As novas políticas “verdes” da China, com a redução do uso do carvão na indústria e nas plantas termoelétricas, deverá afetar, também, a mineração. Neste cenário os mais atingidos serão os mineradores australianos. O consumo doméstico chinês é três vezes maior do que o do comércio internacional de carvão. Desta forma a Austrália, pela proximidade com a China, vem investindo pesadamente nas suas minas de carvão Mais de 60% da produção australiana está voltada para a exportação para a China.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Carvão: redução na China. Minas australianas podem parar
Carvão: redução na China. Minas australianas podem parar
No gráfico acima fica claro o crescimento exponencial dos empregos em minas de carvão australianas nos últimos anos. A mineração de carvão emprega mais de 50.000 pessoas. A Austrália já é a quarta maior produtora de carvão do mundo e a maior exportadora. Uma redução chinesa irá afetar drasticamente a economia australiana já que o carvão é a segunda maior fonte de recursos do país. Neste cenário grandes mineradoras como a BHP, Rio Tinto e Anglo serão afetadas.
Terras-raras: o equilíbrio mundial pode mudar
Terras-raras: o equilíbrio mundial pode mudar
Com a descoberta do que se fala ser a maior jazida de terras-raras do mundo na Coréia do Norte o jogo de poder, feito pela China, poderá mudar significativamente.
A busca incessante pelos metais do grupo das terras-raras se estende aos confins do planeta e busca aplacar o enorme controle que os chineses têm sobre esses metais estratégicos. A China controla 95% da produção mundial.
Como não poderia ser diferente o mercado reagiu à descoberta de Jongju feita pela Pacific Century e os preços caíram. A China, em função dos desdobramentos, anuncia que irá reduzir a sua cota de exportação em 2014. Consequentemente a Minmetals e outras grandes produtoras chinesas terão uma cota de 15.110 toneladas para a primeira rodada de exportações de 2014. Em 2013 as cotas somaram 31.001 toneladas, as mais altas em quatro anos.
Os terras-raras são 17 elementos sendo que os mais pesados são quase exclusivamente produzidos na China.
A busca incessante pelos metais do grupo das terras-raras se estende aos confins do planeta e busca aplacar o enorme controle que os chineses têm sobre esses metais estratégicos. A China controla 95% da produção mundial.
Como não poderia ser diferente o mercado reagiu à descoberta de Jongju feita pela Pacific Century e os preços caíram. A China, em função dos desdobramentos, anuncia que irá reduzir a sua cota de exportação em 2014. Consequentemente a Minmetals e outras grandes produtoras chinesas terão uma cota de 15.110 toneladas para a primeira rodada de exportações de 2014. Em 2013 as cotas somaram 31.001 toneladas, as mais altas em quatro anos.
Os terras-raras são 17 elementos sendo que os mais pesados são quase exclusivamente produzidos na China.
Brazil Resources levanta US$ 5 milhões para projetos no Pará
Brazil Resources levanta US$ 5 milhões para projetos no Pará

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Projeto São Jorge, no Pará. Crédito: Brazil ResourcesA empresa afirmou que cada unidade será composta de uma ação ordinária da companhia e de uma ação com opção de compra (warrants). O encerramento da emissão privada está previsto este mês, mas está sujeito ao recebimento de todas as aprovações necessárias, incluindo as inscrições definitivas e a aprovação da bolsa de valores de Toronto (TSX).
O presidente da Brazil Resources, Amir Adnani, diz que a expectativa é que importantes acionistas e pessoas ligadas a empresa (insiders) sejam a maioria dos subscritores nos termos propostos pela emissão privada. "Estamos satisfeitos com o forte interesse de nossos acionistas, incluindo o maior da companhia, e insiders nesta emissão privada, demonstrando apoio para a nossa estratégia de longo prazo”, afirmou.
“A emissão privada proposta permitirá a companhia promover seu plano de crescimento por meio de aquisições e ajudará a empresa a se um consolidar no mercado de recursos", disse Adnani.
A companhia pretende utilizar os rendimentos líquidos da emissão privada para
avançar os projetos São Jorge e Cachoeira, no Pará, e investir em iniciativas estratégicas, incluindo a aquisição e exploração de propriedades de mineração adicionais, entre outros propósitos corporativos.
Todas as unidades, ações ordinárias e warrants da emissão privada estarão sujeitas a um período de espera de quatro meses, a partir da data de fechamento, de acordo com as regras e políticas da TSX. Cada (warrant) dará ao detentor o direito a adquirir uma ação ordinária por US$ 0,75, até 5 anos após o encerramento da emissão.
A Brazil Resources é uma empresa de exploração mineral pública, voltada para a aquisição e desenvolvimento de projetos de produção nos distritos auríferos emergentes do Brasil, do Paraguai e de outros países da América do Sul. No Brasil, a companhia está operando atualmente os projetos de ouro Cachoeira e São Jorge, localizados no Pará.
No fim de novembro, a Brazil Resources adquiriu a Brazilian Gold Corporation, que era dona do projeto São Jorge.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
A Brazil Resources anunciou que pretende realizar uma emissão privada sem intermediários, ou seja, a venda direta aos investidores, de mais de 9 milhões de unidades, pelo valor unitário de US$ 0,55. O objetivo é agregar recursos de até US$ 5 milhões para investir nos projetos de ouro Cachoeira e São Jorge, no Pará, conforme informou a companhia em comunicado enviado ao mercado hoje (16).
O presidente da Brazil Resources, Amir Adnani, diz que a expectativa é que importantes acionistas e pessoas ligadas a empresa (insiders) sejam a maioria dos subscritores nos termos propostos pela emissão privada. "Estamos satisfeitos com o forte interesse de nossos acionistas, incluindo o maior da companhia, e insiders nesta emissão privada, demonstrando apoio para a nossa estratégia de longo prazo”, afirmou.
“A emissão privada proposta permitirá a companhia promover seu plano de crescimento por meio de aquisições e ajudará a empresa a se um consolidar no mercado de recursos", disse Adnani.
A companhia pretende utilizar os rendimentos líquidos da emissão privada para
avançar os projetos São Jorge e Cachoeira, no Pará, e investir em iniciativas estratégicas, incluindo a aquisição e exploração de propriedades de mineração adicionais, entre outros propósitos corporativos.
Todas as unidades, ações ordinárias e warrants da emissão privada estarão sujeitas a um período de espera de quatro meses, a partir da data de fechamento, de acordo com as regras e políticas da TSX. Cada (warrant) dará ao detentor o direito a adquirir uma ação ordinária por US$ 0,75, até 5 anos após o encerramento da emissão.
A Brazil Resources é uma empresa de exploração mineral pública, voltada para a aquisição e desenvolvimento de projetos de produção nos distritos auríferos emergentes do Brasil, do Paraguai e de outros países da América do Sul. No Brasil, a companhia está operando atualmente os projetos de ouro Cachoeira e São Jorge, localizados no Pará.
No fim de novembro, a Brazil Resources adquiriu a Brazilian Gold Corporation, que era dona do projeto São Jorge.
Renda em municípios com mineração aumenta até 300% em 10 anos
O NMB analisou o PIB per capita de municípios de cinco estados brasileiros onde a mineração é uma das principais fontes de renda, nos anos de 2000 e 2010. Segundo os dados, o aumento do valor comparando os dois anos pode chegar a 300%.
Cidades onde a mineração é uma das principais atividades econômicas tiveram o Produto Interno Bruto (PIB) per capita aumentado em até 300% de 2000 a 2010, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) compilados pelo NMB. Foram analisados oito municípios de cinco estados.
Em Minas Gerais, um dos maiores estados produtores do Brasil, foram analisados três cidades. No ano de 2000, Itabira, cujo produto principal é o minério de ferro, o PIB per capita era de R$ 19.597, em valores corrigidos pelo IGP-M. Em 2010, a renda foi de R$ 64.259, um aumento de 227%.
PIB per Capita de municípios selecionadosO município de Araxá, que produz nióbio, apresentou PIB per capita, em 2000, de R$ 17.638. Se comparado ao ano de 2010, quando o valor foi de R$ 31.457, o aumento foi de 78%
Em Nova Lima, que produz, entre outros minerais, ouro e ferro, aumentou seu PIB per capita em 125% entre 2000 e 2010, quando os valores eram de R$ 22.752 e R$ 51.293.
A cidade de Catalão, em Goiás, apresentou crescimento de 100% do PIB per capita se comparar os valores de 2000 (R$ 22.709) e 2010 (R$ 45.854).
O crescimento mais impressionante foi da cidade de Parauapebas, no Pará. Em 2000, o PIB per capita do município era de R$ 26.339 e, em 2010, foi para R$ 103.403, um salto de quase 300%. Esse valor foi, em grande parte, graças à extração de minério de ferro.
Ainda no Pará, o município de Barcarena, cuja principal atividades está associada à produção de alumina e alumínio, viu seu PIB per capita ficar praticamente estável com alta de 3,08%, chegando a R$ 35.573 por pessoa, em 2010.
O município de Cachoeiro do Itapemirim (ES) tinha, em 2000, PIB per capita de R$ 11.666. O aumento foi de 21% frente ao ano de 2010, quando o valor chegou a R$ 14.224. A principal atividade na região está ligada à produção de granitos e mármores.
No Amazonas, o município de Presidente Figueiredo, rico em cassiterita, viu o mesmo indicador mais do que duplicar, quando o valor foi de R$ 6.903 em 2000 para R$ 15.808 em 2010.
Um estudo realizado pela Fundação João Pinheiro, diz que Belo Horizonte, a capital de mineração no Brasil, está entre as cidades que mais geram riqueza para o país. De acordo com dados do documento, o crescimento do PIB da capital foi de 22,4% entre os anos de 2009 e 2010.
“Este comportamento esteve fortemente associado ao desempenho das atividades da mineração, que apresentaram recuperação da crise de 2008/2009 e resultaram, de maneira geral, no crescimento expressivo do PIB dos municípios mineradores”, diz o relatório.
Os valores do PIB per capita do ano 2000 foi corrigido para valores de 2010 pela inflação medida pelo IGP-M. No período, o índice registrou alta de 127%.
Em Minas Gerais, um dos maiores estados produtores do Brasil, foram analisados três cidades. No ano de 2000, Itabira, cujo produto principal é o minério de ferro, o PIB per capita era de R$ 19.597, em valores corrigidos pelo IGP-M. Em 2010, a renda foi de R$ 64.259, um aumento de 227%.
Em Nova Lima, que produz, entre outros minerais, ouro e ferro, aumentou seu PIB per capita em 125% entre 2000 e 2010, quando os valores eram de R$ 22.752 e R$ 51.293.
A cidade de Catalão, em Goiás, apresentou crescimento de 100% do PIB per capita se comparar os valores de 2000 (R$ 22.709) e 2010 (R$ 45.854).
O crescimento mais impressionante foi da cidade de Parauapebas, no Pará. Em 2000, o PIB per capita do município era de R$ 26.339 e, em 2010, foi para R$ 103.403, um salto de quase 300%. Esse valor foi, em grande parte, graças à extração de minério de ferro.
Ainda no Pará, o município de Barcarena, cuja principal atividades está associada à produção de alumina e alumínio, viu seu PIB per capita ficar praticamente estável com alta de 3,08%, chegando a R$ 35.573 por pessoa, em 2010.
O município de Cachoeiro do Itapemirim (ES) tinha, em 2000, PIB per capita de R$ 11.666. O aumento foi de 21% frente ao ano de 2010, quando o valor chegou a R$ 14.224. A principal atividade na região está ligada à produção de granitos e mármores.
No Amazonas, o município de Presidente Figueiredo, rico em cassiterita, viu o mesmo indicador mais do que duplicar, quando o valor foi de R$ 6.903 em 2000 para R$ 15.808 em 2010.
Um estudo realizado pela Fundação João Pinheiro, diz que Belo Horizonte, a capital de mineração no Brasil, está entre as cidades que mais geram riqueza para o país. De acordo com dados do documento, o crescimento do PIB da capital foi de 22,4% entre os anos de 2009 e 2010.
“Este comportamento esteve fortemente associado ao desempenho das atividades da mineração, que apresentaram recuperação da crise de 2008/2009 e resultaram, de maneira geral, no crescimento expressivo do PIB dos municípios mineradores”, diz o relatório.
Os valores do PIB per capita do ano 2000 foi corrigido para valores de 2010 pela inflação medida pelo IGP-M. No período, o índice registrou alta de 127%.
Beadell descobre longa zona de ouro no prospecto Rio de Ouro no Amapá
A Beadell Resources divulgou uma atualização sobre a exploração do prospecto Rio de Ouro. Os resultados apontaram a descoberta de uma zona de ouro de 900 metros. De 3 a 55 metros @29,2 g/t de ouro, incluindo um metro @86,0 g/t no furo BRC0012, de 9 a 12 metros @3,5 g/t de ouro no BRC005 e de 7 a 61 metros @2,6 g/t de ouro no BRC016.
O prospecto Rio de Ouro, principal alvo do projeto Tartaruga, no Amapá, teve atualização de exploração divulgada. De acordo com a Beadell Resources, foi descoberta uma longa zona de ouro de 900 metros. Os resultados foram De 3 a 55 metros @29,2 g/t de ouro, incluindo um metro @86,0 g/t no BRC0012, de 9 a 12 metros @3,5 g/t de ouro no BRC005 e de 7 a 61 metros @2,6 g/t de ouro no BRC016
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