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Nova Futura realiza 4 mudanças na carteira recomendada da semana
Por Diana Cheng
20/01/2020 - 10:34
Na última semana, a carteira subiu 3,95% contra a alta de 2,58% do Ibovespa (Imagem: Pixabay)
A Nova Futura trocou quatro das cinco ações de sua carteira recomendada semanal, atualizada nesta segunda-feira (20). Banco Inter (BIDI11), Eletrobras (ELET3), IRB Brasil (IRBR3) e Magazine Luiza (MGLU3) cederam espaço para Hypera (HYPE3), Linx (LINX3), Petrobras (PETR4) e Usiminas (USIM5). Apenas JBS (JBSS3) se manteve.
Na última semana, a carteira subiu 3,95% contra a alta de 2,58% do Ibovespa. Em 2020, ela já acumula rentabilidade de 9,07% contra 2,45% do índice.
Diamante Sewelô foi encontrado em Botsuana e tem 1.758 quilates Lucara Diamonds/Divulgação
Segundo maior diamante da história virará linha dejoias da Louis Vuitton
Sewelô foi encontrado em Botsuana, na África, e pesa 1.758 quilates em sua forma bruta; 5% da renda será revertida para projetos no país
Por Larissa Quintino - Atualizado em 16 jan 2020, 13h59 - Publicado em 16 jan 2020, 13h45
A LouisVuitton vai transformar o segundo maior diamante da história em uma linha de joias da marca. A pedra de 1.758 quilates (352 gramas), batizada de Sewelô, foi encontrada em uma mina de Botsuana. Focada em bolsas e outros artigos de luxo, a Louis Vuitton vem investindo em joias recentemente e abriu uma loja em Place Vendome, em Paris, bairro famoso por abrigar a Cartier.
O Cullinan, maior diamante da história, tinha 3.106 quilates (621 gramas) na forma bruta. Após lapidado, chegou aos 530 quilates (106 gramas) e foi arrematado por 337 milhões de euros, o que pode dar uma ideia do potencial de venda da nova pedra para a grife francesa.
A Lucara Diamond, que encontrou o diamante em sua mina de Botsuana no ano passado, disse que fechou um acordo com a marca de luxo e com a HB Company, fabricante de diamantes de Antuérpia. Não se sabe o valor dos diamantes polidos. Em comunicado, a empresa disse que receberá uma comissão inicial “não material” e será dona de 50% dos diamantes polidos do Sewelô, que significa “descoberta rara” em Tswana, um idioma falado em Botsuana, e é aproximadamente do tamanho de uma bola de tênis.
“Além disso, 5% da receita de vendas no varejo geradas a partir dessa coleção histórica será investida diretamente em iniciativas em Botsuana“, disse a empresa.
O mercado de joias vêm ganhando espaço cada vez maior no grupo LVMH, que controla a Louis Vuitton. Em novembro, o grupo pagou 14,2 bilhões de euros pela grife americana Tiffany. A Bvlgari também faz parte das marcas do LVMH. Fonte: Veja
DIAMANTES: PORQUE SÃO AS PEDRAS MAIS VALIOSAS DO MUNDO?
É a pedra mais dura que existe na natureza, cujo nome vem do grego ‘adamas’, que significa indestrutível. A sua beleza e raridade faz com que seja a pedra mais desejada do mundo. Mas, afinal, o que determina o valor de um diamante? Fomos saber um pouco mais no Museu do Diamante, em Amsterdam, na Holanda.
Raros, belos e indestrutíveis. Acredita-se que os diamantes foram formados há milhões de anos no manto terrestre e que ascenderam à superfície por meio de erupções vulcânicas, ou formaram-se por meio do impacto de meteoros na Terra, que provocaram temperatura elevadíssimas necessárias para formação de um diamante.
Os diamantes são compostos de um único elemento químico, o carbono, cuja combinação de átomos faz desta a pedra mais dura da natureza. Apenas um diamante pode riscar outro diamante.
Segundo o Museu do Diamante, localizado em Amesterdão, na Holanda, estas pedras começaram a suscitar o desejo do homem por volta do século IV a.C. Acredita-se que foram encontrados diamantes, pela primeira vez, na Índia, onde começaram a ser negociados. E terá sido Alexandre, o Grande a traze-los para a Europa em 327 a.C. E foi assim que, a partir da Macedónia (antiga Grécia), estas pedras deslumbrantes começaram a conquistar as elites do mundo.
No entanto, antes que o diamante obtenha a sua qualidade deslumbrante, esta pedra tem de passar por um processo de refinamento extenuante. A jornada do diamante começa nas camadas mais profundas das rochas, saindo de lá expulso pela natureza ou escavado pelo homem. «Depois de ser removido da sua ‘cama’, ele passa por inúmeros processos meticulosos e mais suaves, como cortar e polir antes de ser exibido na joalheria. Assim, depois de todos os toques finais, a pedra, uma vez áspera e irregular, torna-se numa gema mágica que mostra brilho e delicadeza», explica o Museu na apresentação da história desta joia.
Hoje em dia, já está convencionado internacionalmente o valor de um diamante. Para se chegar ao seu preço, é necessário ter em atenção a métrica dos ‘4-C’. Ou seja, quilate (carat weight), cor, claridade e corte. O peso da pedra é medido em quilates, sendo que um quilate são 100 pontos ou 0,2 gramas. Pode ver na galeria de fotos acima a proporção entre os quilates e uma mão, para ter noção da sua dimensão.
Quanto à cor, existem tantas tonalidades quantas as há na natureza. Mas é o branco, ou sem cor, que atrai todas as atenções, pois é o que melhor reflete a luz. A cor de uma pedra está segmentada em sete gradações. A River é a mais brilhante e apresenta-se como um branco excecional. Segue-se a Top Wesselton (branco raro), Wesselton (branco), Top Crystal (ligeiramente branco), Crystal (branco matizado), Top Cape (ligeiramente amarelado) e Cape (amarelado).
Depois, há que ter em atenção também a gradação da claridade e aqui há também sete níveis. Os níveis indicam o grau de imperfeição da pedra. Quanto menos imperfeições tiver, mais belo e valioso será. O mais perfeito é o Flawless (sem falhas, limpo à lupa), depois vem o V.V.S.I. (contém inclusões muito, muito pequenas), segue-se o V.S.I. (tem inclusões muito pequenas), o S.I. (com inclusões pequenas), o Piqué1 (tem algumas inclusões), o Piqué 2 (inclusões distintas) e Piqué 3 (tem inclusões grosseiras).
Por fim, o corte marca o tipo e qualidade do diamante. Existem vários formatos de cortes convencionados. O mais popular é o Brilliant, pois as suas múltiplas facetas fazem sobressair toda a clareza da pedra. Mas nem todos podem ser cortados neste formato. «Para atingir a máxima reflexão de luz o diamante tem de ter as medidas ideias. Nem pode ser demasiado plano, nem demasiado grosso para o corte», explica o Museu do Diamante. Outros cortes são: Pear, Heart, Emerald, Oval, Princess, Marquese, entre outros.
No final, só da conjugação destas variáveis se apurará o valor de um diamante.
A Brazil Minerals (BMIX) anunciou extensa campanha de perfuração em um dos seus diversos direitos minerais no Vale do rio Jequitinhonha, região Norte de Minas Gerais. A ação rendeu material aluvial de alta probabilidade de diamantes em mais de 57% das perfurações, de acordo com equipe técnica da BMIX.
Marc Fogassa, CEO da Brazil Minerals afirmou : “Nossa identificação de uma zona inicial rica em diamantes dentro de uma área de mineralização de ouro é um resultado muito bom. É relevante notar que esse direito mineral em particular tem 1.310 acres e essa campanha de perfuração cobriu apenas uma pequena parte dessa área”. A BMIX realizou 3 5 perfurações, com espaços entre 30 e 50 metros de distância utilizando uma broca rotativa de percussão Banka de quatro polegadas.
Conforme comunicado da BMIX, todos as perfurações foram positivas para ouro fino. Uma análise mais detalhada dos resultados das perfurações e inspeção das amostras coletadas indicam que também a existência de uma zona rica em diamantes na região. Marcadores de satélite para diamantes, como limonita, rutite e turmalinita, entre outros, foram observados em todas as amostras recuperadas nesta zona rica em diamantes. O Vale do Rio Jequitinhonha, onde esse direito mineral está localizado, é uma fonte bem conhecida de diamantes aluviais de qualidade gema há mais de dois séculos.
Frustração: analistas não esperavam queima de caixa da MRV no trimestre (Divulgação/MRV)
A prévia de resultados operacionais, divulgada pela MRV (MRVE3) na noite de ontem (16), desapontou o mercado e os analistas. O resultado foi uma forte queda de suas ações durante boa parte da sessão desta sexta-feira. Por volta das 14h20, os papéis recuavam 2,17%, para R$ 21,15, enquanto o Ibovespa, principal índice da B3 (B3SA3) subia 0,83% e marcava 117.675 pontos.
Naquele momento, era o papel que mais caía, segundo o site da própria B3, bem à frente do Laboratório Fleury(FLRY3), que perdia 0,99%, a R$ 30,93.
No fim do dia, contudo, a MRV se recuperou, a ponto de encerrar o pregão com uma leve alta de 0,32%, cotada a R$ 21,69. Uma virada e tanto, mas ainda longe do Ibovespa, que terminou o dia com valorização de 1,52% e 118.418 pontos.
Um relatório do BTG Pactual(BPAC11) sobre o desempenho da MRV no quarto trimestre dá uma ideia do desapontamento que predominou do mercado. Os principais números vieram abaixo das expectativas do banco. As vendas líquidas, de R$ 1,38 bilhão, por exemplo, foram 23% menores que a projeção do BTG – e 10% inferior ao do último trimestre de 2018.
Queimando dinheiro
O banco também destaca a queima de R$ 34 milhões no caixa da MRV no período, apesar de os números mostrarem que a construtora reduziu seu ritmo de produção. Foram construídas 9.124 unidades, 8% menos que no mesmo intervalo do ano retrasado.
Como alento, o BTG Pactual afirma que o volume de lançamentos, R$ 2,37 bilhões, superou em 13% as suas projeções, com o aumento do tíquete médio (R$ 169 mil por unidade) e um trabalho mais intenso no segmento de imóveis para classe média. Apesar das críticas, o banco recomenda a compra das ações, com preço-alvo de R$ 23.
O maior problema dos números da MRV, segundo o BTG Pactual, é que eles indicam um ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido, na sigla em inglês) potencialmente menor. “O mais importante é que acreditamos que os maiores níveis de estoque e os contínuos investimentos em terrenos poderiam pressionar o ROE no curto prazo”, afirma.
Direcional na frente
O Santander (SANB11)também não ficou satisfeito e classificou os números como “ligeiramente negativos”. A queima de caixa também chamou a atenção. “Os resultados devem confirmar o momento negativo dos resultados, na nossa opinião”, afirma o banco.
A instituição acrescenta que os dados não pesarão positivamente na avaliação do papel, já que “boa parte” dos números positivos “já está refletida nas cotações atuais das ações”. Assim, O Santander mantém a recomendação neutra para os papéis, e ainda observa que a Direcional(DIRR3) é a sua preferida entre as incorporadoras.