sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Diamantes

Diamantes


Em pedras coloridas: algumas pedras tendo sido usadas por várias gerações, são muitas vezes danificadas, incluindo rubis e safiras; Nós as relapidamos para melhorar a qualidade, o que geralmente permite uma distribuição uniforme de cor ao longo da pedra; A vantagem deste trabalho é que seguramente agrega mais valor à pedra.
Peso
O peso é sempre dado em quilates (0,2 g), critério fundamental para o preço dos diamantes.

Pureza
A pureza pode ser analisada pela quantidade ou ausência de inclusões, o que pode ser constatado por uma lupa. Os critérios são :
- Flawless x 10 $ (Internamente Flawless): ausência total de inclusões e absolutamente transparente.
- VVS1 - VVS2 (Very Very Small Inclusões): minúsculas inclusões muito difíceis de ver sob o microscópio x 10.
- VS1 - VS2 (Very Small Inclusões): Inclusões muito pequenas, facilmente visível com a ampliação x 10.
- SI1 - SI2 (ligeiramente incluído): também facilmente visível com a ampliação x 10, mas invisível a olho nu.
- P1 (Imperfeito): Inclusões facilmente visíveis com a ampliação x 10, mas difícil de detectar a olho nu..
- P2 (Imperfeito): numerosas inclusões facilmente visíveis a olho nu. Afetam levemente o brilho da pedra.
- P3 (Imperfeito): numerosas Inclusões facilmente visíveis a olho nu. Afetam claramente o brilho da pedra.
Cor
Os critérios são :
D branco excepcional +
E: branco excepciona
F: + Extra Branco
G: Extra branco
H: branco
I e J: cor branca
K e L: pouco manchada
M a Z: cor matizada

Tamanho
O tamanho também interfere no processamento final do diamante. Inadequado tamanho do diamante pode desvalorizar drasticamente.
Critérios como estes são escritos em um certificado com os seguintes indicativos: excelente - muito bom - bom - médio - baixo.
Com sua capacidade de concentrar e refletir a luz, o diamante domina o mundo das gemas. Os diamantes são produzidos em várias partes do mundo inclusive no Brasil. As cores são variadas: incolor (branco), amarelo, marrom, verde, rosa, azul, preto e vermelho (muito raro): O Borh dá o azul e o nitrogênio, o amarelo, rosa e vermelho, já o hidrogênio , nos dá o verde urânio.
Temos conosco um conjunto de diamantes cor natural, narciso, conhaque, laranja, verde e (verde amarelo) canário. Para a compra de diamantes, nós temos um estoque de pedras entre 0,50 e 3 quilates e algumas pedras e diamantes coloridos a mão. Sinta-se à vontade para nos contatar diretamente. Todos os nossos diamantes vêm com certificação. Nós fabricamos todos os dias anéis de diamante, colares, brincos...
Os principais produtores de diamante do mundo são: Rússia, África do Sul, Botswana, Canadá, Austrália...
Uma das nossas especialidades está relacionada ao corte clássico de diamantes. Depois de analisar a peça fornecida pelo cliente, recomendamos, sempre que possível, fazer uma remodelagem para uma lapidação moderna para obter uma qualidade muito maior. Podemos também, se possível, eliminar algumas inclusões, o que permite que a pedra tem um tamanho ideal e maior pureza.

Fonte: CPRM

Bilhões à vista: Petrobras sobe com expectativa para votação da cessão onerosa

Bilhões à vista: Petrobras sobe com expectativa para votação da cessão onerosa

Investing.com Brasil - 22/11/2018 - 
Por Investing.com – Uma das grandes expectativas dos investidores para o final do governo de Michel Temer á a votação no Senado Federal do projeto que trata da questão da cessão onerosa, que pode acontecer até a próxima quarta-feira (28), mas ainda permanecem muitas incertezas sobre o tema. Diante disso, as ações da Petrobras (PETR4) registram valorização de 0,40%, negociadas a R$ 25,27.
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), afirmou ontem que, se houver consenso, poderá colocar em votação até a próxima quarta-feira o projeto de lei que tratada da cessão onerosa no pré-sal, que poderia viabilizar um leilão de áreas de petróleo no qual a União arrecadaria bilhões de reais.
“A chamada cessão onerosa está na pauta. Se houver entendimento, podemos votar até na próxima quarta-feira”, disse a jornalistas após reunião com governadores do Nordeste –atuais e recém-eleitos.
O projeto de lei deve viabilizar o leilão do petróleo excedente na área da cessão onerosa, cujo contrato original foi assinado com a Petrobras. A estatal tem, por contrato, direito de explorar até 5 bilhões de barris de óleo equivalente na área do pré-sal. Mas a região tem muito mais do que este volume.
Com a possível venda do excedente para petroleiras em um leilão, a expectativa é de que a União poderia arrecadar até 130 bilhões de reais, conforme o próprio Eunício falou anteriormente.
Para a Mirae Asset, a notícia é positiva e, se realmente for aprovado, deve dar um novo impulso para as ações da petrolífera brasileira. A corretora segue recomendando a compra, com upside de 20%.
Acordo
Já corria um acordo fechado entre lideranças para aprovar o projeto como está, fiado na aprovação de uma outra proposta com os percentuais de divisão do Fundo Social para os entes federados na Câmara.
Senadores aprovariam o texto da cessão onerosa da forma que está e a Câmara aprovaria a repartição dos recursos.
Mas a posterior sinalização da equipe do novo governo para a divisão de recursos dos bônus de assinatura do leilão para Estados e municípios acabou embolando as negociações.
O futuro governo se comprometeu a cumprir a palavra e dividir esses recursos, sem a necessidade de uma formalização do trato durante a votação do projeto. Mas senadores não se demoraram a resgatar emendas que destinam parcela dos bônus para os entes federados.
O presidente do Senado deve se reunir ainda nesta quarta-feira com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, e com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir o tema.
Com Reuters.
Fonte: MONEY TIMES



Dividir recursos da cessão onerosa com estados é preocupante, diz Vescovi

Dividir recursos da cessão onerosa com estados é preocupante, diz Vescovi

Agência Brasil - 22/11/2018 - 18:22
Secretaria Ana Paula Vescovi em evento do BTG. Crédito: Raul Junior
Por Investing.com – A secretária-executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, disse que a possível distribuição de recursos do leilão do excedente da cessão onerosa pode dar um sinal errado aos estados e municípios.
“Não adianta dividir recursos se há um grande desequilíbrio fiscal”, avalia a secretária.
O temor, segundo ela, seria que a entrada maciça de recursos poderia gerar incentivo para aumentar o gasto público e adiar o ‘necessário’ ajuste fiscal. “Todos os entes da federação precisam reduzir suas despesas”, afirmou.
A possível divisão dos recursos do leilão dos excedentes da cessão onerosa foi levantada após reunião de senadores com o futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes. A distribuição das receitas é uma bandeira do presidente do Senado, Eunício Oliveira, que não foi reeleito, e tem adiado a votação da medida na Casa.
O senador – e, a partir de janeiro, deputado federal – Aécio Neves apresentou uma emenda ao projeto para que 50% do arrecadado com o leilão seja repartido com estados e municípios. A estimativa é que o certame levante entre R$ 60 bilhões a R$ 100 bilhões em bônus de assinatura, a depender da mudança do regime de exploração.
O mercado financeiro tem operado com a expectativa de aprovação da medida no Congresso e a incerteza tem pesado sobre as ações da Petrobras.
Fonte: MONEY TIMES

As ações que estão no G4 e Z4 do Ibovespa em 2018

As ações que estão no G4 e Z4 do Ibovespa em 2018

                  22/11/2018 - 
Mercados
No Brasileirão de Futebol a liderança ainda está indefinida entre Palmeiras e Flamengo. No Ibovespa, a disputa pelo título do ano está ainda mais acirrada. O troféu é seguido muito de perto por Suzano (SUZB3), com 99% e Magazine Luiza  (MGLU3), com 97%.
Já o equivalente ao Paraná Clube, rebaixado para a série B, é a Cielo (CIEL3). A empresa amarga uma desvalorização de 60,5% no ano. Está isolada seis pontos percentuais pior do que a Qualicorp (QUAL3), a segunda colocada de baixo para cima. Vale lembrar que o índice tem valorização de 14% em 2018.
Acompanhe, abaixo, a lista dos melhores e piores do ano:
Suzano (SUZB3): A maior do mundo
Apesar de ser uma candidata para um desempenho desfavorável por conta da tendência de queda do dólar em relação ao real, a concretização da fusão com a Fibria trouxe um novo ânimo. A companhia se tornou a maior fabricante de papel e celulose do mundo. A valorização se aproxima dos 100%.
Magazine Luiza (MGLU3): Para o alto e avante!
Vista como cara por muitos analistas, as ações da varejista queridinha dos investidores não tomaram conhecimento e estão na cola para se tornar as melhores do ano. A variação positiva está em aproximadamente 97%. O terceiro trimestre mostrou um crescimento de 29,3% no lucro líquido em relação ao ano anterior, com forte desempenho de vendas, sobretudo no comércio eletrônico, e diluição de despesas.
Cemig
Cemig (CMIG4): Zema e o raio privatizador
A companhia de energia de Minas Gerais está na mira do “raio” privatizador do novo governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Com uma alta de 88%, as ações vivem a expectativa de uma definição sobre o modelo da venda. “Sabemos que os empresários estão interessados em assumir o planejamento e pagando o preço por isso. Se o mercado precificar bem, por que esperar?”, disse Zema nesta quinta-feira (22).
(B2W Digital/Facebook)
B2W (BTOW3): À espera de um milagre
Imersa no que parece ser uma eterna recuperação operacional, os papéis da varejista eletrônica B2W acumulam alta de 76% em 2018. A companhia divulgou no terceiro trimestre de 2018 um prejuízo líquido de R$ 105,8 milhões no terceiro trimestre, após resultado também negativo de R$ 88 milhões um ano antes. A boa notícia foi a geração de caixa de R$ 58 milhões no período e o crescimento das vendas do marketplace, que representou 52% das vendas totais.

(Money Times)
Cielo (CIEL3): Sem luz no fim do túnel
A Cielo lança novos produtos, mas parece ter perdido o bonde das “maquininhas” e agora se vê imersa em uma guerra de preços com as concorrentes PagSeguro, Pop, Stone, entre outras. Em um relatório recente, o Credit Suisse disse que “não há luz no final do túnel” para a empresa. “Com a concorrência de outras três empresas bem capitalizadas, acreditamos que a compensação de volume não será material e mais cortes [de preços] virão”, explicam os analistas do banco. A queda, no ano, é de aproximadamente 60%.
Qualicorp
Qualicorp (QUAL3): Ficou confuso demais
A Qualicorp deu um baita susto em seus acionistas em 2018. Além de ter um ex-diretor envolvido na Operação Acrônimo, uma operação realizada pelo seu fundador e acionista, José Seripieri Filho. Ele decidiu adquirir R$ 150 milhões em ações da empresa. Isso depois de uma indenização de valor igual recebida por Seripieri Filho em um controverso contrato de não alienação e não competição assinado com a empresa. A queda, em 2018, chega a 55%.
Acerca do texto acima, a Qualicorp decidiu mandar a seguinte nota para a redação:
“Sobre a nota publicada pelo site Money Times, a assessoria de imprensa da Qualicorp esclarece que o acordo firmado pela empresa com o seu fundador é resultado de uma decisão unânime do Conselho da Administração, visando um alinhamento estratégico de longo prazo e geração de valor para a Companhia”
Smiles (SMLS3): Passando a perna nos acionistas
O principal motivo para a vertiginosa queda de 48% no ano foi o anúncio da incorporação pela Gol (GOLL4). Os minoritários estão preocupados ao ver que podem ficar sem direitos na nova empresa operacional. No planejamento da aérea está a criação de ações PN especiais, que ficaria apenas em uma empresa que concentra a parte operacional da Gol e da Smiles.
Ao mesmo tempo, aconteceria a venda das ordinárias ao fundo da família Constantino, o Volluto. Com isso, o fundo passaria a ter os papéis ON da Gol junto com o mercado, que passaria a ser somente uma holding que, essa sim, seria listada no Novo Mercado. Isso faria com que a Gol seguisse sob o controle da família Constantino.
A Kroton tem marcas como Anhanguera, LFG, Uniderp e colégios Pitágoras
Kroton (KROT3): Navegando em mares desconhecidos
A ação que está mais perto de sair do Z4 do mercado é a Kroton, com baixa de 42%. A empresa concluiu recentemente a aquisição da empresa de ensino básico Somos Educação, numa transação de cerca de R$ 4,6 bilhões e segue sob a incerteza dos rumos do programa Fies no novo governo de Jair Bolsonaro. O elevado nível de desemprego também tem pressionado as operações da empresa.
Fonte: MONEY TIMES

Futuro presidente do BB fala em “privatizar o que for possível”

O economista Rubem de Freitas Novaes,indicado para a presidência do Banco do Brasil
 no governo de Jair Bolsonaro, afirmou hoje (22) que a orientação da próxima gestão será a busca por eficiência, o enxugamento e a privatização de ativos da instituição. Ele disse ter recebido essas recomendações diretamente do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e do próprio presidente eleito.
“A orientação é eficiência, enxugamento e privatização do que for possível. Vamos buscar bons resultados e tornar o banco cada vez mais competitivo, mas de uma maneira enxuta”, afirmou.
Novaes descartou, por enquanto, a possibilidade de privatização total do banco. Perguntado sobre quais braços de atuação do banco poderiam ser negociados, ele evitou adiantar o que tem em mente. “Isso está muito prematuro para eu detalhar. Primeiro, preciso tomar ciência da situação do banco, das pessoas que estão lá, pensar na formação da equipe”, disse.
Novaes, que já foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), defendeu ainda a venda de ativos do banco por meio da venda de ações no mercado de capitais, buscando oferecer aquilo que pode interessar os investidores.
“[Vamos] procurar fazer operações que mobilizem o mercado de capitais, com o máximo de transparência possível. Aquela fase de privatização em que você direcionava venda para determinados compradores, que montava aqueles consórcios de compra, [isso] está ultrapassado”, afirmou.
Fonte: MONEY TIMES