quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Resumo do dia: saiba o que movimentou a política hoje

Resumo do dia: saiba o que movimentou a política hoje

Veja o que aconteceu na política nacional.

Denúncia do Temer

Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) aprovou em votação o parecer que orienta a rejeição da denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. Foram 39 votos favoráveis contra 26 contrários e uma abstenção. Agora, o plenário da Câmara dos Deputados deverá decidir na semana que vem se autoriza ou não a abertura do processo no Supremo Tribunal Federal.

O retorno de Aécio

Após 20 dias afastado, o senador Aécio Neves retomou o seu mandato nessa terça-feira (17). No plenário e sem citar nomes, ele afirmou ser vítima de uma armação “ardilosa” e “criminosa”, preparada por “empresários inescrupulosos” e por “homens de Estado”. O plenário decidiu por 44 votos a 26, pelo retorno de Aécio.

Aécio e Tasso

O presidente interino do PSDB, Tasso Jereissati, surpreendeu ao defender a renúncia de Aécio Neves do comando do Partido, um dia após o Senado votar o retorno do senador mineiro à Casa, que depois, no plenário, alfinetou dizendo que ter sido alvo de “graves ataques” nos últimos dias por parte de alguns senadores, mas que retoma o mandato “sem rancor ou ódio”. Quando questionado, Aécio afirmou: “Não trato de questões partidárias pela imprensa”.

Orçamento 2018

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que o governo deve publicar até o fim do mês as Medidas Provisórias (MP) que impactam o Orçamento de 2018. As MPs tratam do adiamento do reajuste de servidores, do aumento de 11% para 14% da contribuição previdenciária dos funcionários públicos que ganham mais de R$ 5 mil e do ajuste da tributação de fundos de investimento exclusivos.

Trabalho Escravo

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) entrou para o grupo que critica duramente a portaria do Ministério de Trabalho que dificulta a punição de empresas que submetem seus trabalhadores a condições degradantes e análogas à escravidão.
“Considero um retrocesso inaceitável que limita a caracterização do trabalho escravo à existência de cárcere privado. Com isso, se desfiguram os avanços democráticos que haviam sido conseguidos desde 1995, quando uma comissão do próprio ministério, ouvindo as vozes e ações da sociedade, se pôs a fiscalizar ativamente as situações de superexploração da força de trabalho equivalentes à escravidão”, diz FHC.
O ex-presidente espera que Temer “reverta esta decisão desastrada”. Além do FHC, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) também criticou a medida e afirma que ela faz com que o Brasil deixe de ser referência no combate à escravidão. Em oito estados do país, os fiscais do trabalho param suas atividades em protesto à portaria.

Fonte: ADVFN

Financial Times aponta duas preocupações que os investidores devem ter para as eleições de 2018

Financial Times aponta duas preocupações que os investidores devem ter para as eleições de 2018

Mesmo com as altas expressivas do Ibovespa nos últimos tempos, o jornal britânico Financial Times (FT) se mostra desconfiado sobre os rumos que o mercado brasileiro tomará no ano que vem. Ele aponta que os investidores estão animados com a melhora na economia e o cenário externo favorável, mas que também estão se enganando ao acreditarem que as reformas estruturais acontecerão como devem, independentemente de qual seja o próximo governo.
“Ninguém tem a menor ideia de quem será o próximo presidente”, afirma o FT sobre o primeiro problema no cenário brasileiro. Apesar de ainda ser muito cedo para tirar alguma conclusão, o jornal aponta que o vácuo político é extenso e que as reformas se tornam ainda mais complicadas com as perspectivas atuais. As pesquisas recentes apontam que o ex-presidente Lula e o deputado Jair Bolsonaro estão mais bem posicionados que os outros possíveis candidatos e ambos estão distantes do que os investidores esperam.
O ex-presidente seria o mais preocupante para o mercado, de acordo com o jornal. As pesquisas também apontam que o seu nível de rejeição é mais elevado que o de aprovação, mas o que deve ser realmente definido é se Lula poderá ou não participar efetivamente das eleições, já que ele foi condenado por corrupção e pode ser impedido de competir por causa da Lei da Ficha Limpa. Já o Bolsonaro é uma personalidade controversa e geraria grandes divisões sociais, o que dificultaria uma boa atuação como presidente.
Até o momento, o prefeito de São Paulo, João Dória, apresenta o perfil preferido pelos investidores, mas o FT aponta que “Doria é inexperiente e pouco conhecido fora de sua cidade. Geraldo Alckmin [preferido para ser o candidato escolhido pelo PSDB], entretanto, é visto como um político da velha guarda em uma eleição em que os eleitores devem rejeitar o establishment político”. Ainda assim, o veículo destaca que outros nomes podem aparecer até o início das campanhas e conquistar a popularidade entre os eleitores.
Outro problema muito importante para o Financial Times é que o brasileiro tem tendência a votar em partidos com programas sociais democráticos. “Candidatos populistas que prometem reverter a recessão com programas que geram gastos podem ir bem. Por outro lado, candidatos que falam em cortar benefícios da previdência e expandir as privatizações podem ganhar o mercado, mas perdem as eleições”, afirmou a publicação britânica.
“Os investidores provavelmente não terão que se preocupar até depois do carnaval, que acontece em fevereiro do próximo ano. Será a partir daí que a campanha realmente começará. Mas eles podem fazer bem em lembrar que o nome do meio de Bolsonaro é ‘Messias’. Enquanto se espera que os eleitores brasileiros estejam maduros o suficiente para não cair completamente em uma civilização messiânica, a responsabilidade fiscal e econômica pode ser uma venda mais difícil do que muitos investidores esperam”, concluiu a publicação.

Fonte: ADVFN

Investir em diamante pode ser mais rentável que outras aplicações financeiras

Investir em diamante pode ser mais rentável que outras aplicações financeiras

O diamante, tradicional gema do ramo joalheiro, presente nas peças há mais de um século, tem se fortalecido como uma boa opção para os investidores. Em 2016, enquanto a poupança rendeu aproximadamente 8%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e o Certificado de Depósito Interbancário (CDI) 14%, conforme a consultoria Economática, a valorização da tabela de avaliação de diamantes no Penhor da Caixa, por exemplo, chegou a 25%.
A baixa volatilidade, ou seja, a menor variação de preço da gema em um período curto de tempo, também mostra que o investimento é uma alternativa segura, em que dificilmente há perdas no que foi aplicado. “O diamante é um bem escasso e está em constante valorização, uma opção assertiva”, afirma a empresária Tania Vicenzi, da Viccenza.
Tania destaca, entretanto, que a procedência da gema é requisito básico para a valorização da mesma. “É importante procurar um fornecedor de confiança e ter sempre uma certificação de qualidade da joia para que mais tarde seja negociada”, ressalta. Além disso, os aspectos de pureza, cor, lapidação e quilate impactam no preço de avaliação, os chamados 4 Cs do diamante: clarity, color, cut e carat respectivamente.
Campanha Upgrade
Ações de negociação em joalherias também são oportunidades para os investidores. Na Viccenza, de 15 a 31 de outubro, acontece a campanha “Upgrade”, nela os clientes que possuem diamantes podem ir até uma das lojas da marca (Shopping Curitiba, Park Shopping Barigüi e Pátio Batel), avaliar as suas peças, e trocar por um diamante de maior valor, investindo apenas a diferença. “O objetivo é proporcionar um upgrade na peça de forma mais fácil”, explica Tania.

Fonte: Brasil Mineral
DIAMANTE BRUTO

Produção de minério de ferro da BHP cai 4% no trimestre

Produção de minério de ferro da BHP cai 4% no trimestre


Mas a empresa disse que ainda espera atingir sua meta anual de produção. O total produzido de minério de ferro foi de 64 milhões de toneladas no primeiro trimestre do ano fiscal de 2018, ante 67 milhões de toneladas no mesmo período do ano anterior, informou a empresa.
Os números levam em consideração o minério de ferro produzido pela empresa e em parcerias em joint ventures. A participação da BHP no trimestre foi de 55,6 milhões de toneladas.O UBS previu um volume de cerca de 63,6 milhões de toneladas.
A BHP interrompeu temporariamente em 1º de junho as operações em sua mina Whaleback, a maior das sete operadas pela empresa na Austrália, devido a um incêndio.    A companhia manteve a previsão para o ano fiscal 2018 de uma produção de 275 milhões a 280 milhões de toneladas de minério de ferro.
A produção de petróleo no trimestre caiu 8 por cento para50 milhões de barris de óleo equivalente, na mais fraca performance trimestral da companhia desde 2011. A produção trimestral de cobre da BHP aumentou 14 por cento para 404 mil toneladas, com a empresa mantendo a meta de 2018 em 1,655 milhão a 1,790 milhão de toneladas.
Fonte: Reuters

Agro é POP, MINERAÇÃO É TOP

Agro é POP, MINERAÇÃO É TOP


Os que gostamos de Televisão temos assistido a um comercial institucional do Agronegócio bastante bem feito, agradável e ilustrativo, que divulga a importância fundamental do mesmo para a nossa vida, cuja conclusão é “Agro é TECH, Agro é POP, Agro é TUDO”.
À luz deste comercial e do verdadeiro “tiroteio” de que tem sido alvo a Mineração – especialmente no recente caso da extinção da RENCA, um imenso festival de desinformação, desconhecimento e incompreensão -, considero essencial que nós da Indústria Mineral, à luz do ocorrido, despertemos para a essencialidade de melhorarmos, profunda e urgentemente, a eficácia da comunicação da Mineração.
Para tanto e obedecida a limitação de espaço desta “Coluna do Mendo”, permito-me relembrar alguns “pilares” que, se vocês estiverem de acordo, proponho venham a ser considerados para embasar nossa Comunicação da Mineração à Sociedade e aos nossos diversos Stakeholders, a saber:
1.   O QUE É MINERAÇÃO
No Prefácio do mais recente livro publicado pelo CEAMIN – Centro de Estudos Avançados em Mineração, intitulado “Mineração e Meio Ambiente – Análise Jurídica Interdisciplinar” (Editora Lumen Juris, Rio de Janeiro, 2017), escrevi meu conceito de Mineração com vistas à comunicação da mesma à Sociedade, a saber: “Mineração é a atividade que propicia aos seres humanos, mediante seus produtos, saciarem suas fomes biológicas, psicológicas, sociais e espirituais e concretizarem seus sonhos”, ou seja, Mineração é TOP!
2.   A DIETA MINERAL DO SER HUMANO, HOJE
Neste mesmo Prefácio, acima citado, lembramos que a US National Academy of Sciences destacou que “Nos Estados Unidos, todo ano, cerca de 11,3 toneladas de novos minerais devem ser proporcionadas, por habitante, para se fabricar os itens de uso diário de cada pessoa – e crescente número destes minerais são importados”, ou, em outras palavras, para se viver bem, Mineração é TOP!
3.   ROBÓTICA E MINERAÇÃO
Cada dia mais estamos entrando no mundo da robótica, autores como Jorge Félix considerando que, no Século XXI, “a robótica será para a economia o que a indústria automobilística foi para a economia do Século XX” e “The Economist” que “a fábrica do futuro será um galpão industrial cheio de robôs fabricando outros robôs”: como os robôs “nada mais” são do que “minerais empacotados”, em outras palavras podemos afirmar que, para a indústria do futuro ser, de fato, competitiva, a Mineração é TOP!.
4.   MINERAÇÃO E PD&I
Como escrevi na “Introdução” de outro livro publicado pelo CEAMIN, intitulado “Direito Minerário em Execução” (Editora Mandamentos, Belo Horizonte, 2009), a “Mineração é simples na aparência, mas complexa na essência”. Por exemplo, algo que nem todos nós percebemos é que, como destaquei em uma “Coluna do Mendo” anterior, publicada aqui na “Minérios & Minerales”, intitulada “A jazida mineral, uma inovação tecnológica radical”, a Mineração exibe e demanda alto grau de tecnologia embarcada – e das mais sofisticadas! -, ou seja, também em Tecnologia, Mineração é TOP!
5.   MINERAÇÃO E RECURSOS HÍDRICOS
Outra afirmativa a considerar, entre várias, é a do Instituto Brasileiro de Mineração-IBRAM – do qual, como então Diretor do BDMG, tenho o orgulho de ter sido o Coordenador de sua fundação, concretizada pelo Banco em 10 de dezembro de 1976 – constante, entre outras, da publicação ANA – Agência Nacional de Águas e IBRAM intitulada “A Gestão de Recursos Hídricos e Mineração” (2006), a saber, “Minerar sim, pois os bens minerais são essenciais à qualidade de vida almejada pela humanidade e à própria sobrevivência: mas fazê-lo com permanente atenção e todo cuidado no que respeita ao meio ambiente” [Fonte: “Mineração e Meio Ambiente”, publicado pelo IBRAM em 1992 (esgotado)]. Como não se vive sem acesso à Água, também em se tratando de Recursos Hídricos, Mineração é TOP!
Caras Amigas e Caros Amigos,
Em um Mundo midiático, com as redes sociais “a mil”, a batalha a ser vencida é a da Comunicação: vamos, pois, a ela, com o orgulho de sermos mineradores, pois como sabemos muito bem, para a Qualidade de Vida, a Mineração é essencial e é TOP!
Sucesso a todos no seu esforço de comunicar Mineração à Sociedade!!!
Fonte: José Mendo Mizael