A Companhia Riograndense de Mineração (CRM) está investindo em pesquisas na jazida de Candiota, que objetivam acrescentar novas reservas às existentes. O foco são as camadas mais profundas ainda não lavradas pela operação a céu aberto, a maior do país.
A necessidade é uma decorrência da nova demanda por carvão dos projetos inscritos no leilão de energia de setembro próximo.
Espera-se uma demanda adicional mínima de 900MW distribuída em dois projetos o da Eneva e o da Tractebel Energia.
Candiota é a maior mina de carvão do Brasil e lavra duas camadas de carvão da Formação Rio Bonito subaflorantes (foto). São as camadas Candiota Superior e Candiota Inferior cuja espessura média é de 2,5m cada.
Ao todo já foram identificadas 52 camadas de carvão no pacote mineralizado de Candiota. As camadas em estudo, denominadas I1 a I15 ainda não estão sendo lavradas.
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