segunda-feira, 22 de julho de 2019

6 mil anos de história: Veja a relação da esmeralda com as diferentes culturas

6 mil anos de história: Veja a relação da esmeralda com as diferentes culturas



Esta bela pedra verde tem sido um objeto de desejo há muitos séculos, e como a maioria das pedras preciosas, a história da esmeralda está cheia de fatos interessantes e misticismos, fazendo que ela se torne ainda mais fascinante e desejada. Mas como essa relação entre a esmeralda e o homem começou, e como ela se manifestou nas diferentes culturas?

O início da relação entre a humanidade e a esmeralda

Esmeralda
A esmeralda é uma pedra que gera fascínio em muitas culturas há mais de seis mil anos, e é uma das quatro preciosas pedras reconhecidas, juntamente com o rubi, o diamante e a safira.
De acordo com a mitologia indiana, o nome esmeralda foi primeiro traduzido do sânscrito como "marakata", que significa "o verde que cresce nas coisas". O nome que conhecemos agora veio de uma antiga palavra persa, traduzida para o latim como "smaragdus", que significa “verde”.
As esmeraldas mais antigas têm cerca de 2,97 bilhões de anos, e os registros mostram que a pedra já era conhecida e vendida em mercados na Babilônia em 4000 AC. É uma pedra que fez parte de diversas culturas em todo mundo, foi adorada pelos Incas e mencionada em escritos bíblicos sobre o apocalipse.
Sabe-se que a esmeralda era a joia favorita de Cleópatra, e a mina dessa pedra no Alto Egito, redescoberta há centenas de anos, foi uma das primeiras ocorrências da esmeralda na história humana. As esmeraldas também adornavam as joias da coroa russa, e em algumas lendas do rei Arthur, o Santo Graal é descrito como sendo formado a partir de uma esmeralda.
A referência mais antiga às esmeraldas na literatura ocidental vem de Aristóteles. Ele foi um grande fã dessa pedra preciosa e escreveu que possuir uma esmeralda melhora o discurso durante os negócios, auxilia na vitória, ajuda a resolver problemas, dá conforto e acalma a visão.

Os poderes e significado da esmeralda, de acordo com diferentes culturas

Cleopatra
Muitas culturas ao longo do tempo acreditavam que a esmeralda era uma pedra extremamente poderosa, de diferentes maneiras.
Os antigos egípcios acreditavam que o esmeralda representava fertilidade e renascimento. Para os romanos, a esmeralda era relacionada com Vênus, a deusa do amor, e acreditavam que ela poderia proteger os casais da infidelidade: se o coração dos amantes fosse leal, a gema iria brilhar em uma cor verde vibrante, mas se não o fossem, a pedra teria uma cor menos vívida. Ela também era associada ao crescimento e à primavera.
Além disso, o imperador Nero supostamente assistia as lutas de gladiadores através de uma grande esmeralda transparente, pois achava que a cor lhe acalmava. Já na Grécia, nos anos 800 a 250 AC, essa pedra era relacionada a Hermes, o mensageiro dos deuses, e ela era conhecida como a pedra da verdade e da eloquência.
Os astecas, que viveram entre os séculos XIV e XVI, chamavam a esmeralda de Pedra da Terra, e ela também era associada à fertilidade, sendo encontrada em estátuas que a celebravam.
Nos tempos medievais, os cristãos relacionavam a bela esmeralda a Lúcifer, o demônio. Para eles, essa pedra estava presente em sua coroa, e apesar de se tratar de uma pedra do diabo, ela não era vista de forma negativa, pois acreditava-se que ela ajudava as pessoas a se manterem sinceros e bem comportados.
Uma vez que houve registros sobre as esmeraldas, apareceram também evidências de seus poderes de cura, principalmente sobre a visão. Os sumérios disseram que, se uma esmeralda fosse usada em um anel no menor dedo da mão esquerda, curaria a inflamação dos olhos. Durante a época de Hipócrates, as esmeraldas eram esmagadas em pó fino e transformadas em uma loção para os olhos.

Onde as esmeraldas podem ser encontradas

Trapiche
Trapiche: um tipo raro de esmeralda encontrado apenas na Colômbia
Apesar de existirem registros mais antigos do comércio dessa pedra, as primeiras minas de esmeraldas conhecidas estavam no sul do Egito e datam de antes de 2000 AC.
Essa gema pode ser encontrada em todo o mundo, porém algumas das melhores pedras de hoje são da Colômbia, que produz mais de metade de todas as esmeraldas no mundo. Alguns dos outros países onde podemos encontrá-la incluem os EUA, Brasil, Afeganistão, Espanha, África do Sul, Suíça, Camboja e China.
Nos tempos antigos, muitas gemas eram chamadas de esmeraldas apenas porque eram verdes. Hoje existem cerca de seis ou sete tipos de pedras, classificadas como diferentes tipos de esmeraldas, porém, uma esmeralda verdadeira é chamada simplesmente de esmeralda, sem nenhum nome complementar.

Um fascínio que se mantém até hoje

Esmeralda
Esmeralda colombiana
Cor, clareza, corte e quilates são quatro fatores utilizados para determinar o valor de uma esmeralda, sendo que o mais importante destes quatro é a cor. As esmeraldas valiosas e de alta qualidade são muito transparentes, e a melhor cor é a verde vívida ou verde azulado, com saturação uniforme e sem zoneamento de cores.
A diminuição das inclusões resulta em mais transparência e, portanto, o preço das esmeraldas aumenta com a diminuição da inclusão. Porém, a maioria das esmeraldas tem algum tipo de imperfeição, e as esmeraldas sem essas inclusões são muito raras.
Em vez do termo imperfeição, os distribuidores gostam de se referir às inclusões das esmeraldas como um "jardim" interno, e muitos até mesmo as usam como um dos fatores para identificar se uma esmeralda é verdadeira ou não.
E a raridade dessa moeda também é um fator importante. Existem menos esmeraldas no mundo do que há diamantes, por isso as esmeraldas de alta qualidade podem valer mais do que diamantes por quilate.

Fonte: HIPERCULTURA

Rede Globo faz sua melhor reportagem sobre bitcoin e criptomoedas

Rede Globo faz sua melhor reportagem sobre bitcoin e criptomoedas



Rede Globo faz reportagem sobre bitcoin e criptomoedas em matéria envolvente
(Imagem: Reprodução/Globoplay)
A Rede Globo voltou a abordar o tema Bitcoin e Criptomoedas em um vídeo intitulado ‘Moeda digital: entenda como funciona’ publicado no sábado (13) através do programa ‘Como será?’.
Renata Capucci, apresentadora do programa, anuncia a reportagem conduzida pelo jornalista Rogério Coutinho. Considerando os trabalhos anteriores da emissora, a matéria desta vez tem muito mais a oferecer.
Capucci introduz:
“Como será que faz transações bancárias pela internet sem escorregar em erros de digitação ou cair nas mãos de hackers? Tem um jeito novo de fazer isso”.
A apresentadora simula colocar duas moedas físicas em um porquinho que representa um cofre virtual. “Em instantes elas se transformam numa sequência de números e algoritmos, ou seja, moedas digitais”.
Antes de o repórter Rogério Coutinho entrar em ação, ela antecipa que são muitas as dúvidas sobre o mercado de criptomoedas.

Dinheiro e Bitcoin

A reportagem começa apresentando as cédulas físicas de reais de diversos valores.
“Tá na mão, dá pra sentir, ver as cores, o tamanho, e saber o que dá pra comprar com esse dinheiro”, diz o repórter.
Ele continua:
“Agora, e se eu disser que uma nota dessa pode se transformar em uma sequência única de códigos, que não dá pra pegar na mão, que percorre pra lá e pra cá em transações por cabos, linhas de satélite, ondas de wifi, e que tudo é organizado por programa de computador? Eu ainda estou falando de dinheiro”, conclui.

Destaque para o bitcoin

Com o apoio do professor de Inovação e Empreendedorismo da PUC-RJ, Luis Felipe Carvalho, o repórter explica, resumidamente, o funcionamento do mercado de criptomoedas desde a sua criação.
O Bitcoin passa, então, a ser o protagonista da reportagem, que o chamou de “uma avanço, uma marco realizado por Satoshi Nakamoto”, frisando sua quantidade limitada de 21 milhões de unidades.
“A moeda digital tem valor e abre possibilidades que prometem transformar nossa relação com o dinheiro”.
Carvalho disse que é uma nova forma de dinheiro que está surgindo, mas que é importante dizer que ainda está muito no início.
O que está sendo discutido, na verdade, disse ele, são as formas de troca de valor entre as pessoas no meio digital.
A reportagem explica também a função da blockchain — o sistema de registro que dá transparência e segurança a qualquer transação em bitcoin.
No entanto, o professor comenta sobre a demora de uma confirmação. Segundo ele, qualquer operação demora pelo menos 10 minutos e isto seria um problema:
“Bitcoin não é nada prático para microtransações do dia a dia”.
Contudo, eles não abordaram sobre as taxas, que dependendo do valor, a confirmação pode acontecer em muito menos tempo.

Alertas sobre o mercado

A reportagem também alerta sobre golpes com criptomoedas, pois há muita gente se aproveitando da falta de conhecimento das pessoas sobre o novo mercado.
“Estudar mais sobre o assunto e cautela na hora de investir”, sugere.
Outro ponto que foi abordado, é que o novo mercado gera novas oportunidades de trabalho.
O professor acredita que o criptomercado é uma área bastante promissora e sugere que as pessoas estudem mais sobre o setor.
Ao final, a matéria sugere que o fim das cédulas físicas não deve estar muito longe de acontecer.
“Parece ser uma questão de tempo e adaptação para que as moedas digitais evoluem a ponto de acharmos que bolso vazio seja simplesmente uma agradável modernidade”.

Globo e bitcoin

A Rede Globo já abordou o tema das criptomoedas por várias vezes e em diversos programas da rede — sem contar a atividade habitual de Samy Dana na emissora, comentando sobre o mercado financeiro, onde também comenta sobre criptomoedas.
Mais recentemente, durante um jornal da GloboNews, ele disse “Se você tem estômago e estudo, o bitcoin pode ser uma aposta”.
Outras matérias foram com especialistas brasileiros. Em janeiro deste ano, Christiane Pelajo mostrou um pouco sobre a inovação tecnológica que surgiu junto com o bitcoin.
A emissora também abriu espaço para se fazer humor com bitcoin.
Em março, a criptomoeda foi abordada no programa ‘Tá no Ar: a TV na TV’ que exibiu uma esquete sobre o bitcoin através de uma propaganda de uma empresa fictícia chamada ‘Bitcoin do Fabinho’, personagem interpretado pelo ator Marcelo Adnet.




Fonte:Portal do Bitcoin

Mirae troca BB, Gerdau Met. e Ultrapar por Bradesco, Fleury e Minerva para a semana

Mirae troca BB, Gerdau Met. e Ultrapar por Bradesco, Fleury e Minerva para a semana



Investing.com Brasil - 22/07/2019 - 
Mirae Asset divulgou carteira recomendada realizando três substituições (Imagem: Bradesco)
Por Investing.com 
A Mirae Asset divulgou na manhã desta segunda-feira a carteira recomendada de ações para a semana que se encerra no dia 26 realizando três substituições. Deixam o portfólio os papéis da do Banco do Brasil (BBAS3), Gerdau (GGBR4) Met. e Ultrapar(UGPA3), dando espaço os ingressos de Bradesco (BBDC4), Fleury (FLRY3) e Minerva (BEEF3).
Na semana passada, as recomendações da corretora tiveram resultado negativo de 1,42%, contra perdas de 0,44% do Ibovespa no mesmo período. O destaque positivo ficou para Vale (VALE3) com valorização de 1,76% e o negativo para a Cemig(CMIG4), que acumulou perdas de 4,10%.
Novamente os investidores terão sua atenção voltada a qualquer sinalização que possa surgir sobre os bancos centrais cortarem juros. A safra de resultados corporativos segue no exterior e a qualidade destes números também será determinante para a tomada de decisões dos presidentes dos bancos centrais se anteciparem a uma piora do cenário econômico.
Os resultados do 2T19 começam a ser divulgados também aqui no Brasil e nesta semana teremos os números do Bradesco, Santander (SANB11), Ambev (ABEV3), BR Distribuidora (BRDT3), Carrefour (CRFB3), Pão de Açúcar, Usiminas (USIM5), Fleury, entre outros.

Fonte: Investing.com 

Ações: “Índice de barganhas” supera desempenho do Ibovespa em mais de 9 vezes

Ações: “Índice de barganhas” supera desempenho do Ibovespa em mais de 9 vezes


Valter Outeiro da Silveira - 22/07/2019 - 5:48
Múltiplo P/VPA é largamente utilizado para avaliar empresas do setor bancário (Imagem: Pixabay)
A quantidade utilizada de múltiplos para analisar empresas no mercado financeiro é vasta e extensa, com peculiaridades distintas para cada segmento e dinâmica setorial. Em particular, existe um que se destaca por certa “irracionalidade” quando se está abaixo de 1: o P/VPA (preço da ação sobre o valor patrimonial da empresa).
Neste sentido, existem empresas que são negociadas na bolsa com preços inferiores a seu valor patrimonial, ou seja, se a companhia fosse liquidada a pó, conseguiria comprar todo seu capital social.
Levantamento realizado pelo Money Times, com base em matéria publicada no dia 19 de março de 2019 e nas cotações de fechamento desta sessão específica, aponta que o “índice de barganhas” apresentou performance mais que 9 vezes superior ao Ibovespa, de acordo com a cotação de sexta-feira (19) passada.
O portfólio composto pelas ações de Cosan (CSAN3), Copel (CPLE6), Eneva (ENEV3), Gerdau (GGBR4), Usiminas (USIM5) e Oi (OIBR4), considerando pesos idênticos na carteira, obteve alta de 36% – contra avanço de 3,9% do Ibovespa.
Elaboração: Money Times

Fonte: MONEY  TIMES

China: nova Nasdaq inicia negociações em Xangai nesta sessão

China: nova Nasdaq inicia negociações em Xangai nesta sessão


Valter Outeiro da Silveira - 21/07/2019 - 21:42
25 empresas debutarão índice de tecnologia de Xangai, denominado Star (Imagem: Bloomberg)
A China lançará uma nova bolsa de valores em Xangai nesta sessão, com a listagem de 25 novas empresas.
Denominada Star, a plataforma de negociações terá como espelho a Nasdaq, bolsa norte-americana focada em empresas de tecnologia.

Alto apetite

O entusiamo dos investidores é evidente: a demanda de investidores de varejo ultrapassou a oferta em nada menos que 1800 vezes, segundo a reportagem da Bloomberg.
O P/L (Preço sobre Lucro) médio da listagem foi de 53 vezes. A ideia da criação da bolsa é não perder listagens de gigantes de tecnologia, como o Alibaba, para as bolsas de Hong Kong e Nova York.

Fonte: MONEY  TIMES