sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Oi ganha dois anos para arrumar a casa, com a venda da Unitel

Oi ganha dois anos para arrumar a casa, com a venda da Unitel



Por Márcio Juliboni
24/01/2020 - 21:44

Oi
Próximo passo: parte do mercado espera a venda da área de telefonia móvel da Oi (Imagem: Money Times/Danilo Kahil)

Após o fechamento do mercado, a Ágora Investimentos divulgou um comentário bastante positivo sobre a conclusão da venda da angolana Unitel pela Oi (OIBR3). Assinada pelos analistas Fred Mendes e Flávia Meireles, a nota classifica o negócio como “altamente positivo”.
“A Oi ganhou no mínimo 2 anos durante os quais pode se concentrar completamente em suas operações, considerando também os R$ 2,5 bilhões do empréstimo-ponte”, afirma a Ágora, que acrescenta outras três vantagens decorrentes do acordo.
A primeira é que, a partir de agora, a operadora estará em “uma posição melhor e mais confortável” para negociar a venda de sua área de telefonia móvel. Esta é, aliás, a próxima grande medida que parte do mercado espera da companhia.
A segunda é a possibilidade de a empresa trocar uma dívida mais cara (o empréstimo-ponte) por uma mais barata, devido ao fôlego que ganhou com o US$ 1 bilhão obtidos por sua fatia de 25% na Unitel (dos quais, US$ 700 milhões pagos nesta sexta-feira, 24).

Vagas abertas

O último benefício da transação é que o dinheiro permitirá, segundo a Ágora, reforçar a equipe da companhia com gestores bem qualificados, ampliando a capacidade de a companhia arrumar a casa.

Unitel, operadora de Angola que pertence à OI OIBR3
Ajuda bem-vinda: venda da Unitel salvou o ano da Oi (Imagem: Divulgação/Facebook/Unitel)

Os analistas escrevem que “a gestão será muito importante nesta nova etapa: a administração agora poderá voltar sua atenção totalmente para as operações da empresa.”
E acrescentam: “o processo de recuperação não será fácil, pois a Oi enfrenta vários desafios, mas vemos alta qualidade na equipe de liderança da empresa, que poderá ser aprimorada ainda mais agora que as condições financeiras estiverem melhores.”
A Ágora reforça a recomendação de compra dos papéis, com preço-alvo de R$ 1,80. A cifra indica um potencial de valorização de 87% sobre o fechamento desta sexta, dia em que as ações da Oi despencaram 10,28%, para R$ 0,96, com a realização de lucro por parte dos investidores que procuraram se antecipar à venda da Unitel e ganhar com ela.



Fonte: MONEY  TIMES

Pilhagem | Empresa chinesa "explora" 10 mil quilates de diamante em mina no Piauí

Pilhagem | Empresa chinesa "explora" 10 mil quilates de diamante em mina no Piauí









Grupo empresarial chinês, associado com israelenses, está explorando uma mina de diamante no município de Gilbués (815 km de Teresina). O secretário estadual de Mineração, Gás, Petróleo e Energias Renováveis, André Quixadá, afirmou que a DM Mineração é uma mineradora multinacional com capital chinês, israelense e brasileiro e está devidamente licenciada e regulamentada. A partir de agora, já tem licença para explorar efetivamente os diamantes da região.


A DM Mineração investiu US$ 25 milhões em equipamentos e o empreendimento irá gerar 300 empregos de forma direta e indireta. A previsão de extração é de 10 mil quilates de diamantes por mês. As pesquisas começaram há dez anos, mas agora a produção começou.

“Os diamantes de Gilbués já possuem certificação internacional, ou seja, foram devidamente caracterizados, sendo possível a individualização de suas características mais específicas, permitindo que sejam reconhecidos em qualquer lugar do mundo. O que estou querendo dizer é que os diamantes encontrados em Gilbués são únicos, o que agrega mais valor ao produto”, afirmou o secretário estadual André Quixadá.

Por outro lado, a miséria e a pobreza aumentam na região. O efeito é parecido com a ação dos ingleses em continente africano. Levaram diamantes, espalharam doenças e mataram muita gente.



Fonte: Brasil Mineral

Homem é preso com 91 pedras de diamante avaliadas em R$ 900 mil

Homem é preso com 91 pedras de diamante avaliadas em R$ 900 mil



Ele foi detido por não tem nenhuma documentação das peças

Homem é preso com 91 pedras de diamante avaliadas em R$ 900 mil

Um homem de 31 anos foi preso com 91 diamantes avaliadas em R$ 900 mil. A Polícia Rodoviária identificou o suspeito que viajava pela BR-364, em Jataí, região sudoeste de Goiás. De acordo com o G1, o homem foi detido por não ter nenhuma documentação das pedras.
A polícia informou que o homem viajava em um VW Gol que seguia de Vilhena (RO) para Belo Horizonte (MG). Ele foi abordado em uma fiscalização de rotina. As pedras preciosas estavam dentro da carteira do motorista, que estavam no bolso dele.
Segundo ele, as pedras haviam sido trocadsa por uma caminhonete Ford F 1000, e o objetivo eram revende-las em Belo Horizonte.
A publicação destaca que o suspeito e as pedras foram encaminhados para a Polícia Federal.

Fonte: G1

A mineradora canadense Belo Sun quer extrair 60 toneladas de ouro, as margens do rio Xingú

A mineradora canadense Belo Sun quer extrair 60 toneladas de ouro, as margens do rio Xingú





A mineradora canadense Belo Sun quer extrair 60 toneladas de ouro, as margens do rio Xingú e, para isso, vai investir US$ 1 bilhão. Mas os imensos riscos sociais e ambientais levantam dúvidas sobre a viabilidade do negócio no coração da Amazônia







O garimpo, assim como os jogos de azar, é um vício. Para muitos moradores da Vila Ressaca, uma pequena comunidade localizada às margens do Rio Xingu, no Pará, só isso explica alguém se arriscar a descer dezenas de metros em um buraco instável, preso a um cabo de aço, dia após dia, ano após ano. “Dá para ganhar muito dinheiro no garimpo”, afirma Eguinaldo Silva, o Naldo, morador da Ressaca, ex-garimpeiro e hoje piloto de lancha, ou “voadeira”. “Só que, do jeito que se ganha, se gasta.” Pelas ruas de terra da vila, enlameadas nessa época do ano por conta das chuvas constantes, as histórias dos tempos de glória dessa corrida do ouro se repetem.
No bar do Gilson, um bêbado proclama os números do negócio, em altos brados. “Hoje, quem consegue dois gramas de ouro tem sorte”, afirma o ébrio, resoluto. No posto de saúde, a recepcionista Luciene Silva confirma a derrocada da atividade. “Meu marido trazia para casa 120, 130 gramas por semana. Hoje, quando sobram duas é muito”, diz a moradora, resignada. Mata adentro, no entanto, as precárias operações mineradoras são tão comuns quanto os agrupamentos de bois a se movimentar lentamente pelas pastagens, vegetação que, há algum tempo, substituiu as densas florestas amazônicas como a paisagem predominante na região.
Acontece que o ouro rareou, mas não acabou. Ao contrário. Ele só está incorporado em rocha dura, ou sã, como dizem os geólogos, na camada logo abaixo do solo mais raso, o saprólito, inalcançável pelos métodos rudimentares dos garimpeiros. Para extraí-lo é necessário profissionalizar. O modo de vida crédulo do local, que confia a própria sorte na manipulação a mãos limpas do mercúrio, metal pesado, altamente tóxico e capaz de separar o ouro do solo, precisa dar lugar aos engenheiros e seus equipamentos pesados. É aí que entra a mineradora canadense Belo Sun.



Em 12 anos, a mina vai gerar 60 milhões de toneladas de resíduos, que serão armazenados em uma barragem

Listada na bolsa de Toronto, principal praça de comércio da mineração mundial, a empresa está instalando no município de Senador José Porfírio, onde fica a Ressaca, uma operação de grande porte, que consumirá investimentos de US$ 1 bilhão. A meta é extrair 60 toneladas de ouro no período de 12 anos, o suficiente para mais do que duplicar o valor aportado e colocar a mina entre as cinco maiores do País. “É uma região com grande potencial”, afirma Mauro Barros, diretor-geral da companhia no Brasil.
https://www.belosun.com/



Fonte: Istoé Dinheiro

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Polícia apreende 33 toneladas de pedras semipreciosas na Fernão Dias em Atibaia

Polícia apreende 33 toneladas de pedras semipreciosas na Fernão Dias em Atibaia

Pedras preciosas foram apreendidas em carga na Fernão Dias — Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal Pedras preciosas foram apreendidas em carga na Fernão Dias — Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal
Pedras preciosas foram apreendidas em carga na Fernão Dias — Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 33 toneladas de pedras semipreciosas em uma carga na Fernão Dias, em Atibaia.
A PRF fazia uma fiscalização quando suspeitaram de um caminhão que apresentou notas fiscais no nome de pessoa física e não uma empresa. No momento da vistoria da carga, a polícia percebeu que o veículo transportava pedras semipreciosas, usadas em joias, como ametista, ágata, ônix e quartzo.
A carga era trazida da Bahia com destino ao Rio Grande do Sul. A suspeita da polícia é de sonegação fiscal. A estimativa é de que o valor da carga seja de cerca de R$ 1 milhão. O motorista foi detido, mas ouvido e liberado na delegacia. A carga continua apreendida.
Pedras foram apreendidas em Atibaia — Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal Pedras foram apreendidas em Atibaia — Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal
Pedras foram apreendidas em Atibaia — Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal
Fonte: G1