terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Que Tipos de Solo o Ouro pode ser Encontrado
Que Tipos de Solo o Ouro pode ser Encontrado
O Ouro é um metal raro e precioso que surgiu como todos os outros elementos químicos, isto é, por fusão nuclear. No período em que o Sistema Solar surgiu a 15 bilhões de anos atrás, núcleos dos átomos de hidrogênio e hélio, os elementos mais simples, combinaram-se a altíssimas temperaturas, dando origem a elementos mais complexos, como o ouro.
O ouro é mais comum em pedras duras e cristalinas, em depósitos comumente chamados "veias". Um filão é normalmente formado em áreas onde a pedra que contêm as veias foi alterada de alguma maneira. O ouro encontrado em um filão é cercado de sulfureto e telureto. Os minerais são gradualmente destruídos pelas forças da natureza, vento e chuva, deixando somente o ouro para trás.
O mineral pode variar de pequenas partículas, como grãos, a pepitas.
O Ouro aluvião é aquele que é encontrado na superfície sem que seja preciso uma escavação, facilmente detectado com um detector de metais.
O ouro é frequentemente encontrado em solos que contêm rochas sólidas compostas de cinzas vulcânicas, chamadas tufos calcários. Uma análise revelará que o solo próximo a uma veia de ouro terá quartzo, feldspatos, feldspatoides e outros minerais de cor clara. A área emitirá uma campo magnético podendo, assim, ser encontrada com um detector de metais. Outros minerais associados com uma veia próxima incluem pirita, arsenopirita, pirrotita, galena, calcopirita, scheelita e stibnite. O ouro de alta qualidade será aquele encontrado nessas veias.
Em terrenos cristalinos das eras arqueozoica e proterozoica.
Podem ser chamados de escudos cristalinos e são estruturas geológicas muito antigas mas aparecem apenas em 4% do território brasileiro.
Se encontrar um filão de quartzo basta por em banho de ácido clorídrico que este corroerá o quartzo deixando apenas ouro puro.
Vertente
Depósitos eluviais são compostos de ouro depositados pelo vento ou pela água no solo próximo à nascente de córregos. Correntezas, mudanças na temperatura, movimento da crosta terrestre e crescimento de vegetação também são capazes de remover o minério. De acordo com o site Arizona Outback, os elementos reduzem pedras a cascalho, areia, lodo e argila liberando o ouro. Os depósitos estão normalmente localizados próximos a um bolsão de detritos, que é uma superfície irregular na vertente de um fluxo de água próximo a uma fonte mineral. Em outras palavras, se houve uma mina localizada na região, comece a procurar pelos declives. A aluvião é um depósito formado quando veias foram desintegradas por força de intempéries. Bolsões formados pela mistura de pedregulho, cascalho e detritos de uma encosta adjacente são lugares ideais para procurar o minério. O ouro encontrado nesses locais é tipicamente inferior e altamente concentrado em rochas.
Lençóis d'água
Em um processo chamado de enriquecimento supérgeno, o ouro é carregado por um canal de lodo para os lençóis d'água. Ele é depositado e enriquecido nos depósitos lateríticos ao redor da área do lençol. Laterítico é um tipo de solo rico em ferro e alumínio que é encontrado em regiões tropicais de clima úmido e quente. De acordo com o site Arizona Outback, os primeiros garimpeiros dependiam desses depósitos para tornar as pequenas minas rentáveis. O ouro encontrado nesses locais é de baixa qualidade, mas em grande quantidade. Ouro de baixa qualidade é aquele encontrado próximo ou na superfície. Minas ao ar livre são mais recomendadas para mineração de depósitos lateríticos.
Areia
Chuvas de verão fazem com que o nível de córregos suba rapidamente. Esses córregos levam o ouro por escoadouros e aluviões. Areia e outros detritos são carregados por chuvas mais fracas, e forçam a entrada do ouro nesses fluxos d'água. A próxima chuva que ocorrer poderá varrer os materiais acumulados mais distante do filão. A concentração e movimentação do ouro será irregular graças à chuva, diz o site da Arizona Outback. O minério pode até ser encontrado no fundo de uma valeta temporária, formada durante as chuvas, e às vezes é encontrado em pequenos aglomerados próximo da superfície. O vento pode também descobrir o ouro, movendo areia e pedras leves, deixando exposta uma superfície folheada de ouro e outros minerais, expostos em formas razoavelmente concentradas.
O ouro também pode ser encontrado em areia preta geralmente em curvas de rios ou em zonas de praia próximos de rios em que há relatos de achamentos de ouro.
O Ouro primário é o que esta inserido na rocha ou na rocha alterada na superfície, ou lagrese.
Ele não esta sempre em forma de filões, que é a forma mais conhecida.
Ele esta sob diversas formas:
- Disseminado no granito na pirita onde essa pirita quando altera cria uma cor vermelha no barro;
- Em gossans: são as pedras vermelhas tipo laterita mas muito mais pesadas, quando esse ouro disseminado apresenta concentrações de pirita; o gossan é formado pela alteração da pirita formando chapéus de ferro; geralmente há o gossan e há os veios de quartzo juntos;
- Em veios de quartzo verticais com ou sem pirita, formando os conhecidos filões, mas estes só tem larguras de alguns cm a no máximo poucos metros de espessura;
- Em stockworks de quartzo com veios de todas as direções chamados de casqueiros e próximos a uma shear ou zona de cizalhamento;
- Em veios horizontais de cada lado de uma shear, chamados de sheeted veins;
Fonte: Enciclopedia Global
Ações do setor educacional devem “ficar de castigo” por um tempo
Ações do setor educacional devem “ficar de castigo” por um tempo
Gustavo Kahil - 19/02/2019 -

Um ar de suspense paira sobre as ações do setor de educação na bolsa brasileira desde que a Lava Jato da Educação foi lançada na semana passada. As ações da Estácio (ESTC3), Ser (SEER3), Kroton (KROT3) e Ânima (ANIM3) estão sob os holofotes dos investidores e, agora, também dos investigadores. A equipe de análise do Bradesco BBI avalia que ainda é muito cedo para tomar alguma conclusão, mas recomenda cautela.
“Embora não tenhamos encontrado uma situação semelhante em qualquer outro setor para usar como referência, em fevereiro de 2018, o noticiário negativo no setor de rodovias pedagiadas impactou as ações da CCR (CCRO3), que caíram cerca de 10% em um dia. Em seguida, as ações levaram cerca de 11 meses para retomar seu nível anterior, ficando com um desempenho inferior ao do Ibovespa em torno de 14 pontos-base nesse período”, avalia o analista Luiz Mauricio Garcia.
O cenário pode ser amenizado, ao menos, pelos balanços operacionais que poderão revelar uma forte captação de alunos no primeiro trimestre de 2019, diz Garcia.
Rigor
Embora a investigação ainda seja inicial, o analista entende que ela pode levar a um maior escrutínio do MEC em relação à carga horária acadêmica, diferenciações nos níveis de mensalidade nos programas governamentais e cursos híbridos (ensino a distância com atividades presenciais), bem como regulamentações mais rigorosas.
“Esses fatores, juntamente com a investigação em si, podem ser riscos diretos para alguns players listados, suportando uma abordagem mais conservadora por enquanto”, reflete Garcia. Ele indica que, mesmo com a chance de novas quedas, as avaliações no segmento são atraentes. A principal escolha é a Estácio.
Indícios
Segundo nota do MEC enviada à imprensa, a pasta disse já ter identificado favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em universidades federais.
O diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, também participou da reunião.
A investigação é uma das principais metas do Ministério da Educação dentro do plano de ações dos 100 primeiros dias do governo. Trata-se ainda do cumprimento de uma orientação de Bolsonaro dada, de acordo com a pasta, para todos os ministérios e instituições federais.
Fonte: MONEY TIMES
Morgan Stanley altera viés e está mais pessimista com mercado brasileiro
Morgan Stanley altera viés e está mais pessimista com mercado brasileiro
- 19/02/2019 -

Em relatório semanal datado desta terça-feira (19), o Wealth Management do Morgan Stanley suas decisões de seu comitê de investimentos, no qual avalia o cenário macroeconômico para indicar quais são as melhores alternativas de investimento a seus clientes.
Dentre as classes de ativos existentes na renda variável de todo o mundo, os mercados com P/E (Price/Earnings) mais baixo permanecem os emergentes, com relação de 11,7 vezes. Para efeitos de comparação, os P/E dos índices S&P 500 e MSCI AC World estão atualmente na casa de 16,5 vezes e 14,5 vezes, respectivamente, aumento frente às relações de 15,8 vezes e 14,2 vezes, na mesma ordem, listadas na última semana.
Em relação aos setores do S&P 500, os múltiplos mais atrativos são os do setor financeiro, com P/L de 11,3 vezes para 12 meses, ante relação de 11,4 vezes na semana anterior. Por sua vez, o setor com o múltiplo mais esticado é o de “Consumer Discretionary”, na casa de 19,6 vezes – ante 19,7 vezes na projeção anterior.

Brasil em cautela
Em relação as variáveis macroeconômicas e o momentum das mesmas, o Morgan Stanley lista recomendações para o País. Em relação a última semana, o comitê de investimentos acredita que a confiança e o risco estão “se tornando mais bearish” – única mudança nas projeções.
O banco manteve a visão de que a “estabilidade política dá suporte à recuperação”, está “neutro” frente ao crescimento econômico do País, recomenda “alocação de risco negativa” em posicionamento no juro básico e permanece com viés positivo para a inflação. Frente ao valuation, o Morgan Stanley acredita que ativos de risco estão altamente avaliados, com as expectativas de lucros “anêmica”.
Fonte: MONEY TIMES
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