quarta-feira, 26 de junho de 2019

Mineiros descobrem novo mineral “extraterrestre” mais precioso do que diamante em Israel


Por Michael Wing
Um novo mineral, anteriormente conhecido apenas por existir no espaço, foi oficialmente reconhecido na Terra e é uma joia rara.
A mineradora israelense, Shefa Yamim, descobriu o novo material no vale de Zevulun, no norte de Israel. Dizia-se que se assemelha a safira ou rubi em sua composição.
O CEO da empresa, Abraham Taub, chamou a nova pedra de “carmeltazita” em mensão à montanha onde foi encontrada, o Monte Carmelo, e aos três metais que ela contém: titânio, alumínio e zircônio.



This newly-discovered mineral has the potential to be more valuable than diamonds: http://on.forbes.com/6016EOwTm 

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3:45 AM - Jan 21, 2019

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O Carmeltazita também se assemelhava a outro mineral mais raro de origem extraterrestre, allendeite, que só foi visto no Meteorito de Allende que atingiu a Terra em 8 de fevereiro de 1969. Isso fez da descoberta um evento geológico significativo.
Existe uma lista oficial de novos minerais descobertos e documentados, com até 100 novas substâncias adicionadas a cada ano. Eles são reconhecidos e registrados pela Associação Mineralógica Internacional. A maioria dessas novas substâncias é menos que digna de nota em termos de apresentação, oferta e valor de mercado.
O Carmeltazita possui um potencial comercial espetacular, semelhante a outras pedras preciosas, como as safiras usadas na indústria de jóias. O material também é dito ter uma densidade maior do que o diamante, além de ser muito mais raro.
Shefa Yamim já registrou o mineral para ser comercializado como “Carmel Sapphire”, e é provável que seja uma das jóias mais caras do mundo em pouco tempo.
Acredita-se que as pedras raras começaram sua formação cerca de 28 quilômetros abaixo da superfície da Terra, relatou a Forbes, perto de onde a crosta encontra o manto. Lá, altas pressões e altas temperaturas criaram rochas parcialmente fundidas, que liberaram fluidos, que reagiram para formar novos minerais, como o carmeltazita.
Tais materiais poderiam ser rapidamente expelidos para a superfície através de aberturas vulcânicas, juntamente com outros minerais, para criar depósitos de pedras preciosas, como o que está sendo escavado por Shefa Yamim no Vale de Zevulun.
A nova gema preciosa foi encontrada nas cores preta a azul esverdeada ou laranja-amarronzada, com um brilho metálico dentro de rachaduras e fissuras de outro mineral chamado corindo – semelhante à safira. A maior pedra encontrada até agora foi de 33,3 quilates.
A mineradora estava fazendo um trabalho intensivo na área, principalmente em busca de safiras, quando se deparou com a incrível nova gema. O Vale de Zevulun era conhecido por sua atividade vulcânica desde a época do cretáceo, há cerca de 65 milhões de anos, e abriga pelo menos 14 diferentes aberturas vulcânicas, tornando-se um foco de gemas escondidas.
A nova joia espetacular atraiu uma atenção internacional significativa, tanto por sua raridade quanto por sua novidade. A pedra, uma vez pensada para ser de origem extraterrestre, logo poderia valer muito mais do que os diamantes.


Fonte: Seleções

Garimpo ilegal sufoca economia de estados e municípios amazônicos

HUMAITÁ, Sul do AM – Um diagnóstico feito pelo jornal CORREIO DE NOTÍCIA, Não se sabe ao certo os números que atestariam o verdadeiro montante de minerais extraídos e não contabilizados pelos órgãos de controle nessa parte da Amazônia Brasileira. Tampouco, o volume de impostos sonegados por empresas, cooperativas ou pessoas físicas do ramo espalhados pela região.
Conforme estudos preliminares em poder de setores independentes acreditados em Rondônia, Amazonas e Mato Grosso, a extração ilegal de ouro, os números da sonegação da Compensação Financeira Pela Exploração de Minerais (CFEM), nesses Estados seriam astronômicos do ponto de vista, igualmente, nem saberiam nem mesmo estimar o quanto a União lhes deveria repassar, anualmente.
Os desvios no montante da produção de ouro, especificamente, ‘não apurados, plenamente, pelos órgãos de controle’. Inclusive, a parte maior da fiscalização continuaria impedida de fazer o trabalho de campo por falta de condições de trabalho e ação dos fiscais, há muito tem pessoal técnico reduzido por conta das mudanças feitas no governo Temer – que extinguiu o DNPM e o renomeou como Agência Nacional de Mineração (AMN).
Apesar da nova denominação, o extinto Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) nos estados da Amazônia Brasileira em nada mudou em termos de infraestrutura. Em Rondônia, por exemplo, ‘o prédio é velho, a frota é um cacareco e o quadro de pessoal é deficiente e não funciona’, afirmaram ex-servidores que ainda o credenciam como o mais articulado com Brasília e região.
O ex-DNPM continua sem pessoal, sem veículos e sem condições para operar no front das áreas de extração consideradas ilegais. Acima de qualquer suspeita, em Rondônia, ‘ilegais travestidos de garimpeiros e dragueiros filiados a Cooperativas, ampliam seus domínios e avançam sobre áreas de reservas permanentes e não poupam nem mesmo as Terras Indígenas (TI)’, garante antigo agente público que esteve em operação Rio Teles Pires, em Mato Grosso.
Em nome da suposta fragilidade dos órgãos de controle fiscal, ambiental e mineral assentados na Amazônia, ‘quem perde é a União Federal, Estados e Municípios que deixam de conter os prejuízos na arrecadação’, assegura conhecido advogado que passou por várias pastas de Governo. Segundo ele, ‘uma coisa é a falta de visão dos agentes públicos; outra é a omissão dos governantes’.
No caso do não recolhimento da CFEM sobre a produção de ouro saído das ocorrências do Rio Madeira, além dos municípios de Humaitá, Região do Quilômetro 180 (São Antônio do Matupi e Igarapé Preto, em Manicoré) e áreas de extrações ilegais em Apuí, na divisa com o Estado do Pará (Jacareacanga), ‘o minério continua não tributado e sairia de avião’, revela fonte anônima amazonense.
De acordo com garimpeiros que trabalhando em balsas (dragas e no sistema de extração via bico jato em áreas de sequeiro), ‘não são poucos os garimpos ilegais na nossa região’. Eles se queixam do rigor da legislação, apenas a pessoas físicas. Ao contrario, do que prevê o novo Marco Regulatório da Mineração, ‘as mineradoras sempre receberam dos governos o garfo, a faca e as isenções’.
A maior parte dos tributos contados sobre o ouro extraído das áreas de ocorrências garimpeiras nos Estados de Rondônia, Amazonas, Amapá, Roraima e Mato Grosso não é conhecida seus valores, em relatórios enviados por Cooperativas ao Fisco Federal, não é dada a publicidade aos potenciais geradores dessas divisas – os municípios.
Os prefeitos de Porto Velho (RO), Humaitá, Manicoré e Apuí (AM), nunca foram chamados a participar com os órgãos de controle para discutirem a composição da nova base de cálculo da Compensação Financeira Pela Exploração de Minerais (CFEM). ‘O muito que recebemos, na forma piramidal, é o que o Governo diz que é de direito’, reclama ex-prefeito amazonense que disse que seu município produziria mais de 1,5 toneladas de ouro, em média.
Garimpeiros e dragueiros ilegais contariam, ainda, com a suposta omissão da parte da maior dos órgãos de controle ambiental e fiscal, além da não fiscalização de setores de marinha em conhecidas áreas de extrações ilegais na Amazônia. De São Luís do Xingu, no Pará, às ilhas do entorno do Belmont, em Porto Velho, ‘a usurpação corre solta, assim como as fronteiras com o Peru, Bolívia, Colômbia e Venezuela continuam de portas abertas para o comércio formiguinha de minerais, cocaína, armas e munições’.
Para os advogados e consultores João Roberto e José Ricardo Costa, Em entrevista exclusiva ao site CORREIO DE NOTÍCIA, disse que ‘no novo Código Mineral ainda há muitas questões a serem regulamentadas’. Porém, eles não veem entraves para que Estados e Municípios reivindiquem o seu quinhão advindo da CFEM cujos tributos incidem sobre a comercialização da venda de bens minerais.
Enquanto isso, as atividades garimpeiras consideradas ilegais nos garimpos da Amazônia avançam e na hipótese de que falta ao governo regulamentar algumas questões no que tange à cobrança da CFEM, ‘os royalties aos municípios com áreas de incidência aurífero e mineral, em geral, de qualquer forma, devem ter seus valores atualizados’, garante José Ricardo Costa.
Sem fiscalização permanente nas áreas de ocorrências por parte da Agência Nacional de Mineração (ex-DNPM), Receita Federal, secretarias de Finanças dos Estados e Municípios, além da apuração de denúncias com alertas a Policia Federal, ‘a sonegação quanto a não tributação de minerais só aumenta’, afirmam legalistas do segmento de mineração.

Fonte: O Liberal

Ibovespa tem tendência positiva com olhos em Previdência e G20

Ibovespa tem tendência positiva com olhos em Previdência e G20



Ações2 horas atrás (26.06.2019 

© Reuters. Salão da sede da B3, em São Paulo© Reuters. Salão da sede da B3, em São Paulo
Por Peter Frontini
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa abriu com tendência positiva após a forte queda da véspera, com o mercado operando atento à Previdência, que deve encerrar as discussões ainda nesta quarta-feira para ser votada pela comissão especial na próxima semana, e com expectativas aumentando para o encontro entre Donald Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, na cúpula do G20 no final de semana.
Às 11:15, o Ibovespa subia 0,09%, a 100.186,84 pontos.
A comissão especial da reforma da Previdência retomou os trabalhos nesta quarta-feira com o objetivo de encerrar as discussões e proporcionar a leitura de uma complementação ao parecer da proposta, afirmou o presidente do colegiado, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), dando sinais de que a votação pode ocorrer apenas na próxima semana.
"O que move o sentimento local é a perspectiva que, mesmo com o cronograma mais apertado, a votação na Câmara deve ocorrer antes do recesso parlamentar", informou a Levante Investimentos em comunicado.
Os investidores ainda repercutem a notícia de que a Braskem teve 3,7 bilhões de reais de suas contas bloqueados pela Justiça, além da publicação das diretrizes do recém-lançado programa do governo federal para redução dos custos do gás natural pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).
No exterior, o mercado ainda se recupera dos discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que diminuiu as esperanças para um corte na taxa de juros dos Estados Unidos.
As expectativas quanto ao encontro entre os presidentes da China e EUA na cúpula do G20 no Japão permanecem no radar. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, afirmou mais cedo que o acordo comercial entre os dois países estava "cerca de 90%" completo.
DESTAQUES
PETROBRAS ON (SA:PETR3) recuava 0,6% e PETROBRAS PN (SA:PETR4) subia 0,55%, após constar nas diretrizes do programa de gás do governo federal que a empresa deverá vender ativos nos setores de transporte e distribuição do insumo, além do início de uma nova fase na venda da participação de 93,7% na Breitener Energética.
VALE ON (SA:VALE3) avançava 0,2%, diante da fraqueza do preço do minério de ferro e da notícia de que vai investir 1,8 bilhão de reais até 2023 para garantir a segurança de estruturas remanescentes da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG).
BRASKEM PNA (SA:BRKM5) caía 0,3% reagindo à determinação do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas para bloquear 3,7 bilhões de reais em contas bancárias da empresa para garantir eventuais indenizações por danos causados por afundamento de solo e rachaduras em três bairros de Maceió.
ITAU UNIBANCO PN (SA:ITUB4) valorizava-se 0,3%, SANTANDER BR UNIT avançava 0,5% e BANCO DO BRASIL ON (SA:BBAS3) ganhava 1,4%. Na tendência negativa, BRADESCO PN (SA:BBDC4) caía 0,5%.


Fonte: Reuters

Bitcoin alcança os US$ 13.000 e bate novo recorde de alta em 2019

Bitcoin alcança os US$ 13.000 e bate novo recorde de alta em 2019



 
moeda de bitcoin com seta verde apontada pra cima
O preço do Bitcoin chegou nos US$ 13.000 e atingiu um novo recorde, deixando os pessimistas indignados e analistas intrigados com o rápido impulso de alta. 
O Bitcoin bateu exatamente US$ 13.000 na Binance nesta manhã, depois de uma valorização de 12% que impulsionou o preço para um novo recorde anual mais uma vez.
A Bitcoin também conseguiu captar 62% de dominância de mercado, nível esse que foi visto pela primeira vez no final de 2017, um padrão similar ao que foi visto antes da temporada alt.
As análises atuais tentam descobrir qual o próximo passo do Bitcoin, se será uma forte correção de baixa maior ou se tem pernas para continuar subindo mais alto. Veja abaixo as opiniões de alguns traders sobre o recente aumento de preço.
approaching Major Resistance Zone

12800-13600

Trade with Caution if you are long

Bitcoin Dominance now posting 2019 High, BTC paired ALTs are capitulating further. Expecting some resptie for ALTs in next few days
180 pessoas estão falando sobre isso
A Ethereum, a segunda maior criptomoeda por capitalização, subiu para US $ 330 (+ 5,3% por dia), XRP teve uma leve alta em não mais do que 1%, atingindo US$ 0,473. O Bitcoin Cash também valorizou aproximadamente a mesma porcentagem, quebrando a marca de US $ 485.
A valorização do Bitcoin quase não afetou a Litecoin, EOS, Binance Coin, Bitcoin SV e Tron – todos eles estão na zona vermelha em comparação com 24 horas atrás e perderam cerca de 1% no preço. Ainda maior foi a queda no preço da Monero, cerca de 6%, US$ 108 no momento da postagem.
Enquanto isso, os especialistas alertam que o atual crescimento do Bitcoin está provavelmente associado ao Pump provocado pela Tether e que, na realidade, pouco dinheiro realmente foi investido na primeira criptomoeda. O crypto-analista WhalePanda comparou o estado atual do mercado com os eventos de 2017, quando o Bitcoin atingiu níveis recordes de US$ 20.000.

A capitalização da Tether já ultrapassou US$ 3,5 bilhões.

Fonte: Guia do Bitcoin

terça-feira, 25 de junho de 2019

Fed menos dócil e tensões geopolíticas derrubam Ibovespa aos 100 mil pontos

Fed menos dócil e tensões geopolíticas derrubam Ibovespa aos 100 mil pontos





Investing.com Brasil - 25/06/2019 - 
O Ibovespa despencou 1,93% a 100.092,95 pontos, perdendo os 100 mil pontos por alguns minutos durante à tarde

A escalada das tensões geopolíticas entre EUA e Irã e incertezas em relação à reforma da Previdência impulsionaram os investidores a realizar lucros no Ibovespa em sessão marcada por aversão ao risco no exterior. As incertezas quanto a disputa comercial entre EUA e China e julgamento de habeas corpus sobre a liberdade de Lula no Supremo Tribunal Federal (STF) alimentaram a cautela dos investidores a se expor em ativos de risco.
O Ibovespa despencou 1,93% a 100.092,95 pontos, perdendo os 100 mil pontos por alguns minutos durante à tarde após incertezas quanto a temores em relação a atraso na tramitação da reforma da Previdência no Congresso. O volume financeiro negociado foi de R$ 15,1 bilhões, com 98,48% dos papéis fechando no negativo.
A profundidade da queda do principal índice acionário brasileiro no dia também foi decorrente de declarações de dirigentes do Federal Reserve sobre os próximos passos da política monetária americana, indicando que o próximo ciclo de afrouxamento monetário – o primeiro desde a crise de 2008 – deve ser menos dovish do que o mercado aguardava. A sinalização contribuiu para a recuperação do valor do dólar em relação a outras divisas mundiais, entre as quais o real brasileiro.
A moeda americana subiu 0,69% em relação ao real, cotada a R$ 3,8528. Já o índice dólar, que mede a força da moeda americana em uma média ponderada de uma cesta com seis divisas, subiu 0,19% a 96,17, após se aproximar da mínima de três meses no início do pregão. Influenciou a alta do índice a busca por ativos de refúgio devido ao aumento do risco geopolítico e preocupações comerciais. O índice VIX, espécie de termômetro de volatilidade do mercado, subiu 6,68% nesta terça-feira.

Fed menos dovish que esperado

Os índices acionários de Wall Street encerraram a sessão no negativo. As sanções impostas pelos EUA a autoridades iranianas, entre as quais o líder supremo aiatolá Ali Khamenei, como resposta ao ataque do drone não-tripulado na última sexta-feira, elevou preocupações de um eventual conflito entre os dois países, sobretudo pela resposta do Irã de que a medida fechou as negociações pela via diplomática.
Dow Jones teve uma queda de 0,67%, enquanto S&P 500 mergulhou 0,94%. Já Nasdaq despencou 1,51%. A declaração do presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, de que não vê necessidade de um corte de 0,50 ponto percentual da taxa de juros levou os investidores a interpretarem que a adoção de uma política monetária acomodatícia pelo Fed deve ser menos dovish do que o esperado. Bullard é considerado um dos defensores do ciclo de corte e único dirigente do Fed que votou pelo corte dos juros na reunião passada
O chairman Jerome Powell também se manifestou nesta terça-feira a respeito das pressões políticas que recebe do presidente Donald Trump para suavizar a política monetária. Powell afirmou que o Fed está “isolado” das pressões política, reforçando a independência da autoridade monetária. Trump voltou novamente a se manifestar contra a atual política do Fed, que vem de 4 altas dos juros em 2018 e manutenção nas reuniões deste ano. O presidente responsabilizou a instituição pelo dólar estar forte demais em relação a outras divisas, como o euro.
O Monitor da Taxa de Juros do Fed do Investing.com continua a apostar em um corte de 0,25 ponto percentual nos juros na reunião de julho, enquanto a expectativa de um segundo corte de 0,25 na reunião continua alta, de 78,5%. A taxa atual está no intervalo entre 2,25-2,5%.

Busca por ativos de refúgio

As tensões no Oriente Médio somada com as indefinições da disputa comercial entre EUA e China impulsionaram à aversão ao risco no exterior, manifestada por meio da elevação da busca por ativos de refúgio, entre os quais o ouro e os títulos do Tesouro americano. O metal dourado solidificou a permanência na faixa dos US$ 1400 com a alta de 0,57% a US$ 1.426,25.
Já o rendimento dos títulos de 10 anos do Tesouro americano perdeu o piso de 2% e caíram para 1,992%. Quanto maior a demanda por esses papéis, menor é o rendimento. Além disso, a inversão da curva de juros com títulos de menor prazo continua, com os ganhos do título de 3 meses em 2,136%. A inversão da curva tradicionalmente indica sinal de recessão na economia americana em breve.

Reforma da Previdência

Os investidores locais negociaram sob o receio de a votação da reforma da Previdência na Comissão Especial ocorrer na semana que vem. Devido ao elevado número de deputados inscritos para falarem durante a apreciação do parecer do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) após a sessão de hoje, a votação realmente vai ficar para semana que vem, aumentando a chance de a reforma não ser votada no plenário antes do recesso.
O presidente da Câmara Rodrigo Maia se manifestou afirmando que não vê problema em adiamento da votação na Comissão Especial em um ou dois dias, mas cobrou pela reabertura de negociação para inclusão de Estados e municípios, que estão de fora no atual texto em trâmite.

Ata do Copom

Banco Central divulgou a ata da última reunião de política monetária do Copom, diminuindo a expectativa quanto a retomada do afrouxamento monetária na próxima reunião em julho, o que também influenciou na realização de lucros do Ibovespa no pregão desta terça-feira.
A ata foi menos dovish do que o comunicado após a reunião da semana passada. O Copom avaliou que a economia brasileira deve ficar perto da estabilidade neste segundo trimestre, com uma “nítida” interrupção em seu processo de recuperação como reflexo de uma mudança na dinâmica da atividade depois do segundo trimestre de 2018. Além disso, menciona que os principais choques sofridos pela economia brasileira ao longo de 2018 se dissiparam e que as condições financeiras já caminharam para território “mais estimulativo”. Leia mais aqui.

Ações

JBS ON (JBSS3) avançou 0,5%, passando grande parte da sessão como único papel com tendência positiva do índice, de olho em atendimento ao crescimento da demanda do mercado chinês, cujo rebanho passa por impacto da crise de peste suína africana. Nos Estados Unidos, a controlada Pilgrim’s Pride foi alvo de abertura de investigação criminal sobre suposta prática de conluio para fixação de preços de carne de frango.
ITAÚ UNIBANCO PN (ITUB4) apoiou a tendência negativa do índice, fechando em queda de 1,25%. No setor, BRADESCO PN (BBDC4) e BANCO DO BRASIL ON (BBAS3)caíram 0,84% e 0,92%, respectivamente, e SANTANDER BR UNIT recuou 1,6%. As ações da B3 lideraram as quedas na sessão, recuando 5,1%. Na véspera, o presidente da comissão especial da reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), afirmou que parlamentares aliados ao governo não devem “forçar a barra” ao buscar alterar o parecer do relator Samuel Moreira (PSDB-SP), que inclui aumento da alíquota CSLL cobrada do setor financeiro.
VALE ON (VALE3) desvalorizou-se 1,95%, refletindo o recuo no minério de ferro. O contrato mais ativo do minério de ferro na bolsa de Dalian fechou em queda de 1,2%, a 798,5 iuanes por tonelada.
PETROBRAS ON (PETR3) perdeu 3% e PETROBRAS PN (PETR4) caiu 2,6%, em meio aos planos do governo para abrir o mercado de gás no país e tensões internacionais entre os EUA e Irã.


Fonte:  Investing.com