sábado, 28 de outubro de 2017

Sociedade angolana de diamantes está no Dubai

Sociedade angolana de diamantes está no Dubai


Uma delegação da Sociedade de Comercialização de Diamantes de Angola (SODIAM - EP), chefiada pela presidente do Conselho de Administração, Beatriz de Sousa, participou nos dias 16 e 17 deste mês, no Dubai, na terceira edição da conferência local sobre esse recurso mineral, indica uma nota de imprensa da empresa.

Diamante pode aperfeiçoar o sistema nacional de saúde
Fotografia: Santos Pedro | Edições Novembro

O evento foi organizado pelo Centro Multi Commodidades de Dubai (DMCC) e visou "dar forma ao futuro de um mercado interligado", com debates entre especialistas de vários países comprometidos com a indústria diamantífera.
O comunicado refere que  a conferência abordou as tendências do sector e os principais problemas que afectam a indústria diamantífera em todo o mundo, o que contribuiu para o enriquecimento do programa social da SODIAM, em benefício dos angolanos.
“O diamante pode vir a influenciar na estabilidade da economia do país e ajudar a aperfeiçoar o sistema nacional de saúde. Portanto, vamos continuar a apostar na formação de quadros e fomentar o emprego para os jovens”, disse no certame, a PCA da SODIAM, Beatriz de Sousa.
/>A nota refere ainda que Dubai acredita no potencial da indústria do diamante para crescer e está empenhado em dar o seu máximo para suportar a actividade diamantífera em todo o mundo. Um dos temas da conferência foi sobre “O lado social dos projectos mineiros”. Pelo que, o evento deu um contributo ao programa social da SODIAM, em termos de concepção e desenvolvimento de projectos sociais para o bem  da população angolana.
O evento atraiu centenas de especialistas da indústria em toda a cadeia de valor da pedra preciosa. A conferência, conhecida por identificar os principais problemas que afectam a indústria global, está a lidar com uma rica agenda de assuntos críticos para o futuro do negócio de diamantes em todo o mundo.

Fonte: Jornal de Angola

Em visita a Seul, secretário americano da Defesa ameaça Coreia do Norte 

Em visita a Seul, secretário americano da Defesa ameaça Coreia do Norte


© Fournis par RFI O secretário americano da Defesa, James Mattis, ameaçou a Coreia do Norte neste sábado (28) e disse que os Estados Unidos darão uma "resposta militar em massa" caso o país utilize a arma nuclear.
A declaração foi dada em uma entrevista coletiva, durante a visita do secretário norte-americano a Seul, capital sul-coreana. "O uso de uma arma nuclear por parte do norte-coreanos receberá uma resposta militar em massa, efetiva e arrasadora", declarou Mattis.
Nesta sexta-feira, o secretário norte-americano disse que o objetivo dos Estados Unidos "não é uma guerra" contra a Coreia do Norte, mas uma desnuclearização "completa, verificável e irreversível da península coreana". Ao lado do ministro sul-coreano da Defesa, Song Young-Moo, ele afirmou que Washington e Seul "reafirmam o compromisso a favor de uma solução diplomática para enfrentar o comportamento irresponsável e ilegal da Coreia do Norte".
Vias diplomáticas ainda são prioritárias
Em sua viagem ao continente asiático, nesta semana, o secretário norte-americano insistiu que os Estados Unidos jamais aceitarão a Coreia do Norte como uma potência nuclear, e preveniu que os progressos militares do regime “mais enfraqueciam o país do que reforçavam sua segurança”.
Segundo ele, o fato dos líderes norte-coreanos continuarem a testar mísseis balísticos e bombas atômicas é "contraproducente e enfraquece o país". Ele repetiu que a diplomacia continuava sendo a via prioritária para negociar a questão, mas lembrou do poder de fogo que representa a aliança entre americanos e sul-coreanos. “A diplomacia é mais eficaz quando tem o apoio de uma força militar legítima”, disse.
Neste sábado, o secretário americano participa de uma reunião anual bilateral sobre questões de defesa. A Coreia do Norte executou o sexto teste nuclear em setembro e lançou, nos últimos meses, vários mísseis intercontinentais com a capacidade para atingir o território americano.
Visita de Trump
O presidente Donald Trump visitará a Coreia do Sul nos dias 7 e 8 de novembro. Ele inicia um viagem na região no dia 3 de novembro, e passará pelo Japão, Coreia do Sul, China, Vietnã e Filipinas, que será pautado pela crise com os norte-coreanos

Fonte Exame

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Ações da mineradora brasileira Nexa sobem em estreia nas bolsas de NY e Toronto

Ações da mineradora brasileira Nexa sobem em estreia nas bolsas de NY e Toronto


As ações da mineradora brasileira Nexa Resources subiam mais de 10 por cento em seu primeiro dia de negociações em Nova York e Toronto nesta sexta-feira, em um sinal de que investidores estão interessados no setor de mineração, disse o presidente-executivo da empresa.
A Nexa, uma das cinco maiores produtoras de zinco do mundo, com três minas subterrâneas no Peru e duas no Brasil, precificou sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) em 16 dólares por ação, levantando 496 milhões de dólares, ante uma faixa de preço entre 18 a 21 dólares por ação. Às 15h57, o papel subia 12,9 por cento, a 18,06 dólares na Bolsa de Nova York e avançava para 23,5 dólares canadenses na bolsa de Toronto.
“É a primeira transação deste tipo, com este porte, em muitos, muitos anos, o que significa que o mercado está buscando o setor de mineração como uma boa opção novamente”, disse o presidente-executivo Tito Martins em entrevista à Reuters. A Nexa não tem planos de aquisição atualmente, disse Martins, e focará em construir a mina de Aripuana em Brasil, e a de Shalipayco, enquanto aumento a capacidade das operações existentes no Peru. Os recursos levantados no IPO serão direcionados a estes projetos, que devem custar cerca de 400 milhões de dólares, disse Martins.
As novas minas brasileira e peruana devem iniciar as operações em 2020 e 2021, respectivamente, acrescentando 150 mil toneladas à capacidade de produção, disse o executivo.
Fonte: Reuters

Lucro líquido da Vale sobe quase quatro vezes no 3º trimestre

Lucro líquido da Vale sobe quase quatro vezes no 3º trimestre


A mineradora Vale teve lucro líquido de 7,14 bilhões de reais no terceiro trimestre, quase quatro vezes superior ao registrado no mesmo período de 2016, devido a melhorias na realização de preços, levando a empresa a dizer nessa quinta-feira que está a caminho de acelerar a redução do endividamento líquido.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou 13,25 bilhões de reais no período, alta de 37,5 por cento ante o mesmo trimestre do ano passado, com aumento nas vendas de seu principal produto.
A comercialização de minério de ferro (finos) da companhia, maior produtora global da commodity, atingiu 76,4 milhões de toneladas, ante 74,2 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado, com vendas a preços mais altos.
O preço de referência de finos de minério de ferro fechou o terceiro trimestre em 76,10 dólares por tonelada, alta de quase 30 por cento na comparação anual.
Assim, a Vale registrou receita operacional líquida de 28,6 bilhões de reais no terceiro trimestre, alta de 31 por cento na comparação anual.
O presidente-executivo da Vale, Fabio Schvartsman, afirmou que os números do trimestre mostraram os resultados iniciais “da abordagem de gerenciamento de custos matricial” e sinalizou resultados ainda melhores no futuro.
“A rigorosa disciplina na alocação de capital terá impacto direto nos fluxos de caixa futuros”, acrescentou ele.
Os investimentos da Vale somaram 863 milhões de dólares no terceiro trimestre e devem fechar ano de 2017 em 4 bilhões de dólares –a previsão de setembro para o Capex era de 4,2 bilhões de dólares, versus 5,5 bilhões em 2016.
Segundo Schvartsman, esta é uma nova fase para a Vale em termos de eficiência, sustentabilidade e governança corporativa.
“Agora podemos ir para o segmento de listagem do Novo Mercado bem antes dos nossos planos originais com o apoio de todos os nossos acionistas. Estamos prontos para transformar a Vale em uma verdadeira corporação”, completou.

Queda na dívida

Segundo a Vale os recursos de Project Finance de corredor logístico de Nacala, em Moçambique, permitirão à companhia atingir em 2017 dívida líquida entre 15 bilhões e 17 bilhões de dólares.
Em apresentação em setembro, a companhia havia informado que deveria fechar o ano com dívida líquida entre 14 bilhões e 16 bilhões de dólares.
A Vale fechou o terceiro trimestre com dívida líquida de 21,07 bilhões de dólares, ante 22,1 bilhões de dólares no segundo trimestre e quase 26 bilhões de dólares no mesmo período do ano passado.
“O quarto trimestre acelerará a redução da dívida. Tradicionalmente é um trimestre muito forte em termos de venda e recebimentos, e, além disso, assinaremos o Project Finance do Corredor de Nacala no dia 22 de novembro de 2017, com o recebimento acima de 2 bilhões de dólares”, disse o diretor financeiro da Vale, Luciano Siani, em nota.
“Os recursos estarão totalmente disponíveis para a redução da dívida, nos permitindo atingir o target de dívida líquida entre 15 bilhões e 17 bilhões de dólares de 2017”, destacou.
Fonte: Exame

Diferenças entre cometas, meteoros e asteroides

Alguns corpos celestes são bastante conhecidos pela população, embora seus conceitos possam não estar muito claros para todos. Você saberia diferenciar um cometa, um meteoro e um asteroide? Neste artigo, vamos apresentar as principais diferenças entre estes corpos celestes que causam tanta curiosidade e, ao mesmo tempo, tanto medo nos seres humanos.

Diferenças entre cometas, meteoros e asteroides



Asteroides e meteoros são fenômenos que podem atingir a Terra. Estes corpos celestes podem entrar em rota de colisão e se chocar com o nosso planeta, e este fato já ocorreu! Em 1908, um asteroide de 50 metros de diâmetro caiu na Terra e provocou grande destruição na região de Tugunska, na Sibéria. O corpo celeste destruiu uma floresta de 2 mil quilômetros quadrados. Felizmente, o fenômeno aconteceu em uma região despovoada.

Uma curiosidade que merece ser destacada é que este tipo de acontecimento costuma ocorrer a cada década, mas, de maneira geral, os corpos celestes caem em áreas desabitadas ou nos oceanos.


Confira agora as diferenças entre estes fenômenos:



Asteroide – O asteroide é um corpo formado por rochas, minerais e metais. Ele orbita o Sistema Solar, e costuma ficar concentrado nas proximidades de Marte e Júpiter, área conhecida como o Cinturão de Asteroides.
Asteroide

Em geral, os asteroides têm 1 quilômetro de diâmetro, mas também existem grandes asteroides com até 900 quilômetros de diâmetro. Um asteroide teria sido a causa da extinção dos dinossauros. Segundo a NASA, existem cerca de 4,7 mil asteroides perigosos perto da Terra.

Cometa – O cometa é um corpo formado por gelo, rocha e poeira. Ele, normalmente, se forma no Cinturão de Kuiper e na Nuvem de Oort, duas áreas que ficam fora do Sistema Solar. Um cometa bastante popular é o Halley, identificado em 1696, por Edmond Halley. Ele pode ser observado na órbita do Sol a cada 76 anos. Sua próxima aparição está prevista para acontecer em 29 de julho de 2061.
Cometa Halley

Meteoro – O meteoro é classificado como um flash de luz, resultante da passagem de um meteoroide que queima e se desintegra na atmosfera terrestre. Ele é aquilo que chamamos, popularmente, de estrela cadente.
Meteoro


Simplificando:
- Asteróide: Seu composto é rochoso e de dimensões gigantescas.

- Cometa: Em sua composição é uma esfera de gases congelados e poeira.

- Meteoro: Seu composto é rochoso porém sua dimensão é pequena.




Fonte: Seleções