domingo, 29 de outubro de 2017

20 lugares surreais nos Estados Unidos para visitar antes de morrer

Se você gosta de fazer viagens em lugares exóticos, não pode perder esta lista de 20 lugares surrealmente fantásticos nos EUA. Num país de grande dimensão, cada canto reserva variedade paisagística, com destaque para montanhas, canyons e cachoeiras de dar inveja a qualquer mortal.
No Alasca, por exemplo, é possível encontrar desde cavernas de gelo surreais como apreciar o fenômeno Aurora Boreal no céu noturno. Campos de tulipas, que você acreditava serem possíveis só na Holanda, podem ser encontrados em Washington. Na Flórida, uma ilha paradisíaca não deixa a desejar, nos transportando diretamente para o Caribe.
Confira abaixo mais detalhes destes destinos que enchem os olhos de curiosidade e beleza:
1. Mendenhall Glacier Caves, Alasca
A geleira com formato interessante tem 12 km de extensão e fica em Mendenhall Valley of Juneau. Para ir até ela, é preciso seguir a trilha de West Glacier, para ter a chance de ver essas “nuvens” mais de perto e, quem sabe, tocar nelas.
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2. Oneonta Gorge, Oregon
Essas paredes forradas com musgo do Oneonta Gorge ficam no Columbia River Gorge, que forma um conjunto de plantas aquáticas e florestais. O fantasioso cenário parece ter saído de um livro, do qual os visitantes podem fazer parte ao caminhar pelo córrego. 
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3. Campo de Tulipas Vale de Skagit, Washington
Coloridos e encantadores, os campos de tulipas chamam a atenção em qualquer lugar do mundo. Em Washington, centenas de milhares de visitantes vão ao local no mês de abril, quando a Primavera dá as caras. A caminhada é feita por meio de um passeio de carro.
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4. Maroon Bells-Snowmass Wilderness, Colorado
Localizado nas montanhas Elk de Colorado, essa área deserta reserva mais de 100 km de trilhas. A cidade mais próxima ao alcance é Aspen e toda a área se estende por mais de 181 mil hectares.
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5. Dry Tortugas National Park, Florida
 
Cercada por água cristalina e com vida marinha abundante, essa ilha fica no Golfo do México, onde o acesso é feito somente por barco ou hidroavião. O lugar não fica atrás das praias caribenhas, com um impressionante mar azul.
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6. Watkins Glen State Park, New York
As cataratas de Niagara são incríveis e atraem os olhares de turistas há muitos anos. Se você deseja ir a algum lugar diferente e menos conhecido, a dica fica ao sul de Seneca Lake, na região de Finger Lakes. É nessa área que fica a Rainbow Bridge e outras cachoeiras de tirar o fôlego,
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7. Grand Prismatic Spring, Wyoming
Esta piscina natural de cores do arco-íris é a maior fonte de água quente nos EUA e a terceira maior do mundo. Fica no Parque Nacional de Yellowstone, que também tem outras grandes atrações para ver como a Morning Glory Pool, Old Faithful, e o Grand Canyon do Yellowstone.
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8. Haiku – Escadas de Oahu, Hawaii
Uma íngreme caminhada pode ser feira nessa trilha que parece nos levar aos céus. O local fica tecnicamente fechado ao público, mas muitas pessoas continuam subindo, apesar das placas de “não atravesse”.
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9. Cavernas de Carlsbad, Novo México
Formadas a partir de calcário e ácido sulfúrico, as rochas de Carlsbad são compostas por mais de 119 cavernas. Os visitantes podem entrar no Parque Nacional pela maneira convencional, ou descer o elevador a 750 pés abaixo do solo.
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10. Devils Tower, Wyoming
O cenário surreal de Wyoming fica por conta desta “torre” que se eleva a 5 mil metros acima do nível do mar. Segundo o folclore nativo americano, algumas meninas saíram para brincar e foram descobertas por vários ursos que começaram a persegui-las. As meninas tentaram escapar escalando uma rocha e rezar para o Grande Espírito salvá-las, e as suas preces foram atendidas quando a rocha se levantou do chão em direção ao céu e longe do perigo. Quando as meninas chegaram ao céu, eles foram transformados em constelações de estrelas. Há outras teorias sobre a Devils Tower.
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11. Hamilton Pool, Texas
No verão, essa piscina natural nos arredores de Austin, fica repleta de turistas e moradores. Ela foi criada quando a cúpula de um rio subterrâneo desabou devido a enorme erosão de milhares de anos atrás.
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12. Horseshoe Bend, Arizona
Nomeado após a sua forma de ferradura, essa rocha fica em Arizona com vista para o rio Colorado, que a cerca. O acesso é feito por meio de uma trilha e caminhada de 1 km pelo deserto.
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13. A aurora boreal, Alasca
Conhecida também como “luzes do norte”, este é um dos grandes motivos para se visitar o Alasca. A vista é simplesmente uma das mais belas maravilhas do mundo, com aurora boreal em Fairbanks e Anchorage entre setembro e 20 de abril, aproximadamente.
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14. Bryce Canyon, Utah
Estas incríveis esculturas geológicas, formadas através de fluxo de erosão e clima frio, ficam em Utah. As rochas estão a cerca de 50 km do Parque Nacional de Zion, com uma vista que vale a pena a caminhada longa.
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15. Lago Tahoe, Califórnia/Nevada
Entre a Califórnia e Nevada, este lago de água doce é o maior lago alpino na América do Norte. Esse paraíso cercado por águas claras e árvores parece até ter saído de um quadro.
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16. Cataratas de Niágara, New York
Famosa, as cataratas do Niágara ficam ao longo da fronteira dos Estados Unidos-Canadá. O espetáculo natural atrai centenas de turistas do mundo todo, e não é só um “rostinho bonito”, como também alimenta uma hidrelétrica, sendo uma importante fonte de energia.
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17. Sequoia National Park, Califórnia
Sequoia National Park é conhecido por suas sequóias gigantes, incluindo a árvore general Sherman, uma das maiores do mundo. Ergue-se a 275 metros de altura e dizem ter em torno de 2.500 anos de idade.
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18. Thor’s Well, Oregon
Esta é uma fonte de água salgada impulsionada pelo poder da maré do oceano. A maré alta é o melhor momento para vê-la, mas é considerada altamente perigosa, o que requer cautela dos visitantes.
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19. Parque Nacional de Badlands, Dakota do Sul
As montanhas rochosas atraem cerca de 1 milhão de visitantes por ano para o Parque Nacional de Badlands. Os nativos americanos usaram esta área como sendo “de caça” em torno de 11 mil anos.
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20. Palouse Falls, Washington
Localizado no estado de Washington, esta cena surreal quase chegou ao fim em 1984, quando o Franklin County Public Utility District propôs a construção de uma barragem para permitir a geração de energia hidrelétrica. Contribuintes decidiram então preservar as quedas.
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Fotos: Via, wikimedia, boomsbeat, Arkansas.
Fonte: site Buzzfeed


As quatro estações nos Estados Unidos

As quatro estações nos Estados Unidos
As quatro estações dos EUA: as mudanças do clima norte-americano
As quatro estações nos EUA  
Os americanos têm o costume de dizer que eles têm as quatro estações do ano. Achava isso estranho, afinal qualquer lugar do mundo as tem. Mas, após completar um ano de intercâmbio, eu entendi o que queriam dizer. Eu moro no interior de São Paulo. Aqui tivemos verão durante todos os meses de inverno, com um calor que não condizia com a estação. E então, quando adentramos a primavera em setembro tivemos duas semanas de frio - da forma que não tivemos durante todo o inverno. Já nos Estados Unidos, as estações são demarcadas como deveriam ser.
 Inverno

Quando cheguei, em fevereiro, eram os últimos dias de um inverno rigoroso, com muitas nevascas. A neve ainda cobria tudo de branco. Todas as casas possuem sistemas de aquecedores internos o que faz ser bem mais fácil de aguentar as temperaturas negativas. É um tira-e-põe constante de casacos, tocas, luvas e cachecóis.

Primavera

Após o inverno, chega a primavera que segue a risca o que a estação deve ser: reflorescimento da flora. As árvores voltam a desabrochar e tudo volta a fica colorido. Um verdadeiro contraste com o branco do inverno. São duas semanas cheias de flores - e pólen no ar -, para então dar lugar ao verão.

Verão

Acostumada com o calor escaldante do nosso país tropical, não imaginava que poderia sofrer com o calor nos Estados Unidos. No entanto, na Virginia o calor é pegajoso e nevoento, quase um clima praiano (apesar da minha cidade Centreville estar a mais de 300 km da costa). Da mesma forma que o inverno, o verão é mais fácil de ser aguentado porque as casas também possuem sistemas de ar condicionado.

Outono nos Estados Unidos

Outono

E por final, a estação que tornou-se a minha preferida nos Estados Unidos. O outono tinge tudo de cores quentes. As árvores tornam-se vermelhas, laranjas e amarelas e, consequentemente, com o cair das folhas, tudo que há embaixo delas também. O frio já começa a dar as caras e tem fim o horário de verão - o sol começa a se por às 16h.

Isso tudo, é claro, na região onde morei. Há estados americanos em que se neva seis meses por ano, como no Colorado. E há estados em que pouco faz frio, como na Flórida e na Califórnia. É um país grande e diverso climaticamente como o Brasil. Portanto, fica a dica: é importante checar o clima dos seus destinos de estudo de interesse, isso pode influenciar bastante a sua experiência no exterior. Mas por experiência própria, mesmo não gostando de frio, posso dizer que é muito legal vivenciar todas as mudanças climáticas do país.
 Fonte: Hotcourses Brasil

Peneira especial transforma água do mar em potável

Peneira especial transforma água do mar em potável

Membrana de óxido de grafeno separando água do sal - Foto: Universidade de ManchesterMembrana de óxido de grafeno separando água do sal - Foto: Universidade de Manchester

Uma invenção incrível é capaz de transformar água do mar em potável e ajudar milhões de pessoas que não têm água para beber.
Pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, criaram uma “peneira” de grafeno, que consegue remover o sal da água.
A peneira usa um derivado químico, o óxido de grafeno, e pode ser altamente eficiente na filtragem do sal.
Os resultados da pesquisa foram divulgados na publicação científica Nature Nanotechnology.
Grafeno 
O grafeno, descoberto em 1962, é uma das formas cristalinas do carbono, como o diamante e o grafite.
Ele foi pouco estudado até ser redescoberto, isolado e caracterizado por pesquisadores da Universidade de Manchester em 2004.
O grafeno consiste em uma camada fina de átomos de carbono organizada em uma espécie de treliça hexagonal.
Suas propriedades incomuns, como sua força elástica e condutividade elétrica, o tornaram um dos metais mais promissores para futuras aplicações.
Como
Rahul Nair, que liderou a pesquisa e seus colegas, demonstraram que colocar paredes feitas de resina epóxi em cada lado da membrana de grafeno é suficiente para frear o inchaço do material.
Isso também permitiu aos cientistas ajustar as propriedades da membrana, deixando passar mais ou menos sal, por exemplo.
“Nosso próximo passo é comparar as membranas de óxido de grafeno com o material mais sofisticado disponível no mercado”, diz Rahul
Mas até o momento, era difícil e caro produzir barreiras de grafeno em escala industrial com os métodos existentes.
Custo
Rahul Nair revela, no entanto, que o óxido de grafeno pode ser feito facilmente em laboratório.
“Em forma de solução ou tinta, podemos aplicá-lo em um material poroso e usá-lo como membrana. Em termos de custo do material e produção em escala, ele tem mais vantagens em potencial do que o grafeno em uma camada.”
Em artigo na revista Nature Nanotechnology, o cientista Ram Devanathan, do Laboratório Nacional do Noroeste do Pacífico, nos EUA, disse que seria preciso mais estudo para conseguir, de fato, produzir membranas de óxido de grafeno a baixo custo e em escala industrial.
Segundo ele, a equipe britânica ainda precisa demonstrar a durabilidade da membrana durante o contato prolongado com a água do mar e garantir que ela é resistente ao acúmulo de sais e de material biológico – o fenômeno requer que as barreiras de dessalinização existentes hoje sejam limpas ou substituídas periodicamente.
Até 2025, a ONU estima que 14% da população mundial enfrentará escassez de água.
Com informações do UOL e Nature Nanotechnology

Roberto Vascon: o mendigo que ficou milionário fazendo bolsas

Roberto Vascon: o mendigo que ficou milionário fazendo bolsas

Robeto Vascon - Foto: divulgaçãoRobeto Vascon - Foto: divulgação

A história do brasileiro Roberto Vascon, o designer que fabrica e vende bolsas para as mulheres mais famosas e ricas do mundo, é surpreendente, emocionante e de uma garra tamanha, que é preciso ser contada e compartilhada.
É um caso de superação dupla, para fazer um livro e um filme:  nasceu pobre, ficou rico, vendeu tudo, voltou a dormir na rua, começou de novo e venceu novamente.
Uma história que teve ajuda de jornalistas, artistas e de Deus, como ele conta.
Mineiro, de Raposos, Roberto Vascon nunca pôde estudar – nunca – mas fala 3 línguas: inglês, francês e espanhol.

De família pobre, e pai alcoólatra, a vida dele começou difícil desde pequeno.
Roberto teve que trabalhar logo cedo para ajudar a manter a casa.
E ele conta que sempre teve uma ligação muito forte com Deus e naquela época de muita dificuldade, com o pai na cama, fez pacto com Deus:
“Deus me ajuda, me ilumina. Eu não tenho outra coisa na vida senão você. Tudo que você me der, eu não vou levar para o cemitério, pra cova. Enquanto eu estiver vivo eu vou ajudar o ser humano”, prometeu.
Rio de Janeiro
Mas a situação não melhorou imediatamente.
Roberto foi para o Rio de Janeiro, quando adolescente, e passou fome.
Ele conta que lavava carros para sobreviver.
Até o dia em que conheceu o cantor Cazuza, que em vez de deixar Roberto Vascon lavar o carro, o convidou para almoçar.
Dessa amizade, Roberto conseguiu um emprego como vendedor numa loja de roupas.
Nova York
Quando conseguiu juntar dinheiro, ele pegou um vôo para Nova York, onde dormiu durante 4 meses num banco do Central Park.
Ele se enrolava em jornais e usava caixas de papelão para sobreviver ao frio do mês de novembro, quando chegou.
Lá conheceu uma mendiga que o ensinou a falar inglês.
Longe de casa, da mãe, passando frio e necessidade, Roberto teve outra conversa com Deus, com quem diz falar todo dia.
Ele conta que reclamou da vida que estava levando, com frio, fome, sede, saudades da mãe… e disse que estava cansado: pediu para Deus “levá-lo embora”.
Naquela noite o brasileiro teve um sonho estranho, que mudaria sua vida.
Fotos: divulgação
Fotos: divulgação
O sonho
Roberto Vascon sonhou com milhares de pássaros. Ele “balançava os galhos das árvores onde eles estavam e voavam bolsas”.
No dia seguinte ele catou muitas latinhas, juntou 80 dólares e comprou peças de couro, linha e agulha e começou a costurar no Central Park, suas 12 primeiras bolsas, parecidas com as do sonho.
Coincidentemente, ou não, passou sua primeira cliente: uma moça que perguntou se as bolsas eram da Itália.
Ele não sabia, mas era a editora-geral de moda do jornal The New York Times, Nancy H.
Na conversa ela descobriu que Roberto nunca tinha ido à escola e mesmo assim fazia bolsas incríveis.
No meio do papo, Roberto disse que precisava trabalhar, porque estava com fome e não poderia mais conversar com a cliente.
Aí ela disse:
– Se eu comprar as 12 bolsas você conversa comigo?
– Claro, a noite inteira, disse Roberto.
Mais do que mostrar o produto para as amigas, a jornalista escreveu sobre a história dele e disse que as bolsas de Roberto tinham uma energia diferente.
Foi o trampolim para o mundo da moda e a vida dele Roberto Vascon nunca seria a mesma.
De catador ele se transformou em um dos mais famosos designers do mundo da moda de bolsas.

“Eu tenho uma fé muito grande. Eu peço pra Deus: vou ajudar alguém e você me ajuda a sobreviver”, diz Roberto.
E ele conseguiu tudo o que queria.
Comprou apartamento nos Estados Unidos, e realizou o sonho de dar uma casa para mãe dele aqui no Brasil.
Em seguida voltou para os Estados Unidos montou 7 lojas e abriu outra no Japão.
Já muito rico, no dia 2 de agosto 1993, dia do aniversário dele, Roberto estava sozinho. Ninguém ligou para cumprimentá-lo.
Naquela noite ele teve nova conversa com Deus: “lembra que eu te falei que eu ia te devolver tudo? Chegou a hora”.
Conhecer o mundo
Com milhões de dólares, Roberto fechou todas as lojas, vendeu tudo o que tinha e saiu mundo à fora.
Foi conhecer 128 países e ajudar as pessoas por onde passava.
Ajudou gente que não tinha perna, pessoas que não podiam estudar… pagou faculdades para alunos… Uma ironia, para quem nunca conseguiu estudar.
Assim, viajando, passeando, aprendendo culturas diferentes, e ajudando as pessoas, toda sua fortuna acabou.
Pobre de novo
Na pobreza novamente, Roberto voltou ao Brasil, onde conta que foi mal recebido.
Ele vendeu então um anel da Cartier que tinha, comprou uma passagem para Nova York e foi dormir novamente no Central Park.
Dias depois uma moça passou por ele e disse: “nossa, você parece com o Roberto Vascon!”
Ele disse que era ele mesmo e contou que vendeu tudo o que tinha, mas que hoje era “o mais culto do Central Park”.
Fotos: divulgação
Fotos: divulgação
Recomeço
O que Roberto não sabia é que essa moça também era jornalista.
Ela vendeu a nova história do mendigo/designer para o New York Times e 2 dias depois a vida de Roberto Vascon daria outra reviravolta: ele conseguiu comprar outra loja e recomeçar a vida como designer de bolsas.
Hoje, famoso e rico ele continua ajudando as pessoas anonimamente.
Ensinamento
“Me coloque na vida de pessoas que eu possa fazer a diferença. Que as pessoas possam pegar a minha história e dizer: a minha também tem jeito. A vida é você acreditar em você mesmo. Eu acredito no meu potencial, na minha bondade, gentileza, na minha fé! Eu acredito nisso tudo e isso tudo me faz ir pra frente”, ensina Roberto Vascon.
Fonte:UOL

Arábia Saudita está pronta a estender corte de produção de petróleo, diz príncipe

Arábia Saudita está pronta a estender corte de produção de petróleo, diz príncipe

KHOBAR, Arábia Saudita (Reuters) - O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, reiterou neste sábado que o Reino está pronto para apoiar a extensão de acordo para corte na produção mundial de petróleo.
“O Reino afirma a sua disponibilidade para ampliar o acordo de corte de produção, que provou sua viabilidade para o reequilíbrio da oferta e demanda”, afirmou o príncipe em um comunicado.
“A alta demanda de petróleo absorveu o aumento da produção de petróleo de xisto”, acrescentou Mohammad.
O príncipe fez comentários semelhantes à Reuters em uma entrevista publicada na quinta-feira.
“Vamos apoiar tudo para estabilizar a oferta e a demanda de petróleo”, disse ele à Reuters, quando perguntado se o Reino seria um apoiador da extensão do acordo até o final de 2018.
Os comentários deram um impulso aos preços do petróleo, com petróleo Brent sendo negociado acima de 60 dólares por barril na sexta-feira pela primeira vez desde julho de 2015.
A Arábia Saudita, o maior produtor e líder da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), e a Rússia estão restringindo a oferta sob um pacto global para reduzir estoques e aumentar os preços.
A Opep e outros produtores reduziram a produção de petróleo em cerca de 1,8 milhão de barris por dia (bpd) desde janeiro. O pacto deve durar até março de 2018, mas uma extensão está em consideração.
Fonte:  Reuters