quinta-feira, 9 de agosto de 2018

O retorno da esmeralda

O retorno da esmeralda



 


Esta pedra verde já foi uma das mais importantes no mundo, rivalizando, em alguns casos, com o diamante.
Nos últimos anos a esmeralda praticamente foi eclipsada pelo diamante e desapareceu da mídia.
Somente agora, em 2018, que o mercado da esmeralda está voltando ao que já havia sido. Os preços da esmeralda estão em alta, superando praticamente todas as outras pedras preciosas, perdendo somente, para o diamante bom. O que alavanca os preços é uma forte procura vinda da China e a falta de novas minas necessárias para suprir a demanda. Quarenta por cento das compras atuais estão vindo da China onde as pedras verdes como o Jade e a esmeralda são altamente consideradas há milênios.

A tendência é de uma subida de preços ainda mais pronunciada. O governo de Myanmar, o maior produtor de jade do mundo, paralisou a grande mina mecanizada de Hpakant. Este distrito mineiro é famoso pelas suas jadeítas de altíssima qualidade onde trabalhavam 90.000 pessoas segundo um senso de 2012.
O jade de Hpakant é lavrado a séculos e está cercado de controvérsias e acusações de impactos ambientais e de devastações florestais. Até o Governo Obama está ameaçando proibir o comércio deste jade alegando falta de democracia em Myanmar. Joalherias famosas como Cartier, Tiffany e Signet boicotam o jade de Myanmar. Em 2013 o faturamento do jade de Hpakant foi de  US$297 milhões uma das principais rendas do pobre país.

Com o fim iminente do jade de Hpakant, os preços da esmeralda irão subir à estratosfera. Até agora os preços já subiram quase 100%.
Uma alta muito mais importante irá ocorrer assim que os estoques chineses acabarem.

Se você é dono de uma mina de esmeralda abra o olho, pois lucros extraordinários poderão surgir em um futuro próximo. 

Na foto uma peça de jade, extraída em Hpakant, é inspecionada por compradores : REUTERS/Aung Hla Tun



Fonte:  - O Portal do Geólogo

Angola prepara entrada em exploração de três novas minas de diamantes

Angola prepara entrada em exploração de três novas minas de diamantes




Três novas minas de diamantes deverão entrar em exploração nos próximos cinco anos em Angola, anunciou hoje (09), em Saurimo, o administrador para área do Planeamento Estratégico e Operações Minerais da estatal 




Laureado Receado, que falava à Angop, à margem de uma visita efectuada à Sociedade Mineira de Catoca (SMC), no âmbito da apresentação do novo director-geral da empresa diamantífera, Benedito Paulo, disse tratar-se das minas de Chire, Mulepe e Sanda Mina, cujos trabalhos de prospecção geológica e do levantamento geofísico tiveram inicio há quatro anos.
Sem dar pormenores técnicos, relativos às reservas e ao tempo de vida das minas, disse que a entrada em exploração  aumentará a quota de contribuição do sub-sector dos diamantes na economia nacional e no Orçamento Geral do Estado (OGE).
Segundo o executivo da estatal angolana, a Endiama está a trabalhar para que as minas entrem em funcionamento nos próximos cinco anos.
A mina do Luaxe, localizada a 25 quilómetros da Sociedade Mineira de Catoca, arranca dentro de dois anos. Os trabalhos de prospecção geológica e levantamento geofísico nessa mina tiveram início em 2008 e está a ser projetada para atingir a profundidade de 400 metros. O empreendimento pode gerar resultados na ordem dos 350 milhões de quilates.
Fonte: África21

Anel de diamantes da atriz Marlene Dietrich é leiloado

Mineradora é condenada a pagar R$ 35 milhões por explorar área de preservação


Mineradora é condenada a pagar R$ 35 milhões por explorar área de preservação

Uma mineradora de Descalvado (SP) foi condenada a pagar uma indenização de R$ 35 milhões por realizar extração de areia em uma área de preservação ambiental. A retirada de areia para a fabricação de vidro é feita desde 1981 pela mineradora. Em 1996, o Ministério Público (MP) abriu uma ação civil pública para tentar parar a exploração do local.
Segundo o MP, desde que a extração começou, foram causados danos irreparáveis à fauna da área, que recebia mais de 40 espécies de aves migratórias e era o habitat de dois animais ameaçados de extinção: o lobo guará e o gato do mato.
“Ele pode procurar outros locais, mais perigosos, ou não conseguir se reproduzir e até mesmo o contato próximo com o humano pode fazer com que essas espécies se extinguirem ou morram na região”, afirmou a bióloga e doutora em ciências ambientais Mayra Cavalieri.
A pedido da promotoria, ela fez um estudo sobre os impactos ambientais causados ao longo dos 37 anos de exploração. Para Mayra, vai ser muito difícil recuperar os estragos porque a mineração transformou as características biológicas da área de cerrado e mata atlântica. “Para retirar a areia, você retira todas as camadas do solo até chegar na camada arenosa, então modifica toda estrutura do solo, e a parte da vegetação que recobre a área, você modifica totalmente, por mais que tente recuperar talvez não consiga imitar a situação inicial”, afirmou.

Indenização

Na decisão do processo que tem 3 mil páginas, a juíza federal de Piracicaba (SP) Daniela de Lima condenou a mineradora a pagar uma indenização de R$ 35 milhões, dos quais R$ 7 milhões devem ser revertidos para projetos de proteção às duas espécies ameaçadas e 28 milhões para o fundo especial de proteção ao meio ambiente.
“A autorização de lavra da mineração continha vários vícios. Vários trâmites legais não tinham sido observados pela Cetesb, DNPM e Secretaria Estadual de Meio Ambiente e pediu a nulidade dessas concessões. A mineradora até fez projeto de implantação de agroflorestal, mas ela não conseguiu reparar o dano aos animais”, afirmou a juíza.

Posicionamentos

A mineradora disse que não vai se pronunciar porque ainda cabe recurso na ação e ressaltou que cumpre rigorosamente todas as normas ambientais vigentes. O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) disse que só vai se manifestar junto ao processo e informou que a exploração mineral em área de preservação permanente é permitida pela legislação porque é de interesse nacional e é de utilidade pública. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente informaram que foram excluídas como rés do processo.
Fonte: G1

CSN espera fechar até outubro venda de ativos no exterior, negocia venda antecipada de minério


CSN espera fechar até outubro venda de ativos no exterior, negocia venda antecipada de minério

A CSN espera concluir até outubro a venda de ativos no exterior, que incluem usinas de aço em Portugal e na Alemanha, em uma estratégia que deve incluir ainda acordo para venda antecipada de minério de ferro, afirmaram executivos da companhia nesta quarta-feira. A empresa, que encerrou o segundo trimestre com alavancagem de 5,34 vezes, espera conseguir 1 bilhão de dólares com a venda dos ativos e mais 1,5 bilhão de dólares com acordo de venda antecipada de minério ferro.
“Esperamos conseguir este ano 3 bilhões (de dólares) em desalavancagem. Se conseguirmos isso, dobraremos o valor da companhia”, disse o presidente da CSN, Benjamin Steinbruch, durante teleconferência com analistas. A conta inclui os 400 milhões de dólares levantados pela CSN no final de junho com venda de usina nos Estados Unidos.
Segundo Steinbruch, a CSN tem meta de reduzir a alavancagem para um múltiplo de 4 vezes a relação dívida líquida sobre lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) até o final do ano. Porém, ele afirmou que seu “objetivo pessoal” é que a empresa consiga chegar a 3,5 vezes neste ano e 2,5 vezes ao final de 2019.
Fonte: Reuters