segunda-feira, 20 de setembro de 2021
domingo, 19 de setembro de 2021
PEDRAS PRECIOSAS RARAS
Minerais estranhos e impurezas vestigiais que existem na Terra fazem as pedras preciosas mais bonitas do mundo. Devido a isso, fizemos uma lista das quais você vai se surpreender.
Esmeralda Vermelha

Alexandrita

Larimar

Musgravite

Painita

Diamante Rosa

sexta-feira, 17 de setembro de 2021
S11D, o sonho da Vale, entra em produção
Com a produção do minério de ferro do S11D Eliezer Batista, a Vale atinge um novo patamar. A partir de agora, pelos próximos 50 anos, a mineradora brasileira será a maior produtora do mundo de minério de ferro de altíssima qualidade.
Os produtos da Vale já assustavam a concorrência mundial principalmente pela qualidade.
No entanto, com o S11D no mercado, simplesmente não existirão concorrentes.
As gigantes australianas BHP e Rio Tinto, que já claudicavam para colocar produtos competitivos na China, serão ultrapassadas sempre que a Vale quiser: o minério australiano é de mais baixo teor e requer processamento e blendagem. Ou, em outras palavras, mais investimentos e custos operacionais muito mais elevados que tornam esses minérios menos competitivos.
No decorrer dos próximos anos os produtos da Vale, em especial do S11D, receberão mais atenção e preços diferenciados.
Neste momento a primeira carga, com 26.500t, de minério de ferro do S11D já está embarcada.
Infelizmente o minério do S11D é, ainda, um produto bruto sem valor agregado, que repassa ao país importador todo o lucro da industrialização e da verticalização. Posteriormente, após a siderurgia e a industrialização, esta tonelada, que foi comprada, pelos chineses, por US$80, voltará ao Brasil na forma de veículos, eletrodomésticos etc... com preços de milhares de dólares.
Um fator multiplicador que só os chineses verão.
Trata-se de um processo cruel, alimentado pela política narcisista da Vale, que nos manterá, irreversivelmente no terceiro mundo como exportadores de commodities. Até quando ?
Fonte O Portal do Geólogo
Berílio: um metal do futuro
Berílio é um desses metais que todos sabem que existe, mas poucos sabem quais são os seus usos.
Os berilos são a principal fonte do metal. Esses belos minerais hexagonais são originados nos pegmatitos de Minas Gerais e são amostras fundamentais em coleções de minerais. (foto).
Por ser muito leve, não magnético e maleável o berílio (Be) é usado em várias ligas, principalmente com alumínio e cobre que são usadas em várias aplicações. À medida que os avanços tecnológicos se acentuam mais aplicações para o berílio foram descobertas, aumentando exponencialmente o interesse da indústria.
Hoje o metal já é considerado um produto estratégico usado na telefonia celular, mísseis, indústria aeroespacial e reatores nucleares.
Apesar de sermos um dos maiores produtores de berilo, uma das principais fontes do berílio, não temos nenhuma planta de processamento do metal no Brasil. As principais estão nos Estados Unidos, Cazaquistão e China.
A Rússia deverá ser o mais novo membro deste clube e se prepara para produzir o metal, que vale US$500.000 por tonelada, no Siberian Chemical Combine.
Os russos já iniciaram um investimento cujo Capex deverá superar os US$40 milhões. Eles esperam produzir ainda em 2020.
As reservas mundiais de berilo e bertrandita ainda são especulativas.
Esses minerais são mais abundantes no Brasil, Madagascar, Rússia e Estados Unidos. Segundo cálculos altamente inferidos os recursos atingem 400.000t.
Que tal achar uma nova jazida de berilo no Brasil? As minas de esmeraldas talvez ainda tenham um grande volume de esmeralda (variedade de berilo) sem valor econômico, rejeitada, que pode interessar a compradores...
Universo pode estar repleto de exoplanetas feitos de diamantes

Universo pode estar repleto de exoplanetas feitos de diamantes. Acima: Impressão artística de um planeta rico em diamantes. No interior, os principais minerais seriam diamante e sílica (camada com cristais na ilustração). O núcleo (azul escuro) poderia ser uma liga de ferro-carbono. (Foto:
Estudo de cientistas norte-americanos sugere que, dadas as circunstâncias certas, esse cenário seria possível em planetas compostos majoritariamente de carbono
Shim/ASU/Vecteezy)
Alguns dos exoplanetas espalhados pelo Universo podem ser feitos de diamantes e sílica, indica uma nova análise publicada no fim de agosto no The Planetary Science Journal. O estudo, conduzido por cientistas da Universidade Estadual do Arizona e da Universidade de Chicago, ambas nos Estados Unidos, sugerem que, dadas as circunstâncias certas, esse cenário seria possível em astros compostos majoritariamente de carbono.
As estrelas e os planetas de um sistema são formados a partir de uma mesma nuvem de gás, de modo que suas composições são semelhantes, mudando apenas a proporção das substâncias. Uma estrela com uma razão de carbono para oxigênio mais baixa, por exemplo, terá planetas como a Terra, compostos de silicatos e óxidos com pouquíssimo de diamante — por aqui, o conteúdo de diamante é cerca de 0,001%.
Entretanto, quando as estrelas têm uma proporção de carbono para oxigênio mais alta, há uma probabilidade maior dos exoplanetas do sistema serem ricos em carbono. Tendo isso em mente, os cientistas levantaram a hipótese de que, se houvesse água à época de sua formação, esses planetas seriam ricos em diamantes.
Para testar a hipótese, os cientistas precisaram imitar o interior de exoplanetas de carboneto usando muito calor e alta pressão. Para isso, eles imergiram carboneto de silício em água e comprimiram a amostra entre bigornas de diamante a uma pressão muito alta e depois aqueceram o material com lasers.
lasers.

Um planeta de carbono inalterado (esquerda) se transforma de um manto dominado por carboneto de silício em um manto dominado por sílica e diamante (direita). A reação também produz metano e hidrogênio. (Foto: Harrison/ASU)
Para monitorar o procedimento, os estudiosos realizaram medições de raios-X enquanto o laser aquecia as amostras em alta pressão. O resultado, como relatam os estudiosos, foi de acordo com o previsto: o carboneto de silício reagiu com a água e se transformou em diamante e sílica.
Os astrofísicos explicam que, se realmente existirem, esses corpos celestes provavelmente não são habitáveis, pois é raro que planetas ricos em carbono sejam geologicamente ativos. Isso porque essa inatividade torna a composição da atmosfera inabitável, inviabilizando a vida como a conhecemos.
"Independentemente da habitabilidade, essa [pesquisa] é uma etapa adicional para nos ajudar a compreender e caracterizar as observações cada vez maiores e aprimoradas de exoplanetas", disse Harrison Allen-Sutter, coautor do estudo, em comunicado. "Quanto mais aprendemos, melhor seremos capazes de interpretar novos dados de missões futuras (...) para entender os mundos além do nosso próprio Sistema Solar."
Fonte: GALILEU
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A drusa de quartzo é um conjunto natural de cristais de quartzo que crescem a partir de uma mesma base rochosa, com as pontas livres e v...
