segunda-feira, 15 de agosto de 2016

H.STERN. UMA ESTRELA DE BRILHO ETERNO.

H.STERN. UMA ESTRELA DE BRILHO ETERNO.
" Idas e vindas no tempo são a alma da joalheria. Buscamos inspiração no passado, mas a interpretação tem que ser atual. Imaginamos o futuro atendo-nos às técnicas de hoje. É uma questão de viajar no tempo, de quebrar barreiras, de buscar o novo, sem esquecer nossas raízes. "Roberto Stern
Mundialmente reconhecida pelo design de suas joias e pelas iniciativas pioneiras que marcam sua história, a H.Stern hoje está presente em 32 países através de 280 pontos de venda.

Suas joias, que materializam sonhos e emoções, podem ser encontradas nas principais capitais do mundo como Nova York, Paris, Londres, Moscou, São Paulo, Rio de Janeiro, Frankfurt, Seoul e Shangai.
Empresa familiar e independente, fundada no Rio de Janeiro em 1945 por Hans Stern (1922-2007), a H.Stern concentra internamente todas as etapas de produção de suas joias, desde a busca das melhores gemas e metais, passando pela concepção e design, confecção artesanal das joias, até o lançamento das coleções em suas lojas. As joias são criadas e desenvolvidas em oficinas de ourivesaria próprias localizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, pelas mãos de cerca de 300 artesãos, muitos deles criados na casa, onde desenvolvem sua arte há décadas.Em 1945, o alemão naturalizado brasileiro Hans Stern fundou um pequeno negócio de compra e venda de pedras no Rio de Janeiro: nascia a H.Stern Em 1969, a joalheria criou um certificado de garantia internacional, para atestar o valor de suas joias. Graças a esse certificado, pedras popularmente encontradas no Brasil, como a água-marinha, a ametista, o topázio e a turmalina são tão valorizadas hoje.
Foi também em 1969 que se abriu o primeiro ponto de venda da H.Stern, na Praça Mauá. Outra loja foi inaugurada logo depois, dentro do Hotel Quitandinha, em Petrópolis. Desde então, vieram as lojas instaladas em aeroportos e em vários outros hotéis.
Como Hans Stern não estava satisfeito com a qualidade das pedras que seus fornecedores lhe entregavam, ele decidiu que sua empresa deveria atuar em todas as etapas de produção, exceto o garimpo. Criou então o primeiro laboratório gemológico da América do Sul, para garantir que estava comprando as melhores pedras, além de oficinas dentro da H.Stern, com ourives e lapidários vindos da Europa para lapidar as pedras e criar joias.
Após a morte de Hans Stern, em 2007, coube aos seus herdeiros, Roberto Stern, atual presidente e Ronaldo Stern, vice-presidente, a continuação do império criado pelo seu pai.

À frente da marca está Roberto Stern, filho mais velho de Hans Stern. Atual Presidente e Diretor Criativo da empresa, Roberto é responsável pelas grandes mudanças ocorridas na H.Stern ao longo das últimas duas décadas. Sob sua gestão, a H.Stern deixou de ser reconhecida exclusivamente pela qualidade das pedras preciosas de suas joias para ser lembrada também como joalheria de design. Temas como moda, comportamento, arte e arquitetura passaram a inspirar as coleções da marca e parcerias criativas com personalidades de universos distantes do mundo das joias trouxeram ideias inimagináveis para o antes tradicional mercado joalheiro.
"Idas e vindas no tempo são a alma da joalheria. Buscamos inspiração no passado, mas a interpretação tem que ser atual. Imaginamos o futuro, atendo-nos às técnicas de hoje. É uma questão de viajar no tempo, de quebrar barreiras, de buscar o novo, sem esquecer nossas raízes", resume Roberto sobre o processo criativo da H.Stern.
Se Hans Stern fundou as bases para o sucesso da empresa, nos anos 40, criando e promovendo o interesse internacional por pedras preciosas coloridas brasileiras, Roberto renovou a imagem da marca, agregando os conceitos criativos que hoje a diferenciam no cenário mundial. Seu irmão, Ronaldo, divide com ele as responsabilidades na condução da empresa, como vice-presidente da organização que conta com quase 3000 funcionários.


A HISTÓRIA DO Sr. Manoel Bernardes

A HISTÓRIA

Em 1944, o Sr. Manoel Bernardes, ainda jovem, se viu fascinado pelo universo das pedras preciosas, sua multiplicidade de cores. Passou, então, a pesquisá-las profundamente, apresentando-as ao mercado internacional e tornando-se, já na década de 1950, o maior distribuidor mundial de gemas brasileiras. Ao mesmo tempo, criava em Minas Gerais toda uma cadeia do processo joalheiro, identificando fontes, parceiros e desenvolvendo mão de obra especializada para extrair de cada gema seu maior potencial e criar joias valiosas, que vendia a clientes especiais.

O LEGADO

O fascínio e a determinação do fundador foram legados à segunda geração, que transformou o negócio de exportação de pedras em uma das maiores empresas do segmento, envolvendo a lapidação das gemas, o desenvolvimento de coleções exclusivas, comercializadas por uma ampla rede de distribuição, com joalherias próprias em Belo Horizonte e revendedores no país e no exterior.
A Manoel Bernardes busca a permanente construção de uma identidade própria, brasileira e contemporânea, para as joias que desenvolve. Conta hoje com uma equipe de designers, ourives, lapidários e outros profissionais especializados, tornando-se uma das principais representantes da joalheria do Brasil, tanto na comercialização de gemas especiais quanto de joias com design exclusivo.

A ESSÊNCIA

Aspectos peculiares, como o profundo conhecimento do mercado e do potencial das gemas, dão à marca uma expressão essencialmente brasileira. Portanto, o investimento em design e tecnologia, as lapidações inovadoras e pesquisas artísticas, históricas e de comportamento permitem que a Manoel Bernardes desenvolva linguagens realmente diferenciadas, e expressem da individualidade de quem as usa e com elas se identifica.
Essa busca também se revela na intensa participação em concursos de design, desafios que contribuem para que a equipe cresça, pesquise e pense sobre o futuro.

LOJAS

A Manoel Bernardes possui lojas nos principais shoppings de Belo Horizonte e um complexo de luxo com joalheria e multimarcas de relógios. Nele, estão representadas 16 das mais importantes marcas mundiais, com destaque para as boutiques exclusivas Rolex, Cartier, Breitiling, Montblanc, Panerai, Bvlgari e Omega.

Aírton Senna

Aírton Senna 
 


Ao morrer, no auge da carreira, pilotando um carro de fórmula 1, Aírton Senna era ídolo brasileiro e do esporte mundial comparável a Niki Lauda, Jim Clark -- o "escocês voador" -- e o pentacampeão Juan Manuel Fangio, de quem chegou a ser apontado sucessor.
Aírton Senna da Silva nasceu em São Paulo SP, em 21 de março de 1960. Seu pai presenteou-o com o primeiro kart e, em 1974, patrocinou o início de sua carreira. Em 1979 e 1980 Senna ficou em segundo lugar no campeonato mundial de kart e em 1981 venceu 11 das 19 corridas da fórmula Ford, na Inglaterra. Ganhou por antecipação os campeonatos europeu e inglês de fórmula Ford em 1982, com 21 vitórias em 28 provas. Tornou-se campeão da fórmula 3 inglesa, em 1983, com nove vitórias consecutivas, um recorde mundial.
Em 1984 Senna ingressou na fórmula 1, pela equipe Toleman, e um ano depois estava na Lotus, equipe pela qual disputou três temporadas. Em 1988, contratado pela McLaren, conquistou o primeiro campeonato mundial. No ano seguinte foi vice-campeão, atrás do francês Alain Prost, seu companheiro de equipe. Ao vencer as temporadas de 1990 e 1991, sagrou-se tricampeão mundial na categoria e veio a ser chamado "rei da chuva", pela habilidade para dirigir em pistas molhadas, ou "Mr. Mônaco", por suas cinco vitórias consecutivas nesse circuito.
Em 1994, seu primeiro ano na Williams, foi proibido o controle eletrônico dos carros, o que tornou a fórmula 1 mais perigosa. Em 1º de maio daquele ano, Senna morreu ao se chocar contra um muro de proteção a 300km/h, na sétima volta do grande prêmio de San Marino, em Ímola, Itália. Em dez anos de fórmula 1, disputou 161 corridas, venceu 41 e conquistou 62 pole positions. Sepultado em São Paulo, Senna recebeu honras de chefe de estado, num dos funerais mais concorridos da história do país.

Persistência e instinto criaram negócio familiar

Persistência e instinto criaram negócio familiar

E385C é o modelo escolhido pela Imil

Corrida do ouro no Mato Grosso, há mais de três décadas, foi o início de tudo 

Há 32 anos, Jonas Gimenez assistiu uma reportagem na televisão mostrando uma nova corrida ao ouro em Poconé (MT), cerca de 1 mil km de Ourinhos (SP), onde morava e atuava na extração de areia. Montou uma pequena mineradora com o irmão mais velho, dos nove da família. “Não tínhamos know how, levou muito tempo para entender o que é uma jazida, como se faz para encontrar o ouro”, lembra. No entanto, persistiu em trabalhar com técnicas avançadas para a época, com equipamentos, informações sobre a geologia local e “instinto” de que iria encontrar o metal. Foi o que aconteceu. A Mineradora Cangas II rendeu trabalho para a família inteira, e hoje possui 4 mil ha em terras que podem conter novas jazidas. “Somos ‘garimpeiros’  que se transformaram em mineradores. Nada é feito manualmente”, conta o empresário. “As dificuldades vão surgindo nesse caminho e as máquinas vão se aperfeiçoando”, comenta Gimenez, que hoje conta com quatro escavadeiras E485B New Holland em sua frota, que remove entre 250 e 300 caminhões de terra por dia e descem até 100 m de profundidade e a produção aumentou de 5 kilos  para 50 kilos mês, nada mau comparado com o preço do ouro hoje.

Mármore é o ouro do Espirito Santo
Cachoeiro do Itapemirim, situada no sul do Estado, é conhecida por estar sobre a maior reserva de mármore do Brasil. O potencial da região é tão grande que, no ano passado, quatro mineradoras – Magban, Cajugram, Bramagram e Mamede – se reuniram num consórcio para dar origem à Indústria de Mármores Italva (Imil), para juntas explorar a maior reserva da região. O engenheiro Cláudio Carneiro, gerente de Extração da Imil, comanda as operações com duas escavadeiras E385C Mass Excavator.

A preferência pelo modelo vem de sua polivalência – a máquina é conhecida como uma “porta-ferramentas”, já que permite diversos tipos de implementos. Entre eles, está o expansor de prancha, usado para movimentar o pedaço extraído da rocha. Esse equipamento que pesa, no mínimo, 6 t, depende do uso do macaco hidráulico da própria escavadeira, o que exige uma potência enorme da máquina, além de peso a partir de 32 t. Prancha é um aglomerado de blocos de 10 m3 em média. No total uma prancha pode chegar a 200 m³ de pedra, equivalente a 400 t.

Só a Cajugram, criada há 25 anos, trabalha com duas escavadeiras E245C e duas E385B, além de sete carregadeiras W-190, uma FW200 e três FR180. O empresário Valdecyr Viguini, que também é sócio da Imil, diz que são equipamentos que sempre atendem as expectativas. “A New Holland tem sido uma solução importante, considerando o custo competitivo e a performance dos equipamentos, bem como a assistência técnica”, explica. Por isso, novos equipamentos serão adquiridos à medida que os negócios forem expandidos, garante. “As escavadeiras da New Holland Construction estão entre as melhores para a função, e foram escolhidas para a operação porque têm o melhor custo/ benefício”, afirma Carneiro. Outro implemento muito utilizado nesse tipo de mineração é o rompedor, hidráulico, que picota o composto que sobra da rocha – pó usado para fazer diversos outros produtos, de sabão a adubo para aplicações agrícolas. Rogério Lemos, chefe administrativo da empresa, ressalta a versatilidade da máquina, que permite o engate rápido e o uso imediato dos implementos, isto é, gera economia, pois uma mesma escavadeira pode cumprir diversas funções no mesmo dia.

“É possível remover a cobertura e fazer a extração do mineral com uma escavadeira hidráulica. A produção é mais rápida se a máquina é mais ágil”, explica. Para ele, também, o diferencial da linha está no sistema hidráulico mais potente. “Se fôssemos tirar bloco como era antigamente, nem teria funcionário para isso. Usava-se guincho, cabo de aço, explosivos, muito mais do que se usa agora. O bloco de mármore trincava, o que acabava gerando prejuízo. Hoje a tendência é de que os equipamentos fiquem cada vez maiores em tamanho e volume”, explica Carneiro. Um mesmo bloco de mármore pode ter diversas variações. O nome varia de acordo com o local e com o nome dado pela empresa que o extrai. O material retirado daquela região é conhecido como mármore Cachoeira. Quanto mais branco, mais valorizado. Até poucos anos atrás o preferido nas construções brasileiras era o que vinha importado da Itália ou da Grécia. “Pedra é igual à roupa, a moda é cíclica”, afirma Carneiro.

“Estamos fazendo um grande investimento em máquinas, em caminhões, ampliando as licenças ambientais, os estudos, levantamentos geológicos, sondagens, para crescer aproveitando esse momento do mercado”. A Imil possui 52 ha de terra para explorar, nos quais atualmente há seis frentes de trabalho. O tanto que ainda falta investir, afirma, “a rocha e o mercado é que vão dizer”. Estima-se, para o segmento de mármores e rochas ornamentais, um crescimento médio de 30% nas exportações nos próximos três anos.

O fim do ciclo de baixa pode estar mais próximo do que se imagina

O fim do ciclo de baixa pode estar mais próximo do que se imagina
Economista faz uma análise 3D e acredita em reversão da tendência atual 

As oscilações no preço das commodities, como o petróleo, minério de ferro, ouro e outros, tem impactos significativos diretos e indiretos na economia brasileira. Os ventos externos nos últimos anos não têm sido muito favoráveis, com a queda brusca no preço das commodities associada a decisões equivocadas na política econômica, a desaceleração econômica enfrentada no país se viu ainda mais intensificada.

De acordo com o economista e especialista em investimentos, Richard Rytenband, por se tratar de uma economia dependente da venda de produtos básicos e de baixa complexidade produtiva, os termos de troca têm tido um comportamento volátil nas últimas décadas no Brasil, alternando bons e maus momentos.

“Essa volatilidade é atribuída ao fato, principalmente, de não haver uma diversificação nos últimos anos em investimentos no setor que fossem capazes de agregar valor, entre os preços que exportamos e o preço dos bens que importamos. No entanto, apesar dos desafios enfrentados neste momento, o cenário começa a indicar que uma reversão deste ciclo de queda pode estar mais próximo do que se imagina”, destaca Richard Rytenband.

Para quem deseja compreender melhor o funcionamento destes ciclos e o que está por trás destes grandes movimentos que afetam a economia global, o economista destacou aspectos principais a acompanhar, denominado por ele, análise em 3D, em que são avaliadas a dimensão do Fundamento, Sentimento e Ação dos Preços das commodities:

1. Fundamentos
Os principais bancos centrais do mundo para enfrentar as forças deflacionárias estão recorrendo a taxas de juros negativas, o que desvaloriza as moedas nacionais e aumenta a liquidez do sistema financeiro mundial.

Este movimento é extremamente favorável a ativos e países considerados de maior risco, ou seja, bom para emergentes e commodities.

Pelo lado da dinâmica da oferta e demanda, o atual ciclo de baixa está eliminando do mercado os produtores marginais, os que possuem os piores custos de produção, o que sinaliza uma redução futura da oferta, ao mesmo tempo que a demanda, mesmo com o baixo crescimento global se mantém estável, com leve tendência de alta.

Após anos de descompasso entre oferta e demanda, os mercados caminham para um equilíbrio nos próximos trimestres.

2. Sentimento
Com um ciclo de baixa longo e agudo, as apostas na queda dos preços das commodities atingiram patamares recordes este ano, principalmente por parte dos chamados Fundos Hedge.

Com tantas apostas na baixa, muitas commodities se tornaram muito vulneráveis a qualquer tipo de notícia favorável, como no caso visto nas últimas semanas no petróleo e no minério de ferro, que apresentaram fortes rallys de altas, em grande parte provocados pelo fechamento de posições de vendas.

3. Ação dos Preços
Após anos muitas commodities como o ouro, petróleo e minério de ferro começam a sinalizar uma quebra da tendência de baixa que vigorava até então.

A análise 3D sinaliza que os anos de baixa nas commodities podem estar chegando ao fim, com uma formação de um fundo importante de médio prazo, o que vai impactar positivamente a economia brasileira nos próximos meses e anos.


Empilhadeira operando na mina Brucutu, da Vale