segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Tesouros do século VII a.C são encontrados na Transilvânia

Tesouros do século VII a.C são encontrados na Transilvânia

Tesouros do século VII a.C são encontrados na Transilvânia

Dois grandes esconderijos de armas de bronze e joias do século VIII a.C foram encontrados no sul da Transilvânia. Os objetos pertenceram a um tempo anterior à invenção da moeda cunhada, e até mesmo da chegada da escrita àquela parte da Europa.
Dentro das coleções de artefatos, que tinham 300 e 50 peças, respectivamente, os pesquisadores descobriram machados duplos, espadas curtas e lanças. Também foram encontrados broches, pulseiras, pingentes, torques, grânulos e grampos de cabelo. Grande parte dessas joias eram feitas de bronze. Além disso, foram descobertas peças de arreio de cavalos.
“A maioria dos objetos são feitos de bronze, mas também existem armas e ferramentas de ferro” explicou Corina Bors, arqueóloga sênior do Museu de História Nacional da Romênia.
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Os artefatos foram encontrados em uma pequena ravina no extremo sul de um sítio pré-histórico chamado atualmente de Tărtăria–Podu Tărtăriei vest, que se espalha por uma área de 10 hectares. Esta localização foi descoberta na primavera de 2012, durante investigações arqueológicas realizadas antes da construção de uma auto-estrada na área.
Muitas outras descobertas foram feitas no local, incluindo ofertas para douesas e um local de enterros, onde foram encontrados vários corpos. De acordo com os arqueólogos, descobertas como essa podem ajudar os especialistas a traçar rotas de comércio do passado.

Você sabia que é possível criar diamantes no microondas?

Você sabia que é possível criar diamantes no microondas?

Você sabia que é possível criar diamantes no microondas?

Grande parte dos diamantes atuais são extraídos em zonas de guerra, mas felizmente, essa não é a única origem dessas tão cobiçadas pedras. É possível criar diamantes artificiais em um forno microondas, e eles possuem a mesma estrutura física e química que os naturais.
Tudo o que você precisa é de um pequeno fragmento de diamante, chamado semente de carbono, em um forno de microondas, junto com quantidades variáveis de um gás de carbono pesado. Para isso, é possível utilizar metano.
A mistura gasosa é aquecida em altas temperaturas até produzir uma esfera de plasma. Nela, o gás e os átomos de carbono cristalizam e se acumulam sobre a semente de diamante, fazendo-a se expandir.
Mas não é um processo tão rápido: pode demorar até 10 semanas para produzir um diamante comercializável, mas o processo é infalível. É tão difícil distinguir um diamante sintético de um natural que especialistas precisam de uma máquina para contar as gemas cultivadas em laboratório para comparar com diamantes naturais.
Em 2014, 360 mil quilates de diamantes artificiais foram produzidos, e ainda correspondem a uma pequena fração do mercado mundial da pedra preciosa. Mas especialistas preveem que o mercado de diamantes sintéticos cresça muito nos próximos anos, para desespero das mineradoras.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Fofoca garimpeira, modelo primitivo e reduzido das bolhas das bolsas

Fofoca garimpeira, modelo primitivo e reduzido das bolhas das bolsas

A publicação dos artigos do JO “A quadratura do milagre”, “região amazônica, laboratório sociológico” e “ efeito manada” aguçaram leitores do Jornal do ouro a respeito das similaridades entre as fofocas garimpeiras e o crack das bolsas, tanto o grande da depressão de 1929, como o menor de 2008
A Fofoca garimpeira poderia ser vista como um modelo reduzido dos cracks
De fato o motor fundamental é o mesmo:


A vontade de enriquecer rápido 



As demais 4 (quatro) condições para que isto ocorre formam as diversas formas de  combustíveis
- porque tem ouro ou diamante, recurso natural de alto valor e mítico. no caso das fofocas, e muitos dinheiro circulante no caso da bolsa
- porque ha existência de mão de obra ilimitada retirada dos contingentes de pobreza nos dois casos
- porque há recursos financeiros também ilimitados que são os compradores de minério no caso das fofocas e os imensos capitais da revolução industrial no caso da bolsa
- porque há liberdade de trabalhar no caso das fofocas e a total ausência de regulamentação por parte do governo americano no caso da bolsa
Tanto um como o outro mostram um lado bom explosivo de crescimento vertiginoso e um lado péssimo, a depressão posterior com a retirada dos garimpeiros no caso das fofocas e a ruina dos investidores no caso da bolsa;


Ou seja, em resumo tanto o modelo reduzido como seu modelo natura deveria ser evitado com regulamentação prévia, só que no modelo reduzido os riscos são muito menores, não atingindo toda a sociedade e, portanto neste caso, o risco pode valer a pena ser tentado.

Vamos observar como ocorreu o crack da bolsa:

Em '1929', Ivan Sant’Anna descreve como a Quinta-feira Negra alterou os rumos da história.
No dia 5 de setembro de 1929, o teórico econômico Roger Babson foi ridicularizado ao proferir um discurso sombrio: "Mais cedo ou mais tarde, o crash virá, e poderá ser tremendo", vaticinou. Babson falava sobre a bolsa de valores de Nova York, que vivia uma euforia jamais vista. Os Estados Unidos encerravam uma década dourada em clima de euforia e consumismo desenfreado. "O delírio era coletivo", comenta Ivan Sant’Anna, escritor, ex-dono de corretora e operador do mercado financeiro, autor de 1929 (Objetiva), emocionante relato sobre o crash da bolsa de Nova York, fato que alterou os rumos da história.
Naquele ano, acreditava-se no nascimento de uma sociedade em que todos poderiam ser ricos, pois bastava aplicar todas suas economias no mercado de ações. O sonho encantava celebridades, como Charles Chaplin e Irving Berlin, e cidadãos comuns como o engraxate Pat Bologna, que ganhava fama por seus palpites em ações baseados em conversas com clientes famosos.
Banqueiros, artistas, donas de casa, ninguém acreditava em perda. A armadilha, porém, se armava – destaque para as "chamadas de margens", possibilidade de comprar ações financiadas pagando uma fração do valor total e dando o próprio papel como garantia.
Quando as ações estavam em alta, o mercado se sustentava. A queda, no entanto, obrigava o investidor a pagar ao credor o valor equivalente à perda. Ou era obrigado a vender o papel para saldar a dívida. Ou seja, milhões de dólares eram movimentados sem que realmente existissem.
Quando o castelo de ar começou a ruir, em outubro de 1929, a tragédia se escancarou. O índice Dow Jones, que avalia o mercado, registrou um pico e o mercado começou a sentir que uma queda se aproximava. O volume de negócios diminuiu até que, no dia 24, conhecido como a Quinta-Feira Negra, ocorreu a quebra. Milhares de pessoas perderam as economias, o desemprego aumentou e o pânico resultou em diversos suicídios. O mercado perdeu mais de US$ 30 bilhões em dois dias.
Em seu livro, Sant’Anna mostra como a quebra da bolsa deu origem à grande depressão e influenciou a ascensão do nazismo. Também narra casos curiosos, como o feeling de Chaplin que, percebendo o perigo iminente, vendeu suas ações em 1928 e escapou do prejuízo.
Por que a crise de 1929 foi a maior de todos os tempos?
Porque seguiu-se à maior febre especulativa dos tempos modernos. O mercado tornou-se irreal e, por isso, a queda foi gigantesca. Além disso, o Fed (Banco Central dos EUA) não tomou nenhuma medida para dar liquidez ao mercado após o crash e o presidente Herbert Hoover disse que a crise da bolsa era um problema privado e não dizia respeito ao governo. Em ocasiões posteriores, como no crash de 19 de outubro de 1987 e na crise do subprime (2008), o governo agiu rapidamente, dando liquidez ao mercado e repassando dinheiro a empresas como a General Motors, assim como salvando da falência as duas gigantes de crédito imobiliário Fannie Mae e Freddie Mac, sem contar que, após 1929, foi criada a SEC (reguladora encarregada de analisar a estrutura do mercado de ações). O mesmo aconteceu na Europa quando o Banco Central Europeu, o FMI e a Alemanha agiram para socorrer países como a Grécia, Irlanda, Itália, Espanha e Portugal. Hoje, todo mundo tem 1929 como espelho e ninguém deixa que as coisas tomem aquele rumo.
A crise de 1929 levou os EUA a um isolacionismo no momento em que as democracias ocidentais enfrentavam a ascensão das ditaduras fascistas. Ou seja, de alguma forma, a crise de 1929 retardou a entrada nos EUA na 2ª Guerra Mundial?
Se não houvesse o crash de 1929, dificilmente teríamos a ascensão de Hitler ao poder e o advento da Segunda Guerra Mundial. A febre especulativa causou o crash, o crash causou a Grande Depressão e a Grande Depressão provocou a Segunda Guerra. O protecionismo comercial generalizado que se sucedeu ao crash contribuiu para o isolacionismo americano e realmente retardou sua entrada na guerra, o que só aconteceu após o ataque a Pearl Harbor.
Também é possível afirmar que aos EUA foi necessário um século de erros – de 1830 até o crack da bolsa em 1929 – para que sua casa financeira fosse posta em ordem? Mas como explicar a recente crise de 2008?
O mercado tem memória curta e é movido por ganância e medo. A diferença agora é a maneira como as autoridades monetárias reagem às crises. Por isso a crise de 2008 foi apenas uma gripe se comparada ao câncer devastador de 1929. Aliás, o chairman do Fed em 2008, Ben Bernanke, é um especialista em 1929. Agiu rápido para estancar a hemorragia. Até hoje, as taxas de juros nos EUA estão próximas de zero. Pode haver inflação, mas um novo 1929 dificilmente acontecerá nas próximas gerações.

A primeira das regras para ficar milionário no garimpo: tapar os ouvidos ao canto das sereias.

No Tapajós, fácil é ficar milionário, difícil é manter essa condição

A primeira das regras para ficar milionário no garimpo: tapar os ouvidos ao canto das sereias.

Filhas de Achelous e da musa Terpsícore, tal como as harpias, as sereia habitavam os rochedos entre a ilha de Capri e a costa da Itália. Eram tão lindas e cantavam com tanta doçura que atraíam os tripulantes dos navios que passavam por ali para estes colidirem com os rochedos e afundarem. Odisseu, personagem da Odisseia de Homero, conseguiu salvar-se porque colocou cera nos ouvidos dos seus marinheiros e amarrou-se ao mastro de seu navio, para poder ouvi-las sem poder aproximar-se. As sereias representam na cultura contemporânea o sexo e a sensualidade.
No garimpo, representam  tanto o chamado das fofocas como o chamado do prazer merecido após muita luta e a consequência é a mesma: o blefo
Já tratamos em diversas ocasiões do fenômeno da fofoca no garimpo; a fofoca é a reuniões de uma grande quantidade de pessoas que não tapam os ouvidos ao canto das sereias.
O canto das sereias fala de um ouro mítico e momentâneo, fala da riqueza de um e canta a esperança de todos.
Se observarmos os verdadeiros milionários do Tapajós, a história de vida de cada um deles, poderemos verificar que eles não seguiram os cantos das sereias ou se seguiram, foi só uma vez para apreender.
Ficaram milionários não ao tirar toneladas de ouro em poucos meses, mas centenas de quilos em muitos anos, trabalhando nos custos, administrando com competência e evitando gastar e não escutando as noticias de fofocas.
Eles transformaram as fases de bamburros em bois e usaram esses bois como poupança para as fases de blefo
Isto não é uma visão só para garimpeiros mas para todas as profissões

Importância dos recursos minerais

Para que serve a mineração?

Para as muitas pessoas que acham que mineração é só destruição da natureza e seria melhor voltar a viver nas árvores

A mineração foi a primeira atividade do homem depois que desceu das arvores. Antes de fazer agricultura o homem usava pedras para se defender, as atirando nos inimigos e caças, e para derrubar alimentos, e claro não era qualquer pedra, tinha que ter tamanho e formato adequado as suas mãos e forças, assim, obrigatoriamente havia uma seletividade das pedras a ser usada, isso é o inicio da mineração.
Importância dos recursos minerais





Os bens minerais têm uma importância significativa para a sociedade, a tal ponto que as fases de evolução da humanidade são divididas em função dos tipos de minerais utilizados: idades da pedra, do bronze, do ferro, etc. Nenhuma civilização pode prescindir do uso dos bens minerais, principalmente quando se pensa em qualidade de vida, uma vez que as necessidades básicas do ser humano - alimentação, moradia e vestuário - são atendidas essencialmente por estes recursos.

Uma pessoa consome direta ou indiretamente cerca de 10 toneladas/ano de produtos do reino mineral, abrangendo 350 espécies minerais distintas. A construção de uma residência é um exemplo desta diversidade.

Sua casa vem da mineração 


Elemento construtivo
Principais substâncias minerais utilizadas
tijolo
argila
bloco
areia, brita, calcário
fiação elétrica
cobre, petróleo
lâmpada
quartzo, tungstênio, alumínio
fundações de concreto
areia, brita, calcário, ferro
ferragens
ferro, alumínio, cobre, zinco, níquel
vidro
areia, calcário, feldspato
louça sanitária
caulim, calcário, feldspato, talco
azulejo
caulim, calcário, feldspato, talco
piso cerâmico
argila, caulim, calcário, feldspato, talco
isolante - lã de vidro
quartzo e feldspato
isolante - agregado
mica
pintura - tinta
calcário, talco, caulim, titânio, óxidos metálicos
caixa de água
calcário, argila, gipsita, amianto, petróleo
impermeabilizante - betume
folhelho pirobetuminoso, petróleo
pias
mármore, granito, ferro, níquel, cobalto
encanamento metálico
ferro ou cobre
encanamento PVC
petróleo, calcita
forro de gesso
gipsita
esquadrias
alumínio ou ligas de ferro-manganês
piso pedra
ardósia, granito, mármore
calha
ligas de zinco-níquel-cobre ou fibro-amianto
telha cerâmica
argila
telha fibro-amianto
calcário, argila, gipsita, amianto
pregos e parafusos
ferro, níquel

e outros equipamentos e bens que nos garantem qualidade de vida também

Rodovia, ferrovia, hidroelétrica, termoelétrica, computador, televisão, fogão, geladeira, combustível, alimentos - corretivo de solo, fertilizante, defensivo agrícola, lápis, papel, borracha, giz, louças, talheres, panelas, martelo, serra, torno, automóvel, avião, barco, medicamento, perfumaria, água ...

Desenvolvimento social e econômico

A atividade mineral disponibiliza para a sociedade recursos minerais essenciais ao seu desenvolvimento, sendo a intensidade de aproveitamento dos recursos um indicador social. Tomando como exemplo o consumo per capita de agregados para a construção civil (areia + brita), este reflete a real intensidade estrutural de uma sociedade, pois está associado diretamente às vias de escoamento de produção, obras de arte, como viadutos e pontes, saneamento básico, hospitais, escolas, moradias, edifícios, energia elétrica e toda sorte de elementos intrínsecos ao desenvolvimento econômico e social de um povo.

O crescimento sócio-econômico implica em maior consumo de bens minerais, tornando importante garantir a disponibilidade dos recursos demandados pela sociedade. Existe portanto, uma relação direta entre desenvolvimento econômico, qualidade de vida e consumo de bens minerais.

O caráter pioneiro da mineração resulta em novas fronteiras econômicas e geográficas, abrindo espaço para o desenvolvimento e gerando oportunidades econômicas. Como indústria de base, induz à formação da cadeia produtiva, do processo de transformação de minérios até os produtos industrializados. Na medida que proporciona a interiorização da população, cria demandas por infra-estrutura e serviços, induz a instalação de indústrias de transformação e de bens de capital, gera empregos e renda, reduzindo as disparidades regionais.

A mineração é reconhecida internacionalmente como atividade alavancadora do desenvolvimento, tendo grande participação no desenvolvimento econômico de muitas das principais nações do mundo, como. Canadá, Austrália e Estados Unidos.

Meio ambiente

A imagem da mineração como uma atividade agressiva ao meio ambiente e aos interesses do desenvolvimento sustentado tem suas raízes na intensa demanda pelos bens minerais que vigorou no passado, associada à falta tanto, de soluções tecnológicas adequadas, quanto de prioridade para a conservação ambiental na agenda dos governos. Esta combinação de fatores induziu o desenvolvimento de uma indústria mineral predatória, bastante generalizada no Brasil até épocas recentes da nossa história.

A realidade atual está mudando, entretanto, principalmente por efeito de uma fiscalização ambiental cada vez mais eficiente e priorizada pelo poder público, bem como pela disponibilidade de tecnologias de controle e recuperação ambiental mais adequadas às necessidades da indústria mineral. Ambas, fiscalização e tecnologia, são favorecidas pelo fato de que a mineração afeta geralmente pequenas extensões geográficas, dentro de áreas controladas pelo governo federal. Todas as áreas de concessão mineral em operação no Brasil abrangem menos de 0,15% do território nacional, localizadas de forma praticamente pontual em concessões do DNPM e liberadas mediante aprovação de um plano de controle e recuperação dos impactos ambientais, pelos órgãos específicos de fiscalização. Outras atividades econômicas, tais como a agricultura e a implantação de infra-estrutura urbana, afetam mais fortemente a integridade dos ecossistemas, aplicando produtos químicos e erradicando espécies em escala regional, o que as torna mais agressivas e de difícil recuperação.

Temos, portanto, que a mineração não apenas é uma atividade econômica de impactos ambientais essencialmente localizados, como ainda apresenta maiores possibilidades de gestão do risco e facilidade de fiscalização por parte do poder público. À medida que a indústria mineral se modernizar e que o controle se tornar mais efetivo, esta imagem tornar-se-á coisa do passado.