quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Após quase ir falência, Usiminas reage e aposta na recuperação da economia

Após quase ir falência, Usiminas reage e aposta na recuperação da economia


Quase três anos após passar por uma das piores crises de sua história, correndo o risco de ir à falência, a Usiminas dá sinais de reação. Em abril do próximo ano, a siderúrgica deve religar seu alto-forno na unidade de Ipatinga, no Vale do Aço, em Minas Gerais, voltando a operar a plena carga, com a aposta de que a economia brasileira poderá engrenar de vez. A companhia também aumentou a produção de minério para exportar para o mercado asiático.
onsiderada um dos símbolos da indústria nacional, a Usiminas tenta se afastar de um passado recente marcado por uma forte turbulência financeira que abateu a empresa a partir de 2015 – quando o País também entrou em uma de suas maiores recessões e os preços internacionais do minério de ferro afundaram, comprometendo siderúrgicas de todo o mundo. Em meio a essa tempestade, a Usiminas protagonizou uma das maiores disputas societárias em curso no Brasil, arranhando ainda mais imagem do grupo.
“O pior ficou para trás”, disse Sérgio Leite, presidente da Usiminas, ao Estado. A recuperação dos setores automotivo e de linha branca tem ajudado a puxar os resultados do grupo este ano. O executivo afirmou que a companhia voltou a fazer planos, vai antecipar o pagamento de amortização de parte de suas pesadas dívidas, que somam R$ 6,8 bilhões, e está otimista em relação a 2018. Mas ainda não há euforia. Segundo Leite, não há previsão de religar os altos-fornos da unidade de Cubatão (SP) antes de 2020.
Para religar o alto-forno de Ipatinga (que foi desligado em 2015), a companhia está investindo cerca de R$ 80 milhões em manutenção de equipamentos. Foram contratados nos últimos meses 500 trabalhadores, dos quais 400 temporários.
A Mineração Usiminas (Musa), que voltou a ativar duas unidades de tratamento de minério nos últimos meses, também admitiu 400 pessoas e faz planos para sair de uma produção de 2,4 milhões de toneladas este ano para 6 milhões de toneladas a partir do primeiro trimestre de 2018. “Boa parte vai para o mercado asiático”, afirmou Leite.
A contratação ainda é tímida perto do que o grupo já dispensou – entre 2014 e 2016 foram cortados mais de 4 mil funcionários, período mais agudo da crise da empresa.
Histórico da crise
A fase de “deterioração dos resultados” da empresa começou a partir do quarto trimestre de 2014 e se arrastou ao longo de 2015: a empresa registrou uma série de prejuízos consecutivos e a crise da empresa atingiu o pico quando o grupo passou a ter geração de caixa negativa, com o risco de entrar em recuperação judicial. Para piorar a situação da empresa, os dois principais acionistas do bloco de controle – o grupo ítalo-argentino Ternium/Techint e a japonesa Nippon – tornaram público um litígio que se arrasta até hoje. Procurados, não comentam.
Uma trégua entre os dois maiores acionistas e outro importante sócio, a CSN, de Benjamim Steinbruch, que também entrou na disputa, foi dada no primeiro semestre de 2016 quando os três se uniram para fazer um aporte de R$ 1 bilhão na companhia, que corria o risco de falir, lembrou Leite. Essa etapa foi batizada de fase de “sobrevivência”, onde vários ativos foram colocados à venda, como a Usiminas Mecânica (nenhum foi vendido). O movimento de “construção de resultados”, segundo Leite, começou a ser implementado este ano, após a companhia voltar ao azul. “Estamos na fase de reposicionamento da Usiminas.”
 Para Otto Nogami, do Insper, o atual momento do País requer cautela e pode atingir as indústrias. “A aposta da Usiminas está calcada na recuperação da economia, que ainda não se consolidou. Qualquer passo em falso, pode colocar tudo a perder.”
Valor de mercado
As ações da Usiminas na Bolsa tiveram forte valorização este ano, enquanto as de suas concorrentes – CSN, de Benjamin Steinbruch; e Gerdau, apresentaram desempenhos diferentes no mesmo período. Na sexta-feira, o valor de mercado da Usiminas atingiu R$ 12,38 bilhões, alta de 56% no acumulado do ano, de acordo com levantamento da Economática. A CSN, de Benjamin Steinbruch, está avaliada em R$ 10,08 bilhões, queda de 31,5% no mesmo período. Já a Gerdau vale R$ 17,955 bilhões na Bolsa, aumento de 7% neste ano.
Para Pedro Galdi, analista de mercado da Magliano Corretora, a recuperação da Usiminas em relação às outras siderúrgicas reflete a área de atuação da companhia e a maior disciplina financeira da empresa nos últimos meses. Como produtora de aços planos, a Usiminas se beneficiou da recuperação do setor automotivo, um dos principais compradores desse tipo de matéria-prima.
Já CSN e Gerdau produzem aços longos, utilizados pelos setores de construção civil, máquinas e equipamentos, que ainda não reagiram. Relatório do BTG Pactual, divulgado no fim de novembro, reconhece a melhora operacional da Usiminas, mas ainda vê desafios para o grupo pela frente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Isto É

TRF decide que índios devem ser consultados sobre mineração de ouro no Xingu

TRF decide que índios devem ser consultados sobre mineração de ouro no Xingu


Por unanimidade, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília, decidiu hoje (6) que índios afetados pela instalação de mineradora em Volta Grande do Xingu, no Pará, devem ser consultados sobre a exploração de ouro na região próxima às terras indígenas Paquiçamba, Arara da Volta Grande do Xingu e Ituna/Itatá. No julgamento, o tribunal também manteve a suspensão da licença de instalação do empreendimento e estabeleceu que o Pará só poderá dar prosseguimento ao licenciamento após o processo de escuta.
Conforme a decisão judicial, os próprios indígenas devem estabelecer o protocolo da consulta. A mineradora, a empresa canadense Belo Sul, pretende, em 12 anos, extrair cerca de 600 toneladas de ouro na área. A Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), prevê consulta prévia sempre que alguma decisão afetar a vida de povos indígenas. A convenção foi ratificada pelo Brasil em 2002.
Os povos das etnias Xikrin, Juruna e Arara reivindicam o direito de decidir sobre os impactos na região da chamada Volta Grande do Xingu, entre os municípios de Altamira e Senador José Porfírio, no Pará, que abriga também a usina hidrelétrica de Belo Monte.
O missionário do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) José Cleanton Ribeiro disse que “os indígenas nunca foram considerados como impactados diretos por esse empreendimento, uma vez que, embora a área seja próxima de três terras indígenas, nos estudos originais que a empresa Belo Sun apresentou, não constavam mais do que duas linhas sobre eles”.
Ribeiro disse ainda que a região de Altamira já tem sofrido alterações. “Muitos moradores estão vendendo suas terras, há conflitos entre a população em geral, garimpeiros e indígenas. É uma comunidade carente, por muito tempo abandonada pelo Estado, que vê em Belo Sun a oportunidade de melhoria. Mas é um filme que a gente já viu com Belo Monte”, disse. “Temos muito medo da degradação do Rio Xingu. O restinho da água que secou, depois que secou a Volta Grande, por causa de Belo Monte, vai ser muito atingido. Também tem a questão da supressão de grande área de vegetação e não se sabe onde os rejeitos serão depositados”, acrescentou.
O licenciamento do projeto de Belo Sun, que prevê a criação da maior mina de ouro a céu aberto do país, está suspenso desde abril deste ano.
Atendendo a pedido do Ministério Público Federal (MPF), o TRF1 considerou que a concessão da licença pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas/PA) descumpriu ordem judicial porque não haviam sido avaliados os impactos sobre indígenas. Esse impacto deveria ter sido registrado no estudo feito pela empresa e protocolado junto à Fundação Nacional do Índio (Funai) e à Semas, em 2016.
 Belo Sun
Segundo a companhia, a decisão de hoje foi comunicada verbalmente pela Justiça, mas os termos ainda não foram publicados. Em nota, informa que o TRF1 solicitou a complementação do estudo, seguindo diretrizes da Funai. “A Belo Sun Mineração busca a autorização da Funai para visitar as terras indígenas e fazer as entrevistas necessárias para eventual complementação do estudo”, diz o texto.
O presidente da empresa, Peter Tagliamonte, ao tomar conhecimento da decisão, afirmou ter ficado desapontado com a decisão. “No entanto, estamos confiantes de que uma solução pode ser alcançada. Continuaremos trabalhando com a Funai para garantir que nosso estudo atenda aos seus requisitos”. Ele disse ainda que, em paralelo, a empresa pretende recorrer da decisão.
De acordo com o MPF, o recurso só cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Direitos Humanos
Em fevereiro, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) emitiu recomendação requerendo a suspensão da licença de instalação do projeto de mineração Volta Grande. O grupo de trabalho formado pelo conselho para analisar o projeto apontou que a licença prévia concedida à mineradora condicionava a permissão à elaboração de estudos de impacto ambiental do componente indígena, o que não foi efetivado a contento, conforme informações da Funai.
A Funai informou que também recebeu queixas de que as propostas para construção da barragem de rejeitos da mineração, reflorestamento, garantia de direitos para as populações atingidas não são adequadas.
A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará foi procurada pela Agência Brasil, mas não se manifestou até a publicação da reportagem.
Fonte: Isto É

Vale reduz projeções de aportes e produção de níquel, busca maior rentabilidade

Vale reduz projeções de aportes e produção de níquel, busca maior rentabilidade


A brasileira Vale reduziu suas previsões de investimento e produção de níquel, enquanto trabalha para melhorar a rentabilidade de ativos e se prepara para um potencial aumento dos preços da commodity, afirmou nesta quarta-feira o presidente da gigante da mineração. Durante o tradicional evento com investidores em Nova York, o Vale Day, Fabio Schvartsman explicou que a empresa cortou em 47 por cento os investimentos em níquel previstos para o biênio 2017-2018, para 1,8 bilhão de dólares.
A companhia, maior produtora global de níquel e de minério de ferro, prevê investir 900 milhões de dólares em cada ano em níquel, ante previsão anterior de 1,5 bilhão e 1,9 bilhão de dólares em 2017 e 2018, respectivamente. Em documento publicado ao mercado, a Vale explicou que a redução dos aportes pode ser explicada pelo preço spot de níquel, utilizado na avaliação de projetos de capital. No caso da produção, a empresa reduziu todas as suas projeções até 2022.
Para 2018, a queda ante o previsto anterioremente e a previsão atual foi de 14 por cento, para 263 mil toneladas de níquel. Para 2019, a variação negativa entre as estimativas foi de 17 por cento, para 262 mil de toneladas. ”Eu estou muito positivo sobre níquel, muito mais positivo do que há alguns meses”, afirmou Schvartsman, durante o Vale Day, explicando que a empresa por enquanto vai crescer menos no setor de níquel, mas planeja preservar a sua presença no mercado de olho em uma demanda futura.
Uma das expectativas é com o aumento do consumo do metal com o desenvolvimento do setor de carros elétricos. Segundo a empresa, as operações de níquel da Vale absorverão prontamente qualquer potencial aumento de preços do níquel, “com impacto ampliado na geração de caixa”. A mineradora vem anunciando ainda o interesse em atrair um investidor para seu projeto de níquel na ilha do Pacífico Sul, chamado Vale Nova Caledônia (VNC), para investir e ajudar a financiar e reduzir o risco do ativo. No entanto, não obteve sucesso até o momento.
A Vale vê necessidade de investimentos de 500 milhões de dólares nos próximos quatro anos associados ao armazenamento de resíduos em VNC. Uma decisão sobre prosseguir ou não com o aporte será tomada no primeiro semestre de 2018.
INVESTIMENTOS TOTAIS E MINÉRIO DE FERRO
Os investimentos totais da Vale permanecerão baixos, segundo o diretor de Finanças e Relações com Investidores, Luciano Siani, depois que a empresa entregou o maior projeto de sua história, a mina de S11D, no Pará, que iniciou operação comercial de minério de ferro no início deste ano.
Em seu novo plano de negócios, a empresa prevê investir um total de 3,8 bilhões de dólares em 2018, uma queda ante os 4,1 bilhões de dólares previstos para este ano.
Em 2019, a previsão é investir 4 bilhões de dólares e em 2020, 4,2 bilhões.
Schvartsman explicou que a empresa está em busca de melhores resultados para todos os ativos e voltou a apresentar interesse em se destacar em outras commodities além do minério de ferro, seu principal produto.
“Há muitas outras commodities no mundo, mas a Vale tem esta lição muito clara… Agora, o foco é trazer desempenho premium para a Vale. Isto vem antes de qualquer outra coisa”, disse o presidente.
“É verdade que temos um enorme pipeline de coisas que podem ser feitas no futuro, mas não temos pressa aqui”, disse o executivo, destacando que a empresa vai buscar maximizar o valor de todos os ativos existentes, seja minério de ferro, níquel ou cobre.
Quanto ao minério de ferro, o principal negócio da Vale, o diretor de Minerais Ferrosos e Carvão, Peter Poppinga, reforçou a atual estratégia da empresa de priorizar qualidade em detrimento de quantidade.
Em 2017, a empresa deverá produzir 365 milhões de toneladas do minério, atingindo 390 milhões em 2018 e 400 milhões por ano entre 2019 e 2022. As previsões para os próximos anos ficaram inalteradas.
“O aumento da produção do Sistema Norte (onde está a mina S11D) permitirá maiores volumes de produto blendado, aumentando portanto o nível de estoques offshore (Malásia e China) em 2018″, disse documento publicado pela empresa.
DESINVESTIMENTOS
Siani reiterou que a empresa vai buscar reduzir sua dívida líquida dos 21 bilhões de dólares registrados no terceiro trimestre para 10 bilhões de dólares “no menor período possível”.
Sem dar mais detalhes sobre a meta, o executivo explicou que a empresa irá financiar a redução de dívida com geração de caixa e, portanto, não prevê grandes desinvestimentos com essa função no futuro.
A empresa listou cinco ativos considerados não essenciais que podem ser desinvestidos até 2020 e um sexto cujo prazo não foi definido, por um total de até 1,5 bilhão de dólares.
Dentre os ativos estão a produtora brasileira de bauxita Mineração Rio do Norte (MRN), o projeto de carvão australiano Eagle Downs e a empresa siderúrgica California Steel Industries.
Fonte: Reuters

Produção de veículos no país aumenta 27,1% de janeiro a novembro

Produção de veículos no país aumenta 27,1% de janeiro a novembro

De janeiro a novembro deste ano, a produção de veículos no país aumentou 27,1%, totalizando 2,485 milhões de unidades. Na comparação de novembro com o mesmo mês do ano passado, a produção cresceu 15,2%, ao passar de 216,3 mil para 249.089 mil unidades. Na comparação mês a mês (novembro com outubro), houve queda de 0,3%.
“Ainda temos capacidade ociosa importante na ordem de 45%, que começa a se reduzir, mas ainda está alta, principalmente no setor de caminhões, 75%”, disse o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale.
Ao divulgar os dados nesta quarta-feira (6), na capital paulista, Megale informou que as vendas internas de novembro foram 0,7% superiores às de outubro, chegando a 204,2 mil unidades. No acumulado do ano, o total licenciado chegou a 2,027 milhões, número 9,8% maior do que o de igual período do ano passado. Na comparação com o mesmo mês de 2016, houve aumento de 14,6%.
Segundo Megale, pela primeira vez no ano, foram licenciadas mais de 10 mil unidades por dia. “Este é o melhor número desde 2014, e nos dá uma confiança maior. Começamos o ano com 6.600 unidades em janeiro.”
Já as vendas de máquinas agrícolas e implementos rodoviários caíram 21,4% nos meses de outubro e novembro,. Em relação a novembro do ano passado, houve queda de 14,9%. No acumulado do ano, o resultado foi no sentido contrário, com elevação de 2,6%.
Exportações e emprego
A venda de veículos para o exterior aumentou 18,7% em novembro, na comparação com outubro, passando de 73 mil unidades. Em relação a novembro do ano passado, as exportações aumentaram 28,8% e, no acumulado do ano, 53,3%, alcançando 700,893 mil unidades. “Foi um mês excepcional: 73 mil é um número de recorde histórico para o mês. O acumulado de mais de 700 mil também é uma excelente notícia e outro recorde. Mostra o esforço feito pelas empresas, a melhoria na questão cambial e a evolução tecnológica dos produtos”, afirmou Megale.
Segundo a Anfavea, o emprego no setor ficou estável em novembro, com queda de 0,3%, na comparação com outubro. Em relação a novembro do ano passado, houve alta de 2,5%. De acordo com a Anfavea, foram “pequenas variações” normais.
“Mês passados, tinhamos 3.528 pessoas em lay-off e PSE [Programa Seguro-Emprego] e neste mês temos 3.332. Não abrimos, nem fechamos postos de trabalho. Em março de 2016, tínhamos mais de 38 mil pessoas em lay-off ou PSE, ou seja colocamos 35 mil pessoas de volta ao trabalho”, concluiu a associação.
Fonte: Agência Brasil
Jornal ADVFN

Índice de commodities tem alta de 4,55% em novembro

Índice de commodities tem alta de 4,55% em novembro

Os preços das commodities, produtos primários com cotação internacional, subiram em novembro. O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), registrou alta de 4,55%, em novembro comparado a outubro. Em 12 meses encerrados em novembro, o índice registrou crescimento 0,84% e no acumulado do ano, alta de 0,96%.
O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior. O BC observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil.
Em novembro, o segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) subiu 7,96%, enquanto o de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel) teve alta de 0,68%.
O segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco) registrou aumento de 5,18%.
O índice internacional de preços de commodities CRB, calculado pelo Commodity Research Bureau, apresentou alta de 2,40% no mês passado e de 1,88% em 12 meses.
Fonte: Agência Brasil
Jornal ADVFN