sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Rutilos… Nem tudo que reluz, é ouro!! (…e nem todo negócio é da China!!)

Rutilos… Nem tudo que reluz, é ouro!! (…e nem todo negócio é da China!!)


Pra quem trabalha com pedras, é normal sempre estar respondendo a perguntas e curiosidades. Afinal, as pedras despertam paixões e curiosidades …
No caso do quartzo rutilado, a coisa mais comum (e tb uma das mais engraçadas), é a confusão do rutilo dourado com ouro… Muitas vezes já ouvi a pergunta “Pq vc não quebra a pedra e tira o ouro lá de dentro? Não seria mais valioso?”
Pingente com Coração de Quartzo entupido de Rutilios. Essa pedra leva o nome de Quartzo  Rutilado ou Quartzo com Rutilos Dourados.
Pingente com Coração de Quartzo entupido de Rutilios. Essa pedra leva o nome de Quartzo Rutilado .
rutilo feira06
Pra quem conhece sobre o assunto, parece bem engraçada essa pergunta… mas é muito mais comum do que imaginamos! Afinal, ninguém tem obrigação de saber o que são inclusões em pedras! =)
Pois bem… para a decepção de muitos, como diz o ditado “nem tudo que reluz é ouro” e portanto, os fios dourados, são, na verdade, Rutílios, um tipo de mineral composto de dióxido de titânio.
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Rutilio Dourado, ou Rutilos. Popularmente conhecido como "Cabelos".
Rutilio Dourado, ou Rutilos. Popularmente conhecido como “Cabelos”.
O Rutilo dourado é o mais valorizado, mas existem outras cores de “cabelos”.  Vermelhos, cobre, prateados, azuis, violeta… Os “rutilos” pretos, na verdade são inclusões de turmalinas negras, e existem tb os quartzos com inclusões de peridoto, que parecem rutilos. 
rutilo feira
Rutilos verdes e vermelhos na mesma pedra.
quartzo com peridoto
Quartzo com peridotos parecem rutilos.
Vários tipos de rutilos... cabelos douraos claros, rutilo estrela com hematita, rutilo no quartzo fumê...
Vários tipos de rutilos… cabelos dourados claros, rutilo estrela com hematita, rutilo no quartzo fumê…
O Rutilo pode conter até 10% de ferro, tem brilho metálico e o mais comum é encontra-lo nas cores marrom e vermelho. Daí o nome “Rutilo”, que vem do latim “Rutilus” que significa “Vermelho”.
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anel rutilo cobre
O quartzo rutilado sempre teve produção abundante no Brasil, porém é uma pedra que dificilmente encontramos bruta para comprar ( quantidade para comercialização ). O contrabando para a China acabou com a oferta de quartzo rutilado bruto no Brasil. 
Os chineses dominaram o mercado de forma injusta e compram toda a produção bruta dos quartzos rutilados ainda no garimpo. São toneladas de mercadoria bruta, de todas as qualidades, que deixam o país por um preço simbólico. No processo de exportação as pedras melhores são colocadas por baixo das pedras baratas e assim uma infinidade de pedras de excelente qualidade se vão a preço de banana. Na China, elas são manufaturadas a preço escravagista e dessa maneira os chineses detém todo o mercado de quartzo rutilado.
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Pensa que tá ruim? … pois pode ficar pior…
Sabe como essa mercadoria que sai daqui é paga? Parte é paga com mercadoria já beneficiada. Isso já é praxe, e é sabido que não existe negociação se não for dessa forma. Um verdadeiro negócio da China.
Ano passado vários chineses foram presos no sul da Bahia e norte de MG por contrabando. Leia a reportagem aqui,aqui e aqui. Mas prisões ou punições são realmente raros.
Tudo isso fez disparar o preço do Quartzo Rutilado num curto espaço de tempo. Ano passado, na FIPP o quartzo rutilado mal deu as caras, aparecendo somente em pedras de estoque.
No nosso caso tb tem sido assim. Nossas criações estão sendo feitas com pedras do estoque da época em que conseguíamos comprar rutilos escolhidos, de todos os tipos e cores…
Até quando iremos enriquecer outros países com nossas riquezas???
Enquanto a fiscalização não for intensa e insubordinável, continuaremos a fazer papel de bobos …
Deliciem – se com mais anéis e rutilos essenciais!!
Anel com Rutilos Cobre...
Anel com Rutilos Cobre…
aneis rutilos
Rutilo Cabelos Dourados, Rutilo Estrela e Druza de Citrinos.
Rutilo Cabelos Dourados, Rutilo Estrela e Druza de Citrinos.
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Coração com inclusões de Quartzo Rutilado Prateado e lodolitas.
Coração com inclusões de Quartzo Rutilado Prateado e lodolitas.
pulseiras quartzo rutilos


Cristais gigantescos descobertos no Mexico

Cristais gigantescos descobertos no Mexico


Floresta de Cristal” Subterrânea gigantesca descoberta em uma imensa caverna, em Naica, embaixo do Deserto de Chihuahua, no México
O Professor Iain Stewart teve um raro vislumbre do espetáculo subterrâneo durante as filmagens para a nova série da BBC “Como a Terra Nos Fez” (How Earth Made Us).
“Até que você perceba  os homens vestidos de laranja escalando por aí, é difícil compreender a importância extraordinária da descoberta desta floresta de cristal subterrânea no México.

É “a Capela Sistina dos cristais”, diz Juan Manuel García-Ruiz.
A cerca de 1.000 pés ( 340 metros de profundidade) abaixo do Deserto de Chihuahua, no México, esta caverna foi descoberta por dois irmãos que trabalhavam em perfuração em mina de prata e chumbo na região de Naica.
A Caverna dos Cristais no México surpreendeu geólogos, quando foi descoberta pela primeira vez no ano 2000. A câmara subterrânea contém alguns dos maiores cristais naturais já encontrados no mundo – algumas das estruturas de selenito cresceram para mais de 12 metros  de comprimento. 
O Professor Iain Stewart teve um raro vislumbre do espetáculo subterrâneo durante as filmagens para a nova série da BBC “Como a Terra Nos Fez” (How Earth Made Us).
“Até que você perceba  os homens vestidos de laranja escalando por aí, é difícil compreender a importância extraordinária da descoberta desta floresta de cristal subterrânea no México.
“A cerca de 1.000 pés ( 340 metros de profundidade) abaixo do Deserto de Chihuahua, no México, esta caverna foi descoberta por dois irmãos que trabalhavam em perfuração em mina de prata e chumbo na região de Naica. É uma visão assustadora.
Até 170 gigantes e luminosos obeliscos – o maior tem 37.4 pés de comprimento (12 metros)  e a altura equivalente a seis homens  juntos por toda a gruta como pilares emaranhados de luz, e a rocha úmida de suas paredes é coberta com ainda mais perfeitos aglomerados de afiadas lâminas de cristal.
Explorador ao lado  de um gigantesco cristal de gypsum. foto: R.D. Fisher
Cristais gigantes de gypsum com mais de 12 metros, nos níveis mais baixos da caverna da mina de Naica, no México
O maior dos cristais possui 12 metros de comprimento e 4 metros de diâmetro, pesando 55 toneladas. A maior dificuldade é que a temperatura de 44ºC e a alta umidade – perto dos 100% – tornam impraticável a sobrevivência no local, sendo possível uma permanência de apenas 10 a 15 minutos, a não ser com a utilização de equipamentos especiais.

Local de extração ilegal de turmalinas na PB funcionava de forma precária

Local de extração ilegal de turmalinas na PB funcionava de forma precária

Policiais encontraram condições precárias de trabalho no local.
Operação da PF e MPF desarticulou esquema milionário de extração.

A Polícia Federal (PF) encontrou condições precárias de funcionamento e de trabalho nas minas onde eram realizadas as extrações ilegais de Turmalina Paraíba, no distrito de São José da Batalha, município de Salgadinhox, no Seridó paraibano. A operação "Sete Chaves", realizada pela PF e Ministério Público Federal (MPF) desarticulou o esquema milionário de extração de pedras preciosas que teria movimentado R$ 2,5 milhões.
A reportagem da TV Paraíba teve acesso ao local junto com os policiais neste sábado (30), constatando o local fechado, com buracos encobertos apenas por tapumes, instalação elétrica feita por gambiarras e falta de equipamentos de segurança para o garimpo.
Apenas dois funcionários estavam cuidando do local e confirmaram que, além da falta de condições para funcionamento, os trabalhadores também não tinham carteira de trabalho assinada.
Resgate
O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF) resgatou todo o dinheiro que estava nas contas bancárias em nome dos investigados na Operação Sete Chaves. A determinação do sequestro foi da Justiça Federal, a pedido da Procuradoria da República em Patos. Ao todo, foram retidos R$ 100 mil.
Para o procurador da República João Raphael Lima, o baixo valor encontrado nas contas brasileiras dos investigados, comparado às cifras envolvidas na extração e comércio ilegal internacional, descobertas durante as investigações, é mais um indício de que os suspeitos mantêm o maior volume de dinheiro em contas bancárias fora do país.

Entenda o caso
A Justiça Federal também determinou o bloqueio dos ativos financeiros existentes em nome dos investigados e a inserção de restrição de transferência de propriedade de veículos automotores em nome dos envolvidos.

Na quinta-feira (8), o (MPF) obteve a interdição da empresa de mineração que foi alvo de mandado de busca e apreensão durante a fase ostensiva da Operação Sete Chaves. Conforme a decisão da 14ª Vara da Justiça Federal, as visitas das pessoas e órgãos ao local devem ser comunicadas à Justiça. Na decisão, o juiz Claudio Girão Barreto entendeu que "a demora em se proteger a área onde houve a busca e apreensão poderá produzir efeitos extremamente danosos e eventos imprevisíveis em toda a sua extensão".
O esquema de extração ilegal da turmalina paraíba, desarticulado durante operação conjunta entre a Polícia Federal e o MPF movimentou mais de R$ 2,5 milhões entre os oito investigados. De acordo com o delegado da Polícia Federal Fabiano de Lucena Martins, o potencial exploratório da mina era de cerca de 1 bilhão de dólares.
Os detalhes da investigação, que teve início em 2009, foram divulgados em entrevista coletiva na sede da Polícia Federal, em Cabedelo. Foram apreendidos carros de luxo, uma quantia em dinheiro não divulgada e algumas pedras de turmalina. Nenhuma das prisões realizadas na operação foi feita na Paraíba, segundo a polícia.
Os suspeitos serão indiciados pelos crimes de lavagem de dinheiro, usurpação de patrimônio da União, organização criminosa, contrabando e evasão de divisas. A operação ‘Sete Chaves’ ocorreu nas cidades paraibanas de João Pessoa, Monteiro e Salgadinho e também nos municípios de Parelhas e Natal, no Rio Grande do Norte, além de Governador Valadares (MG) e São Paulo (SP).
Esquema
Durante a entrevista coletiva, a Polícia Federal apresentou um mapa  do caminho que as pedras faziam no esquema (veja abaixo). Segundo a PF, o esquema criminoso começava com a extração da pedra no distrito de São José da Batalha, em Salgadinho (PB). Uma empresa paraibana existente no local não possuía licença para extração da pedra, mas segundo as investigações, as pedras paraibanas eram extraídas pela empresa, ilegalmente, e enviadas para uma mina na cidade de Parelhas (RN), onde ganhavam certificados legais de exploração.
Do Rio Grande do Norte, as pedras seguiam para Governador Valadares (MG), para serem lapidadas. Lá, comerciantes enviavam as gemas para o exterior, em mercados na cidade de Bangkok, na Tailândia, Hong Kong, na China e Houston e Las Vegas, nos Estados Unidos.
"As pedras paraibanas são de maior qualidade e portanto atraem maior interesse de colecionadores e dos suspeitos. As pedras eram exportadas como sendo do Rio Grande do Norte, e assim declaradas com valor inferior, e só no mercado do exterior que os comerciantes diziam a real origem da pedra paraibana e portanto vendiam com preço elevado", disse o delegado.

O delegado comentou que por causa da cor e da raridade da pedra, um quilate (0,2 gramas) da turmalina paraíba custa US$ 30 mil. Ainda de acordo com o delegado, a depender das características, o valor pode subir para US$ 800 mil. A turmalina paraíba só é encontrada em cinco minas em todo mundo, três estão na Paraíba e duas na África. As pedras extraídas na Paraíba são consideradas as mais valiosas entre as turmalinas, segundo Fabiano de Lucena Martins.
Mapa divulgado pela Polícia Federal mostra o caminho que as pedras faziam desde a extração ilegal até o destino final, no exterior (Foto: Divulgação/Polícia Federal)Mapa divulgado pela Polícia Federal mostra o caminho que as pedras faziam desde a extração ilegal até o destino final, no exterior (Foto: Divulgação/Polícia Federal)

Pará e Martinica reforçam parceria com foco no mercado de joias e gemas da região

Pará e Martinica reforçam parceria com foco no mercado de joias e gemas da região

O projeto inaugural terá como foco utilizar a expertise do Polo Joalheiro do Pará para um projeto semelhante no território da Martinica
30/10/2015
O Governo do Pará estreitou os laços comerciais com a Martinica. Em uma reunião na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico,  Mineração e Energia (Sedeme), as duas partes chegaram a um entendimento para trabalhar em áreas como turismo, energia, biodiversidade e transferência de tecnologias. O primeiro projeto em conjunto deve ser na área de joias, com a Martinica replicando o modelo do Polo Joalheiro paraense. Com a aproximação o Pará vislumbra a entrada direta nos mercados caribenho e europeu.
Desde o mandato anterior do governador Simão Jatene o Pará entende que a relação com o Caribe, natural pela proximidade geográfica, é também estratégica. E o território escolhido para iniciar a aproximação foi o da Martinica, um departamento ultramarino francês. Desde o ano passado os governos dos dois territórios assinaram um termo de acordo descentralizado, dispositivo recém criado pelo Ministério de Relações Exteriores, no qual foram elencadas algumas áreas para serem trabalhadas, entre elas: turismo, energia, biodiversidade e transferência de tecnologias.
Na semana passada, o diretor de mercado da Sedeme, Aldryn Começanha, recebeu Eve Lombard, gerente de projetos de relações internacionais da Martinica, em uma reunião que contou ainda com a presença de Rosa Neves, diretora do Polo Joalheiro São José Liberto. No encontro, os dois territórios celebraram o acordo e já encaminharam projetos para inaugurar a parceria. “Desde o ano passado estamos trabalhando com empenho em projetos com o Governo do Pará. Estamos satisfeitos com o ótimo acordo que firmamos e esperamos já no próximo ano entregar o primeiro, como prova da eficiência desta cooperação”, disse Lombard.
O projeto inaugural terá como foco utilizar a expertise do Polo Joalheiro do Pará para um projeto semelhante no território da Martinica. “Foi importante o fato de termos essa experiência solicitada para replicação do Polo Joalheiro na Martinica. A ideia do projeto é que a parceria permita a formação de artesãos e acesso ao mercado do país, além de exploração de inovações tecnológicas”, disse Rosa Neves, que também destacou que o acordo não prevê um “transplante” de ações e atividades, mas sim a adequação dos produtos à cultura caribenha. “Pensamos na construção da linha Amazônia-Caribe, construindo um percurso de produção, criação e comercialização de joias. Será uma grande conquista para os dois territórios”, disse.
Segundo Oscar Pimenta, coordenador de gemas e joias da Diretoria de Geologia e Mineração (Digem) da Sedeme, o acordo prevê a compra de gemas do Pará. “A Martinica produz joias, mas não tem gemas, e nós produzimos 90% das gemas no Brasil. Essa é a troca mais importante do acordo”, disse Pimenta, ressaltando que a Martinica irá adotar modelo de governança semelhante ao do Polo Joalheiro. Para o diretor da Digem, Eduardo Leão, o acordo com a Martinica é um negócio livre de riscos para o Pará. “O modelo do Polo Joalheiro será copiado e isso pode dar o impulso para melhorar a lapidação de gemas, criando centros de lapidação no interior, em cidades como Itaituba e Marabá, por exemplo. Mostramos nas reuniões que podemos vender ouro mais barato para a Martinica. Estamos convocando os garimpeiros para atentar sobre o mercado internacional que vamos abrir. Queremos fechar a cadeia do ouro e das gemas”, disse.
Para Aldryn Começanha, diretor de mercado da Sedeme, o fortalecimento desta relação será fundamental para o crescimento econômico do Pará e inserção em mercados com grande potencial. “A parceria abre as portas primeiramente ao mercado do Caricom, que é um bloco de cooperação econômica no Caribe com 15 milhões de pessoas. O fato de ser através da Martinica, um departamento ultramarino francês é mais importante ainda, pois cria automaticamente um corredor com a França, uma das economias mais importantes do mundo e que também integra a comunidade europeia, bloco econômico com mais de 500 milhões de pessoas”, disse Começanha. 

Lençóis, Chapada Diamantina, atrai turistas por suas inúmeras grutas e cachoeiras

Lençóis, Chapada Diamantina, atrai turistas por suas inúmeras grutas e cachoeiras
Construída na época do garimpo do diamante, no século XIX e começo do XX, a cidade é um pequeno Pelourinho no meio de pedra e rios
Opções
Foto por: Assessoria
Uma cidade colonial bem no meio da Bahia, coladinha à Chapada Diamantina. Até o guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page adorou e comprou uma casa por lá. Não conhece Lençóis? Vá e descubra que ganhou na Lottoland, é um prêmio visitar a terra de gente hospitaleira e alegre.

No meio do caminho entre Salvador e Brasília fica Lençóis. Construída na época do garimpo do diamante, no século XIX e começo do XX, a cidade é um pequeno Pelourinho no meio de pedra e rios. A maior riqueza do local são as inúmeras grutas e cachoeiras que possui, bem pertinho na cidade.



 

 

 
Não faltam guias de todas as idades para te levar às atrações do local, mas o ideal é que sejam conhecidos dos lugares onde você se hospedar. Os passeios podem ser demorados e alguns precisam de carro. Mas dá pra se divertir muito com diversos orçamentos.

A cidade possui uma rede hoteleira diversificada, desde camping e acomodações bem modestas até hotéis 3 e 4 estrelas, muito confortáveis. Possui cerca de 10 mil habitantes apenas, fica a quase 400 metros de altitude em relação ao nível do mar.
 

 

 

 

A economia local é fortemente baseada no turismo, chegou a ser indicada pelo Guia Quatro Rodas como um dos 10 destinos brasileiros mais recomendados, em 2010. Possui diversos restaurantes, a grande maioria simples e de comida caseira. Não deixe de provar o suco de mangaba, uma saborosa fruta muito comum na localidade.

Os passeios imperdíveis são:

Mucugêzinho


 
Poço do Diabo


 
Ribeirão do Meio


 
Lapão


 
Gruta da Pratinha



Morro do Pai Inácio



Torrinha



Salão das Areias Coloridas



Serrano


 
E ainda outras cachoeiras gigantes como a da Fumaça e singelas como a da primavera ou da Mixila. Uma viagem para se fazer tanto sozinha como com a família, há passeios que exigem um pouco mais de preparo físico e outros mais tranquilos.

Arrume a mala e divirta-se.