotos

Geólogos acreditam na extração econômica de ouro e metais preciosos nos esgotos




Estudos feitos pela Universidade do Estado do Arizona estimaram que uma cidade de 1 milhão de habitantes joga no esgoto o equivalente a 13 milhões de dólares por ano em metais preciosos.

Os metais preciosos, ouro, prata, platina, paládio junto com outros metais como o cobre, vanádio, zinco, chumbo e estanho fazem parte do lixo jogado todos os dias no esgoto.

Um grande número de novos produtos industriais como shampoos, detergentes e até roupas (com prata para reduzir o odor) estão enriquecendo o valor dos resíduos sólidos que não são processados em plantas de filtragem e tratamento de água.

Nos oito anos que os estudos foram feitos, quando foram testados mensalmente os esgotos, chegou-se a uma conclusão extraordinária: o material sólido tem, em média 28g/t de prata, 0,6% de cobre, 49g/t de vanádio e 0,4g/t de ouro.

Os teores de ouro e de cobre são compatíveis com os teores médios de algumas minas econômicas famosas como a de Paracatu ou dos pórfiros de cobre ao redor do mundo.

Imagine ter verdadeiras minas de ouro a partir do sujo esgoto de uma cidade como S. Paulo, que polui os rios e o mar...

Não é ficção científica e pode ser feito economicamente!



água
O tratamento dos esgotos é feito nos Estados Unidos e em vários lugares do mundo (veja acima), mas, por enquanto, só a água é recuperada podendo ser imediatamente consumida pela população.

Já o resíduo sólido do tratamento dos esgotos onde estão os metais preciosos e que, depois do processo pode ser transformado em fertilizante e bioplásticos reduzindo ainda mais os custos do processo de tratamento.

Mais importante que tudo, a mineração dos esgotos irá viabilizar duas das maiores riquezas da humanidade: a água e o meio ambiente.

A mineração a serviço do meio ambiente...

terça-feira, 17 de março de 2015

Barrick em dificuldade pode vender mina gigante

Barrick em dificuldade pode vender mina gigante


A situação da maior mineradora de ouro do mundo não é fácil.

A Barrick Gold perdeu mais de 50% do seu valor em apenas dois anos e precisa reduzir o seu débito em US$3 bilhões ainda em 2015.

Esses pontos mostram as rachaduras na estrutura da mineradora tida como uma das mais sólidas, algum tempo atrás.

Hoje a Barrick Gold tem um débito astronômico, maior que US$13 bilhões e um valor de mercado de apenas US$12,6 bilhões.

A melhor forma de sair desta arapuca financeira é a venda de ativos de alto valor.

E a Barrick está, possivelmente, colocando à venda nada menos do que a sua mina chilena de cobre Zaldivar.

Zaldivar é um desses super-porphyry coppers de imenso valor. Na realidade Zaldivar é o corpo norte do complexo de Escondida, controlada pela BHP.

A jazida está localizada na cordilheira, no norte do Chile, próximo a Antofagasta (imagem).

Trata-se de uma operação a céu aberto onde o minério é lixiviado em pilhas e o cobre recuperado transformado em catodos.

Em 2014 a mina produziu 1 milhão de toneladas de cobre. Os custos de produção do cobre em 2014 foram de US$1,9/libra.

As reservas de Zaldivar são simplesmente enormes e atingiam 5,5 bilhões de libras de cobre em 2014.

Se a Barrick vender Zaldivar acredita-se que ela poderá levantar US$1,5 bilhão, o que é somente a metade dos US$3 bilhões planejados para a redução do débito...

Será que ela consegue?

USGS diz que a possibilidade de um grande terremoto na Califórnia está maior do que nunca

USGS diz que a possibilidade de um grande terremoto na Califórnia está maior do que nunca



Segundo os geólogos do USGS (US Geological Survey) a chance de que a Califórnia seja atingida por um devastador sismo de 8 ou mais na Escala Richter, nos próximos 30 anos, está aumentando significativamente. Eles calculam que agora a probabilidade aumenta de 4,7% para 7%.

O aumento da chance de um grande terremoto é causado pelo desenvolvimento de novas fraturas que interligam as grandes falhas. Essas falhas não eram interligadas.

Agora quase todas as falhas estão interconectadas a múltiplas fraturas menores que devem se romper simultaneamente, maximizando os efeitos e estragos dos próximos sismos.

O USGS acredita que os sismos de magnitude 6,7 devem ocorrer a cada 6,3 anos .

Enquanto isso, na cidade de Fuyang na China (foto), um terremoto de magnitude 4,7 danificou mais de 10.000 casas e matou, pelo menos, duas pessoas.